Pesquisar este blog

Compartilhe



sábado, 29 de julho de 2017

Sementes de fé - 29/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Sementes de fé - 28/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Por que Jesus Cristo falava em parábolas?


Se Jesus devia pregar o Evangelho da salvação, por que decidiu expor boa parte de seu ensinamento em forma de parábolas? Era conveniente que o Filho de Deus “escondesse” sua doutrina dos homens, aos quais veio trazer o conhecimento da verdade?
Lemos no Evangelho que Cristo ensinou algumas coisas privadamente a seus Apóstolos, mas ordenando-lhes que as pregassem depois publicamente: "O que eu vos digo na obscuridade, dizei-o às claras, e o que é dito ao ouvido, pregai-o sobre os telhados" ( Mt 10, 27).
Outras vezes, porém, o Senhor ensinou por meio de parábolas, que ele explicava depois aos seus discípulos, mas cujo sentido escapava à maior parte de seus ouvintes. Os próprios Apóstolos perguntaram ao Senhor a razão dessa maneira de pregar, e obtiveram uma resposta cuja interpretação exata é um tanto obscura e difícil:
"Chegando-se a ele os discípulos, disseram-lhe: 'Por que razão lhes falas por meio de parábolas?' Ele respondeu-lhes: 'Porque a vós é concedido conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é concedido. Porque ao que tem lhe será dado (ainda mais), e terá em abundância, mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo não vêem, e ouvindo não ouvem nem entendem. E cumpre-se neles a profecia de Isaías (6,9-10), que diz:Ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; olhareis com os vossos olhos, e não vereis. Porque o coração deste povo tornou-se insensível, os seus ouvidos tornaram-se duros, e fecharam os olhos, para não suceder que vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e entendam com o coração, e se convertam, e eu os sare" (Mt 13, 10-15).
Esta é uma das passagens evangélicas que mais fizeram suar os exegetas. Vejamos, pois, em síntese, a interpretação do Doutor Angélico ( STh. III, q. 42, a. 3):
Por três motivos uma doutrina pode permanecer oculta:

a) Pela intenção de quem ensina, que não quer comunicá-la a muitos, mas antes mantê-la oculta, seja por inveja e desejo de excelência, seja por tratar-se de uma doutrina errada ou imoral. É evidente que não foi este o caso de Nosso Senhor.

b) Porque se ensina a poucos. Tampouco este motivo diz respeito a Jesus Cristo, pois, como Ele mesmo disse a Pilatos, "Eu falei publicamente ao mundo; ensinei sempre na sinagoga e no templo, aonde concorrem todos os Judeus; nada disse em segredo" (Jo 18, 20). As mesmas instruções que o Senhor dava privadamente a seus Apóstolos deveriam depois ser pregadas publicamente (Mt 10, 27).

c) Pelo modo de ensinar. Dessa forma, Cristo ocultava algumas coisas às turbas quando lhes expunha em parábolas os mistérios que não eram capazes ou dignas de receber. No entanto, ainda lhes era melhor recebê-los assim e ouvir a doutrina espiritual sob o véu das parábolas que permanecer totalmente excluídas dela. E, além disso, o Senhor expunha a verdade clara e desnuda das parábolas aos discípulos, por meio dos quais ela haveria de chegar aos outros que fossem capazes de recebê-la.
Segundo esta interpretação do Doutor Angélico, a razão profunda da pregação em parábolas deve ser buscada em uma ação combinada da misericórdia e da justiça de Deus: "porque não eramcapazes ou dignos" de receber abertamente a doutrina de Cristo.
a) Em primeiro lugar, não eram capazes de receber abertamente essa doutrina por conta de seus prejulgamentos messiânicos, completamente opostos à realidade evangélica. Eles imaginavam um Messias em forma de rei temporal, forte e poderoso, que esmagaria todos os inimigos de Israel e os encheria de felicidades e prosperidades temporais. Frente a esta concepção, tão arraigada no povo, a doutrina evangélica, orientada inteiramente ao Reino dos Céus e ao desprezo das coisas da terra, era demasiado sublime e elevada para que pudessem captá-la exposta em toda a sua nudez. Cristo lhes dá o pão da verdade na forma que então podiam compreendê-la, deixando a seus discípulos o cuidado de expô-la com toda claridade à medida que fossem capazes de assimilá-la. Di-lo expressamente São Marcos (4, 33-34): "Assim lhes propunha a palavra com muitas parábolas como estas, segundo podiam entender. Não lhes falava sem parábolas; porém, tudo explicava em particular a seus discípulos".
b) Em segundo lugar, não eram dignos de recebê-la claramente por causa da sua obstinada incredulidade. Era um fato, como lamentava o próprio Cristo, que "vendo não veem e ouvindo não ouvem nem entendem". Os milagres estupendos com que o Cristo demonstrava, diante do povo, sua divina missão endureciam mais e mais os corações obstinados, até o ponto de atribuir os milagres ao poder de Belzebu (Lc 11, 15) ou de querer matar Lázaro, visto que, por motivo de sua ressurreição, muitos criam em Jesus (Jo 12, 10-11). Diante de tanta obstinação e malícia, a justiça de Deus tinha forçosamente que castigá-los, e por isso lhes anuncia a verdade de forma velada e misteriosa, a fim de que os homens de boa vontade tivessem as luzes suficientes para abraçar a verdade evangélica, e os rebeldes obstinados recebessem o justo castigo de sua maldade. Contudo, com relação a estes últimos brilha ainda de algum modo a misericórdia de Deus, porque, como adverte Santo Tomás, "ainda lhes era melhor receber a doutrina do reino de Deus sob o véu das parábolas que permanecer totalmente privados dela".

Não deixe de assistir, também, à nossa aula recente sobre o Sermão das Parábolas, no curso exclusivo "Os Evangelhos Sinóticos". Abaixo, um pequeno trecho deste material:

Essa interpretação explica a misteriosa passagem bíblica de forma discreta e razoável. Mas, em todo caso, seja como for, não se pode interpretar a pregação parabólica como uma restrição da vontade salvífica universal de Deus, que está clara e expressamente revelada na Sagrada Escritura. É-nos dito claramente que "Deus quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade" ( 1Tm 2, 4); que "Deus não quer a morte do pecador, mas sim que se converta e viva" (Ez 18, 23); que Cristo "não veio chamar os justos, mas os pecadores à penitência" (Lc 5, 31); que Deus "prefere a misericórdia ao sacrifício" (Mt 9, 13) e outras muitas coisas do mesmo tipo. Deve-se interpretar as passagens obscuras da Sagrada Escritura pelas claras, e não o contrário. Trata-se de uma norma fundamental da hermenêutica bíblica.
*
Do livro Jesucristo y la vida cristiana, do Pe. Antonio Royo Marín,
Madrid: BAC, 1961, p. 286s. (Tradução, adaptação e grifos nossos.)

Aleteia: Os 15 benefícios prometidos por Nossa Senhora a quem rezar o terço

Gelsomino Del Guercio | Maio 20, 2016


Este é o conteúdo das incríveis revelações ao monge dominicano Alan de la Roche
As 15 promessas de Nossa Senhor a quem rezar o terço foram feiras ao monge dominicano Alan de la Roche, que morreu em 1945 e é considerado o apóstolo da devoção ao rosário em vários países, especialmente europeus.
Em suas memórias, Alan narra que recebeu diretamente da Virgem 15 promessas válidas para todos os devotos do santo terço, e todas elas ainda são de grande atualidade, manifestando a intensidade do amor que Nossa Senhora sente por todos nós.
Estas são as promessas feitas por Maria a todos nós:
1. A todos os que rezarem meu Rosário com devoção, prometo minha proteção especial e grandíssimas graças.
2. Aquele que perseverar na oração de meu Rosário receberá uma graça insigne.
3. O Rosário será uma defesa poderosíssima contra o inferno; destruirá os vícios, libertará do pecado, dissipará as heresias.
4. O Rosário fará florescerem as virtudes e as boas obras, e obterá para as almas a mais abundante misericórdia divina; fará que nos corações o amor ao mundo seja substituído pelo amor a Deus, elevando-os ao desejo dos bens celestes e eternos. Quantas almas se santificarão com esse meio!
5. Quem se confia a mim por meio do Rosário não perecerá.
6. Quem rezar meu Rosário com devoção, meditando seus mistérios, não será oprimido pela desgraça. Pecador, se converterá; justo, crescerá em graças e se tornará digno da vida eterna.
7. Os verdadeiros devotos de meu Rosário não morrerão sem os Sacramentos da Igreja.
8. Aqueles que rezam meu Rosário encontrarão durante sua vida e em sua morte a luz de Deus e a plenitude de suas graças, e participarão dos méritos dos bem-aventurados.
9. Libertarei muito prontamente do purgatório as almas devotadas a meu Rosário.
10. Os verdadeiros filhos de meu Rosário gozarão de uma grande glória no céu.
11. O que pedirem por meio de meu Rosário, obterão.
12. Aqueles que defenderem meu Rosário serão socorridos por mim em todas as suas necessidades.
13. Obtive de meu Filho que todos os membros da Irmandade do Rosário tenham por irmãos, durante a vida e na hora da morte, os santos do céu.
14. Aqueles que rezarem fielmente meu Rosário serão todos meus filhos amantíssimos, irmãos e irmãs de Jesus Cristo.
15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de predestinação.
Para saber mais sobre as revelações a Alan de la Roche, clique aqui.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2016/05/20/os-15-beneficios-prometidos-por-nossa-senhora-a-quem-rezar-o-terco/

Sementes de fé - 27/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Sementes de fé - 26/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Evangelho 26/07/2017

Evangelho (Mt 13,16-17)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.


— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 16"Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram".






— Palavra da Salvação.


— Glória a vós, Senhor.

domingo, 23 de julho de 2017

Sementes de fé - 23/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 22 de julho de 2017

Sementes de fé - 22/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Sementes de fé - 21/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sementes de fé - 20/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Sementes de fé - 19/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 18 de julho de 2017

Sementes de fé - 18/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 16 de julho de 2017

Sementes de fé - 16/07/1986

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 15 de julho de 2017

Sementes de fé - 15/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Sementes de fé - 14/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Sementes de Fé - 13/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 11 de julho de 2017

Quais as consequências da Ideologia de Gênero

Uma das consequências da Ideologia de Gênero é a eliminação do conceito de “pessoa”

A Agenda de Gênero, que comumente se conhece como “Ideologia de Gênero”, pode ser comparada a uma espécie de explosão ou destruição em massa. O efeito dominó é a imagem mais plástica que vem frequentemente no imaginário.

A Ideologia de Gênero teve sua origem no fim do século XIX; desde então, vem criando consequências funestas para a vida em sociedade. Citaremos três sérias consequências, que são produtos dessa agenda.

1ª consequência

A eliminação do conceito de “pessoa”. A pessoa é uma realidade primaria e original. O psicólogo Carl Rogers afirmava: “É sempre altamente enriquecedor poder aceitar a outra pessoa”. A aceitação é o primeiro passo para vivermos nossa vida. Hoje, há uma constante rejeição e negação do que somos. Deus nos fez a Sua imagem e semelhança, e isso tem um valor incalculável! Não posso tornar inválido o que Deus fez em mim. Como negar minha sexualidade, como negar minha origem, como negar aquilo de mais precioso eu sou! O ser “pessoa” não é um elemento qualquer, mas a construção mais autêntica de cada ser humano. A pessoa não é uma máscara como pretendiam afirmar os gregos, ser pessoa é, nada mais nem nada menos, que a maior qualificação que o homem recebe em todos os tempos, pois do ser pessoa deriva o seu ser capaz de tornar as coisas diferentes. A proposta da Ideologia de Gênero é a exaltação do “indivíduo”, anônimo e desconhecido, onde Deus não tem lugar.

2ª consequência

Uma segunda consequência poderíamos chamá-la da suplantação da sexualidade pelo sexuado. No conceito da Ideologia de Gênero, o indivíduo tem todas as faculdades para fazer, no seu devido momento, a opção sexual. O termo “opção sexual” cada vez mais traz confusão. Para muitos, cada indivíduo deve fazer opções no momento em que mais lhe convêm. Não existe, segundo a proposta da ideologia, ninguém que possa afirmar que somos homem ou mulher desde o início da nossa vida. Os criadores dessa ideologia negam que exista uma propriedade que determine nosso gênero sexual, razão pela qual os comportamentos sexuais foram convenções criadas e idealizadas pela própria sociedade. Se nós aceitássemos essa tese, então teríamos de dizer que nenhum ser humano, até hoje, foi verdadeiramente homem ou verdadeiramente mulher, tese que carece de todo sentido.
Livro Ideologia De Gnero - Rafael Solano
comprar livro
Em cada um de nós, Deus plasmou o seu querer criador. Ele nos fez de tal forma que não somos produto nem do determinismo muito menos do casual encontro de gametas ou materiais genéticos. Em cada um há um projeto originário e original. Fomos criados a Sua imagem e semelhança. O homem sempre será homem a mulher sempre será mulher.

3ª consequência

Uma terceira consequência, talvez a mais crítica de todas e assim também a mais sutil, é a eliminação das relações pessoais afetivas e os vínculos familiares. A Ideologia de Gênero postula que os critérios familiares são secundários, a figura do pai, da mãe e dos irmãos é completamente relativa. Uma relação familiar pode passar a ser chamada de espaço de “cuidado”, assim como também a monogamia, a fidelidade, a exclusividade e o compromisso definitivo são desnecessários. Todos somos “iguais”. Essa proposta é perceptível no momento em que vivemos junto a jovens casais, pois muitas deles desejam viver uma espécie de “experiência de convivência” para descobrir se vale ou não a pena estabelecer um vínculo conjugal definitivo. Muitos casais de namorados e noivos já levam uma vida marital como se isso fosse o mais “normal” durante o tempo no qual só se conhecem; na mentalidade proposta pela ideologia de gênero podem acontecer inúmeras situações, sem medir os resultados e sem valorar os fins que essas mesmas situações produzem.
Nós acreditamos que o amor tem nome de pessoa, exige respeito, comunhão e cria vínculos de responsabilidade, entrega e compromisso. Quem se decide a amar, segundo a proposta do Evangelho, sabe que dar a vida pelo outro exige tempo, dedicação e exclusividade, e que o amor entre os cônjuges só poderá ser vivido no amor esponsal e conjugal da vida matrimonial.
Poderíamos citar ainda muitas outras consequências, mas considero que essas três já nos levam a pensar profundamente no mal que a Ideologia de Gênero cria no sadio desenvolvimento das pessoas.
Na Jornada Mundial da Juventude 2016, em Cracóvia, Papa Francisco foi contundente ao afirmar que a Ideologia de Gênero não pode ser aceita como algo normal e necessário. Não podemos arrancar do coração da pessoa o mais genuíno que ela possui: a sua identidade e, com ela, o plano criador de Deus.
Devemos ser profetas, promotores da vida e esclarecer que a Ideologia de Gênero agride a vida em todas as suas dimensões. É necessário um diálogo, é necessário um esclarecimento, é necessária uma conversão interior. Promovamos a vida e com ela o respeito ao Criador, que nos fez a Sua imagem e semelhança.

Padre Rafael Solano

Sacerdote da arquidiocese de Londrina (PR). Mestre e doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e pós-doutorado em Teologia Moral e Familiar pelo Pontifício Instituto João Paulo II de Roma, Universidade Lateranense de Roma. Atua como consultor da CNBB setor vida e família e como professor de Teologia Moral e Bioética na PUC (PR), Campus Londrina.

Sementes de fé - 11/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

São Bento, vida de oração e meditação

São BentoSão Bento dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade

Abade vem de "Abbá", que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monaquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.

Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.

A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima "Ora et labora". Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.

São Bento, rogai por nós!

Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/sao-bento-vida-de-oracao-e-meditacao/


domingo, 9 de julho de 2017

Sementes de fé - 09/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Sementes de Fé - 06/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sementes de fé - 05/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 4 de julho de 2017

Sementes de fé - 04/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 2 de julho de 2017

Sementes de fé - 02/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 1 de julho de 2017

Liturgia diária 02/07/2017

Sementes de FÉ - 01/07/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Postagens populares

Google Plus


Google+
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...