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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Como defender-nos do demônio [Pe. Duarte Lara]

Por que não posso ir ao Centro Espírita, sendo eu um Católico?

Duas realidades que agradam o Demônio

Oração de Libertação: Exorcista reza por cada um de nós

Padre Duarte Sousa Lara, Exorcista português, reza esta Oração de libertação por cada um de nós!

Pergunte ao Exorcista
Padre Duarte Lara – Exorcista
Sabemos que cada um de nós temos lutas à enfrentar e que nem sempre é fácil entendermos o porquê destas situações.
Mas certamente podemos contar com a ajuda de Deus, que quer sempre nos auxiliar com Sua força e poder! Principalmente quando tratamos de realidades voltadas ao Combate contra o Mal.
Jesus veio para que cada um de nós fossemos livres das mentiras e seduções do Diabo.
Por isso convido à você a rezar juntamente com o Padre Duarte Lara, esta Oração de Libertação, e permita que Deus aja poderosamente em sua vida!
Para Deus não distância, não há meios e empecilhos…Quando Ele quer agir, nada e ninguém pode impedir!
Portanto com muita Fé e Confiança, Oremos:



Deus abençoe você!

Fonte: https://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/oracao-de-libertacao-exorcista-reza-por-cada-um-de-nos/

Sementes de Fé - 30/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Bebê é sentenciado à morte por Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”

Descubra o que está por trás da sentença de morte do pequeno Charlie Gard, o bebê cuja vida e família foram simplesmente “atropeladas” pela decisão irrecorrível de um tribunal.
A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer."(Ruy Barbosa)
Está-se passando no Reino Unido um caso terrível, ao qual os jornais aqui, de forma geral, não deram um pingo de atenção. Mas eles deveriam. Porque, se olharmos bem de perto, podemos enxergar nele o nosso futuro, bem como o nosso presente.
Charlie Gard é um bebê de apenas 10 meses com uma doença rara chamada "síndrome de depleção do DNA mitocondrial". Trata-se de uma condição genética gravíssima, que leva ao mal funcionamento dos órgãos, lesões cerebrais e outros sintomas. O hospital infantil Great Ormond Street, de Londres, sob cujos cuidados estava o garoto, declarou que não há mais nada a ser feito por ele e determinou que fossem desligados os aparelhos que o mantêm vivo. No parecer dos médicos, o menino deveria "morrer com dignidade", mas os pais, Chris Gard e Connie Yates, definitivamente não estão de acordo.
Este é o ponto mais importante a ser entendido: os pais não estão insistindo para que Charlie se mantenha ligado aos aparelhos. O que eles querem é tirá-lo do hospital e levá-lo aos Estados Unidos para ser submetido a uma forma de terapia experimental, e que um médico norte-americano já concordou em ministrar à criança. Chris e Connie conseguiram levantar mais de 1,6 milhão de libras para financiar este último e desesperado esforço para salvar a vida de seu filho. Tudo o que eles precisavam do hospital britânico era a liberação da criança aos cuidados dos pais — o que não parece ser um pedido assim tão absurdo. Eles deixariam o país, então, e tentariam a sorte com este tratamento no exterior: mesmo que fosse pequena a chance de isso dar certo, seria sem dúvida melhor do que simplesmente ficar sentado, assistindo ao seu filho morrer.
É aqui, então, que as coisas se tornam verdadeiramente insanas e barbáricas. O hospital se recusou a entregar Charlie de volta aos seus pais. A questão foi parar na Justiça e, finalmente, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos acaba de proibir os pais de levarem o seu filho para receber tratamento nos Estados Unidos. De acordo com a sentença, é um "direito humano" de Charlie expirar na sua cama de hospital em Londres; os pais não estão autorizados a tentar salvar a sua vida; faz parte "de seu maior interesse" simplesmente morrer.
Na Europa, a "morte com dignidade" sobrepõe-se a todos os direitos.
Na Europa, uma mãe pode matar o seu filho, mas não pode mantê-lo vivo.
Mais uma vez, trata-se de algo barbárico.
Tenho ouvido muitas pessoas racionalizando essa decisão demente com o argumento de que "os médicos entendem melhor" sobre o assunto. Isso pode muito bem ser relevante e verdadeiro em situações nas quais os familiares tentam forçar os médicos a tratamentos que eles, como profissionais, sabem que não funcionarão. Mas não é isso o que está acontecendo aqui. A única coisa que esses pais estão tentando "forçar" os médicos a fazer é liberar o seu filho, a fim de que ele possa ser levado a médicos diferentes, em um país diferente. Os médicos podem até ser a autoridade final a respeito de que medidas eles pessoalmente tomariam, mas não são a autoridade final sobre a vida em si mesma. Uma coisa é eles dizerem: "Eu não farei este tratamento"; outra bem diferente é eles sentenciarem: "Vocês não estão autorizados a pedir este tratamento a ninguém. A criança deve morrer." A primeira afirmativa é razoável; a segunda é bárbara e chama-seeutanásia.
Tenho visto algumas pessoas nas redes sociais qualificando o caso como "inimaginável" ou "incompreensível". Trata-se certamente de algo terrível, mas infelizmente não foge à minha compreensão nem excede os limites de minha capacidade imaginativa. Esses tipos de casos são inevitáveis na Europa e, a menos que aconteça uma mudança drástica no curso das coisas, em breve se tornarão comuns também deste lado do Atlântico. Já está tudo sendo cuidadosamente delineado nesse sentido. Basta levar em consideração os dois seguintes fatores.
Primeiro, é isso o que acontece quando os direitos dos pais são subordinados ao Estado.
Esse caso trouxe à tona algumas questões de relevância máxima. Quem deve deter a palavra final sobre uma criança? Devem ser os seus pais, ou um grupo de médicos, juízes e burocratas? Se os pais não têm precedência em uma situação que envolva a vida e a morte, que direito eles possuem? Se eu não tenho poder de decisão quando a vida de meu filho está em jogo, que raio de poder, então, realmente me cabe?
Na Europa, é assim que as coisas têm funcionado: um pai pode até ter alguma "jurisdição" sobre as menores minúcias da vida diária de seus filhos, mas, quando se trata das grandes questões — como eles serão educados, como devem levar a vida, em que devem acreditar, quando devem morrer —, é cada vez mais da alçada do Estado determiná-las. Como diz um especialista em "ética médica" de Oxford, os direitos dos pais estão "no coração" das decisões médicas mais importantes, mas "tudo tem limites". Chris e Connie aparentemente atingiram os "limites" de sua autoridade parental e, agora, devem resignar-se enquanto seu filho agoniza até a morte. São esses, observem bem, os tais "limites" a que querem constringir a família. Você é pai até um certo ponto, a partir do qual o relacionamento com seu filho não conta para absolutamente mais nada.
Segundo, é isso o que acontece quando a vida humana deixa de ser vista como algo sagrado.
Qual o problema em levar uma criança aos Estados Unidos para receber tratamento? Pode não funcionar, é claro, mas por que não tentar? Os pais conseguiram levantar dinheiro suficiente para pagar tudo, incluindo uma ambulância aérea para transportar o bebê até a unidade de tratamento. Ninguém está sendo excessivamente onerado aqui. Ninguém está sendo forçado a fazer algo que não queria fazer. Existe alguma coisa a perder?
Olha, respondeu o Tribunal, só não vale a pena o transtorno. Eles analisaram todas as variáveis, usando as suas várias formulações, e chegaram à conclusão de que não faz sentido passar por todo esse transtorno na pequena esperança de salvar a vida de um ser tão "insignificante". Sim, eles usaram a desculpa de que a criança está "sofrendo" — e eu tenho certeza que está —, mas isso não justifica proibir os pais de esgotarem todas as opções possíveis para aliviar o sofrimento do seu filho. Morrer não é um plano de tratamento para o sofrimento. Morrer é morrer. É a destruição da vida. Todos nós vamos experimentar a morte um dia, mas a sua inevitabilidade não anula o valor e a dignidade da vida humana.
Tudo isso se resume, no fim das contas, ao fato de que os poderes vigentes não vêem o valor fundamental da vida. É por isso que você escuta essas pessoas falarem mais frequentemente da "dignidade" da morte do que da dignidade da vida. Eles defendem com unhas e dentes o "direito" de morrer, mas dão de ombros para — quando não militam contra — o direito à vida. As leis na Europa refletem essa ênfase na morte ao invés da vida: lá se matam as crianças nos ventres e, depois que nascem, a eutanásia espera por elas ( sejam doentes terminais ou não). Uma vez que o "direito de morrer" é colocado acima do direito à vida, a morte continua a ganhar terreno e a devorar cada vez mais pessoas. A morte é uma força destrutiva. A que pode mais ela conduzir, senão à aniquilação?
Nós na América não estamos tão mal a este ponto, mas chegaremos lá. Só nos Estados Unidos, já matamos centenas de milhares de crianças no ventre de suas mães, e frequentemente falamos com admiração de pessoas que tomaram a "corajosa" decisão de cometer suicídio. Também nós, em muitas situações, infelizmente colocamos a autoridade do Estado acima dos direitos dos pais. Nosso sistema educacional está construído sobre essa filosofia.
Por isso, eu repito, tudo já está sendo delineado. Prepare-se para o que há de vir. E reze por esses pais que estão perdendo a alma de seu filho para o Estado Leviatã.
Por Matt Walsh — The Blaze | Tradução e adaptação: Equipe CNP
NOTA SC: Retirado do site do Padre Paulo Ricardo

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Sementes de Fé - 29/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Sementes de Fé - 28/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 27 de junho de 2017

Nossa Senhora do perpétuo socorro

nossa-senhora-do-perpetuo-socorroFoi no ano de 1870 que a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada e espalhou-se por todo o mundo. A pintura do quadro é do século XIII, no estilo bizantino. Desde o ano de 1499 é venerada na Igreja de São Mateus, que segundo contam, veio de Creta, Grécia, pelas mãos de um negociante. O quadro foi levado num oratório dos padres Agostinianos em 1812, quando o velho Santuário foi totalmente demolido. No ano de 1866, os Redentoristas obtiveram das mãos do Papa Pio IX o quadro da imagem milagrosa. O quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi colocado na Igreja de Santo Afonso, em Roma. Ela é a Senhora da morte e a Rainha da Vida, o Auxílio de nós cristãos, nosso porto seguro quando invocamos seu auxílio com amor filial. Com um semblante melancólico, Nossa Senhora traz no braço esquerdo o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz. Não desprezeis as minhas súplicas, és Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia, e de me alcançar o que vos rogo. Amém! Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, socorrei-nos! Amém.

Outros Santos do mesmo dia: São Cirilo de Alexandria, Santos Zoilo e companheiros, São João de Chinon, São Jorge Mtasmindeli, Santo Ladislau da Hungria, Beato Benvindo de Gúbio e São Adeodato de Nápoles.

Fonte: http://cleofas.com.br/2706-nossa-senhora-do-perpetuo-socorro/

Sementes de fé - 27/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 25 de junho de 2017

Sementes de fé - 25/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 24 de junho de 2017

Sementes de FÉ - 24/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ateus pedem fim da Imunidade Tributária das igrejas. Os corruptos agradecem!

Postado por

http://ocatequista.com.br/blog/item/15937-ateus-pedem-fim-da-imunidade-tributaria-das-igrejas-os-corruptos-agradecem

impostos_estado
A tributação que o governo brasileiro impõe aos seus cidadãos é a TERCEIRA MAIOR DO MUNDO, mas tem gente que ainda acha isso pouco, e quer que o governo sugue o povo ainda mais. A ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), por meio de uma petição on-line, conseguiu fazer com que o Senado estude uma proposta para extinguir a imunidade tributária das igrejas.
OS BONS DEVEM PAGAR PELO ERRO DOS MAUS?
A justificativa que os ateus militantes dão é a de que há muitos líderes religiosos picaretas, que exploram a credulidade alheia para o seu enriquecimento pessoal. De fato, se uma “igreja” não é propriamente uma igreja, mas um comércio disfarçado de culto, que visa o lucro e o enriquecimento de seus líderes, então é justo que seja taxada como qualquer outro empreendimento comercial. O erro – e a canalhice – está em querer enfiar todas as igrejas nesse lamaçal de porcos.
Atelhada, vocês querem mesmo negar os frutos da Pastoral da Criança, que ajudou a reduzir drasticamente a desnutrição e a mortalidade infantil no Brasil? Vão fingir que não sabem que a Igreja Católica é praticamente a única instituição que está acolhendo os refugiados haitianos em São Paulo (saiba mais aqui)? Isso sem contar o grande número de creches, cursos profissionalizantes e ajuda aos pobres em suas mais diversas necessidades.
Além da Igreja Católica – que é a maior instituição benemérita do mundo –, há muitas comunidades evangélicas e centros espíritas que realizam um trabalho de grande impacto social. E tudo isso depende principalmente do dinheiro que recebem dos fiéis e de benfeitores.
Fechar os olhos para grande o bem que essas instituições promovem na sociedade é ser, no mínimo, um idiota. Se alguns espertalhões se aproveitam da imunidade tributária dos templos para enriquecer, então todas as comunidades religiosas devem ser punidas? É justo que os bons paguem pelo erro dos maus? Que pensamento mesquinho e primário!
MAIS IMPOSTOS = MAIS CORRUPÇÃO
igrejas_imposto
E por falar em enriquecimento pessoal, não é novidade que políticos e burocratas – além dos empresários ligados a eles – metem a mão no dinheiro dos nossos impostos. Se é verdade que há líderes religiosos que são aproveitadores e enriquecem com o dízimo, muito mais numerosos e danosos são os que enriquecem às custas do dinheiro público!
Transferir parte dinheiro do dízimo para o cofre do Estado só vai punir as religiões honestas, prejudicar os pobres por elas beneficiados e colocar mais dinheiro à disposição de um Estado amplamente corrupto.
Ora, a lei que prevê a imunidade tributária para os templos de qualquer culto também estabelece que, para poder usufruir de imunidade ou isenção tributos, há necessidade de cumprir alguns requisitos. Cabe ao Estado verificar, caso a caso, se a igreja cumpre ou não com os requisitos necessários. Se essa análise não está sendo feita, não é culpa das igrejas sérias (para saber mais, confira o ponto 26, neste documento do site da Receita Federal).
EMPRESAS RECEBEM INCENTIVOS FISCAIS 
É bom lembrar que o mesmo Estado que reconhece o direito de imunidade tributária aos templos é o mesmo que confere enormes incentivos fiscais a empresas que financiam iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas, de cunho social. A lógica é a mesma: o Estado reconhece que, se uma instituição realiza algo para o bem comum, é justo incentivá-la, abrindo mão de parte dos recursos que receberia pelos impostos.
Os atelhos papagueiam que o Estado é laico. Ótimo! Então esse Estado não deve meter a mão no patrimônio consagrado a Deus e aos pobres. Imunidade tributária NÃO é subsídio nem é privilégio - é evitar impor um ônus indevido sobre as doações dos fiéis. O dinheiro dos templos não é laico!
A sociedade deve refletir se quer o fim da isenção tributária das igrejas, o que levará à eliminação de incontáveis obras de caridade e de interesse público. Por outro lado, os atelhos, os políticos e burocratas irão sorrir! Os primeiros, por puro ódio e espírito de porco; os demais, porque o volume de dinheiro em suas mãos aumentará. E viva o pixuleco!
Graças a Deus, a ATEA não representa o pensamento de todos os ateus. No ano passado, por exemplo, o multimilionário americano Robert W. Wilson deixou uma fortuna de 100 milhões de dólares para a Igreja. Mesmo sendo ateu e homossexual, ele declarou, quatro anos antes de morrer: “Eu sou ateu, mas as escolas católicas têm uma qualidade excepcional e eu achei que era meu dever ajudá-las” (Fonte: New York Times).
Para saber mais, acesse o site do Instituto Mises.

Fonte: http://ocatequista.com.br/blog/item/15937-ateus-pedem-fim-da-imunidade-tributaria-das-igrejas-os-corruptos-agradecem


A cura pela Palavra de Deus

via formacao.cancaonova.com/
É pela fé que somos curados
“Jesus reuniu seus doze discípulos. Conferiu-lhes o poder de expulsar os espíritos imundos e de curar todo mal e toda enfermidade” (Mt 10,1). Quando Jesus envia Seus discípulos em missão, Ele já lhes confere o poder, porque sabe da importância de um homem curado do corpo e da alma.
A primeira cura que Jesus faz na Bíblia é a libertação de um homem possesso de um demônio. O Senhor ordena que esse demônio se retire daquele homem. Então, o inimigo, imediatamente, obedece a Jesus e vai embora.
A segunda cura que Jesus faz na Bíblia – e Ele atribui isso a um milagre – é a cura da sogra de Pedro, que estava com febre. Ao ser curada por Jesus, ela imediatamente começa a servir ao Senhor.
Se nós fizermos todo um acompanhamento da vida de Jesus, a última cura que Ele faz é curar o cego que estava no caminho de Jericó, quando o Senhor ia para Jerusalém passar pelo suplício do madeiro da Cruz, onde Ele libertou toda a humanidade escrava do pecado e de satanás.
Aqui é importante lembrarmos por que a cura tem de acontecer: Jesus faz questão de associar toda doença, todo mal físico a um demônio. E Ele dirá que, ao ser liberta do demônio, a pessoa também é curada de todo mal físico e de toda a opressão espiritual. É impressionante como Jesus gostava de mostrar, na Bíblia, que a cura é natural quando invocamos o Seu nome. Ela é natural quando temos fé, e é pela fé que somos curados.
A Palavra de Deus também vai nos advertir para que não se pense que alcançaremos alguma coisa sem ter fé (cf. Tg 1,6-7). Então, se você está doente, precisa de um sinal, de um milagre de Deus, é pela fé que isso acontece.

É necessário deixar a vida velha para trás

Quando Bartimeu, no meio do caminho, começa a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!”, o Senhor manda chamar o cego. No meio daquela multidão, o único que enxergou Jesus foi o cego, e isso é um grande sinal de fé. A fé daquele cego foi o que fez com que Jesus o chamasse. O homem deu um salto e deixou a capa. O que significa, aqui, “deixar a capa”? É deixar a vida velha, é deixar a vida de pecado. Bartimeu deixou toda aquela vida de maldições que herdou, já desde o ventre materno, para seguir Jesus. E quando ele chegou diante do Senhor, seus olhos estavam abertos e ele estava curado.
Quando Jesus chega diante daquele paralítico, à beira da piscina de Siloé, pergunta a ele: “O que você precisa?”. O paralítico responde: “Estou aqui esperando ser curado, esperando o anjo passar e a onda na água acontecer, para que eu possa mergulhar e ficar curado da minha paralisia”. Mas como ele iria pular na piscina se os outros sempre antes que ele entravam naquela água? Então, Jesus diz: “Vai, toma a tua maca. Tu estás curado”. Jesus faz questão de curá-lo, porque sabe que, uma pessoa que caminha, tem de entender que ela precisa caminhar livre de todo mal físico e espiritual.
Ironi Spuldaro
Exerce o ministério de pregação em todo o Brasil e em outros países.

Sementes de FÉ - 23/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sementes de Fé - 22/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sementes de Fé - 21/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 20 de junho de 2017

Sementes de Fé - 20/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sementes de Fé - 19/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 18 de junho de 2017

Sementes de Fé - 18/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sementes de Fé - 16/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Solenidade de Corpus Christi - Quinta-feira 15/06/2017

Primeira Leitura  (Dt 8,2-3.14b-16a)
Leitura do Livro do Deuteronômio:
Moisés falou ao povo, dizendo: 2Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu, esses quarenta anos, no deserto, para te humilhar e te pôr à prova, para saber o que tinhas no teu coração, e para ver se observarias ou não seus mandamentos. 3Ele te humilhou, fazendo-te passar fome e alimentando-te com o maná que nem tu nem teus pais conhecíeis, para te mostrar que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca do Senhor. 14bNão te esqueças do Senhor teu Deus que te fez sair do Egito, da casa da escravidão, 15e que foi teu guia no vasto e terrível deserto, onde havia serpentes abrasadoras, escorpiões, e uma terra árida e sem água nenhuma. Foi ele que fez jorrar água para ti da pedra duríssima, 16ae te alimentou no deserto com maná, que teus pais não conheciam.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 147)
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém!/ Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!/ Pois reforçou com segurança as tuas portas,/ e os teus filhos eu teu seio abençoou.
— A paz em teus limites garantiu/ e te dá como alimento a flor do trigo./ Ele envia suas ordens para a terra,/ e a palavra que ele diz corre veloz.
— Anuncia a Jacó sua palavra,/ seus preceitos e suas leis a Israel./ Nenhum povo recebeu tanto carinho,/ a nenhum outro revelou os seus preceitos.

Segunda Leitura (1Cor 10,16-17)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 16O cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é comunhão com o corpo de Cristo? 17Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 6,51-58)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: 51“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. 52Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sementes de Fé - 14/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

O amor de Deus é incondicional, lembra Papa na catequese

Catequese de hoje do Papa Francisco foi inspirada na parábola do Filho Pródigo

Da Redação CN, com Rádio Vaticano
A catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 14, foi inspirada na parábola do Filho Pródigo e na necessidade que todos têm de ser amados.
“Ninguém pode viver sem amor e não devemos crer que o amor deva ser merecido, que se não formos belos, atraentes e fortes, ninguém pensará em nós”, afirmou Francisco diante das cerca de 20 mil pessoas presentes na Praça.
“Os narcisismos do homem nascem de sua solidão; é possível que ninguém esteja disposto a querer bem gratuitamente a outra pessoa?”, questionou o Papa. “Não seria um mundo, mas um inferno”, advertiu.
Por detrás de tantas formas de ódio social e delinquência, existe quase sempre um coração não-reconhecido, disse o Papa. Ele destacou que não há crianças ou adolescentes maus, mas pessoas infelizes.
Francisco ressaltou ainda que somente a experiência de dar e receber amor faz o homem feliz, um amor como o de Deus: vem antes de tudo e é incondicionado. Deus não ama por alguma razão, mas porque Ele mesmo é amor e o amor tende, por natureza, a se difundir, a se doar.
Citando São Paulo, o Papa explicou que “a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós quando éramos ainda pecadores”, ou seja, distantes, como o Filho Pródigo. “Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão”, segundo narrado por Lucas, o evangelista.
Amor de mãe e pai não tem igual
“Quem de nós ama desta maneira, senão um pai ou mãe? Mães continuam querendo bem a seus filhos mesmo quando estão encarcerados, nunca deixam de sofrer por eles e os amam mesmo sendo pecadores. Deus faz o mesmo conosco: somos seus filhos amados! (…) É Nele, em Jesus, que fomos queridos, amados, desejados; Ele imprimiu em nós uma beleza primordial que nenhum pecado ou escolha errada na vida pode cancelar”.
Concluindo a catequese, o Papa perguntou aos fiéis: “para curar o coração de uma pessoa infeliz, qual seria o remédio?”. Ele respondeu que é preciso, antes de tudo, abraçá-la, para que sinta que é desejada, que é importante, e deixar de ser triste. Amor chama amor. “Jesus não morreu e ressuscitou para si mesmo, mas por nós, para que nossos pecados sejam perdoados. Assim, é tempo de ressurreição para todos: é hora de salvar os pobres do desencorajamento, principalmente aqueles que jazem no sepulcro há bem mais que três dias. Sopra aqui, sobre nossos rostos, um vento de libertação; germina aqui o dom da esperança, a do Deus-pai que nos ama sempre e como somos, bons ou maus”.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Sementes de Fé - 13/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sementes de Fé - 12/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 10 de junho de 2017

Sementes de Fé - 10/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sementes de Fé - 09/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Sementes de Fé - 08/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Bendirei o Senhor em todo tempo

 

Dificuldades sempre as teremos, mas o importante é louvarmos ao Senhor todo o tempo

"Bendirei o Senhor em todo tempo, seu louvor estará sempre na minha boca" (Salmo 34).

Diante de muitas realidades difíceis que enfrento, hoje parei para refletir sobre o Salmo 34, e meu coração se encheu de gratidão a Deus por todo o bem que Ele já me fez. Dificuldades sempre as teremos, mas o importante é louvarmos ao Senhor todo o tempo.

Quando estamos vivendo alguma situação complicada, temos duas opções: murmurar ou louvar a Deus, é uma questão de escolha. Ao escolher bendizer ao Senhor, as situações ao redor não mudam, mas nós temos uma visão diferente de tudo aquilo que é o sofrimento. O louvor liberta e retira a amargura do nosso coração.

Se você vive um tempo difícil, reze com o Salmo 34 e bendiga ao Senhor todo o tempo, não se esqueça do bem que Ele já fez em sua vida. Você pode sofrer, mas se sua decisão for louvar ao Senhor, toda dor terá sentido.

Seu irmão,

Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII

 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Sementes de Fé - 06/06/2017


Um copo cheio de água

Um jovem chega para o padre e diz:
- Padre não irei mais para a igreja!
O padre então respondeu:
- Mas por que?
O jovem respondeu:
- Ah! eu vejo a irmã que fala mal de outra irmã; o irmão que não lê bem; o grupo de canto que vive desafinando; as pessoas que durante as missas ficam olhando o celular, entre tantas e tantas outras coisas erradas que vejo  fazerem na igreja.
Disse-lhe o padre:
- Ok! Mas antes quero que vc me faça um favor: pegue um copo cheio de água e dê três voltas pela igreja sem derramar uma gota de água no chão. Depois disso, você pode sair da igreja.
E o jovem pensou: muito fácil!
E deu as três voltas conforme o padre lhe pedira. Quando terminou disse:
- Pronto padre.

E o padre respondeu:

- Quando vc estava dando as voltas, você viu a irmã falar mal da outra?
O jovem:
- Não

Vc viu as pessoas reclamarem uns dos outros?
O jovem:
- Não
Você viu alguém olhando celular?
O jovem:
- Não
Sabe porquê?
- Você estava focado no copo para não derrubar a água.
O mesmo é na nossa vida. Quando o nosso foco for Nosso Senhor Jesus Cristo, não teremos tempo de ver os erros das pessoas.

QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU POR CAUSA DE JESUS.

**Não consegui a fonte**

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