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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 28/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo!

Amanhã, quarta-feira de cinzas, iniciamos o tempo quaresmal. Desde o Antigo Testamento, as cinzas são um símbolo da morte, da dor, do arrependimento, da penitência e do desejo de conversão para demonstrar a disposição pessoal de se reconciliar com Deus. Elas significam a transitoriedade da vida humana sobre a terra e, ainda, o sentido passageiro da realidade material. "Porque tu és pó e ao pó hás de voltar" (Gn 3,19). No Novo Testamento, também as cinzas aparecem com o mesmo significado. Jesus diz aos que renegaram o anúncio da Boa Nova: "Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Se em Tiro e em Sidônia se tivessem realizado os milagres que foram feitos no meio de vós, há muito tempo teriam demonstrado arrependimento, vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas" (Mt 11,12).

Amanhã é também dia de jejum e abstinência: renunciar a uma porção de alimento e não comer carne. Essa ação externa e material, visa a nos dispor para a interior, ou seja, o verdadeiro jejum é aquele do pecado e a verdadeira abstinência é aquela das paixões da carne. O jejum diz respeito aos maiores de idade até aos 60 anos.

Oremos: "Mostrai-me, ó Deus, vossos caminhos, e ensinai-me as vossas veredas".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 27/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo!

Em pleno Carnaval, já podemos vislumbrar a proximidade do valioso Tempo Litúrgico da Quaresma. Por isso, vamos nos antecipar um pouco, em vista de sua importância. Sabemos bem, que ele é um tempo de caminhada em direção à Solenidade da Páscoa anual. Por outro lado, sabemos também que, para participar de um grande acontecimento, é preciso de uma especial preparação. Em se tratando da Quaresma, ela consiste, fundamentalmente, numa revisão de nossa vida cristã. Para nos ajudar a criar esse espírito de conversão, isto é, voltar mais decididamente para Deus, a Igreja nos propõe três exercícios espirituais: intensificar a oração, praticar o jejum e ajustar a vida à caridade fraterna.

A propósito, quarta-feira já iniciamos a Quaresma. Deste já, suplicamos: "Criai em mim um coração puro, meu Deus, renovai em minha vida o espírito de firmeza" (Sl 50,12).

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 26/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo!

Neste domingo de Carnaval, experimentamos a importância do lazer, da descontração e da alegria fantasiosa. Arco sempre retesado tende a perder sua flexibilidade. O mesmo podemos dizer da condução de nossa vida. O excesso de preocupação com o "amanhã", a ânsia de abarcar tudo e a idolatrar os bens materiais como a única fonte de realização, normalmente nos torna escravos dessa suposição, levando-nos a perder o sabor do tempo presente, o único em nossas mãos.

A simplicidade, a prudência e a confiança na Providência divina nos levarão a viver mais intensamente o tempo presente, preparando-nos para o amanhã. Certamente, a probabilidade de corresponder aos apelos do amanhã está no viver e responder aos do hoje.

Na liturgia deste oitavo domingo do tempo comum, Jesus nos exorta a valorizar a Providência divina, condenando a preocupação excessiva. Ele não refuta a normal solicitude pelas coisas, mas sim aquela que arruína a vida, substituindo o Senhorio de Deus.

"Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas próprias preocupações! Para cada dia bastam seus próprios problemas" (Mt 6, 34).

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 25/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo!

Os próximos dias é tempo de folia, é carnaval. Carnaval é uma festa que existe desde a antiguidade. Assim, quando o cristianismo surgiu já encontrou esse costume. E como o Evangelho não se opõe às demonstrações de alegria, desde que não se tornem pecaminosas, a Igreja, ao invés de se opor formalmente ao carnaval, procurou cristianizá-lo. A Igreja parece ter conseguido restringi-lo aos três dias que precedem a quarta-feira de Cinzas. Por outro lado, ela procurou incentivar os Retiros Espirituais e a adoração ao Santíssimo Sacramento nesse período.

Portanto, como São Paulo nos adverte, "tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine" (1Cor 6,12).

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 24/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Se você costuma participar da missa dominical, já percebeu que é comum ouvir: vou à missa de tal coisa ou do padre tal? Será que a missa é o que estipula o padre ou o que os outros pensam dela? De fato, essa multiplicidade de modalidades pode dar a impressão de que ela é algo muito subjetiva e está a serviço de qualquer situação.

Diante desse quadro, não seria mais inteligente apreender da própria Eucaristia o que ela está celebrando? Para isso, é preciso, à luz da fé, sentir e dar ouvidos às suas palavras, gestos, ritos, objetos e espaço ambiental apropriado.

Gostaria de conversar com você sobre esse precioso e sublime assunto, a partir do esclarecimento de algumas noções pontuais. Você estaria interessado? Caso positivo, refletiríamos sobre o assunto na própria "Sementes de Fé" ou criaríamos mais uma coluna, tipo, "Sementes da Celebração da Fé"? Por favor, logo que possível, responda-me. Se afirmativo, iniciaremos em março pelo significado da palavra LITURGIA.

Oremos: "Concedei-nos, ó Deus, os dons simbolizados pelo pão e o vinho que oferecemos na sagrada liturgia da Eucaristia".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Oração de Proteção a Família


Oração de autoria do Pe. Marcelo Rossi

Sementes de fé - 23/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Hoje em dia, se sobrepõe a tudo o utilitarismo prático. A pergunta inconsciente é sempre a mesma: para que serve, o que vou ganhar com isso? Nessa percepção, a gratuidade e a ação de graças ficam em segundo plano. Em consequência, a Eucaristia se transforma em um meio eficaz para se alcançar uma graça, alguma coisa ou satisfazer um momento emocional. Esta perspectiva empobrece a Celebração Eucarística, transformando-a em simples moldura do que achamos interessante. É preciso celebrar a Eucaristia que a Igreja acredita, pois foi ela quem recebeu, por meio dos apóstolos, o mandato de Cristo: "Fazei isto em memória de mim".

Quanto mais ficamos cientes de que ela é a celebração das maravilhas operadas por Deus em nosso favor, mais nos sentiremos inseridos no acontecimento celebrado e mais descobriremos para o que ela nos serve. Portanto, a riqueza contida na Eucaristia não pode ficar desapercebida por nós. Por este motivo, gostaria de conversar com você sobre esse precioso e sublime assunto, a partir do esclarecimento de algumas noções pontuais. Você estaria interessado? Caso positivo, refletiríamos sobre o assunto na própria "Sementes de Fé" ou criaríamos mais uma coluna, tipo, "Sementes da Celebração da Fé"? Por favor, logo que possível, responda-me. Se afirmativo, iniciaremos em março pelo significado da palavra LITURGIA.

Oremos: "Ó Deus, dai ao povo resgatado pelo sangue de Cristo participar do memorial que nos deixou, obter a força de sua cruz e a glória da ressurreição".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 22/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Quando você é convidado para uma festa de comemoração de um acontecimento importante na vida de uma pessoa que lhe é muito querida, ou para uma recepção que lhe trará muito benefício, você não se ausenta por qualquer desculpa, vai vestido de qualquer maneira e chega à hora que bem entender? Claro que não.

Semelhante acontecimento é a Missa. Somos convidados por Cristo para celebrar a sua vida em benefício de todos nós. Esta convocação, a Eucaristia dominical, tem início, portanto, quando decidimos responder positivamente ao seu convite. Sentimo-nos na obrigação de corresponder a tal convocação.

E por que somos convidados? Simplesmente, porque pelo batismo, fazemos parte de sua família. É uma reunião de família, irmãos e irmãs de fé. É Ele o anfitrião presente a nos acolher. E isto tudo é feito ao modo sacramental, isto é, o corpo eclesial de Cristo. Ele é a cabeça do corpo, visualizado naquele que preside em seu nome; e, os demais componentes da assembleia litúrgica são os membros desse seu corpo. Assim, quem profere as leituras, salmo, preces e proclama o Evangelho empresta a sua voz a Cristo. Não é à toa que declaramos: "Ele está no meio de nós"!

Oremos: "Senhor Jesus Cristo, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 21/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

A Eucaristia é o grande tesouro da Igreja. Para nós batizados não há nenhuma riqueza que se lhe compare. Essa riqueza não é comerciável e nem pode ser manipulada ou instrumentalizada. Ela é um tesouro vivo que opera uma transformação dos corações e de toda a criação.

Cada celebração eucarística nos insere na hora suprema de Cristo. A hora da doação de sua vida em sacrifício Redentor para a nossa salvação; a hora da Cruz e da Ressurreição. O que aconteceu uma vez por todas, torna-se presente, sacramentalmente, em nosso hoje. Somos nós hoje diante do Crucificado, somos nós hoje diante do túmulo vazio, somos nós hoje diante do Ressuscitado.

O Memorial que Jesus deixou à sua Igreja não é uma simples recordação, não é uma sugestiva evocação, nem uma repetição de gestos e palavras como num drama teatral. É o Mistério, é o Sacramento da presença e da comunhão com o prodigioso Amor divino por nós. A Eucaristia é o acesso pelo qual chega o amor de Cristo por nós, por cada um de nós.

Oremos: "Reunido com os apóstolos na última ceia, para que a memória da Cruz salvadora permanecesse para sempre, Jesus se ofereceu a vós, ó Pai, como Cordeiro sem mancha e foi recebido como sacrifício perfeito".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 20/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

A nossa vida diária está, normalmente, cheia de afazeres, compromissos e obrigações. Sentimos faltar tempo para tantas outras coisas importantes. Quem sabe, de quando em vez, precisaríamos questionar a escala de valores do uso de nosso tempo?

Você se lembra do ditado: "tempo é questão de prioridade"? É hora de nos perguntarmos, justamente, sobre as prioridades de nosso dia-a-dia.  Por exemplo, na condição de batizados, reservamos um breve tempo para a oração e a revisão de vida à luz da fé? E a Missa dominical, como vai? Será que ela estaria relegada à nossa volúvel disposição, sentimento e bem-querer? Creio que valeria a pena nos perguntar sobre o valor e a importância da Eucaristia dominical em nossa vida de cristãos católicos.

Oremos: "Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar constantemente da Eucaristia, pois todas as vezes que celebramos este sacrifício torna-se presente a nossa redenção".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Beatos Francisco e Jacinta - Irmãos videntes de Fátima

via Canção Nova

Receberam as mensagens de Nossa Senhora de Fátima e souberam viver suas dores, oferecendo tudo a Virgem

No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. Em 1910, Jacinta Marto. Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. Eles pertenciam a uma grande família; e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na “Loca do Cabeço” e, depois, na “Cova da Iria”. A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por 6 vezes a eles.
O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência… Tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário. Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: “Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve”. Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: “Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu”.
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria. Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória. No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do ‘Altar do Mundo’ beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires.
Beatos Francisco e Jacinta, rogai por nós!

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 19/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Liturgia deste domingo nos convoca a amar como Deus nos ama. Este grande mandamento do amor já está presente no Antigo Testamento como norma fundamental do viver civil, além de ser o único critério de autêntica relação com Deus. Jesus aprofunda o seu conteúdo e torna universal a sua extensão, afirmando que só o amor constitui uma resposta eficaz ao mal, enquanto rompe sua espiral de morte. A santidade cristã não é, portanto, uma ética abstrata, desligada da vida, mas uma justa relação de solidariedade com o mundo, com as pessoas, com a história.

"O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso, é compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas" (Sl 102).

Abençoe-vos Deus, rico em amor e misericórdia, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 18/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem pode e deve receber a Unção? Antes de tudo, uma pessoa que tenha sido batizada. Especificamente, uma pessoa que está com uma séria enfermidade, quem vai se submeter a uma cirurgia, como também quem está debilitado pela idade avançada.

Infelizmente, é frequente que parentes não desejem que o enfermo receba a Santa Unção para que "não se espante". Privar o enfermo deste grande e eficaz sustento, ou relegá-lo até a perda dos sentidos, é uma grande falta de caridade. Ao invés, é um sinal de verdadeiro amor cristão fazer todo o possível para que o sacerdote chegue oportunamente e possa ministrar ao enfermo, nas melhores condições possíveis, aquele auxílio que o próprio Senhor Jesus Cristo estabeleceu em seu favor para a provação que está passando.

Oremos: "Ó Deus, escutai as preces por nossos irmãos doentes e dai, pela graça da Santa Unção, aos oprimidos pelas dores, enfermidades e outros males sentirem-se unidos a Cristo que sofre pela salvação de todos".

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 17/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

O sacramento não é um rito mágico, nem uma prática supersticiosa eficaz, sem relação à fé e as disposições da pessoa. No caso da Unção, não é um certificado de morte, como se aquele que o recebe deva morrer em breve.

Um sacramento é uma celebração. E toda celebração sacramental é simbólica. Ela se realiza através de sinais que pertencem à experiência humana, mas não se reduzem ao plano puramente material. No caso da Unção o óleo é um agente medicinal, é um aromatizante e, também um combustível. Tudo isso, se verifica num sentido mais profundo e espiritual nos sacramentos. No caso da Unção dos enfermos o simbolismo essencial de ungir com o óleo algumas partes do corpo do enfermo ou do idoso, é de trazer alívio e salvação.

Assim, reza a oração da unção: "Por esta santa unção e pela sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo para que, liberto dos teus pecados, ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos".

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Fazer bebês de proveta é “um pecado contra o Criador”, diz o Papa Francisco

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E Deus fez o homem e a mulher, e deu a eles o dom da atração mútua...
E eles se desejaram e se uniram. E só assim era possível perpetuar a espécie...
Até o dia em que o “eu te amo” e o olhar 43 puderam ser substituídos por uma série de atividades frias e solitárias, em uma clínica de reprodução assistida.
O homem vai a uma sala privativa cheia de material pornográfico e se tranca lá dentro. Depois, sai de lá com um vidrinho, que é entregue a um profissional uniformizado (no caso de homens que fizeram vasectomia, a coleta é feita por punção). Que coisa triste! Que constrangimento! Essa é mesmo uma forma digna de se tentar formar uma família?
No caso da fertilização in vitro convencional, não há aquela incrível corrida dos espermatozóides até o óvulo. Um técnico seleciona um espermatozoide e fecunda o óvulo com uma agulha. E assim a vida é gerada em uma placa de Petri, fora do calor do ventre materno.
Se o procedimento der certo, nove meses depois nascerá a criança. Como um católico deve ver isso? Esse nascimento é algo bom e deve ser, sim, motivo de alegria. Porém, a técnica utilizada para gerar essa vida continua sendo imoral e má. Sobre a doutrina da Igreja, já falamos aqui.
Em grande parte, por culpa da nossa omissão (já que esse assunto é raramente abordado nas homilias ou catequeses), está ganhando força a cultura da morte e do provisório. As clínicas de reprodução assistida promovem amplamente a destruição de embriões fertilizados não utilizados.
Quando a implantação dos embriões ocorre com sucesso no útero (um ou mais bebês vingam), é comum que ocorra o descarte dos embriões não utilizados. Isso ocorre imediatamente após a implantação bem-sucedida, ou em algum outro momento no futuro, quando ninguém mais se interessa por armazená-los nos freezers da clínica.
Note: são seres humanos em estado embrionário, sendo despejados no ralo, como lixo! Ou então destinados a pesquisas com células-tronco embrionárias, como se fossem uma “coisa”. Quanta miséria, quanto desrespeito ao ser humano, e por quê? Para que casais realizem seu sonho a qualquer custo?
Os bebês de proveta são completamente inocentes e não podem ser culpados pela forma como foram concebidos. Talvez nem mesmo os pais sejam culpados – já que, muito provavelmente, não entendem a gravidade e as implicações da reprodução assistida. Mas os profissionais que realizam essa destruição de embriões humanos são automaticamente excomungados.
O Papa Francisco já se pronunciou sobre isso:
“O pensamento dominante propõe por vezes uma ‘falsa compaixão’, que considera uma ajuda para a mulher favorecer o aborto, um ato de dignidade proporcionar a eutanásia, uma conquista científica ‘produzir’ um filho considerado um direito em vez de o acolher como dom; ou usar vidas humanas como cobaias de laboratório presumivelmente para salvar outras. (...)
Estamos a viver num tempo de experimentos com a vida. Mas um experimento mau. Fazer filhos em vez de os acolher como dom, como eu disse. Brincar com a vida. Estai atentos, porque isto é um pecado contra o Criador: contra Deus Criador, que criou as coisas deste modo.”
Essa é a mensagem da Igreja: os filhos são um DOM, não um direito. Acima de tudo, não podem ser tratados como produtos, comprados a preço de ouro nas “fábricas de bebês”. Os casais com problemas de fertilidade devem ser ajudados, de modo que seu sofrimento não os deixe cegos para a verdade e insensíveis à moral. As crianças nos orfanatos mandam um abraço!

Fonte: http://ocatequista.com.br/catequese-sem-sono/item/17430-fazer-bebes-de-proveta-e-um-pecado-contra-o-criador-diz-o-papa-francisco?highlight=WyJwcm92ZXRhIl0%3D

Sementes de fé - 16/02/2017

 

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

O Senhor Jesus, a que, no Evangelho, os doentes acorrem implorando a cura, e que tanto sofreu por nosso amor, ordena pelo apóstolo Tiago: "Algum de vós está enfermo? Chame os presbíteros (os padres) da Igreja, para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente, o Senhor o aliviará; e, se tiver pecado, receberá o perdão" (Tg 5,13-15).

Nas passagens das Sagradas Escrituras, a Tradição da Igreja e o seu Magistério identificaram a expressão da vontade de Deus de instituir um sacramento, destinado a confortar os cristãos que vivem uma dura enfermidade, como também, aqueles que se encontram debilitados pela idade avançada.

Oremos: "Curai, Redentor nosso, pela graça do Espírito Santo, os sofrimentos dos enfermos. Sarai suas feridas, perdoai seus pecados e expulsai para longe deles todos os sofrimentos espirituais e corporais. Concedei-lhes plena saúde de alma e corpo a fim de que, possam retomar as suas atividades".

Com a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 15/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na parábola do bom samaritano, Jesus narra que um estrangeiro, encontrando um homem ferido por assaltantes, curou as suas feridas com óleo e vinho (Lc 10,34). Em outra passagem Jesus "chamou os doze apóstolos e começou a enviá-los dois a dois a proclamar que o povo se convertesse. Expulsavam muitos demônios, ungiam com óleo numerosos doentes e os curavam" (Mc 6,7ss). Estes dois textos anunciam a relação que há entre a unção e a cura de uma doença.

Oremos: "Ó Deus, Pai de toda consolação, que pelo vosso Filho quisestes curar os males dos enfermos, atendei à oração de nossa fé: enviai do céu o vosso Espírito Santo Paráclito sobre o óleo generoso, que por vossa bondade a oliveira nos oferece para alívio do corpo, a fim de que pela vossa santa bênção seja para todos que com ele forem ungidos proteção do corpo, da alma e do espírito, libertando-os de toda dor, toda fraqueza e enfermidade".

Com a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 14/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
No tempo de Jesus, havia todo tipo de enfermidades. Em muitas ocasiões Jesus mostrou misericórdia para com eles, curando-os das doenças. Frequentemente, perguntava-lhes, antes de curá-los, se acreditavam que Ele era capaz de restituir-lhes a saúde. Em três ocasiões, de modo singular, Jesus demonstrou seu poder divino, restituindo a vida àqueles que haviam morrido: ao filho da viúva de Naim (Lc 7,11-16), à filha de Jairo (Mt 9, 18ss) e ao amigo Lázaro (Jo 11,1-14).
A doença é um sinal da precariedade da nossa existência humana. Se a consideramos com espírito de fé, recorda-nos que a vida terrena não é a nossa definitiva habitação. É também uma ocasião para reforçar a nossa fé em Deus.
Oremos: “Ó Deus, único apoio da fraqueza humana, mostrai o vosso poder em nossos doentes, a fim de que, restabelecidos por vossa misericórdia, possam frequentar de novo a vossa Igreja”.
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 13/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
No sábado passado, dia 11, comemoramos as aparições de Nossa Senhora em Lourdes, a uma menina humilde com apenas 14 anos, que ia recolher lenha com sua irmã e uma amiga perto da gruta em Massabielle.
Depois das 18 aparições, acorreram a Lourdes muitos enfermos do corpo e da alma. Foram incontáveis as curas, e muito mais os que regressaram curados das diferentes doenças de que a alma pode sofrer: recuperaram a fé, abriram-se a uma piedade mais profunda e enérgica ou passaram a aceitar amorosamente a vontade divina.
O Papa São João Paulo II instituiu o dia 11 de fevereiro, o dia dos enfermos. É o dia de nos unirmos em oração a todos os enfermos, seja qual for a enfermidade. A propósito, é oportuno lembrar que existe o Sacramento dos Enfermos, portador de alívio e salvação. Pena que seja muito desconhecido pela maioria católica.
Oremos: “Ó Deus de misericórdia, socorrei a nossa fraqueza para que, celebrando a Mãe de Deus, invocada Nossa Senhora de Lourdes, possamos, por sua intercessão ressurgir de nossas enfermidades e pecados”.
Abençoe-nos Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 12/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
A liturgia desde domingo afirma explicitamente a liberdade humana e, ao mesmo tempo, a necessidade de seguir determinadas normas, inclusive para preservar a sua própria liberdade. O núcleo do problema está em encontrar a justa relação entre os dois valores, para que o homem seja plenamente ele mesmo.
Uma exata análise da liberdade e uma clara noção sobre a função da lei, ajudarão a encontrar aquele equilíbrio que se tem quando se está consciente de que não existe uma liberdade absoluta e que a lei deve estar sempre a serviço e em função do homem.
Nós cristãos temos um claro exemplo deste equilíbrio, o Cristo, aquele que era plenamente livre diante de todas as leis e, ao mesmo tempo, viveu com a máxima coerência os valores positivos que elas exprimiam. É Ele, portanto, a nossa “lei” e também a nossa “liberdade”.
Oremos: “Senhor, sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais”(Sl 30).
Abençoe-nos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 11/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
“O Senhor é minha luz e minha salvação, de quem terei medo? O Senhor é quem defende a minha vida; a quem temerei? Se contra mim acampa um exército, meu coração não teme; se contra mim ferve o combate, mesmo assim tenho confiança. Ele me dá abrigo na sua tenda no dia da desgraça. Esconde-me em sua morada, sobre o rochedo me eleva” (Sl 26).
O medo é algo que todos carregamos, em maior ou menor grau. O medo que paralisa é patológico, faz mal, atrapalha. Muitos de nós levamos dentro um medo que não nos permite ser o que somos. Precisamos de ajuda para superá-lo. Por outro lado, o medo que nos previne, que nos alerta e que nos torna mais ágeis ajuda a crescer e a lidar melhor com as surpresas da vida.
Tome a sua Bíblia e saboreie, orantemente, as palavras do salmo e peça-lhe: “Senhor, és meu auxílio, não me deixes, não me abandones, Deus meu salvador. Ainda que pai e mãe me abandonem, o Senhor me acolhe”. Que a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo, nos ilumine hoje e sempre. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Nossa Senhora de Lourdes

via Canção Nova

A Virgem Maria se apresentou como a Imaculada Conceição, confirmando assim o dogma decretado anos antes

Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Campanha da Fraternidade 2017

Você sabe o que é a Campanha da Fraternidade 2017? Ainda não? Bom, a Campanha da Fraternidade 2017 – CF 2017, é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil. A CF 2017 nada mais é do que uma campanha que envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil.


A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.

Campanha da Fraternidade 2017 Datas


Muitas pessoas se perguntam, “Mas quando a Campanha da Fraternidade começa?”. A Campanha da Fraternidade sempre começa na quarta-feira de cinzas e acontece durante o ano todo! Muitas pessoas acham que ela termina depois da Páscoa, mas não, como dissemos, ela dura até o fim do ano, junto com o Ano Litúrgico, onde são desenvolvidas diversas atividades pastorais.
Podemos citar alguns exemplos de como a Campanha da Fraternidade 2017 é trabalhada, debatida e refletida com a comunidade, são eles: Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos e muito mais!

Tema e lema da Campanha da Fraternidade 2017

Tema: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).

Cartaz da Campanha da Fraternidade 2017




Oração da Campanha da Fraternidade 2017


Deus, nosso Pai e Senhor,
nós vos louvamos e bendizemos,
por vossa infinita bondade.

Criastes o universo com sabedoria
e o entregastes em nossas frágeis mãos
para que dele cuidemos com carinho e amor.

Ajudai-nos a ser responsáveis e zelosos pela
Casa Comum.
Cresça, em nosso imenso Brasil,
o desejo e o empenho de cuidar mais e mais
da vida das pessoas,
e da beleza e riqueza da criação,
alimentando o sonho do novo céu e da nova terra
que prometestes.

Amém!

Coleta da Solidariedade


A Coleta da Solidariedade é sempre realizada no Domingo de Ramos, onde nesta ocasião todo o dinheiro que é arrecadado nas missas desse dia é dividido entre o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) e o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), onde o FDS fica com 60% dos recursos, que são destinados a todos os projetos sociais da própria comunidade diocesana, já os outros 40%, o FNS reverte no fortalecimento da solidariedade entre as diversas regiões do país. É um belo gesto da comunidade, podemos chamar de um gesto generoso, onde todo o valor arrecadado com essas doações, a comunidade envolvida ajuda a igreja a desenvolver projetos de proteção humana e também a sustentar a ação pastoral.

Material das Músicas (Cifras, partituras, etc.) clique aqui!

Fontes:

Campanha da Fraternidade 2017 - Músicas Letras Cifras Partituras Outros

Olá a todos! Estou disponibilizando aqui um material de estudo para auxiliar aos músicos litúrgicos como preparação para a quaresma, período onde se vive a Campanha da Fraternidade, cujo o tema desse ano é: “Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2,15).
Já tivemos problemas com a Paulus por conta de material com direitos autorais, e, por prevenção, disponibilizaremos apenas o material provindo da página deles e material que não é objeto de venda.


Disco

1 - Hino da CF 2017 (Partitura Kairós) (Cifra Kairós) (Vídeo YouTube Kairós) (Letra)
2 - Em nossa casa, Fraternidade (Partitura Kairós)
3 - Eu ordenei os céus e a terra (Partitura Kairós)
4 - E Deus viu que era bom (Partitura Kairós)
5 - O vosso coração de pedra (Partitura Kairós)
6 - Volta meu povo, ao teu Senhor (Partitura Kairós)
7 - Senhor, tende compaixão (Partitura Kairós)
8 - Rejubila-te, cidade santa (Partitura Kairós)
9 - Glória a vós ó, Cristo (Partitura Kairós)
10 - Bendito és, Tu (Partitura Kairós)
11 - Aceita Senhor (Partitura Kairós)
12 - Agora o tempo se cumpriu (Partitura Kairós)
13 - Nós vivemos de toda palavra (Partitura Kairós)
14 - Jesus, Filho amado! (Partitura Kairós)
15 - Se conhecesses o dom de Deus (Partitura Kairós)
16 - Dizei aos cativos: sai! (Partitura Kairós)
17 - Eu vim para que todos tenham vida (Partitura Kairós)
18 - Vem, meu povo, ao banquete da vida (Partitura Kairós)
19 - Ato penitencial (Partitura Kairós)
20 - Santo (Partitura Kairós)
21 - Aclamações oração eucarística (Partitura Kairós)
22 - Eis o mistério da fé (Partitura Kairós)
23 - Amém! (Partitura Kairós)
24 - Cordeiro de Deus (Partitura Kairós)


Partituras, Cifras e Letras




Onde usar as músicas?

Encontros da CF 2017

Hino da CF 2017
Em nossa casa, fraternidade
Eu ordenei os céus e a terra
E Deus viu que era bom

Quaresma – Ano A

Quarta-feira de cinzas
Abertura: Volta, meu povo, ao teu Senhor
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Distribuição das cinzas: O vosso coração de pedra
Apresentação das oferendas: Bendito és tu
Comunhão: Agora o tempo se cumpriu

1º Domingo da Quaresma 2017

Abertura: Volta, meu povo, ao teu Senhor
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Apresentação das oferendas: Bendito és tu
Comunhão: Nós vivemos de toda palavra

2º Domingo da Quaresma 2017

Abertura: Volta, meu povo, ao teu Senhor
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Apresentação das oferendas: Bendito és tu
Comunhão: Jesus, Filho amado

3º Domingo da Quaresma 2017

Abertura: Senhor, tende compaixão
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Apresentação das oferendas: Aceita, Senhor
Comunhão: Se conhecesses o dom de Deus

4º Domingo da Quaresma 2017

Abertura: Rejubila-te, Cidade Santa
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Apresentação das oferendas: Aceita, Senhor
Comunhão: Dizei aos cativos: Saí!

5º Domingo da Quaresma 2017

Abertura: Senhor, tende compaixão
Aclamação ao evangelho: Glória a vós, ó Cristo
Apresentação das oferendas: Aceita, Senhor
Comunhão: Eu vim para que todos tenham vida


Partes fixas

Ato penitencial
Santo
Aclamações da Oração Eucarística
Eis o mistério da fé
Amém
Cordeiro de Deus


Outros anos

Você pode encontrar aqui mais músicas para serem trabalhadas durante a Quaresma / Campanha!!!


Fontes:




FONTES DIFERENTES DA PAULUS




NOTA: Não nos responsabilizamos pelos materiais fornecidos por terceiros que não sejam da Paulus. Nenhum deles são objeto de compra ou venda da mesma, sendo nada aqui fornecido como material de pirataria. Esse material é apenas de apoio para músicos das igrejas aprenderem as músicas e tocarem nas igrejas auxiliando a evangelização e divulgação da Campanha da Fraternidade 2017. Se algo aqui estiver em desacordo ou de divulgação proibida alerte-nos para que seja removida de imediato, 


Equipe Saber Católico

Hino da Campanha da Fraternidade 2017

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

(Louvado sejas, ó Senhor)
Tema: Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida
Lema: Cultivar e guardar a criação (Gn 2,15)

Letra: Pe. José Antônio de Oliveira
Música: Wanderson Freitas

01 – Louvado sejas, ó Senhor, pela mãe terra,
Que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS,1).
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
De “cultivar e bem guardar a criação”.

Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
Do Cerrado aos Manguezais,

Chegue a ti o nosso canto
Pela vida e pela paz. (2x)

02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
Feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar da tua obra nos chamaste
A preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2).

03 – Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
Lutando juntos por um mundo mais igual.

04 – Senhor, agora nos conduzes ao deserto
E, então nos falas, com carinho, ao coração (cf. Os 2,16),
Pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
Mas um só Deus nos faz pulsar o coração.

05 – Se contemplarmos essa “mãe” com reverência,
Não com olhares de ganância ou ambição,
O consumismo, o desperdício, a indiferença
Se tornam luta, compromisso e proteção (cf. LS, 207).

06 – Que entre nós cresça uma nova ecologia (cf. LS, Cap. IV),
Onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
Possam cantar na mais perfeita sinfonia
Ao Criador que faz da terra o seu jardim.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-letras/#ixzz4YK4SAyVd

Para o material completo da Campanha da Fraternidade 2017 para músicos clique aqui.

Sementes de fé - 10/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem tem Deus como pastor, sente-se seguro, abrigado, acolhido e adquire forças para levar adiante os projetos de vida.

"O Senhor é meu pastor, nada me falta. Ele me faz descansar em verdes prados, a águas tranquilas me conduz. Restaura minhas forças, guia-me pelo caminho certo, por amor do seu nome" (Sl 22).

As ovelhas conhecem seu pastor. Nenhuma relação interpessoal será vivificante sem a experiência da confiança. A desconfiança não permite que nos aproximemos dos que mais necessitam. Faz-se necessário criar espaços para a partilha, o perdão, a acolhida, a oração e o descanso.

Busque este salmo em sua Bíblia e recite-o, sentindo-se na companhia do Bom Pastor. E abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espirito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 09/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Vivemos um tempo especial, com manifestações mais contundentes em favor da preservação do planeta, como desejo do ser humano de viver em harmonia com a natureza e com todas as demais criaturas.
Temos necessidade de perceber que a criação, além de revelar vida, revela também a presença amorosa de Deus. Há, cada vez mais, uma descoberta da relação entre todas as coisas, de uma integração entre todos os seres. Somos convidados a inspirar-nos e deixar-nos guiar pela Palavra de Deus, que dá sentido às nossas buscas.
“Os céus narram a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra de suas mãos. O dia transmite ao dia a mensagem e a noite conta a notícia a outra noite” (Sl 19).
Agora, leia o Salmo na sua Bíblia. Recorde situações em que você levou mais a sério a Palavra de Deus. Louve e bendiga pelas vezes em que você sentiu o Senhor como rochedo e proteção.
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espirito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 08/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em nossos dias, é parte da vida de muitos de nós a busca desenfreada pelo lucro, dinheiro, poder e fama. São muitas as possibilidades que temos de desviar o coração. Somos auto-suficientes, usamos mal o poder que recebemos, desconfiamos de tudo e de todos, valorizamos mais o exterior, as aparências, os títulos, os diplomas. Perdemos a essência das coisas, diminuímos a capacidade de maravilhar-nos, de contemplar, de extasiar-nos, de desfrutarmos dos pequenos gestos e atitudes que transformam a vida. É preciso sentir Deus como abrigo e fortaleza, suplicando sempre:

"Protege-me, ó Deus: em ti me refugio. Eu digo ao Senhor: És tu o meu Senhor, fora de ti não tenho bem algum. Bendigo o Senhor que me aconselhou. Sempre coloco à minha frente o Senhor, pois o caminho da vida me indicarás" (Sl 16).

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espirito Santo. Amém.

 

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 07/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
O desejo de habitar a casa de Deus, o seu coração, está presente nas experiências humanas. A pessoa reconhece a necessidade de purificar atitudes, gestos, palavras para poder realizar o eterno sonho.
“Senhor, quem pode habitar na tua tenda”? Aquele que vive sem culpa, age com justiça e fala a verdade no seu coração; que não diz calúnia com sua língua, não causa dano ao próximo e não lança insulto ao vizinho. A seus olhos é desprezível o malvado, mas honra quem respeita o Senhor” (Sl 15).
Em tempos tão sombrios e desconcertantes, é necessário firmar-se em valores que permitam herdar a morada eterna. Ao defrontarmo-nos com a pobreza das relações, a fugacidade dos projetos políticos e religiosos, almejamos algo mais, que dure mais, que preencha o nosso ser.
Qual a verdade que seu coração está buscando neste momento da vida? Coloque nas mãos de Deus as dificuldades e também as conquistas já alcançadas.
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espirito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 06/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
“Procurai o Senhor enquanto é possível encontrá-lo” (Is 55,6).
A humanidade, consciente ou não, sempre desejou encontrar o sentido para tudo na vida e encontrar-se com Deus, descansar nele, refugiar-se nele. Esta experiência está no mais íntimo de cada pessoa, ainda que por vezes de forma escondida. Os salmos são o resultado dessa experiência. Eles revelam como os indivíduos e as comunidades vão fazendo sua experiência de Deus.
Os salmos nos recordam de que nossa história é história de salvação, levando-nos a perceber que tudo em nossa vida há uma mensagem de Deus. Eles expressam as mais diferentes experiências: sofrimento, perseguição, abandono, tristeza, desilusão, desânimo, mas também alegria e contemplação, louvor e ação de graças, amor e compaixão. Como expressão da vida, são sempre atuais.
Que o Espírito Santo possa, ao longo desta semana, através da reflexão de alguns salmos, inspirar-nos a ver a vida com os olhos do coração e da mente (Ef 1,18), a querer Deus como a terra sedenta e sem água (Sl 63) e a seguir buscando a Deus (Sl 27) assim como o vigia que espera pelo amanhecer (Sl 130).
Que a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre nós e permaneça para sempre. Amém.


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 05/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na Eucaristia deste domingo, Jesus nos diz: "Vós sois a luz do mundo". Só poderemos iluminar se tivermos sido iluminados por Cristo. Por isso, ele nos exorta: "A vossa luz brilhe diante dos homens, para que vendo as vossas boas obras, glorifiquem vosso Pai que está nos céus". Portanto, a maneira concreta de sermos luz do mundo é pelas boas obras.

Em que consiste estas obras nos é dito hoje pelo profeta Isaías: "Reparte o teu pão com quem tem fome, acolhe em tua casa o infeliz sem abrigo, veste o que vires sem roupa e não desprezes o teu semelhante". E continua: "Se fizeres desaparecer de tua casa a opressão, o gesto ameaçador e as palavras perversas, se deres pão àquele que tem fome e alimentares os pobres, a tua luz despontará nas trevas e a tua escuridão se tornará clara como o dia". É assim que seremos luz do mundo.

Oremos: "Ó Deus, fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo".

Que a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desce sobre nós e permaneça para sempre. Amém.

 

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil 

Santa Águeda - Virgem e mártir dos primeiros séculos

Via Canção Nova

Santa Águeda, mesmo diante das dores e humilhações foi firme em escolher Jesus como seu único Esposo

Virgem e mártir, Santa Águeda nasceu no século III numa família muito conhecida, em Catânia, na Sicília. Muito cedo, ela discerniu um chamado a Deus consagrando a sua virgindade ao Senhor, seu amado e esposo. A grande santa italiana foi uma jovem de muita coragem vivendo o Santo Evangelho na radicalidade num tempo em que o imperador Décio levantou contra o Cristianismo uma forte perseguição. Aqueles que não renunciassem ao senhorio de Cristo e não O desprezassem eram punidos com muitos sofrimentos até a morte.
Santa Águeda era consagrada ao Senhor, amava a Deus, mas foi pedida em casamento por um outro jovem. Claro, por coerência e por vocação, ela disse ‘não’. Esse jovem, que dizia amá-la, a denunciou às autoridades. Ela foi presa e injustamente condenada. Que terríveis sofrimentos e humilhações!
Ela sempre se expressava com muita transparência e dizia que pertencia a uma família nobre, rica, conhecida, mas tinha honra de servir a Nosso Senhor, o seu Deus. De fato, para os santos, a maior honra e a maior glória é servir ao Senhor.
Entregaram-na a uma mulher tomada pelo pecado, uma velha prostituta para pervertê-la, mas esta não conseguiu, pois o reinado de Cristo se dava no coração de Águeda antes de tudo. Então, novamente, como num gesto de falsa misericórdia, perguntaram-lhe: “Então, o que você escolheu, Águeda, para a salvação?”. “A minha salvação é Cristo”, ela respondeu.
Os santos passaram por muitas dificuldades, mas, em tudo, demonstraram para nós que é possível glorificar a Deus na alegria, na tristeza, na saúde, na dor.
Em 254 foi martirizada e se encontra na eternidade, com seu esposo, Jesus Cristo, a interceder por nós.
Santa Águeda, rogai por nós!

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Sementes de Fé - 04/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Vivemos rodeados por muitas coisas e possibilidades. Poucas vezes deixamo-nos tocar pela beleza, pelos pequenos gestos, pela simplicidade. Perdemos a capacidade de maravilhar-nos.
A vida, o mundo, as pessoas estão cheias de sinais da presença de Deus. Seus passos podem ser percebidos de muitas formas e em muitos lugares. É preciso prestar atenção: céu e terra, grandeza e pequenez, silêncio e voz, cores e movimentos. Como nós os percebemos?
Como seres humanos, experimentamos a beleza e a complexidade, a dor e o sabor de ser o que somos. Somos ao mesmo tempo um pouco de tudo: graça e pecado, luz e sombra, pobreza e dom.
A propósito, como está a sua capacidade de maravilhar-se? Recorde pessoas, acontecimentos, fatos nos quais você reconhece a sabedoria e presença de Deus. Pense nas pessoas que ajudaram a construir a sua história: familiares, amigos, educadores. Reze por eles com carinho. Sinta como Deus se fez presente em cada um deles.
Que a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre nós e permaneça para sempre. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 03/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Hoje é dia de São Brás, bispo e mártir. Nasceu no século III, filho de pais ricos e nobres. Recebeu sólida formação cristã e foi eleito bispo de Sebaste, na Armênia, no início do século IV.
Em 316, sofreu a perseguição de Licínio, que mandou torturá-lo, rasgando-lhe a carne com pentes de ferro, antes de degolá-lo. A caminho do suplício, uma senhora, cujo filho estava morrendo engasgado por uma espinha de peixe, suplica-lhe a bênção para a criança, que, imediatamente, recuperou-se. Em razão disso, é invocado como protetor contra os males da garganta e padroeiro dos que vivem da fala ou da voz: locutores, declamadores e cantores.
A Igreja vai ao encontro da devoção popular e hoje concede a bênção da garganta com duas velas cruzadas e posta sobre o pescoço dos fiéis, invocando o nome de Deus e a intercessão do santo mártir.
Que a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre nós e permaneça para sempre. Amém.


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil 

São Brás - Médico e pastor das almas

via Canção Nova

São Brás, homem corajoso, de oração e pastor das almas, cuidava dos fiéis na sua totalidade

O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.
Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.
Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.
São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.
Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.
Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus, que é amor.

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