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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sementes de Fé - 22/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sementes de Fé - 21/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 20 de junho de 2017

Sementes de Fé - 20/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sementes de Fé - 19/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 18 de junho de 2017

Sementes de Fé - 18/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sementes de Fé - 16/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Solenidade de Corpus Christi - Quinta-feira 15/06/2017

Primeira Leitura  (Dt 8,2-3.14b-16a)
Leitura do Livro do Deuteronômio:
Moisés falou ao povo, dizendo: 2Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu, esses quarenta anos, no deserto, para te humilhar e te pôr à prova, para saber o que tinhas no teu coração, e para ver se observarias ou não seus mandamentos. 3Ele te humilhou, fazendo-te passar fome e alimentando-te com o maná que nem tu nem teus pais conhecíeis, para te mostrar que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca do Senhor. 14bNão te esqueças do Senhor teu Deus que te fez sair do Egito, da casa da escravidão, 15e que foi teu guia no vasto e terrível deserto, onde havia serpentes abrasadoras, escorpiões, e uma terra árida e sem água nenhuma. Foi ele que fez jorrar água para ti da pedra duríssima, 16ae te alimentou no deserto com maná, que teus pais não conheciam.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 147)
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém!/ Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!/ Pois reforçou com segurança as tuas portas,/ e os teus filhos eu teu seio abençoou.
— A paz em teus limites garantiu/ e te dá como alimento a flor do trigo./ Ele envia suas ordens para a terra,/ e a palavra que ele diz corre veloz.
— Anuncia a Jacó sua palavra,/ seus preceitos e suas leis a Israel./ Nenhum povo recebeu tanto carinho,/ a nenhum outro revelou os seus preceitos.

Segunda Leitura (1Cor 10,16-17)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 16O cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é comunhão com o corpo de Cristo? 17Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 6,51-58)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: 51“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. 52Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sementes de Fé - 14/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

O amor de Deus é incondicional, lembra Papa na catequese

Catequese de hoje do Papa Francisco foi inspirada na parábola do Filho Pródigo

Da Redação CN, com Rádio Vaticano
A catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 14, foi inspirada na parábola do Filho Pródigo e na necessidade que todos têm de ser amados.
“Ninguém pode viver sem amor e não devemos crer que o amor deva ser merecido, que se não formos belos, atraentes e fortes, ninguém pensará em nós”, afirmou Francisco diante das cerca de 20 mil pessoas presentes na Praça.
“Os narcisismos do homem nascem de sua solidão; é possível que ninguém esteja disposto a querer bem gratuitamente a outra pessoa?”, questionou o Papa. “Não seria um mundo, mas um inferno”, advertiu.
Por detrás de tantas formas de ódio social e delinquência, existe quase sempre um coração não-reconhecido, disse o Papa. Ele destacou que não há crianças ou adolescentes maus, mas pessoas infelizes.
Francisco ressaltou ainda que somente a experiência de dar e receber amor faz o homem feliz, um amor como o de Deus: vem antes de tudo e é incondicionado. Deus não ama por alguma razão, mas porque Ele mesmo é amor e o amor tende, por natureza, a se difundir, a se doar.
Citando São Paulo, o Papa explicou que “a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós quando éramos ainda pecadores”, ou seja, distantes, como o Filho Pródigo. “Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão”, segundo narrado por Lucas, o evangelista.
Amor de mãe e pai não tem igual
“Quem de nós ama desta maneira, senão um pai ou mãe? Mães continuam querendo bem a seus filhos mesmo quando estão encarcerados, nunca deixam de sofrer por eles e os amam mesmo sendo pecadores. Deus faz o mesmo conosco: somos seus filhos amados! (…) É Nele, em Jesus, que fomos queridos, amados, desejados; Ele imprimiu em nós uma beleza primordial que nenhum pecado ou escolha errada na vida pode cancelar”.
Concluindo a catequese, o Papa perguntou aos fiéis: “para curar o coração de uma pessoa infeliz, qual seria o remédio?”. Ele respondeu que é preciso, antes de tudo, abraçá-la, para que sinta que é desejada, que é importante, e deixar de ser triste. Amor chama amor. “Jesus não morreu e ressuscitou para si mesmo, mas por nós, para que nossos pecados sejam perdoados. Assim, é tempo de ressurreição para todos: é hora de salvar os pobres do desencorajamento, principalmente aqueles que jazem no sepulcro há bem mais que três dias. Sopra aqui, sobre nossos rostos, um vento de libertação; germina aqui o dom da esperança, a do Deus-pai que nos ama sempre e como somos, bons ou maus”.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Sementes de Fé - 13/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sementes de Fé - 12/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 10 de junho de 2017

Sementes de Fé - 10/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sementes de Fé - 09/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Sementes de Fé - 08/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Bendirei o Senhor em todo tempo

 

Dificuldades sempre as teremos, mas o importante é louvarmos ao Senhor todo o tempo

"Bendirei o Senhor em todo tempo, seu louvor estará sempre na minha boca" (Salmo 34).

Diante de muitas realidades difíceis que enfrento, hoje parei para refletir sobre o Salmo 34, e meu coração se encheu de gratidão a Deus por todo o bem que Ele já me fez. Dificuldades sempre as teremos, mas o importante é louvarmos ao Senhor todo o tempo.

Quando estamos vivendo alguma situação complicada, temos duas opções: murmurar ou louvar a Deus, é uma questão de escolha. Ao escolher bendizer ao Senhor, as situações ao redor não mudam, mas nós temos uma visão diferente de tudo aquilo que é o sofrimento. O louvor liberta e retira a amargura do nosso coração.

Se você vive um tempo difícil, reze com o Salmo 34 e bendiga ao Senhor todo o tempo, não se esqueça do bem que Ele já fez em sua vida. Você pode sofrer, mas se sua decisão for louvar ao Senhor, toda dor terá sentido.

Seu irmão,

Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII

 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Sementes de Fé - 06/06/2017


Um copo cheio de água

Um jovem chega para o padre e diz:
- Padre não irei mais para a igreja!
O padre então respondeu:
- Mas por que?
O jovem respondeu:
- Ah! eu vejo a irmã que fala mal de outra irmã; o irmão que não lê bem; o grupo de canto que vive desafinando; as pessoas que durante as missas ficam olhando o celular, entre tantas e tantas outras coisas erradas que vejo  fazerem na igreja.
Disse-lhe o padre:
- Ok! Mas antes quero que vc me faça um favor: pegue um copo cheio de água e dê três voltas pela igreja sem derramar uma gota de água no chão. Depois disso, você pode sair da igreja.
E o jovem pensou: muito fácil!
E deu as três voltas conforme o padre lhe pedira. Quando terminou disse:
- Pronto padre.

E o padre respondeu:

- Quando vc estava dando as voltas, você viu a irmã falar mal da outra?
O jovem:
- Não

Vc viu as pessoas reclamarem uns dos outros?
O jovem:
- Não
Você viu alguém olhando celular?
O jovem:
- Não
Sabe porquê?
- Você estava focado no copo para não derrubar a água.
O mesmo é na nossa vida. Quando o nosso foco for Nosso Senhor Jesus Cristo, não teremos tempo de ver os erros das pessoas.

QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU POR CAUSA DE JESUS.

**Não consegui a fonte**

domingo, 4 de junho de 2017

Sementes de Fé - 04/06/2017

Dia 4 de junho – domingo – Pentecostes

Querida família,

No quinquagésimo dia da solenidade da Páscoa – PENTECOSTES – celebramos o dom do Ressuscitado, o Espírito Santo.

As "sementes de fé" estão completando um ano de existência, com mais de 500 participantes. Atribuímos essa grande façanha ao Espírito Santo. Pois, sem Ele, as nossas reflexões não germinariam em nenhum coração.

Neste mês de junho, vamos revisar as abordagens e postagens das Sementes de Fé, segundo as inspirações do Divino Espírito Santo. Por esse motivo, vamos modificar o formato das mensagens. Queremos contar também com a sua participação e sugestão. 

Mons. Antônio José de Moraes e equipe.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Sementes de Fé - 31/05/2017

Querida família, Ave-Maria!

A data de hoje é determinante para a minha relação devocional a Nossa Senhora do Brasil. Daí em diante, pouco a pouco, fui conhecendo e admirando a Origem da Devoção e da Matriz de Nossa Senhora do Brasil. Por esse motivo, gostaria de encerrar as reflexões marianas deste mês de maio, renovando-lhe minha consagração:

Nossa Senhora do Brasil eu me consagro a vós. Nossa Senhora do Brasil eu vos suplico: aumentai a minha fé! Sustentai a minha vida! Movei o meu coração sempre para o bem!

Nossa Senhora do Brasil eu vos peço: Atendei as minhas preces! Ajudai a minha família! Movei o meu coração sempre para o bem!

Nossa Senhora do Brasil eu vos rogo: Dai a todos trabalho para o pão de cada dia! Dai coragem aos fracos! Dai esperança aos desesperados".

Nossa Senhora do Brasil abençoai a nossa paróquia e todo o povo brasileiro, agora e para sempre. Amém. A bênção de Deus, todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Visitação de Nossa Senhora, a mãe do nosso Salvador

Fonte: Canção Nova

Visitação de Nossa SenhoraA Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro

Sabemos que Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com esta mensagem de amor, com esta proposta de fazer dela a mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. E aceitar Jesus é estar aberto a aceitar o outro. O anjo também comunicou a ela que sua parenta – Santa Isabel – já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem – no Evangelho de São Lucas no capitulo 1, – quando depois de andar cerca de 100 km ela encontrou-se com Isabel.
Nesta festa, também vamos descobrindo a raiz da nossa devoção a Maria. Ela cantou o Magnificat, glorificando a Deus. Em certa altura ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos ter essa devoção, que passa de século a século.
“Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lucas 1,48)
A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que se ama a Deus, se não se ama o outro. A visitação de Maria a sua prima nos convoca a essa caridade ativa. A essa fé que se opera pelo amor. Amor que o outro tanto precisa.
Quem será que precisa de nós?
Peçamos a Virgem Maria que interceda por nós junto a Jesus, para que sejamos cada vez mais sensíveis à dor do outro. Mas que a nossa sensibilidade não fique no sentimentalismo, mas se concretize através da caridade.
Virgem Maria, Mãe da visitação, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/visitacao-de-nossa-senhora-a-mae-do-nosso-salvador/

terça-feira, 30 de maio de 2017

Sementes de Fé - 30/05/2017

Querida família, Ave-Maria!
Sem a presença de imagens e de símbolos, o mundo, a sociedade e a família se secularizam, isto é, perdem a experiência e o sentido do sagrado, e a expressão pública do catolicismo. Por isso, a Igreja nos educa a expressar nossa fé, tornando-a manifesta também através de objetos que a tornem visível. Conforme o tipo da imagem, fica claro que ali existe um cristão católico. Faz parte do ambiente católico a presença das imagens.
Enfim, nossa palavra e nosso testemunho de vida iluminam as imagens que construímos, mas as imagens também dizem e expressam o que cremos.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Sementes de Fé - 29/05/2017

Querida família, Ave-Maria!

A veneração das imagens da Virgem e dos santos nos remete à história exemplar de suas vidas no seguimento a Jesus Cristo e na fidelidade à Igreja. Elas nos projetam também para sua existência celeste, alimentando nossa esperança, em Cristo, para a eternidade feliz.

Por isso, é recomendável o uso de imagens, não só em nossas igrejas, mas também, em nossas casas, lugares públicos ou de trabalho e de lazer. Através de sua presença nossos afetos se unem a Deus, nossa mente e nossos lábios se elevam em prece de pedido ou de louvor.

Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

domingo, 28 de maio de 2017

Paz

Se queres paz em teu coração:

Não lamentes por nenhum mal, nem sequer pelo estado do tempo.

Não jugues as coisas que não conheces.

Não compares a tua sorte com a do próximo.

Não desejes que isto ou aquilo seja diferente do que é.

Não penses nas coisas de amanhã, nem nas coisas que as vezes são difíceis.

 

PENSA SEMPRE: DEUS PROVERÁ.

 

 

Sementes de Fé - 28/05/2017

Querida família, Cristo ressuscitou, aleluia!

Celebramos hoje a Ascensão do Senhor aos céus, isto é, o retorno do Senhor Jesus ao seio do Pai, levando consigo a nossa natureza redimida.

"Ele, após a ressureição, apareceu aos seus discípulos e, à vista deles, subiu aos céus a fim de nos tornar participantes da sua divindade. Ele subiu não para afastar-se da nossa pequenez, mas para dar-nos a esperança de que um dia como membros de seu Corpo iremos ao seu encontro, onde ele nos precedeu, nossa Cabeça e princípio".

Jesus, com nossa natureza humana no céu, isto é, em Deus Pai, reacende nossa fé na ressurreição e em nosso destino divino. Por isso, rezamos com toda a Igreja: "Ó Deus, a ascensão do vosso Filho já é nossa vitória. Pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar da sua glória".

Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sementes de Fé - 26/05/2017

Querida família, "Ave-Maria".

Os ícones ou as imagens cristãs transcrevem a mensagem evangélica que as Escrituras do Novo Testamento, sobretudo os Evangelhos, transmitem. Desse modo, a imagem e a palavra se iluminam mutuamente. As imagens do presépio são cenas evangélicas do nascimento do Senhor. Jesus com a ovelha nos braços é a figura evangélica do Bom Pastor, a primeira imagem, reproduzida pelos primeiros cristãos de que se tem notícia. Cristo, apontando seu Coração, expressa todo seu amor por nós até o sacrifício extremo, síntese do Evangelho da gratuidade do amor de Deus. O crucifixo é a imagem mais forte do preço da nossa Redenção, momento culminante das narrativas evangélicas. A imagem de Jesus Ressuscitado é o sinal da vitória sobre a morte, é a garantia da salvação, é a certeza do prêmio, é a conclusão de toda esperança evangélica. Por isso, as imagens são lembretes de passagens de sua vida, auxílio para passar ao invisível pelo visível.

Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sementes de Fé - 24/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
A imagem do Redentor não é a imagem de um ídolo, isto é, não reproduz um ser imaginário e inexistente, fabricado por mãos humanas para ser reconhecido como se fosse um deus. Jesus é verdadeiramente Deus com o Pai e o Espírito Santo e verdadeiramente homem, existente como nós. Por isso, não é mito. Ele entrou na nossa história humana quando assumiu um corpo. Viveu no tempo, morreu e ressuscitou. Inclusive, ele tem sua própria história. Atualmente, está na glória do Pai com sua divindade e com nossa humanidade.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 23 de maio de 2017

Sementes de Fé - 23/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
Jesus é o Verbo, a Palavra de Deus encarnada. Ele assumiu um corpo no seio de Maria. Portanto, tem uma face semelhante à nossa. Daí a Igreja representá-lo através ícones e imagens, inclusive o símbolo da cruz. Entretanto, a Igreja não adora a imagem do Redentor. Ela adora o próprio Redentor, vivo em sua glória e presente no meio de nós, especialmente na Sagrada Escritura.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Santa Rita de Cássia, conhecida como Santa dos Impossíveis

Fonte: Canção Nova

Santa Rita de Cássia, viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.
Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.
Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.
Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.
Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/

Sementes de Fé - 22/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
Em obediência sobre o Mistério de Deus, invisível e incompreensível, a Igreja não representa sua imagem de Criador e de Pai. Também não representa a imagem do Espírito Santo, que também é invisível. Tanto o Pai quanto o Espírito são puros espíritos, isto é, não têm matéria. A pomba que representa o Espírito não é uma imagem do seu ser. É apenas um símbolo para lembrar à narrativa do batismo de Jesus. Não se venera nem se cultua uma pomba.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 21 de maio de 2017

Sementes de Fé - 21/05/2017

Querida família, Cristo ressuscitou, aleluia!

Como Jesus Ressuscitado permanece no meio de nós? É a interrogação que nos apresenta a Liturgia deste sexto domingo da Páscoa. A verdade é que Ele permanece presente entre nós, não mais como pessoa histórica, mas como "Espírito santificador". Entretanto, a via normal que segue para estar conosco é ainda de caráter histórico, isto é, por intermédio dos fiéis, dos sacramentos, do ministério apostólico.

A questão agora se dirige a nós: estamos disponíveis a este seu novo modo de estar presente e se comunicar? Estamos dispostos a comunica-lo, apesar das dificuldades que encontramos? Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 20 de maio de 2017

Sementes de Fé - 20/05/2017

Querida família, "Ave-Maria"!

Em relação à proibição de imagens há outra exceção ligada a Moisés, o legislador. Deus lhe diz: "Faze uma serpente abrasadora e coloca-a em uma haste. Todo aquele que for mordido e a contemplar viverá" (Nm 21,8). A imagem da serpente se torna sinal da presença do Deus da salvação e da vida, no caminho do povo pelo deserto. De fato, "se alguém era mordido por uma serpente, contemplava a serpente de bronze e vivia" (Nm 21,9).

Conclui-se que, mudando o significado, mudava também a proibição tão severa de fabricar imagens. Elas eram permitidas. Logo, o problema não estava na construção da imagem, mas em sua utilização.

Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O que fazer quando perdemos a vontade de rezar?

Perdi a vontade de rezar. E agora?


Há horas em que não sinto a menor vontade de dialogar com algumas pessoas, mas, porque preciso, acabo deixando minha vontade de lado e vou ao encontro delas, converso, trabalho, convivo e sigo em frente. Com Deus não é diferente. Às vezes, envolvo-me tanto com as coisas, que não sinto vontade de falar com Ele, ou seja, de rezar, mas porque sei que preciso e, até mais, dependo da Sua graça, vou ao Seu encontro por meio da oração.
É claro que isso exige empenho e perseverança, porque, na verdade, a vida de oração é um conquista diária; e como nenhuma conquista é isenta de lutas, é preciso lutar para ser orante. Aliás, Santa Teresa de Jesus afirma, em sua autobiografia, que oração e vida cômoda não combinam em nada; ela lembra ainda que uma das maiores vitórias do demônio é convencer alguém de que não é preciso rezar. Ou seja, quando o assunto é vida de oração, é preciso ter consciência de que se trata de um luta espiritual, e para vencer o único caminho é rezar com ou sem vontade. Até porque, como diz o ditado popular, “vontade dá e passa”. Se eu escolho deixar-me guiar apenas pelo meu querer, corro o risco de ser vazia, sem sentido.

Deserto espiritual

Eu sei que, com o passar do tempo e o acúmulo de atividades, corremos o sério risco de, aos poucos, irmos deixando a oração de lado ou rezarmos de qualquer jeito, até chegarmos a um “deserto espiritual” e termos uma certa apatia quando o assunto é oração. Mas é justamente, nesta hora, que precisamos ir além dos sentimentos e considerarmos que o “deserto também é fecundo” quando vivido em Deus, e pela sua misericórdia em nossa vida tudo é graça!
Consolações e desolações, alegria e tristeza, perdas e ganhos, tudo é fruto do amor de Deus, o qual permite vivermos as provas enquanto nos chama a crescermos e frutificarmos em toda e qualquer situação. Portanto, no ponto em que você está agora, volte a fixar sua alma em Deus e permita que Ele lhe devolva a si mesmo, pela força da oração.
Ao absorvermos tanta agitação e estímulos em nossos dias, acabamos perdendo o contato com nossa verdadeira essência, e ficamos tão distraídos e preocupados com tudo o que está acontecendo a nossa volta, que acabamos fragmentados, confusos e inseguros, sem nos lembrarmos de onde viemos, onde estamos e menos ainda para onde vamos. Só Deus pode nos reorientar.
Jesus tinha consciência disso quando disse a Seus discípulos: “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação” (Mateus 26,41); eu diria, principalmente, a tentação de esquecer quem é você e qual é o seu papel neste mundo.

Então, vamos rezar?

Deixo aqui algumas pistas que podem servir para abrir caminho no seu relacionamento com Deus. Quando encontrar sua própria trilha, caminhará livremente e cada vez mais experimentará a alegria, que está na presença d’Ele por meio da oração.
1- Escolha o horário e o tempo que quer dedicar à sua oração e procure ser fiel a esse propósito. Assim como nos alimentamos diariamente, a oração deve ser o alimento diário da alma, aconteça o que acontecer.
2- Fundamente sua oração na Palavra de Deus e na Sua verdade. Fale com Ele com confiança e sem reservas, como quem fala com um amigo. Agindo assim, encontrará a paz e a harmonia interior que tanto procura, pois, como ensina São João da Cruz, “o conhecimento de si mesmo é fruto da intimidade com Deus, e é o meio essencial para a liberdade interior”.
3- Reze com humildade, detendo-se sempre na palavra: “Seja feita a vossa vontade”. Lembre-se de que sua oração não pode ser movida simplesmente por gosto ou exigência, mas, acima de tudo, por gratuidade e confiança na misericórdia de Deus.
4- Pratique o que você rezou e não desvincule suas obras da oração, pois uma coisa tem tudo a ver com a outra. Caridade, perdão, alegria, confiança, fraternidade e paciência são características de quem reza.
5- Tenha seu próprio ritmo de oração. A imitação e a comparação não ajudam em nada. A vida dos santos, por exemplo, são setas que apontam para o céu, mas é você quem deve dar seus próprios passos para chegar até lá. Desejo que em cada amanhecer e também nas “noites escuras” você experimente pela oração o amor e a verdadeira felicidade, uma vez que esta consiste em amar e sentir-se amado. E ninguém nos ama tanto quanto Deus. Se alguma vez você perder a vontade de rezar, já sabe o que deve fazer: reze assim mesmo e seja feliz!



Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

Papa: o Evangelho une e a ideologia divide

Em homilia, Papa Francisco lembra que o ser pecador nos leva a buscar a Deus


Da redação, com Rádio Vaticano
A graça da conversão “à unidade da Igreja, ao Espírito Santo e à verdadeira doutrina”. Esta foi a oração do Papa na homilia da missa celebrada na manhã desta sexta-feira, 19, na Casa Santa Marta.
Papa Francisco em missa na capela da Casa Santa Marta, nesta sexta-feira, 19./ Foto: Rádio Vaticano.


Francisco comentou a Primeira Leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, e observou que também na primeira comunidade cristã “havia ciúmes, lutas de poder, algum espertinho que – explicou – queria ganhar e comprar o poder”. Portanto, “sempre houve problemas”: “somos humanos, somos pecadores” e as dificuldades existem, inclusive na Igreja, mas ser pecadores nos leva à humildade e a nos aproximar do Senhor, “como salvador dos nossos pecados”. A propósito dos pagãos que o Espírito Santo convida à conversão, o Pontífice recordou que, no trecho, os apóstolos e os anciãos escolhem alguns deles para ir até Antioquia com Paulo e Barnabé. Os grupos descritos são dois:
“O grupo dos apóstolos que quer discutir o problema e os outros que criam problemas, dividem, dividem a Igreja, dizem que aquilo que os apóstolos pregam não é o que disse Jesus, que não é a verdade”.
Os apóstolos discutem entre si e, no final, entram num acordo:
“Mas não é um acordo politico, é a inspiração do Espírito Santo que os leva a dizer: nada de coisas, nada de exigências. Mas só o que dizem: não comer carne naquele período, a carne sacrificada aos ídolos porque era fazer comunhão com os ídolos, abster-se do sangue, dos animais sufocados e das uniões ilegítimas”.
O Papa destacou a “liberdade do Espírito” que leva ao “acordo”: assim, diz, os pagãos podem entrar na Igreja. Tratou-se, no fundo, de um “primeiro Concílio” da Igreja – “o Espírito Santo e eles, o Papa com os bispos, todos juntos” – reunidos “para esclarecer a doutrina” e seguido, no decorrer dos séculos, por exemplo pelo de Éfeso e do Vaticano II, porque “é um dever da Igreja esclarecer a doutrina” para “se entender bem o que Jesus disse nos Evangelhos, qual é o Espírito dos Evangelhos”.
“Mas sempre existiram essas pessoas que, sem qualquer autoridade, turbam a comunidade cristã com discursos que transtornam as almas: “Eh, não. Isso que foi dito é herético, não se pode dizer, isso não, a doutrina da Igreja é esta…”. E são fanáticos por coisas que não são claras, como esses fanáticos que semeavam intrigas para dividir a comunidade cristã. E este é o problema: quando a doutrina da Igreja, a que vem do Evangelho, que o Espírito Santo inspira, esta doutrina se torna ideologia. E este é o grande erro dessas pessoas”.
Esses indivíduos – explicou – “não eram fiéis, eram ideologizados”, tinham uma ideologia “que fechava o coração para a obra do Espírito Santo”. Ao invés, os apóstolos certamente discutiram de maneira enérgica, mas não eram ideologizados: “tinham o coração aberto ao que o Espírito dizia.
A exortação final do Papa foi para não se deixar intimidar diante das “opiniões dos ideólogos da doutrina”. A Igreja, concluiu Francisco, tem “o seu próprio magistério, o magistério do Papa, dos bispos, dos concílios”, e devemos caminhar nesta estrada “que vem da pregação de Jesus e do ensinamento e da assistência do Espirito Santo”, que está “sempre aberta, sempre livre”, porque a doutrina une, os concílios unem a comunidade cristã”, enquanto “a ideologia divide”.

Sementes de Fé - 19/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”!
A proibição de construir imagens não foi absoluta. Segundo a lei de Moisés, há exceções: “Farás dois querubins de ouro [...]” (cf. Ex. 25,18-21). Observa-se que, sendo anjos, são puros espíritos, isto é, não têm matéria. Mesmo assim, são reproduzidos, de forma livre, com face humana e com asa de animal. Na realidade, são esfinges aladas. Nota-se, porém, que sua construção respeita o sentido da proibição anterior, pois não foram feitos nem para adoração nem para veneração. Eles estão sobre a Arca da Aliança e apontam para a santidade divina. Por isso, sua importância é relativa. Apontam para a relevância dada à arca como sinal da Aliança contida na Lei do Senhor.
Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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