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domingo, 19 de novembro de 2017

Sementes de fé - 19/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 18 de novembro de 2017

Sementes de fé - 18/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Sementes da FÉ - 17/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Sementes de Fé - 16/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“A Missa é a oração por excelência", enfatiza Papa

Ao continuar o ciclo de catequeses sobre a Eucaristia, Papa lembra que a Missa é o momento privilegiado de estar com Deus e com os irmãos

Da redação, com Rádio Vaticano
Via Canção Nova
Papa Francisco, durante catequese desta quarta-feira, 15./ Foto: Reprodução CTV
“A Missa é a oração por excelência, a mais elevada, a mais sublime, e ao mesmo tempo a mais “concreta”.
Ao dar prosseguimento ao seu ciclo de catequeses sobre a Eucaristia, o Papa Francisco enfatizou na Audiência Geral desta quarta-feira, 15, que a Missa é “o encontro do amor com Deus mediante a sua Palavra e o Corpo e Sangue de Jesus”.
Estar em oração – explicou o Santo Padre –  significa acima de tudo, estar em diálogo, numa relação pessoal com Deus:  “o homem foi criado como ser em relação com Deus, que encontra a sua plena realização somente no encontro com o seu Criador. O encontro da vida é rumo ao encontro definitivo com o Senhor”.

A importância do silêncio

“A Missa, a Eucaristia é o momento privilegiado para estar com Jesus, e por meio d’Ele, com Deus e com os irmãos”, observou o Papa, depois de citar o encontro do Senhor com Moisés, e de Jesus quando chama os seus discípulos:
“Rezar, como todo verdadeiro diálogo, é também saber permanecer em silêncio. No diálogo existem momentos de silêncio, no silêncio junto a Jesus. E quando nós vamos à Missa, talvez chegamos cinco minutos antes e começamos a conversar com quem está ao meu lado. Mas não é o momento de conversa! É o momento do silêncio para nos prepararmos para o diálogo. Momento de se recolher no coração para nos prepararmos para o encontro com Jesus. O silêncio é muito importante”.
“Recordem o que eu disse na semana passada, sublinhou o Papa. Não vamos a um espetáculo. Vamos a um encontro com o Senhor e o silêncio nos prepara e nos acompanha”.

Dirigir-se a Deus como “Pai”

“Jesus mesmo nos ensina como realmente é possível estar com o Pai e demonstra isto com a sua oração”. Ele explica aos discípulos que o veem retirar-se em oração, que a primeira coisa necessária para rezar é saber dizer “Pai”. E faz um alerta:
E prestem atenção: se eu não sou capaz de dizer “Pai” a Deus, não sou capaz de rezar. Devemos aprender a dizer “Pai”. Tão simples. Dizer Pai, isto é, colocar-se na sua presença com confiança filial”.

Humildade e condição filial

Mas para poder aprender isto, “é necessário reconhecer humildemente que temos necessidade de ser instruídos e dizer com simplicidade: Senhor, ensina-me a rezar”:
“Este é o primeiro ponto: ser humildes, reconhecer-se filhos, repousar no Pai, confiar n’Ele. Para entrar no Reino dos Céus é necessário fazer-se pequenos como crianças, no sentido de que as crianças sabem entregar-se, sabem que alguém se preocupará com elas, com o que irão comer, o que vestirão e assim por diante”.

Deixar-se surpreender

A segunda condição, também ela própria das crianças – continuou Francisco – “é deixar-se surpreender”:
“A criança sempre faz mil perguntas porque deseja descobrir o mundo; e se maravilha até mesmo com as coisas pequenas, porque tudo é novo para ela. Para entrar no Reino dos céus, é preciso deixar-se maravilhar”.
“Em nossa relação com o Senhor, na oração, deixamo-nos maravilhar? Ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios?”, pergunta Francisco. “Não! É entregar-se e abrir o coração para deixar-se maravilhar”.
“Deixamo-nos surpreender por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo. Não um encontro de Museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa, não a um Museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor”.

Nascer de novo

O Papa então recorda o episódio envolvendo Nicodemos, a quem o Senhor fala sobre a necessidade de “renascer do alto”. “Mas o que significa isto? Se pode “renascer”? Voltar a ter o gosto, a alegria, a maravilha da vida, é possível?”:
“Esta é uma pergunta fundamental de nossa fé e este é o desejo de todo verdadeiro fiel: o desejo de renascer, a alegria de recomeçar. Nós temos este desejo? Cada um de nós tem desejo de renascer sempre para encontrar o Senhor? Vocês têm este desejo? De fato, se pode perdê-lo facilmente, por causa de tantas atividades, de tantos projetos a serem concretizados, e no final, resta pouco tempo e perdemos de vista o que é fundamental: a nossa vida de coração, a nossa vida espiritual, a nossa vida que é um encontro com o Senhor na oração”.

Na Comunhão, Deus vai de encontro a minha fragilidade

O Senhor nos surpreende – disse o Papa – mostrando-nos que “Ele nos ama também em nossas fraquezas”, tornando-se “a vítima de expiação pelos nossos pecados” e por aqueles do mundo inteiro:
“E este dom, fonte da verdadeira consolação – mas o Senhor nos perdoa sempre, isto consola, é uma verdadeira consolação, é um dom que nos é dado por meio da Eucaristia, aquele banquete nupcial em que o Esposo encontra a nossa fragilidade. Posso dizer que quando faço a comunhão na Missa o Senhor encontra a minha fragilidade? Sim, podemos dizer isto porque isto é verdade! O Senhor encontra a nossa fragilidade para nos levar de volta àquele primeiro chamado: o de ser a imagem e semelhança de Deus. Este é o ambiente da Eucaristia, esta é a oração”.

Sementes de fé - 15/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Sementes de fé - 14/11/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Só em Deus encontramos a verdadeira felicidade


Padre Roger LuisPadre Roger Luis Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

O coração humano busca, sem cessar, a verdadeira felicidade encontrada em Deus

via Canção Nova

O Senhor nos atrai a Ele, pois sabe que se estivermos perto d’Ele poderemos nos preparar para o bom combate. 
A Igreja diz que em nós há um sentimento de busca por Deus. 
A busca pelo Criador
O Senhor tomou a iniciativa de inscrever no coração de cada ser humano um desejo por Ele, por isso não cessa de atrair o homem para Si.
É um movimento constante de Deus para conosco. Muitos são atraídos pelo sofrimento, outros são atraídos através de outras pessoas.
A Igreja nos diz: só em Deus que o homem encontra a verdade e felicidade. Nem as pessoas ou bens materiais irão suprir o lugar de Deus.
Somos vocacionados a ter comunhão com Deus e por isso precisamos ir atrás d’Ele com perseverança. Precisamos cultivar o desejo por buscar Deus.
A finalidade da nossa vida
Quanto mais buscamos a Deus entenderemos a finalidade de nossa vida.
O homem moderno não consegue parar para pensar sobre seu fim diante de tantas ocupações.
A morte tem sentido para o cristão. É em Jesus que se encontra nossa ressurreição, pois Ele venceu a morte.
Temos a certeza que existe o Céu. Diante disso, percebemos a responsabilidade em trilhar um caminho de santidade no momento presente. Esse é o nosso compromisso com o Senhor, pois prestaremos conta da nossa vida.
Preparação para a segunda vinda de Cristo
Precisamos estar preparados para o encontro definitivo com Deus. De nada valem as obras externas se nosso coração não estiver comprometido com Deus.
Para nós cristãos a salvação está ligada na vida de oração.
Estamos nesse mundo porque estamos esperando a vinda do noivo (Jesus) que chegará a qualquer momento.  
Se somos comprometidos com o Criador estamos tranquilos para o momento do juízo final.

https://eventos.cancaonova.com/acampamento-no-combate-da-oracao/pregacoes/so-em-deus-encontramos-a-verdadeira-felicidade/ 

sábado, 11 de novembro de 2017

Sementes de fé - 11/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Sementes de Fé - 10/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Sementes de fé - 09/11/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Papa inicia ciclo de catequeses sobre a Santa Missa

Na primeira reflexão, Papa destacou importância de compreender o significado da Missa: “não é um espetáculo”, disse

Da Redação, com Rádio Vaticano
Na catequese desta quarta-feira, 8, o Papa Francisco iniciou um novo ciclo de reflexões, desta vez dedicado à Santa Missa. O Santo Padre frisou que é fundamental que os cristãos compreendam bem o valor e o significado da Missa para viver sempre mais plenamente a relação com Deus.
“Não podemos esquecer o grande número de cristãos que, no mundo inteiro, em 2000 anos de história, resistiram até a morte para defender a Eucaristia; e quantos, ainda hoje, arriscam a vida para participar da missa dominical”.
O Papa manifestou o desejo de dedicar as próximas catequeses para responder a algumas perguntas importantes sobre a Eucaristia e a Missa, para redescobrir, ou descobrir, como a fé resplende o amor de Deus através deste mistério.
Francisco citou o Concílio Vaticano II, que promoveu uma adequada renovação da Liturgia para conduzir os cristãos a compreender a grandeza da fé e a beleza do encontro com Cristo. Um tema central que os padres conciliares destacaram foi a formação litúrgica dos fiéis, indispensável para uma verdadeira renovação. “E esta é justamente a finalidade do clico de catequeses que hoje iniciamos: crescer no conhecimento do grande dom que Deus nos doou na Eucaristia”. 
A Eucaristia, explicou o Papa, é um acontecimento maravilhoso, no qual Jesus Cristo se faz presente; participar da missa é viver outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor, acrescentou.
“O Senhor está ali conosco, presente. Mas muitas vezes, nós vamos lá, conversamos enquanto o sacerdote celebra a eucaristia, mas não celebramos com ele. Mas é o Senhor. Se hoje viesse aqui o presidente da República, ou uma pessoa muito importante, certamente todos ficaríamos perto dele para saudá-lo. Quando vamos à missa, ali está o Senhor. Mas estamos distraídos. Mas, padre, as missas são chatas. A missa não, os sacerdotes! Então eles devem se converter”.
Nesse ciclo de reflexões, o Papa pretende responder a algumas perguntas, como o porquê de se fazer o sinal da cruz e o ato penitencial no início da celebração, o significado das leituras, o porquê do sacerdote, em um momento da Missa, dizer “corações ao alto”. “Ele não diz celulares ao alto para tirar foto! Não! Fico triste quando celebro e vejo muitos fiéis com os celulares ao alto. Não só os fiéis, mas também sacerdotes e até bispos. A missa não é espetáculo, é ir ao encontro da paixão e ressurreição do Senhor. Lembrem-se: chega de celulares”.
“Através dessas catequeses, gostaria de redescobrir com vocês a beleza que se esconde na celebração eucarística e que, quando desvelada, dá pleno sentido à vida de cada um de nós. Que Nossa Senhora nos acompanhe nesta nova etapa do percurso”.

Uma publicação compartilhada por Canção Nova (@cancaonova) em
https://www.instagram.com/p/BbPuAWzlEGc/

Sementes de fé - 08/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Sementes de fé - 07/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Papa: é preciso deixar-se "misericordiar" por Deus

Na Missa de hoje, Francisco destacou que cada um é um eleito de Deus e que, diante do pecado, está sempre a misericórdia

Da Redação, com Rádio Vaticano
via Canção Nova
Quando Deus dá um dom, este é irrevogável, não pode ser desfeito. Quando Deus chama, esta chamada permanece toda a vida. Assim começou a homilia do Papa Francisco nesta segunda-feira, 6, na Casa Santa Marta, inspirada pela “eleição de Deus”, presente na leitura do dia de São Paulo aos Romanos.
Na história da salvação, explicou o Papa, três foram os dons e os chamados de Deus ao seu povo. Todos irrevogáveis, porque Deus é fiel: “o dom da eleição, da promessa e da aliança”. Foi assim para Abraão, e é assim para cada um nos dias de hoje.
“Cada um de nós é um eleito, uma eleita de Deus. Cada um de nós carrega uma promessa que o Senhor fez: ‘Caminha na minha presença, seja irrepreensível e eu lhe farei isso’. E cada um de nós faz alianças com o Senhor. Pode fazê-las, não quer fazê-las – é livre. Mas isso é um fato. E também deve ser uma pergunta: como sinto eu a eleição? Ou me sinto cristão por acaso? Como eu vivo a promessa, uma promessa de salvação no meu caminho, e como sou fiel à aliança? Como Ele é fiel?”.
Comentando a leitura de São Paulo, Francisco explicou ainda que o Apóstolo repete quatro vezes duas palavras: “desobediência” e “misericórdia”. Onde há uma, comentou o Papa, está a outra e este é o caminho de Salvação.
“Isso quer dizer que no caminho da eleição, rumo à promessa e à aliança, haverá pecados, haverá a desobediência, mas diante desta desobediência há sempre a misericórdia. É como a dinâmica do nosso caminhar rumo à maturidade: sempre há a misericórdia, porque Ele é fiel, Ele não revoga os seus dons. Os dons são irrevogáveis e isso tudo está interligado, por quê? Porque diante das nossas fraquezas, dos nossos pecados, há sempre a misericórdia e quando Paulo chega a esta reflexão, faz um passo a mais: não de explicação a nós, mas de adoração”.
Francisco recomendou adoração e louvor silencioso diante deste mistério da desobediência e da misericórdia que torna livres e diante desta beleza dos dons irrevogáveis como são a eleição, a promessa e a aliança.
“Penso que pode nos fazer bem, a todos nós, pensar hoje na nossa eleição, nas promessas que o Senhor nos fez e como eu vivo a aliança com o Senhor. E como me deixo – permitam-me a palavra – misericordiar pelo Senhor, diante dos meus pecados, das minhas desobediências. E, no final, se eu sou capaz – como Paulo – de louvar Deus por aquilo que me deu, a cada um de nós: louvar e fazer aquele ato de adoração. Mas jamais se esquecer: os dons e a chamada de Deus são irrevogáveis”.

domingo, 5 de novembro de 2017

Sementes de fé - 05/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 4 de novembro de 2017

Sementes de fé - 04/11/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sementes de Fé - 03/11/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Sementes de fé - 02/11/2017


Querida Família de Nossa Senhora do Brasil.
Hoje, dia 2 de novembro, a Igreja nos convida a rezar por todas as pessoas falecidas, pois acredita na ressurreição dos mortos. Orações de sufrágio em favor das almas do purgatório sempre foram praticadas na Igreja, desde os primeiros séculos. Nas catacumbas romanas há inúmeras inscrições alusivas a preces aos falecidos. Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, antes de morrer, assim falou aos seus dois filhos: "Ponde meu corpo em qualquer lugar e não vos preocupeis muito com ele. Só vos peço que, no altar de Deus, vos lembreis de mim onde quer que estiverdes".
A fé na ressurreição de Jesus é a base de toda a nossa fé e a razão de nossas orações, pois acreditamos com São Paulo: "O que Deus preparou para os que O amam, é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu" (1Cor 2,9).
Por isso oremos: "Ó Deus, que nos remistes pela morte e ressurreição do vosso Filho, concedei aos nossos irmãos e irmãs falecidos, que tendo professado o mistério da nossa ressurreição, mereçam alegrar-se na eterna felicidade".
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Sementes de fé - 31/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 29 de outubro de 2017

Sementes de Fé - 29/10/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


sábado, 28 de outubro de 2017

Sementes de fé - 28/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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