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sábado, 31 de dezembro de 2016

7º Dia na Oitava do Natal - Sábado 31/12/2016

Primeira Leitura (1Jo 2,18-21)
Leitura da Primeira Carta de São João.
18Filhinhos, esta é a última hora. Ouvistes dizer que o Anticristo virá. Com efeito, muitos anticristos já apareceram. Por isso, sabemos que chegou a última hora. 19Eles saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos, pois se fossem realmente dos nossos, teriam permanecido conosco.
Mas era necessário ficar claro que nem todos são dos nossos. 20Vós já recebestes a unção do Santo, e todos tendes conhecimento. 21Se eu vos escrevi, não é porque ignorais a verdade, mas porque a conheceis, e porque nenhuma mentira provém da verdade.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 95)
— O céu se rejubile e exulte a terra!
— O céu se rejubile e exulte a terra!
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! Cantai e bendizei seu santo nome! Dia após dia anunciai sua salvação.
— O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem e exultem as florestas e as matas.
— Na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.

Evangelho (Jo 1,1-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. 2No princípio, estava ela com Deus. 3Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. 4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.
6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.
10A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. 12Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornar filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.
14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Natal do Senhor - Celebração do nascimento de Jesus Cristo

Natal do Senhor Hoje é um dia especial, onde toda a Igreja celebra o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo
Acompanhemos o testemunho da Palavra de Deus a respeito deste acontecimento que transformou a história da humanidade:
“…José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: ‘Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor’.” (Lc 2,4-11)
Por isso hoje celebramos a eterna solidariedade do Pai das Misericórdias que, no seu plano de amor, quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Este não é um dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e de esperança, pois Deus veio habitar no meio de nós, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco, Ele nos quer solidários neste dia de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!
Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o grande aniversariante deste dia: o Menino Deus! Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os Reis Magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal. O importante, o essencial, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária deste Deus Único e Verdadeiro, que nos quer também solidários uns com os outros!
Vivamos com muita alegria este dia solidário, que o Senhor fez para nós!
Um Santo Natal para você e para a sua família!

http://santo.cancaonova.com/santo/natal-do-senhor-celebracao-do-nascimento-de-jesus-cristo/

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - Domingo 25/12/2016

Primeira Leitura (Is 52,7-10)

Leitura do Livro do Profeta Isaías:
7Como são belos, andando sobre os montes, os pés de quem anuncia e prega a paz, de quem anuncia o bem e prega a salvação, e diz a Sião: “Reina teu Deus!”
8Ouve-se a voz de teus vigias, eles levantam a voz, estão exultantes de alegria, sabem que verão com os próprios olhos o Senhor voltar a Sião.
9Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém, o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém.
10O Senhor desnudou seu santo braço aos olhos de todas as nações; todos os confins da terra hão de ver a salvação que vem do nosso Deus.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 97)

— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ porque ele fez prodígios!/ Sua mão e o seu braço forte e santo/ alcançaram-lhe a vitória.
— O Senhor fez conhecer a salvação,/ e às nações, sua justiça;/ recordou o seu amor sempre fiel/ pela casa de Israel.
— Os confins do universo contemplaram/ a salvação do nosso Deus./ Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,/ alegrai-vos e exultai!
— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa/ e da cítara suave!/ Aclamai, com os clarins e as trombetas,/ ao Senhor, o nosso Rei!

Segunda Leitura (Hb 1,1-6)
Leitura da Carta aos Hebreus:
1Muitas vezes e de muitos modos falou Deus outrora aos nossos pais, pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo.
3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles.
5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei?” Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um Filho?”
6Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 1,1-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus. 3Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito.
4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. 6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.
10A Palavra estava no mundo — e o mundo foi feito por meio dela — mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram.
12Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.
14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Preparação próxima do Natal - Sábado 24/12/2016

Primeira Leitura (2Sm 7,1-5.8b-12.14a.16)
Leitura do Segundo Livro de Samuel.
1Tendo-se o rei Davi instalado já em sua casa e tendo-lhe o Senhor dado a paz, livrando-o de todos os seus inimigos, 2ele disse ao profeta Natã: “Vê: eu resido num palácio de Cedro, e a arca de Deus está alojada numa tenda!”
3Natã respondeu ao rei: “Vai e faze tudo o que diz o teu coração, pois o Senhor está contigo”. 4Mas naquela mesma noite, a palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: 5“Vai dizer ao meu servo Davi: Assim fala o Senhor: Porventura és tu que me construirá uma casa para eu habitar? 8bFui eu que te tirei do pastoreio, do meio das ovelhas, para que fosses o chefe do meu povo, Israel. 9Estive contigo em toda a parte por onde andaste, e exterminei diante de ti todos os teus inimigos, fazendo o teu nome tão célebre quanto o dos homens mais famosos da terra.
10Vou preparar um lugar para o meu povo, Israel: eu o implantarei, de modo que possa morar lá sem jamais ser inquietado. Os homens violentos não tornarão a oprimi-lo como outrora, 11no tempo em que eu estabelecia juízes sobre o meu povo, Israel. Concedo-te uma vida tranquila, livrando-te de todos os teus inimigos.
E o Senhor te anuncia que te fará uma casa. 12Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. 14aEu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. 16Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Leitura para a Santa Missa de Natal (Cor litúrgica: branca)


Primeira Leitura (Is 9,1-6)
Leitura do Livro do Profeta Isaías:
1O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu.
2Fizeste crescer a alegria e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença, como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos.
3Pois o jugo que oprimia o povo, — a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais — tu os abateste como na jornada de Madiã.
4Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas.
5Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz.
6Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar essas coisas.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 88)
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor!
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor!
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade. Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre”. E a vossa lealdade é tão firme quanto os céus.
— Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado.
— Ele, então, me invocará: ‘Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!’ Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel.

Salmo para a Santa Missa de Natal (Cor litúrgica: branca)
Responsório (Sl 95)

— Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!/ Cantai e bendizei seu santo nome!
— Dia após dia anunciai sua salvação,/ manifestai a sua glória entre as nações,/ e entre os povos do universo seus prodígios!
— O céu se rejubile e exulte a terra,/ aplauda o mar com o que vive em suas águas;/ os campos com seus frutos rejubilem/ e exultem as florestas e as matas
— na presença do Senhor, pois ele vem,/ porque vem para julgar a terra inteira./ Governará o mundo com justiça,/ e os povos julgará com lealdade.

Leitura para a Santa Missa de Natal (Cor litúrgica: branca)
Segunda Leitura (Tt 2,11-14)

Leitura da Carta de São Paulo a Tito:
Caríssimo: 11A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. 12Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, 13aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo.
14Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Evangelho (Lc 1,67-79)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 67Zacarias, o pai de João, repleto do Espírito Santo, profetizou, dizendo: 68“Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo. 69Fez aparecer para nós uma força de salvação na casa de seu servo Davi, 70como tinha prometido desde outrora, pela boca de seus santos profetas, 71para nos salvar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam.
72Ele usou de misericórdia para com nossos pais, recordando-se de sua santa aliança 73e do juramento que fez a nosso pai Abraão, para conceder-nos, 74que, sem temor e libertos das mãos dos nossos inimigos, nós o sirvamos, 75com santidade e justiça, em sua presença, todos os nossos dias.
76E tu, Menino, serás chamado profeta do Altíssimo, pois irás adiante do Senhor para preparar-lhe os caminhos, 77anunciando ao seu povo a salvação, pelo perdão dos seus pecados. 78Graças à misericordiosa compaixão do nosso Deus, o sol que nasce do alto nos visitará, 79para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte, e dirigir nossos passos no caminho da paz”.
— Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor!

Evangelho para a Santa Missa de Natal (Cor litúrgica: branca)

Anúncio do Evangelho (Lc 2,1-14)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
1Aconteceu que, naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra.
2Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria.
3Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal.
4Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, 5para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
6Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, 7e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria.
8Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho.
9Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. 10O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo. 11Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12Isto vos servirá de sinal: Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”.
13E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da corte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: 14“Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Mensagem para o Natal de 2016

by Padre Paulo Ricardo - Christo Nihil Praeponere     

"Se conhecesses o dom de Deus…" (Jo 4, 9). É com essas palavras cheias de ternura que Jesus, dirigindo-se àquela samaritana pecadora, manifesta a todos e a cada um de nós o seu desejo ardentíssimo de que O conheçamos e amemos de todo coração. Ora, esse desejo do Senhor encontra sua plena realização no Coração Imaculado da Virgem Maria, que, mais do que qualquer outra criatura, conhece e ama entranhadamente o dom que o Pai celestial entrega hoje, envolto em panos numa pobre manjedoura, a Ela, sempre unida ao Filho, e à família humana, dispersa pelo pecado.
O Natal deste ano de 2016, com efeito, se reveste de especial alegria devido ao Ano Mariano que vimos celebrando desde meados de outubro, em comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. A Igreja nos concede, assim, a oportunidade de vivermos com mais intensidade e consciência essa presença efetiva de Maria Santíssima, que, gloriosa, reina em corpo e alma ao lado dAquele que a quis por Mãe sua, segundo a carne, e Mãe nossa, segundo a graça [1].
Por isso, a exemplo de São João, o discípulo amado que a acolheu em sua casa (cf. Jo 19, 27), recebamos a Maria em nossa vida e intimidade, aprendamos dela a amar Jesus e a honremos com piedade filial, com um culto de amor sincero e humilde gratidão, de invocação confiante e perseverante imitação, de escravidão voluntária e cotidiana devoção. Ao longo deste próximo ano, façamos da Ave-Maria e da Salve Rainha, do Angelus e do Rosário, das ladainhas e da Medalha Milagrosa nossas principais armas na luta contra o pecado e o egoísmo que parasita nossa alma.
Aprendamos também a refugiar-nos em Maria nos momentos de dor e sofrimento, pois Ela, a Estrela do Mar que nos ilumina e indicia o Caminho (cf. Jo 14, 6), não pensando e querendo senão o que Deus mesmo pensa e quer, ama todas as coisas e não odeia nada do que por Ele foi feito (cf. Sb 11, 24).
O Natal é festa de luz, e essa luz, que é o Cristo que nasce, é também a luz da que brilha no Coração maternalmente misericordioso de Maria [2], a quem devemos acudir e recorrer com tanto mais pressa e confiança quanto mais espessas forem as trevas ao nosso redor. Que a luz da fé, durante todo este Ano Mariano, nos ilumine e aqueça nosso coração, para que, pela intercessão da bem-aventurada e sempre virgem Maria, Nossa Mãe e Senhora, nos saibamos sempre amparados por Aquele que, descendo hoje dos Céus, não abandonará jamais os que adotou (cf. Mt 28, 20) [3].
Um feliz e santo Natal do Senhor!
São os votos do Padre Paulo Ricardo e de toda a equipe Christo Nihil Praeponere.

Referências

  1. Cf. Gabriel M. Roschini, La Madre de Dios según la Fe y la Teología. Trad. esp. de Eduardo Espert. 2.ª ed., Madrid: Apostolado de la Prensa, 1958, vol. 2, p. 541.
  2. Cf. Id., p. 407.
  3. Cf. Leão Magno, De Resurrectione Domini II, c. 3 (PL 54, 392A).
Fonte:


Neste Natal, acolha Jesus em seu coração!

O Natal está chegando! Jesus quer renascer em nosso coração para nos trazer a vida

Márcio Mendes, na manhã desta sexta-feira, dia 23 de dezembro de 2016, no programa ‘Sorrindo pra Vida’, orientado pela Palavra de Deus, convida-nos a prepararmos o coração para este Natal, pois Cristo quer trazer vida nova para nós.
A Palavra meditada está em Malaquias 3,20:“Mas para vós que tendes o meu temor, o sol da justiça há de nascer, trazendo o alívio em suas asas. Saireis saltando livres como bezerros do curral”

Para aqueles que temem e se achegam até o Senhor, o sol da justiça nascerá em seus corações. A presença de Jesus transforma nossa vida de tal forma, que podemos nos comparar, como diz a Palavra de Deus, saltar livres como um bezerrinho. O Senhor, ao nascer em nosso coração, faz-nos pessoas livres!
Hoje, temos grandes motivos para fazer festa, pois o sol da justiça veio até nós, trazendo a cura por meio de seus raios. Jesus, aonde chega, traz cura e alívio para toda a enfermidade. É Ele quem vem ao nosso encontro para trazer o que mais necessitamos!

A paz verdadeira desceu do céu para nós!

Um menino nos foi dado, Ele veio para nos resgatar. Se durante vários dias, neste ano, sorrimos para vida, no dia de hoje nosso sorriso precisa ser dobrado. Alegremo-nos e motivemos quem está ao nosso lado a se alegrar. Levemos palavras de ânimo para aqueles que precisam.
Não pode haver tristeza no dia em que nasceu a vida. Ninguém está excluído de viver a eternidade.  É Jesus quem vem para nos salvar de todos os pecados. Alegre-se o pecador, porque o perdão nos é oferecido.
A salvação chegou para nós! O demônio foi vencido, pois Jesus assumiu sobre si nossa natureza pecadora. De muitas nações e povos divididos, Deus fez uma nova nação, uma nova Jerusalém. Em Jesus somos um só povo, por isso, os Anjos cantam ‘Glória a Deus nas alturas’.

Em sua misericórdia, Deus se compadece de nós.

Se Jesus veio nos dar uma vida nova, por que ficarmos apegados à vida velha? Como acolher Jesus em nosso coração? Pelo perdão que recebemos e damos! Se quisermos nos aproximar de Deus, perdoemos.
Por Jesus, nossa vida pode ser renovada neste instante. Comece renunciando as obras da carne e tomando posse da vida nova que Ele nos dá.
A força de Deus está conosco e uma vida nova está em nosso coração. O poder do Espírito Santo nos faz abraçar os dons que Ele nos deu. O Senhor nos presenteia com uma vida nova.
Não expulsemos com más ações o amor de Deus em nós. Hoje, rompeu-se o jugo do demônio com o sangue de Cristo, não por Sua morte, mas por Seu nascimento. Ao nascer, Jesus nos libertou e nos salvou.
Márcio MendesMissionário da Comunidade Canção Nova
 Transcrição e adaptação: Ariele Silva


Fonte: http://clube.cancaonova.com/sorrindo-para-a-vida/neste-natal-acolha-jesus-em-seu-coracao/

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

NOVENA DO MENINO JESUS - Novena de Natal



Começa no dia 16 de dezembro

1. Eterno Pai, eu vos ofereço para vossa honra e glória e para minha salvação os sofrimentos da Santíssima Virgem e de S. José na longa e penosa jornada de Nazaré a Belém; e a angústia de seus corações por não acharem onde hospedar-se, quando se aproximava o nascimento do Redentor do mundo.
Glória ao Pai.

2. Eterno Pai, eu vos ofereço para vossa honra e glória e minha salvação, o presépio em que Jesus Cristo nasceu, as palhinhas que lhe serviram de berço, o frio que sofreu, as mantilhas em que foi envolvido, as lágrimas que derramou e os seus ternos gemidos.
Glória ao Pai.

3. Eterno Pai, eu vos ofereço para vossa honra e glória e para minha salvação a humildade, mortificação, paciência, caridade e todas as virtudes de Jesus Menino, e vos agradeço, amo e bendigo constantemente por este inefável mistério da encarnação do Verbo Divino.
Glória ao Pai.

V. O Verbo se fez homem;
R. E habitou no meio de nós.

Oremos
Deus, cujo Filho Unigênito, veio ao mundo na substância da nossa humanidade; concedei-nos, nós vo-lo suplicamos, a graça de merecermos ser reformados internamente, por Aquele que vimos semelhante a nós na sua aparência exterior. O qual vive e reina convosco por todos os séculos dos séculos. Amém.

7 anos de ind. cada vez; plenária, no fim da novena.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Cuidado com o uso indevido da Palavra de Deus

Muitas vezes, usamos o nome do Senhor, interpretando inadequadamente a Palavra de Deus a nosso favor

Muitas vezes, adaptamos a Palavra de Deus a nosso favor, mas Ele não tem dois pesos e duas medidas. Quando falamos d’Ele com o coração distante, é porque falta coerência religiosa; é preciso viver de acordo com o que se crê. Outros podem tirar proveito da imagem de Jesus, seja na política, nos negócios ou na busca de status para seu bel prazer. O Senhor condenou a tradição vazia dos fariseus: “Alguns fariseus e escribas vindos de Jerusalém dirigiram-se a Jesus perguntando: ‘Por que os teus discípulos desobedecem à tradição dos antigos? Eles não lavam as mãos quando vão comer!’ Ele respondeu-lhes: ‘E vós, por que desobedeceis aos mandamentos de Deus em nome de vossa tradição?’”.

Será que também não fazemos o mesmo? Jesus esclarece que não é comer carne de porco ou deixar de lavar as mãos que faz de alguém impuro, mas “o que sai do coração”, isto é, o pecado. Toda regra criada pelo homem anula a de Deus, se ela não estiver de acordo com a vontade d’Ele. Muitas vezes, usamos de subterfúgios para fazer o que queremos e, de certa forma, “usamos Deus”, interpretando inadequadamente a Sua Palavra a nosso favor. São Paulo também afirma que “procuramos convencer as pessoas, sendo sempre transparentes para Deus. “Espero que sejamos transparentes também para as vossas consciências” (2Cor 5,11).Fazemos as obras de Deus quando estamos unidos a Ele, e isso nos faz uma nova pessoa. Coração e mente são, então, recriados, totalmente transformados; a descrença é substituída pela fé.Seu irmão,Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII

Fonte: http://eto.cancaonova.com/mensagem-do-dia/cuidado-com-o-uso-indevido-da-palavra-de-deus/

Tenha um diário espiritual


O diário espiritual não deixa que as palavras que Deus nos deu se percam

É bom cultivar o costume de ter um “diário espiritual”. Basta que seja um bloco, um caderninho, fácil de levar na bolsa. Leve-o sempre consigo, para que, quando o Senhor lhe falar, você possa anotar no seu livrinho.É meu costume levar o meu “diário espiritual” para onde eu for. Em casa, no meu escritório, nas minhas viagens. Isto é sabedoria!Ao ler a vida de todos os santos, vemos que eles anotavam as suas experiências com o Senhor. Santo Inácio indicava este caminho para os seus.
Quando o Senhor lhe falar, quer seja por uma profecia ou uma palavra inspirada, anote, não perca nada. Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com/mensagem-do-dia/tenha-um-diario-espiritual/

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Santa Cecília, exemplo de mulher cristã

Santa CecíliaSanta Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V
Hoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas.
No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão.
Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.
Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça.
Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.
Santa Cecília, rogai por nós!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Dicas que ajudam no processo de cura interior

Cura interior, o processo de reorganizar a casa do coração

Tudo aquilo que está em nosso meio pode dizer muito de como está o nosso coração.
Também somos responsáveis pelo ambiente que nos cerca. Existe um clima que é somatória dos aspectos emocionais, compostos de bons sentimentos e tensões, e dos aspectos materiais, ou seja, a disposição dos objetos e impressão visual destes. As coisas que possuímos ou utilizamos ficam impregnadas com a nossa marca, são como nossa extensão. Por exemplo: É fácil o acesso à pesquisa em que encontramos resultados que ligam a cor do automóvel com o temperamento do proprietário, a estampa da roupa com o ânimo no dia de quem a veste.



Não como via de regra, mas quando observamos alguém com um desleixo com seus pertences e com sua apresentação e asseio, pode ser um indicativo de que esse indivíduo está deixando de acreditar em si e de gostar de si mesmo. Um dos sintomas da depressão é a pessoa não reagir e não se importar muito com nada que a circunda.

Organize o seu interior

A via inversa também pode ser um meio de começar a organizar o interior. Se estamos desanimados, se chegamos à conclusão de que necessitamos de uma cura interior, a partir de cuidados com coisas que utilizamos e deixam um ambiente mais agradável, podemos iniciar esse processo de reorganizar a casa do coração.

Arrumar a cama, pintá-la, desfazer-se de roupas que não mais usamos, tirar papéis velhos da gaveta, criar a coragem de jogar fora fotos de relacionamentos passados e que não nos fizeram bem, desentulhar as coisas que estão naquele cômodo dos fundos, e claro, o cuidado com si mesmo são o pontapé inicial para muitas mudanças no todo da vida e um gesto concreto e material de renunciar aos desacertos. Há muitas coisas guardadas em nossas casas, no escritório, na garagem, que correspondem a tralhas antigas no coração. Algumas têm ligação direta, são lembrancinhas para um saudosismo, mas outras coisas significarão somente a vontade de uma vida nova, de mudança.

Leia mais:
:: O perdão não nasce do nosso sentimento
:: Encontrar motivos para seguir adiante em meio a dor
:: É possível perdoar?
.: Tenho autoestima baixa. E agora?

Pare e pense

Faça hoje sua reflexão. O que tenho comigo que não me faz crescer?Ainda que num primeiro momento tenhamos que fazer um grande esforço para começarmos a faxina da alma (pois somos apegados até mesmo aos males sofridos), o resultado será compensador. Quando nos dermos conta, até mesmo sensações, feridas e autoestima podem melhorar muito.

Com toda certeza, não é modificando o exterior que preencheremos de sentido a nossa alma.

Boa faxina!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Quem não sabe perder perde sempre

É preciso saber perder

Nem sempre as coisas são como queremos e idealizamos, e é bom que isso seja assim, pois nem sempre o que queremos é o melhor para nós. Toda existência humana é marcada pela “condição de contradição”, ou seja, pela fraqueza, pelo pecado e, consequentemente, pela queda. Perder faz parte da vida, e aceitar a própria condição limitada é sinal de sabedoria. É horrível conviver com alguém que crê ser absoluto e que acredita que todos têm o dever de satisfazer suas vontades.



Humildade, o segredo para aprender a perder

Há muitos pais que estragam seus filhos, porque não lhes ensinam que o ‘“não’” também faz crescer, e que a queda pode também ensinar. E há filhos que não aprendem em casa que na vida a gente também perde, e que precisamos aprender a lidar com nossos fracassos. Há muitos que não suportam os fracassos próprios da vida, porque foram educados somente para ganhar. Para superar as quedas impostas pela vida, precisamos ter a humildade de saber perder.

As pessoas não são obrigadas a ser e a fazer o que queremos. Elas não são obrigadas a corresponder às nossas expectativas. A maturidade se expressa quando o coração consegue deixar livre um outro coração, que não quis lhe pertencer nem corresponder aos seus desejos.

O ser “contrariado” é uma experiência que nos faz mais fortes, pois assim compreendemos que nossa maneira de pensar não é a única nem a melhor, e que não estamos sempre certos. Precisamos saber perder e sair de cena quando erramos e não estamos com a razão.

Insuportável e arrogante

Perfeição cristã não significa ausência de erro, mas sim capacidade de perdoar e recomeçar sempre. Não temos a obrigação de acertar sempre, mas sim o dever de aprender com nossos erros. Quem não sabe perder, perde sempre, pois acaba sendo humilhado pelo fato de não aceitar a própria fraqueza; querendo, assim, ser o que não é, e fazer o que ainda não é capaz.

Quem não sabe perder, busca sempre levar vantagem sobre tudo e todos, tornando-se alguém insuportável e arrogante.

Leia mais:
::  É preciso saber perder
:: Como lidar com as perdas da vida?
:: Como lidar com a decepção?
:: É possível superar

A humildade é escola da virtude, e grandeza é aceitar com ternura aquilo que se é.

A vida não diz sempre ‘sim’, e a alma se torna grande quando é capaz de sorrir também no ‘não’. Aceitar que nem todos nos amam, que não somos bons em tudo e que nem sempre somos os melhores são expressões de um coração que compreendeu verdadeiramente o que significa “viver bem”. A derrota é sempre uma possibilidade de recomeço e crescimento para quem sabe bem aproveitá-la. Que este não seja para nós motivo de paralisia, mas um trampolim a nos lançar nos braços da vitória.

Deus abençoe!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dez dicas para viver bem o noivado

É possível trilhar um caminho maduro em preparação para o noivado

Há um bom tempo, Renata e eu escrevemos dois textos sobre nossa história para o site Destrave. Conhecemo-nos e fizemos o caminho de namoro, namoramos e agora estamos noivos, perto de nos casar!

Diante de tudo o que estamos vivendo, queremos partilhar com os solteiros, namorados e noivos sobre a época do noivado. A nossa intenção não é esgotar o assunto, mas fornecer algumas dicas de como aproveitar bem essa época com base nas experiências vividas e nas palavras do Papa.



Vamos lá, direto para as dicas!

1 – Busque a bênção de Deus. Quando estávamos namorando, descobrimos que havia um rito de bênção próprio para o noivado. Nós podemos dizer, com toda certeza, que esse momento é único, especial. Portanto, não podemos deixar essa graça passar quando chegar a hora.

2 – Deus provê, Deus proverá. Sem dúvida, surgirão muitas situações difíceis. Porém, Jesus nos ensinou a oração do Pai-Nosso que contempla: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Acredite: um Pai sempre olha para as necessidades de seus filhos, assim como a Mãe que, ao ver faltar vinho nas bodas de Caná, pediu a intervenção de Jesus. Deus providencia com generosidade! Somos testemunhas disso nas diversas situações!

Leia também:
:: A maturidade exigida no noivado
:: Vou me casar! O que fazer?
:: Escrevi uma carta para Nossa Senhora encontrar minha namorada
:: Namoro e o noivado são passos em preparação para o casamento

3 – Aprofundar-se na realidade do casamento: como é a vida de casado? Que atitudes eu, esposo/esposa, devo ter nesse novo contexto? O que esperar do outro? Qual tipo de vida em comum está sendo projetada? Antes de casar, discutam quais acordos devem ser feitos para viver bem o dia a dia no matrimônio.

4 – Aprofundar-se no conhecimento de si e do outro. Conversem sobre tudo: sonhos e frustrações, caminhada espiritual, família, realização profissional, sexo, morte. É também no diálogo que aprendemos mais sobre nós mesmos.

5 – Acompanhamento. É de grande auxílio que o casal seja acompanhado por pessoas mais experientes e aptas com a vivência da fé. Isso colabora para o amadurecimento em todas as áreas da vida e na preparação para a construção da futura família.

6 – Abraçar uma vida de sacrifício. O rapaz e a moça devem aproveitar as pequenas oportunidades que surgem para renunciar a sua vontade a favor do parceiro. Fazendo nas coisas pequenas, será mais fácil também nas coisas maiores.

7 – O sacramento do matrimônio é o principal. Papa Francisco nos ensina: “É bom que o matrimônio de vocês seja sóbrio e faça sobressair o que é realmente importante. Alguns estão mais preocupados com os sinais exteriores, com banquete, fotografias, roupas e flores. São coisas importantes em uma festa, mas somente se forem capazes de apontar o verdadeiro motivo da alegria de vocês: a bênção do Senhor sobre o amor do casal.” O Pontífice também disse: “Não vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da aparência”.

8 – Praticar a receita “com licença, desculpe, obrigado”. O Santo Padre nos ensina: “Posso?”. É um pedido gentil para poder entrar na vida de outra pessoa com respeito e atenção. “Obrigado”. No relacionamento de vocês, e amanhã na vida conjugal, o agradecimento é importante para manter viva a consciência de que a outra pessoa é um dom de Deus, e dar graças sempre (…). “Desculpe”. Na vida, nós cometemos tantos erros, tantos enganos! Todos nós. Talvez, haja um dia em que nós não façamos algo errado. Eis, então, a necessidade de usar essa simples palavra: “desculpe-me”.

9 – Perseverar na busca pelas virtudes. Entre as virtudes, destacamos principalmente a castidade, a qual, segundo o Papa Francisco, “resulta ser condição preciosa para o crescimento genuíno do amor interpessoal”. A castidade nos orienta a amar de forma pura. É bom fugir das ocasiões que podem levar ao pecado, pois a carne é fraca. Somente com a graça de Deus é possível viver a castidade. Por isso, a oração, a Palavra, o jejum, o terço e a Eucaristia não podem faltar na vida do casal.

10 – Conselho do Santo Padre. Quando se casarem (e nós acrescentamos, antes e depois também), rezem juntos “um pelo outro, pedindo ajuda a Deus para serem fiéis e generosos, perguntando a Ele o que espera, inclusive, consagrando o amor de vocês diante de uma imagem de Maria”.

Esperamos que tudo o que foi dito seja de boa valia. São tantas coisas boas a serem escritas! Desejamos, do fundo do coração, que o seu relacionamento seja fundado na rocha, que é Cristo. Aos solteiros vocacionados ao matrimônio, vale a pena esperar pelo grande tesouro que há de vir.

Deus abençoe! Santa Teresinha e seus pais, São Luís e Santa Zélia, rogai por nós!

Thiago Thomaz Puccini e Renata Sayuri Habiro

Jubileu: fechadas as Portas Santas nas igrejas catedrais do mundo

Conclusão do Jubileu será no próximo domingo


Da redação CN, com Rádio Vaticano

Enquanto avançamos para a conclusão do Jubileu da Misericórdia, com o fechamento da Porta Santa na Basílica de São Pedro no próximo domingo, 20, foram fechadas neste domingo, 13, as Portas Santas em todas as catedrais do mundo. Entre elas, a Porta Santa de Bangui, na África Central, a primeira a ser aberta pelo Papa Francisco, em novembro do ano passado, e as das Basílicas romanas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo fora dos Muros.

A Porta Santa de Bangui foi a primeira a ser aberta em novembro do ano passado pelo Papa Francisco, que, apesar do encerramento oficial – como sublinhou o Arcebispo da cidade e Presidente da Conferência Episcopal local, Dom Dieudonné Nzapalainga – na catedral permanecerá aberta a “significar que todos os dias é o tempo de misericórdia”.

“Que o fruto deste Ano Santo seja o fim da guerra e a justiça para todas as vítimas do conflito, em particular para os deslocados”, acrescentou no seu apelo pela paz na África Central o arcebispo, que no sábado será acompanhado pelo “imã de Bangui e pelo líder dos evangélicos ao Vaticano, onde vai receber o chapéu cardinalício das mãos do Papa Francisco.



São João de Latrão, em Roma. Vallini: a misericórdia não é fraqueza

Fechada também a Porta Santa de São João de Latrão, em Roma Santa, com uma celebração presidida pelo Cardeal Vigário Agostino Vallini. “O destino final do mundo não está nas mãos dos homens, mas na misericórdia de Deus”: este, de acordo com o cardeal, o ensinamento do Jubileu da Misericórdia, “tempo favorável” para a Igreja, que tornou mais forte e mais eficaz o nosso testemunho de fiéis.

“A Misericórdia não é um sinal de fraqueza – acrescentou o cardeal – pelo contrário, de força, magnanimidade e irradiação poderosa da onipotência amorosa do Pai”. Em seguida, a recordação do convite do Papa a viver mais conscientemente as parábolas da misericórdia: a da ovelha perdida, a da moeda perdida e do pai misericordioso.

Sobre essa última, em particular, se deteve o Cardeal Vallini: “Assim o Senhor nos trata: Ele não nós mortifica, mas nos acolhe e se alegra com o nosso retorno”. Enfim, outra característica distintiva da misericórdia, fruto do Ano Santo: cuidar dos pobres. “A única verdadeira realização da vida é dar amor e viver segundo justiça os nossos relacionamentos humanos”.

Santa Maria Maior, em Roma. Abril y Castello: nossa guia à santidade é Maria

Sobre o amor e a fraternidade, se concentraram as palavras do Cardeal Santos Abril y Castello que presidiu a celebração de Santa Maria Maior, em Roma. “A Porta Santa simboliza Jesus, que se apresentou com este título,”Eu sou a porta das ovelhas”, disse, e agora quando estamos no fim do Ano Santo da Misericórdia “Jesus nos examina sobre o nosso amor a Deus e aos irmãos”.

Neste caminho rumo à santidade, continuou o cardeal, “precisamos de um guia, ou seja, da mão materna de Maria”, aquela que indica o caminho para Cristo. Enfim, o cardeal recordou as palavras pronunciadas pelo Papa Francisco em 1º de janeiro, quando abriu a Porta Santa de Santa Maria Maior: “Qualquer um que passe por esta porta – disse o Papa – pode partir desta Basílica com a certeza de que terá a seu lado a companhia de Maria”.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

domingo, 9 de outubro de 2016

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Nossa Senhora do Rosário

Nossa Senhora do Rosário
Meditemos os Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus
Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.
A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.
A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.
Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: “Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério”.
Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

PACIÊNCIA: QUEM TEM A CULPA DA IMPACIÊNCIA?

Se alguém nos perguntasse agora mesmo: – “Por que você fica impaciente?”, logo apontaríamos o culpado: – “Tal contrariedade mais ou menos frequente, mais ou menos constante”, “o caráter de tal pessoa”… O culpado, o agente provocador, é sempre a pessoa ou a situação que azucrina e faz sofrer.
Caso pensemos assim – com esta simplificação tão cândida –, será bom que observemos um fenômeno: nem todo o mundo fica impaciente diante das mesmas coisas ou o mesmo tipo de pessoas. Há, portanto, “algo” dentro de nós que nos faz receber “determinadas” contrariedades – muitas ou poucas – de um modo negativo, que desemboca na impaciência. O que é esse “algo”? Se conseguirmos enxergá-lo, teremos aberto um bom caminho para diagnosticar as causas da impaciência e para ver os remédios que conduzem à mais saudável paciência.
Pensemos, além disso, que – tal como acontece com a preguiça –, afora os casos raros de infecção generalizada (como a “preguiça integral” e a “impaciência permanente”), o defeito da impaciência costuma ser “especializado”. Cada um de nós tem as “suas” impaciências particulares, mexe-se dentro do campo da sua especialização.
Pode ser que pertençamos, por exemplo, à turma daqueles “especialistas” que não têm paciência para escutar o próximo, sobretudo o mais próximo (marido, mulher, filhos). Sempre me recordarei de um bispo velhinho, a quem – por razões de trabalho – visitava faz muitos anos com certa frequência. Como muitos anciãos, gostava de recordar coisas passadas, e eu – por respeito e inibição, pois era muito jovem – ficava a ouvi-lo, de modo que praticamente nunca abria a boca: limitava-me a deixá-lo falar e aquiescer. Passado algum tempo, soube com espanto que ele comentou com um meu colega que eu “tinha uma conversa muito agradável”! Senti vergonha, e aprendi uma lição.
Para mencionar outro exemplo: não pertenceremos por acaso à turma especializada dos que jamais admitem interrupções? Estão “na deles” e dali não saem. Por mais que um filho, ou a esposa ou qualquer outra pessoa precise da sua atenção, da sua palavra ou da sua ajuda, o “homem-intrinsecamente-ocupado-em-suas-coisas-muito-importantes” vai limitar-se a “responder” fulminando-os com um olhar de poucos amigos, unido a um ronco gutural ininteligível, mas perfeitamente interpretável.
E, ainda, não pertenceremos talvez àquele outro rol de pós-graduados, conhecido como “a turma dos impacientes mascarados”? – “Sou muito paciente, dizem esses tais. Não brigo nunca!” Mas sempre, sistematicamente, fogem, lisos como uma cobra d’água, de enfrentar questões difíceis e aborrecidas (uma conversa a fundo com o filho, muito necessária), de aceitar compromissos  ou de assumir responsabilidades. A razão disso não está nem na falta de tempo nem na falta de habilidade, mas no fato puro e simples de que “não querem saber”, “não querem ter trabalho”, ou seja, não querem sofrer.
Pois bem, está na hora de lembrar que a virtude da paciência é “a arte de sofrer”, e que a paciência cristã é “a arte de sofrer com fé, esperança e amor”. Entende, por isso,  por que a aparente paciência de quem se esquiva de enfrentar os sacrifícios da vida, na realidade é a mais envenenada “antipaciência”? Porque fugir das dificuldades é muito cômodo, mas não é virtude nenhuma, é antivirtude, é uma lamentável falta de generosidade para aceitar com responsabilidade – e com espírito de fé, com confiança na ajuda de Deus e com compreensão − os sacrifícios e os sofrimentos que Deus nos pede abraçar.
Adaptação de um trecho do livro de F. Faus A paciência, 3a edição, Quadrante 2015

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Santa Maria Faustina Kowalska, apóstola da Divina Misericórdia

Tomou o nome de Maria Faustina, ao qual ela acrescentou “do Santíssimo Sacramento”, tendo em vista seu grande amor a Jesus presente no Sacrário
A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira de dez filhos de um casal pobre. Por isso, após dois anos de estudos, teve de aplicar-se ao trabalho para ajudar a família.
Com dezoito anos, a jovem Faustina disse à sua mãe que desejava ser religiosa, mas os pais disseram-lhe que nem pensasse nisso. A partir disso, deixou-se arrastar para diversões mundanas até que, numa tarde de 1924, teve uma visão de Jesus Cristo flagelado que lhe dizia: “Até quando te aguentarei? Até quando me serás infiel?”
Faustina partiu então para Varsóvia e ingressou no Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia no dia 1 de agosto de 1925. No convento tomou o nome de Maria Faustina, ao qual ela acrescentou “do Santíssimo Sacramento”, tendo em vista seu grande amor a Jesus presente no Sacrário. Trabalhou em diversas casas da congregação. Amante do sacrifício, sempre obediente às suas superioras, trabalhou na cozinha, no quintal, na portaria. Sempre alegre, serena, humilde, submissa à vontade de Deus.
Santa Faustina teve muitas experiências místicas onde Jesus, através de suas aparições, foi recordando à humilde religiosa o grande mistério da Misericórdia Divina. Um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.
Santa Faustina sofreu muito por causa da tuberculose que a atacou. Os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938 sussurrou à irmã enfermeira: “Hoje o Senhor me receberá”. E assim aconteceu.
Beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, Santa Faustina, a “Apóstola da Divina Misericórdia”, foi canonizada pelo mesmo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.
Santa Faustina, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/santa-maria-faustina-kowalska-apostola-da-divina-misericordia/

terça-feira, 4 de outubro de 2016

São Francisco de Assis, o santo que desposou a pobreza

São Francisco de AssisNeste dia, fazemos memória a São Francisco de Assis, o mais santo dos italianos, que renunciou toda a riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”
Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.
Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.
Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.
Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!

domingo, 2 de outubro de 2016

27º Domingo do Tempo Comum - 02/10/2016

Anúncio do Evangelho (Lc 17,5-10)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 5os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!”
6O Senhor respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria.
7Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’
8Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso tu poderás comer e beber?’ 9Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado?
10Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor

Santos Anjos da Guarda

Encontramos testemunhos que nos motivam a confiarmos nos Santos Anjos protetores de cada um de nós
Neste dia em que fazemos memória do nosso protetor, a Igreja termina assim o hino e oração da manhã: “Salvai por vosso filho a nós, no amor; ungidos sejamos pelos anjos; por Deus trino, protegidos!”
A palavra anjo significa, “enviado, mensageiro divino”, muitas vezes encontramos as manifestações dos anjos como missionários de Deus, e por isso, com clareza lemos no salmo 91: “Pois Ele encarregará seus anjos de guardar-te em todos os teus caminhos”.
Quando nos deparamos com a Anunciação e outros Mistérios da vida de Jesus, conseguimos perceber que este salmo profetiza a presença dos anjos na vida do Senhor. Ora, Cristo é o primogênito de todas as criaturas, nosso irmão e modelo. Se portanto sua humanidade, apesar de unida com a Divindade, era continuamente protegida por anjos, logo quanto mais devemos ser nós, seus membros tão frágeis. Tanto o Pai quer isto que revelou a Jesus: “Guardai-vos de desprezar algum desses pequeninos, pois eu vos digo, nos céus os seus anjos se mantêm sem cessar na presença do meu Pai que está nos céus.” (Mt 18,10)
Nos Atos dos Apóstolos e nos escritos de São Bernardo, Santo Tomás de Aquino e outros Doutores da Igreja, encontramos testemunhos que nos motivam a confiarmos nos Santos Anjos protetores de cada um, pois atesta a Sagrada Escritura: “Não são todos (os anjos) eles espíritos cumpridores de funções e enviados a serviço, em proveito daqueles que devem receber a salvação como herança?” (Hb 1,14)
Na Inglaterra desde o ano 800 acontecia uma festa dedicada aos Anjos da Guarda e a partir do ano 1111 surgiu uma linda oração (apresentada a seguir). Da Inglaterra esta festa se estendeu de maneira universal depois do ano 1608 por iniciativa do Sumo Pontífice da época. Aprendamos e rezemos esta quase milenar prece: “Anjo do Senhor – que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião – guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém.”
Santos Anjos da Guarda, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/santos-anjos-da-guarda/

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