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terça-feira, 21 de julho de 2015

Causa e Consequência

Olá leitores!
Vivemos num mundo de frustrações e arrependimentos. Isso ocorre por ações de impulso e muitas vezes também por falsas ilusões sobre certo e errado. Existem duas palavrinhas mágicas que sempre nos acompanham e é muito difícil de diferenciá-las no nosso dia a dia. Compreendê-las, nos ajudará a viver e a entender melhor as coisas da vida: a causa é a consequência.
A causa e consequencia são complicadas pelo fato q simplesmente as invertemos, ou seja, quando deveríamos viver e praticar a causa para obter a consequencia, atropelamos ela e tentamos viver a consequência desejada. Isso acarreta um problema, onde essa prática gera outra consequência, a desilusão e arrependimento. Vamos ver por outro ângulo? Sabemos que vivemos numa sociedade do imediatismo, do prazer do hoje. Essa pressa é a culpada da "causa" ser esquecida e atropelada. Uma busca pelo prazer imediato nos trará bases não tão sólidas e, um dia, cedo ou mais tarde, nos deparamos no nosso castelo de alegria fantasiosa, que não passava de um castelinho de cartas que se desfaz com um sopro. 
Você que é católico deve estar se perguntando: "o que isso tem haver com religião?" . Tudo! O cristão deve sempre colocar na sua vida Deus como causa e todos seu ensinamentos! O catecismo nos mostra que Deus nos criou por livre e desinteressado amor. Com isso vemos que a causa (o Amor de Deus) gerou a consequência (nós, criatura de sua imagem e semelhança), e depois disso Ele pode dizer: "É bom". Não houve arrependimento ao usar o amor, ensinamento chave de Deus para a humanidade, causa perfeita pra tudo. Lembram das passagens sobre o que se plantava e depois era colhido? São muitas passagens relacionadas com plantas e colheitas. Vamos usar essa ideia.
Como base observemos um relacionamento, seja de amizade, "ficantes", namorados, noivos, família, trabalho, etc. Quando colocamos nosso objetivo a alegria, o divertimento como causa, que apesar de ser algo aos olhos humanos bom, o relacionamento fracassa. "Como assim?" "Devemos ser tristes?", Não! É saber que isso deve ser consequência, a necessidade de sempre meditar: isso, que eu quero viver com o outro, como deve ser feito para que seja sólido? Se a causa for divertimento, seria como se o relacionamento fosse uma semente que pelos dois é cultivada, e ele fosse vivido pela pressa em arrancar as folhas da planta que cresce para se sentir seu gosto, mas isso enfraquece a planta, deixando-a feia e sem graça, o relacionamento acaba e ela morre. No relacionamento que a pessoa busca coisas para si, como atenção, carinho, prazeres, experiências, etc, deixará a planta, o relacionamento, morrer, por falta se cuidado, porque se vive nele como mero parasita. Mesmo que fosse não entristeça ou se desiluda com esses términos, você começa a obter o mau abito de não saber se relacionar de forma saudável. Uma planta, um relacionamento, assim, dificilmente chegará a sua última fase que é os dos frutos, a hora da colheita que Deus está preparando. Ali sim se obterá o carinho, a atenção, a diversão dos envolvidos, tudo de forma gratuita e natural. 
Se usássemos o livre e desinteressado amor, respeito, carinho, paciência, perdão para com a outra pessoa como a causa do relacionamento, os frutos da consequência serão bons e cada vez melhores. Não devemos colocar porquês para fazer o bem. Se buscarmos sempre seguir os ensinamentos de Cristo e trazer o bem de forma desinteressada obteremos os frutos de Deus no nosso dia a dia como consequência é não iremos nos frustrar, mesmo que a consequência não seja a esperada, você saberá que ela foi a melhor. Agora como atividade, reflita seus relacionamentos, suas obrigações e reveja em que você está atropelando a causa, para que viva melhor em Cristo.
Paz e bem!

João Paulo Radd
Administrador do blog



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