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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Celebrar a Páscoa é deixar-se iluminar por Jesus

A escuridão da noite é vencida pelo fogo novo

Imagem de DestaqueSomos uma imensa nação constituída pela fé em Jesus Cristo morto e ressuscitado, homens e mulheres espalhados por todo o mundo, convocados a testemunhar a presença salvadora d'Ele a todos, certos de que este anúncio é portador de vida e de esperança. Nos anos de Sua vida pública, o Senhor Jesus semeou essa esperança nos muitos encontros com as pessoas, como sinal da Sua vitória sobre o pecado e a morte. Ninguém passou em vão ao Seu lado! Aos Seus discípulos, mesmo quando tinham a visão obscurecida, o Senhor anunciou-lhes o Seu mistério de Morte e Ressurreição. E Sua palavra se cumpriu: Jesus Cristo ressuscitou, como havia dito! 

No correr dos séculos, este anúncio chega às sucessivas gerações por meio do testemunho. A averiguação científica, no sentido frio que a caracteriza, não é suficiente para crer. Trata-se de uma moção da liberdade, que traz consigo o risco, no qual a pessoa aposta, antes de tudo, na honestidade e na seriedade de quem diz "Jesus ressuscitou!". É uma experiência semelhante ao acreditar no amor dos outros. Pode-se fazer mil observações, mas o passo decisivo será dado pela liberdade de quem se arrisca. Quem diz "eu creio" torna-se, por sua vez, anunciador da mesma verdade. E o resultado é que, até o dia da volta do Senhor, no fim dos tempos, a mesma força transformadora da Ressurreição de Cristo se atualiza e produz seus frutos. 

Queremos celebrar a Páscoa de Jesus Cristo mais uma vez. Nas últimas semanas, a Igreja propôs um caminho de conversão que, de certa maneira, antecipou o que se quer viver na Páscoa. É uma vida nova, na superação do pecado e da maldade. Quem se reconhece frágil e pecador, diante do Senhor Jesus Cristo, não teme aproximar-se do trono da graça, mas experimenta o acolhimento da misericórdia e do perdão. Páscoa é a alegria da conversão a Jesus Cristo! 

Celebrar a Páscoa é deixar-se iluminar por Jesus. Na Vigília Pascal, o Rito da Luz expressa tal disposição. A escuridão da noite é vencida pelo fogo novo, sinal do Ressuscitado: "Eis a luz de Cristo!". Graças a Deus, porque a esperança se acende no coração de todos os homens e mulheres. "Esta noite lava todo crime, liberta o pecador dos seus grilhões; dissipa o ódio e dobra os poderosos, enche de luz e paz os corações. Na graça desta noite, o vosso povo acende um sacrifício de louvor; acolhei, ó Pai Santo, o fogo novo: não perde, ao dividir-se, o seu fulgor". Assim proclama a Igreja na Páscoa. 

Celebrar a Páscoa é fazer memória aos feitos de Deus. Por isso, as celebrações pascais são abundantes na proclamação da Palavra do Senhor. É costume passar algumas hora em oração - vigília - de sábado para domingo, na Páscoa, ouvindo os passos principais da história da salvação. Atualizam-se palavras que iluminavam as celebrações pascais no Antigo Testamento: "Quando vossos filhos vos perguntarem: ‘Que significa este rito?’ respondereis: ‘É o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou ao lado das casas dos israelitas no Egito, quando feriu os egípcios e salvou as nossas casas’” (Ex 12, 26-27). "Quando amanhã teu filho te perguntar: ‘Que significam estes mandamentos, estas leis e estes decretos que o Senhor nosso Deus vos prescreveu?’, então lhe responderás: ‘Nós éramos escravos do Faraó no Egito, e o Senhor nos tirou de lá com mão poderosa. O Senhor fez à nossa vista grandes sinais e prodígios terríveis contra o Egito, contra o Faraó e contra toda a sua casa. Ele nos tirou de lá para nos conduzir à terra que havia jurado dar a nossos pais. O Senhor mandou que cumpríssemos todas essas leis e temêssemos o Senhor nosso Deus, para que fôssemos sempre felizes, e ele nos conservasse vivos, como o fez até hoje. Seremos justos se guardarmos estes mandamentos e os observarmos diante do Senhor nosso Deus, como ele nos ordenou’" (Dt 6, 20-25). Páscoa é memória cheia de gratidão! 

Celebrar a Páscoa é renovar a graça do Batismo. A liturgia da Igreja é feita para louvar a Deus e santificar os fiéis. Todo o caminho quaresmal percorrido pelos cristãos os conduz à noite pascal, quando, acompanhando os que nela são batizados, todos renunciam ao pecado e ao demônio e professam a fé: 'Creio em Deus, Pai e Filho e Espírito Santo! Creio na Igreja, na Ressurreição da Carne, na Remissão dos pecados, na vida eterna!' Velas acesas no Círio Pascal expressem a mesma vida recebida no dia do batismo. Depois, a mesma água, sinal da vida no batismo, é aspergida sobre o povo de Deus reunido: "Banhados em Cristo, somos uma nova criatura. As coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo. Aleluia" (Canto da Liturgia Pascal). 

Celebrar a Páscoa é participar da Ceia do Senhor, onde o verdadeiro Cordeiro Pascal, Nosso Senhor Jesus Cristo, é dado em alimento na Santa Eucaristia. Páscoa é comunhão pascal, vivida de forma profunda e participada, deixando para trás os ressentimentos, ódios e rancores, abrindo-se para que as marcas do pecado sejam superadas. 

Celebrar a Páscoa é viver de forma diferente: "Pelo batismo fomos sepultados com ele na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova. Pois, se fomos, de certo modo, identificados a ele por uma morte semelhante à sua, seremos semelhantes a ele também pela ressurreição. Sabemos que o nosso homem velho foi crucificado com Cristo, para que seja destruído o corpo sujeito ao pecado, de maneira a não mais servirmos ao pecado. Pois aquele que morreu está livre do pecado. E, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele. Sabemos que Cristo, ressuscitado dos mortos, não morre mais. A morte não tem mais poder sobre ele. Pois aquele que morreu, morreu para o pecado, uma vez por todas, e aquele que vive, vive para Deus. Assim, vós também, considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, no Cristo Jesus" (Rm 6, 4-10). A palavra de São Paulo é um roteiro precioso para viver a Páscoa! Celebremos, pois, a festa, com os pães ázimos da sinceridade e da verdade! (Cf. 1Cor 5,8) 

Nossos votos de Páscoa cheguem a todos os irmãos e irmãs, com o convite de nos tornarmos sinais de vida nova. Há muita gente que espera o sinal de uma vida diferente da parte dos cristãos. Há um clamor pelo testemunho mais ativo nas estruturas do mundo, no compromisso com os valores do Evangelho, com a dignidade da vida humana e a verdade. Cabe-nos dar uma resposta corajosa e alegre, para que o facho luminoso do aleluia pascal continue a percorrer as estradas do mundo por meio de nossa geração.

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

domingo, 27 de abril de 2014

Papa Francisco canoniza João Paulo II e João XXIII

João Paulo II e João XXIII foram inscritos no livro dos santos na manhã deste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia

Jéssica Marçal
Da Redação CN

São João Paulo II e São João XXIII. Na manhã deste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, Papa Francisco canonizou os Papas beatos João Paulo II e João XXIII. A cerimônia acontece na Praça São Pedro e conta com a presença do Papa Emérito Bento XVI.

A cerimônia teve início às 10h (em Roma, 5h no horário de Brasílial). O rito de canonização aconteceu logo no início da Missa. O Santo Padre fez as petições, seguido do Cardeal Angelo Amato, que é o presidente da Congregação para a Causa dos Santos.

“Lemos nossa oração a Deus Pai, por meio de Jesus Cristo, para que por intercessão da Virgem Maria fortaleça com sua graça o que estamos para realizar”, disse Francisco.

Após a leitura da fórmula de canonização, com a qual os dois beatos se tornaram santos, foi realizada a procissão das relíquias dos dois santos. O momento foi sucedido pelo agradecimento dirigido ao Santo Padre pelo Cardeal Amato, que pediu a redação da carta apostólica referente à canonização, pedido ao qual Francisco já respondeu: “Ordenamos”.

Após a canonização, Francisco dá sequência à cerimônia com a celebração da Santa Missa.

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Papa Francisco lê a fórmula de canonização de João Paulo II e João XXIII / Foto: Reprodução CTV


2º Domingo da Páscoa – Domingo 27/04/2014

Conheça a história de Santa Zita 
Primeira Leitura (At 2,42-47)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Os que se haviam convertido 42eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações.
43E todos estavam cheios de temor por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. 44Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; 45vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um.
46Diariamente, todos freqüentavam o Templo, partiam o pão pelas casas e, unidos, tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. 47Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E, cada dia, o Senhor acrescentava ao seu número mais pessoas que seriam salvas.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 117)
— Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom;/ eterna é a sua misericórdia!
— Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom;/ eterna é a sua misericórdia!
— A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Aarão agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”/ Os que temem o Senhor agora o digam:/ “Eterna é a sua misericórdia!”
— Empurram-me, tentando derrubar-me,/ mas veio o Senhor em meu socorro./ O Senhor é minha força e o meu canto,/ e tornou-se para mim o Salvador./ “Clamores de alegria e de vitória/ ressoem pelas tendas dos fiéis”.
— “A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular.”/ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:/ que maravilhas ele fez a nossos olhos!/ Este é o dia que o Senhor fez para nós,/ alegremo-nos e nele exultemos!

Segunda Leitura (1Pd 1,3-9)
Leitura da Primeira Carta de São Pedro.
3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva, 4para uma herança incorruptível, que não se mancha nem murcha, e que é reservada para vós nos céus.
5Graças à fé, e pelo poder de Deus, vós fostes guardados para a salvação que deve manifestar-se nos últimos tempos. 6Isto é motivo de alegria para vós, embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos, por causa de várias provações.
7Deste modo, a vossa fé será provada como sendo verdadeira — mais preciosa que o ouro perecível, que é provado no fogo — e alcançará louvor, honra e glória no dia da manifestação de Jesus Cristo.
8Sem ter visto o Senhor, vós o amais. Sem o ver ainda, nele acreditais. Isso será para vós fonte de alegria indizível e gloriosa, 9pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 20,19-31)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.
27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 26 de abril de 2014

Terço Bizantino de São Jorge Mártir (Padre Marcelo) e Oração de São Jorge Mártir contra inveja, maldição e ocultismo

Terço Bizantino de São Jorge Mártir ( Padre Marcelo )

Primeiro Mistério –SÃO JORGE MÁRTIR, PELA RESSURREIÇÃO DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTA INVEJA..

Segundo Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELO SANGUE DE JESUS, LIBERTAI-ME DO DESESPERO FAMILIAR...

Terceiro Mistério –SÃO JORGE MÁRTIR, EM NOME DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTA MALDIÇÃO EM MINHA VIDA PROFISSIONAL...

Quarto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA GLÓRIA DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTE OCULTISMO NA MINHA SAÚDE...

Quinto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DE JESUS, LIBERTAI-ME DE TODA E QUALQUER FORMA DE OCULTISMO QUE VEM DOS MEUS INIMIGOS...

Oração de São Jorge Mártir contra inveja, maldição e ocultismo – Adaptação Padre Marcelo Rossi

Na Ressurreição de Jesus, estou revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.

Neste Momento de Fé, onde me encontro em oração de todo coração, No Colo de Jesus, arranco pelo Sangue de Jesus † as raízes mais profundas e ocultas do ocultismo, e ordeno que saiam de mim, de minha casa, de meu trabalho ( desemprego ), de minha família ( cônjuges, filhos, ... ), todas as forças espirituais do mal que possam ter nos contaminado, para que se prostrem aos pés da Cruz do Senhor Jesus.

Que saiam também agora toda fúria do inimigo e todo dardo inflamado contra nosso bens materiais, contra nosso físico, nossa mente e nosso espírito.

Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem.
Tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem. E nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.

Armas de fogo o meu corpo no Sangue de Jesus, não alcançarão.

Facas e lanças se quebrem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo tocar.

Cordas e correntes se arrebentem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo amarrar.

Pois estou na Ressurreição de Jesus, Revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir. Feliz Páscoa!
Passagem da morte para vida, da escuridão para luz, que é Jesus!


Fonte: https://www.facebook.com/vcnocolodejesus

Novena da Divina Misericórdia 9º Dia

Sinal da Cruz (Intensões).

Nono dia
Hoje traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia. Estas almas ferem mais dolorosamente o meu Coração. Foi da alma tíbia que a minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai afasta de Mim este cálice, se assim for a vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer a minha Misericórdia.
Ó compassivo Jesus, que sois a própria Compaixão, trago à mansão do vosso compassivo Coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do vosso amor puro estas almas geladas, que, semelhantes a cadáveres, Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a onipotência da vossa Misericórdia e atraí-as até ao fogo do vosso amor e concedei-lhes o amor santo, porque Vós tudo podeis.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do vosso Filho e por sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo as vossa Misericórdia. Amém.

*Rezar o terço da Misericórdia e em seguida fazer a novena.

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Pregação: "Vou proporcionar-lhes abundância e felicidade"

via  Blog Padre Léo Eterno 

Nesse Acampamento de Cura e Libertação, Padre Léo vem refletir sobre a terceira parte do versículo 6 do capítulo 33 de Jeremias, na tarde do dia 16/07/2005: “Vou pensar-lhes as feridas e curá-las, e proporcionar-lhes abundância de felicidade e segurança”. 

Jesus veio para nos dar Vida e felicidade em abundância. Mas, por que não somos felizes? Padre Léo nos responde: "Muitas vezes a pessoa pensa que felicidade é golpe de sorte. Felicidade como algo que fico esperando conseguir de fora, para preencher-me e assim não serei feliz nunca. A felicidade tem que brotar do coração, tem que ser uma certeza do meu coração, tem que ser uma determinação do meu coração". 

Há muitas alegrias em nossa vida, é só descobri-las e saboreá-las."A primeira coisa para ser feliz é acreditar na possibilidade da felicidade". É descobrir o que nos faz feliz. É descobrir que o caminho para a felicidade é a Verdade. Para reafirmar esse valor, nos conta a história do Imperador da China (A flor da verdade).

O padre nos convida a tomarmos posse das promessas de Deus para a nossa vida: "Pra que eu vim ao mundo? Para ser feliz. Então eu preciso tomar posse da graça de Deus, em meu corpo, em meus pensamentos, na minha história e acreditar que a felicidade é algo que se constrói". 
Durante a pregação citou trechos do seu livro: “Experienciar Milagres”, lançado no Acampamento de Cura e Libertação em 19 a 21 de Março de 2004, na Canção Nova.

Ao final, em sua oração, o padre proclama e reza o que viveu na sua juventude: "Pai querido e Pai amado, muitas vezes para conquistar a felicidade que o mundo propõe, eu também fui atrás das coisas falsas, também fui atrás da felicidade da aparência. Achei que essa era a estrada da felicidade para mim. No entanto Pai, depois de buscar tanto fora, hoje eu me convenço que a felicidade é um presente de teu amor, que aqui está sendo derramada em meu coração e que hoje eu tomo posse..." 

Lendo e meditando cada capítulo do livro, vamos entender a razão pela qual o padre caminhou serenamente durante a sua enfermidade, caminhou com a esperança daVida Divina, para a qual fomos chamados, esperando o verdadeiro milagre. Padre Léo sentiu um grande desejo dessa vida plena. Mas essa vida precisa ser acolhida pela fé. A felicidade precisa ser construída, pela vontade de Deus, mas precisa ser também a nossa, com a nossa contribuição.

ADQUIRA ESTA PREGAÇÃO E O LIVRO: lojavirtual@bethania.com.br

Fonte: http://www.padreleoeterno.com/2014/04/pregacao-vou-proporcionar-lhes.html

sexta-feira, 25 de abril de 2014

João Paulo II, o Papa da Divina Misericórdia

via Canção Nova

Neste ano, em comunhão com toda a Igreja – em festa pela canonização dos beatos João XXIII e João Paulo II no dia 27 de abril de 2014 – a Canção Nova promoverá um encontro em honra à Divina Misericórdia.

O evento, que acontece todos os anos na sede da comunidade em Cachoeira Paulista (SP), neste ano terá um motivo a mais para celebrar com a elevação aos altares daquele que promoveu a Devoção à Misericórdia Divina, canonizou Santa Faustina Kowaslka, sua compatriota e Secretária da Misericórdia, e instituiu o segundo Domingo da Páscoa como o dia da Festa da Divina Misericórdia e, por intermédio de um decreto, concedeu indulgências a quem é devoto da Divina Misericórdia.


Foto: Arquivo/ Cancaonova.com

Quando jovem, João Paulo II trabalhava numa mineradora, próxima à igreja dedicada à Divina Misericórdia, na cidade Cracóvia, Polônia. Já naquela época, ele visitava todos os dias esse local e rezava a Deus recordando a Irmã Faustina, que, durante os anos turbulentos entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, recebeu as revelações do próprio Senhor Jesus sobre a importância da divulgação e devoção à Divina Misericórdia para a paz e a salvação mundial. Mais tarde, quando já havia sido eleito Papa, em visita à sua terra natal, consagrou essa igreja, que se tornara uma basílica, à Divina Misericórdia.

E também escreveu uma encíclica intitulada Dives in Misericordia, voltada à Misericórdia de Deus, na qual recorda que: "O mistério pascal é o ponto culminante desta revelação e atuação da misericórdia, que é capaz de justificar o homem, e de restabelecer a justiça como realização daquele desígnio salvífico que Deus, desde o princípio, tinha querido realizar no homem e, por meio do homem, no mundo".

Toda a vida, a fé e a missão de João Paulo II foram marcadas pela Misericórdia de Deus, graça experimentada por muitos fiéis no Brasil e no mundo, como testemunha padre Toninho da Comunidade Canção Nova. O sacerdote conta que, durante sua gestação, devido a um descolamento da placenta na qual ele estava sendo gerado, sua mãe precisou passar os nove meses da gravidez em repouso. Por essa razão, o missionário recordou que, no dia de seu nascimento, tanto ela como ele corriam risco de morte e que ambos sobreviveram graças à intervenção divina. E que, ainda criança, ao brincar com a irmã, esta o empurrou e ele caiu de cabeça no chão, fato que lhe deixou uma marca profunda na testa, mas também, por graça de Deus, não houve nenhuma lesão grave, nem ficou com sequelas. Mais tarde, quando já era sacerdote, ele afirma ter ouvido falar da devoção à Misericórdia Divina e percebido que havia sido salvo por ela. Por isso, desde então, dedica-se a propagar a bondade de Deus por onde ele passa, divulgando essa devoção.


Novena da Divina Misericórdia 8º Dia

Oitavo dia

Hoje traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da minha misericórdia; que as torrentes do meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio.
Tira do tesouro da minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento, incessantemente oferecerias por elas as esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas à minha justiça.
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eia que estou trazendo à mansão do vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são queridas e que, no entanto devem dar reparação à vossa Justiça; que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do vosso Coração paguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder da vossa Misericórdia.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, vosso Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a sua Alma santíssima, mostreis vossa Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da vossa Justiça; não olheis para elas de outra forma senão através das Chagas de Jesus, vosso Filho muito amado, porque nós cremos que a vossa bondade e Misericórdia são incomensuráveis. Amém.

*Rezar o terço da Misericórdia e em seguida fazer a novena.

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Terço Bizantino de Bão Jorge Mártir e Oração de São Jorge Mártir contra o ocultismo

TERÇO BIZANTINO DE SÃO JORGE MÁRTIR (Pe. Marcelo Rossi)

Primeiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA RESSURREIÇÃO DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTE OCULTISMO...

Segundo Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELO SANGUE DE JESUS, LIBERTAI-ME DO OCULTISMO FAMILIAR...

Terceiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, EM NOME DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTE OCULTISMO EM MINHA VIDA PROFISSIONAL...

Quarto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA GLÓRIA DE JESUS, LIBERTAI-ME DESTE OCULTISMO NA MINHA SAÚDE...

Quinto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DE JESUS, LIBERTAI-ME DE TODA E QUALQUER FORMA DE OCULTISMO QUE VEM DOS MEUS INIMIGOS....

ORAÇÃO DE SÃO JORGE MÁRTIR CONTRA O OCULTISMO – Adaptação Pe. Marcelo Rossi.

Na Ressurreição de Jesus, estou revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.
São Jorge Mártir, neste momento de fé onde me encontro em oração de todo coração em teu colo, arrancai as raízes mais profundas e ocultas da dor e do pecado que estão enterradas em mim, no sangue e na ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo.
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem. Tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem. E nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo no Sangue de Jesus, não alcançarão. Facas e lanças se quebrem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo tocar. Cordas e correntes se arrebentem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo amarrar.
Pois estou na Ressurreição de Jesus, Revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir. Feliz Páscoa! Passagem da morte para vida, da escuridão para luz, que é Jesus!

https://www.facebook.com/vcnocolodejesus

A Trindade e os falsos deuses

Trindade santa frame
Os gurus da espiritualidade moderna têm constantemente relegado Deus à esfera dos sentimentos e da subjetividade. Para a "nova era" pagã, a divindade não passa de "um fluido", "um sopro", "uma brisa suave navegando no íntimo da natureza". Não é raro ouvir teólogos e pessoas aparentemente cultas apresentando uma visão maleável de Deus, visão que elas mesmas criaram e indicam aos outros como um remédio grosseiro para suas angústias.
Esses charlatões foram a causa de o Papa Paulo VI ter afirmado, com tristeza, que "a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus": "Não se tem mais confiança na Igreja; põe-se confiança no primeiro profeta profano que nos vem falar em algum jornal ou em algum movimento social, para recorrer a ele pedindo-lhe se ele tem a fórmula da verdadeira vida" [1].
Isto que o Papa identificou há mais de 40 anos continua acontecendo hoje. De fato, "não se tem mais confiança na Igreja": as pessoas têm preferido aderir às posições e ideias do mundo a ouvir o Papa e os bispos em comunhão com ele; têm preferido as próprias opiniões às palavras do Sagrado Magistério; têm se tornado, em suma, autênticos protestantes, já que, longe de acatar a autoridade da Igreja, fazem os seus próprios dogmas e leis morais. O objeto da adoração que fazem, no fim das contas, não é Deus Criador, mas eles mesmos.
Negar a Igreja, no entanto, pavimenta o caminho para uma grande Babel. O que são tantas teorias confusas a respeito de Deus senão uma negação do sobrenatural? A teologia do conhecido pastor luterano Dietrich Bonhoeffer, ao propor um modo de ser cristão "sem Deus", é uma dessas teorias. Segundo ele, seria importante tomar a coragem e a doação do "Jesus histórico" como exemplos, mas Deus mesmo não existiria, seria apenas uma explicação mágica para a resolução de um problema intelectual.
É claro, falar de Deus como de uma noção abstrata é muito conveniente. Afinal, se Ele é apenas uma centelha presente na natureza; se não se trata de um ser pessoal, que criou o mundo e amou o homem a ponto de não se apegar "ciosamente a ser igual em natureza a Deus Pai", mas assumir "a condição de um escravo, fazendo-se aos homens semelhante", então, está a se falar de algo distante, que absolutamente não diz respeito ao homem. Ao contrário, se é verdade que Ele se encarnou e, humilhando-se ainda mais, obedeceu "até à morte, até à morte humilhante numa cruz" [2], assumir isso compromete toda a existência humana. Com efeito, toda ela passa a ser encarada tão somente como resposta a esse amor de Cristo, tão "forte como a morte" [3].
Se, por um lado, é conveniente não se comprometer, as satisfações que essa opção traz são sempre inconvenientes. Só o Deus trino da religião cristã pode verdadeiramente saciar os seres humanos e, enquanto estes teimam com teorias relativistas, caminham pelo escuro, às apalpadelas. Se, além disso, eles apregoam como verdadeiras essas opções que não passam de válvulas de escape, a situação torna-se ainda mais terrível. "São cegos guiando cegos" [4], diria Jesus, olhando para o seu comportamento.
Para solucionar toda essa confusão, a única saída chama-se fé. Deus não é o "espírito de luz" que a modernidade moldou, mas a Trindade santa que Cristo revelou e deixou estampada na Cruz. Ainda que permaneça um mistério e que não caiba na cabeça humana, assim é o Deus que falou a Israel e se mostrou em Jesus Cristo. Construir outras ideias de divindade, ainda que aparentemente lógicas, equivale a confeccionar para si imagens de barro, que "têm boca e não podem falar, têm olhos e não podem ver; tendo ouvidos, não podem ouvir, nem existe respiro em sua boca". "Como eles" – adverte o salmista – "serão seus autores, que os fabricam e neles confiam!" [5].
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências bibliográficas

  1. Omelia di nella Solennità dei Santi Apostoli Pietro e Paolo, 29 giugno 1972
  2. Fl 2, 6-8
  3. Ct 8, 6
  4. Mt 15, 14
  5. Sl 135, 16-18

    Postagem original: http://padrepauloricardo.org/blog/a-trindade-e-os-falsos-deuses

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Purifique-se e seja cheio da alegria de Deus

“Apesar disso, o sólido alicerce colocado por Deus permanece, marcado pelo selo desta Palavra: "O Senhor conhece os que são seus". E ainda: "Afaste-se da injustiça todo aquele que pronuncia o nome do Senhor". Você quer ser firme e forte? Então, precisa saber que Deus o conhece e se relaciona com você.

Se Ele o conhece, algo d’Ele você também deverá conhecer. Sendo assim, experimente o Senhor na sua vida e afaste-se do mal e do pecado. Aquele que é de Deus não pode ser do pecado.

Você nunca terá firmeza, na sua vida, se tiver um pé em Deus e o outro no pecado, mas sim destruirá a sua vida por essa maneira indecisa de viver. Se você é de Deus, seja d’Ele de verdade e rompa com o pecado, para assim ter alegria e paz na sua vida.

A nossa alegria é um dom de Deus, e nós precisamos colaborar com Ele, como em tudo na vida; mas é d’Ele que vem essa graça. Ela brota da liberdade que vem com a verdade. É quando, por exemplo, passamos por um problema e, ao reconhecermos que ele faz mal para nossa vida, o entregamos nas mãos do Pai para que Ele nos liberte. Nessa hora, experimentamos a verdadeira alegria, porque Deus nos conhece intimamente. Ele sabe de todas as nossas necessidades, visita-nos todos os dias, por meio das pessoas, de um acontecimento, uma inspiração e uma boa sensação.

Muitas vezes, nós nos colocamos em oração para pedir ao Senhor que venha nos socorrer em nossas necessidades, mas Ele já conhece todas elas. Nós oramos e pedimos para tomarmos conhecimento de que precisamos d’Ele. Toda a força de que necessitamos vem por meio da oração e da experiência que fazemos com o Pai.

A Palavra diz que nós pertencemos a Deus, por isso devemos nos afastar do pecado e recorrer a Ele, contar com o Seu socorro. O Senhor nos conhece e sabe como nos ajudar; mesmo que estejamos tentados, Ele não permitirá que essa tentação seja maior que as nossas forças e nos dirá o que fazer para não sermos pegos por ela.

“Aquele que se purificar desses erros será vaso nobre, santificado, útil para o seu dono e preparado para toda boa obra. Fuja das paixões da juventude, siga a justiça e a fé, o amor e a paz com aqueles que invocam, de coração puro, o nome do Senhor. Evite questões bobas e não educativas. Você sabe que elas provocam brigas. Um servo do Senhor não deve ser briguento, mas manso para com todos, competente no ensino, paciente nas ofensas sofridas. É com suavidade que você deve educar os opositores, esperando que Deus dê a eles não só a conversão, para conhecerem a verdade, mas também o retorno ao bom senso, libertando-os do laço do diabo que os conservava presos para lhe fazer a vontade.”

Santificando-nos em Deus, consagrando nosso coração a Ele, nos afastaremos do mal e do pecado. Consagrar é tomar a decisão de que os seus pensamentos e afetos não serão mais usados para outra coisa, a não ser as coisas do Senhor. É não “cozinhar” no coração aqueles sentimentos ruins. E se eles já estiverem em você, fazer de tudo para tirá-los dali.

É por isso que o Senhor nos compara a um vaso. Dentro de um vaso nós colocamos várias coisas. Se colocarmos coisas boas, seremos puros, santos, cheios do óleo da alegria e do perfume de Cristo. Se colocarmos coisas ruins, estaremos entupidos pelo pecado e só espalharemos o mau odor que ele traz.

Nós somos chamados a ser alegres, mas para isso precisamos nos purificar das coisas más. Se quisermos ter a firmeza e a alegria que vem da verdade, a Palavra nos trará uma lista de coisas que devemos fazer.

Nós devemos fugir das paixões da juventude, buscar sempre a justiça, a fé, o amor e a paz com aqueles que invocam o nome do Senhor de coração puro. Devemos evitar as discussões tolas, ser mansos, pacientes e estar sempre prontos para ensinar.

Um bom conselho que São Francisco de Sales traz para quem é impetuoso e afoito é este: “O que você consegue fazer sem desentendimentos, faça; mas o que você não consegue fazer sem discussões, deixe para lá”.

As brigas nos enchem de ira, ciúmes, vinganças e inquietações; mas nós somos de Deus, fomos feitos para ser cheios das coisas d’Ele. Vamos rezar e pedir ao Senhor que tire do nosso coração tudo aquilo que não pertence a Ele.

“Senhor, tira de nós tudo o que não vem de Ti. Tira de nós a inquietação para reinar a paz; tira a tristeza para reinar a alegria, porque nós não queremos estar cheios de algo que não seja de Ti. Dá-nos essa graça, ó Deus.”


Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova.


Transcrição e adaptação: Débora Ferreira
http://clube.cancaonova.com/materia_.php?id=14244

Terço Bizantino de São Jorge Mártir e Oração de São Jorge Mártir Contra a maldição

TERÇO BIZANTINO DE SÃO JORGE MÁRTIR (Pe. Marcelo Rossi)

Primeiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DO DESESPERO DESSA DOENÇA...

Segundo Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSA DOR...

Terceiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE DESESPERO FINANCEIRO...

Quarto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE DESESPERO NA FAMÍLIA...

Quinto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE MAL ESPIRITUAL...

ORAÇÃO DE SÃO JORGE MÁRTIR CONTRA A MALDIÇÃO – Adaptação Pe. Marcelo Rossi

Na Ressurreição de Jesus, estou revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.
São Jorge Mártir, expulsai de nós em nome de Jesus todas as forças do mal, afastai de nós os malefícios, a bruxaria, os feitiços, os maus olhados, tudo o que é mal, pecado, inveja, ódio, a doença física, psíquica, moral, espiritual e diabólica.
Com a força do Deus Todo Poderoso, em nome do Senhor Jesus Cristo...
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem. Tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem. E nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo no Sangue de Jesus, não alcançarão.
Facas e lanças se quebrem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo tocar.
Cordas e correntes se arrebentem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo amarrar.
Pois estou na Ressurreição de Jesus, Revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.
Feliz Páscoa! Passagem da morte para vida, da escuridão para luz, que é Jesus!

https://www.facebook.com/vcnocolodejesus

O culto da Divina Misericórdia

VATICANO - O culto da Divina Misericórdia
Cidade do Vaticano (Agência Fides) - As formas de culto da Divina Misericórdia
 transmitidas através de Irmã Faustina, são as seguintes:
- a imagem de Jesus Misericordioso;
- o pequeno rosário da Divina Misericórdia;
- a festa da Misericórdia;
- a hora da Misericórdia;
- a difusão da Divina Misericórdia
 A imagem de Jesus Misericordioso:


1ª imagem pintada

A imagem ocupa uma posição - chave em toda a devoção à Divina Misericórdia, ela reproduz a figura de Cristo ressurgido e abençoador, segundo quanto foi descrito por Irmã Faustina após a visão que teve aos 22 de fevereiro de 1931, na qual o Senhor pedia-lhe: “Pinte uma imagem como o modelo que estás a ver,
 e escreve embaixo: “Jesus confio em Vós!”. Desejo que essa imagem seja venerada antes na vossa capela e depois no mundo inteiro..”

Os elementos mais característicos da imagem são os dois raio. Jesus assim explica seu significado: “O raio pálido representa a Água, que justifica as almas; o raio vermelho representa o Sangue, que é a vida das almas... Feliz aquele que viverá à sua sombra” A imagem chamada “o recipiente”: “Ofereço aos homens um recipiente, com o qual devem vir e atingir as graças na fonte da minha Misericórdia”.
O senhor promete muitas graças para quem a venerar com confiança: “Através dessa imagem irei conceder muitas graças para as almas, portanto cada alma deve poder ter acesso a ela”; “a alma que venerará essa imagem não perecerá”; “Também prometo já nesta terra ... a vitória sobre os inimigos”; “Eu mesmo a defenderei como minha própria glória na hora da morte”. A imagem deve lembrar “as exigências da Minha Misericórdia, pois mesmo a fé mais forte, a nada serve sem as obras.” O pequeno rosário da Divina Misericórdia: Junto com a imagem é relevada uma prece, como ulterior e essencial elemento ao culto da Divina Misericórdia. O texto foi ditado por Jesus a Irmã Faustina em 1935. Depois Jesus falou-lhe 14 vezes para explicar o objetivo e as promessas ligadas a sua recitação, revelando sua especial eficácia: “Exorte as almas a rezar o pequeno rosário” ... “Pela recitação deste pequeno rosário gosto de conceder tudo o que me é pedido. Quem a recitar irá obter tanta Misericórdia na hora da morte ....” Os sacerdotes a aconselham aos pecadores como última tábua de salvação; mesmo um pecador calejado se recitar esse pequeno rosário só uma vez, obterá a graça de minha infinita Misericórdia.”...

“Com a recitação do pequeno rosário aproxima-se de mim o gênero humano”.

Novena Divina Misericórdia 7º dia

Sétimo dia

Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia, e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Estas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.

Oração Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Estas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Estas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: "As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória." Amém.                                              

Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *


São permitidas músicas protestantes dentro da Santa Missa?

via Christo Nihil Praeponere



O Papa Emérito Bento XVI trabalhou arduamente durante todo o seu pontificado para mostrar a beleza e a importância da liturgia na vida da Igreja. Mais do que documentos e papéis (os quais possuem obviamente a sua relevância), procurou viver a liturgia em toda a sua plenitude, educando pelo exemplo. Ensinou a todos que "uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados".

Desse modo, tudo que envolve a liturgia tem sua importância e o seu significado. Como centro da vida do cristão católico, portanto, não se pode realizá-la de qualquer maneira. A Igreja, ao longo dos seus dois mil anos de História, sempre teve especial atenção aos cânticos e músicas executadas nas mais diversas celebrações, especialmente na Santa Missa. O Catecismo da Igreja Católica dedica os números 1156 e seguintes, para explicar a importância do canto e da música para a liturgia:


"A tradição musical da Igreja universal constitui um tesouro de valor inestimável que se destaca entre as demais expressões de arte, principalmente porque o canto sacro, ligado às palavras, é parte necessária ou integrante da liturgia solene. (…) O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por estarem intimamente ligadas à ação litúrgica, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos movimentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis. (…) Todavia, os textos destinados ao canto sacro hão de ser conformes à doutrina católica, sendo até tirados de preferência das Sagradas Escrituras e das fontes litúrgicas."
Ora, Catecismo é bastante claro no sentido de que a Igreja possui a música como patrimônio e este não deve ser ignorado ou substituído por modismos. Os cantos e a música colaboram para que cada fiel mergulhe no mistério da celebração e aproxime-se do centro que é Deus. O Papa Bento XVI, em sua exortação apostólica Sacramentum Caritatis, é ainda mais objetivo quando diz:


"Na sua história bimilenária, a Igreja criou, e continua a criar, música e cânticos que constituem um patrimônio de fé e amor que não se deve perder. Verdadeiramente, em liturgia, não podemos dizer que tanto vale um cântico como outro; a propósito, é necessário evitar a improvisação genérica ou a introdução de gêneros musicais que não respeitem o sentido da liturgia. Enquanto elemento litúrgico, o canto deve integrar-se na forma própria da celebração; consequentemente, tudo — no texto, na melodia, na execução — deve corresponder ao sentido do mistério celebrado, às várias partes do rito e aos diferentes tempos litúrgicos. Enfim, embora tendo em conta as distintas orientações e as diferentes e amplamente louváveis tradições, desejo — como foi pedido pelos padres sinodais — que se valorize adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana."
Percebe-se, então, que a música e o canto devem ser escolhidos com critério, respeitando o sentido da liturgia que não é outro senão adorar a Deus, fazendo memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para isso, é necessário sair do antropocentrismo e devolver a Deus seu lugar no centro da celebração.

As músicas e cantos que fazem parte do patrimônio da Igreja já passaram pelo crivo teológico e, presume-se, portanto, que estejam isentas de erros ou de heresias. O que não acontece com músicas de autores declaradamente protestantes, pois, como o próprio nome já diz, estão separados da Igreja por algum motivo que pode, de alguma forma, refletir-se na letra da música. Se isso ocorre, o católico, inadvertidamente, estará proferindo um erro ou uma heresia.

Para não correr o risco de errar e induzir outros em erros e, o que é pior, em heresias, recomenda-se permanecer sempre com o patrimônio da Igreja. Seguro, portanto, é caminhar pela vereda apontada pelo Papa Emérito Bento XVI: preservar o patrimônio de fé e de amor que é a música e o canto sacros, utilizando-os e focando na formação dos músicos, "valorizando adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana". Desse modo, o mundo será introduzido no mistério da liturgia e não o contrário.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/sao-permitidas-musicas-protestantes-dentro-da-santa-missa?utm_content=buffercf1c0&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 6º dia

Sexto  dia

Hoje traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas,
e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na minha amarga Paixão da
minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam
velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças.
Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça;
às almas humildes favoreço com a minha confiança.

Oração
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: "Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração", aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas almas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Estas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e
para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho;
 o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono.
Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas
as almas cantem juntamente a glória à vossa Misericórdia,
por toda a eternidade. Amém.                                            
 Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *



terça-feira, 22 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 5º dia

Quinto  dia

Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e
mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja.
Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as
 minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.



Oração

Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria Bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos nossos irmãos separados, e atraí-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas
fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os vossos bens e abusaram das vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão que suportou
por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa
 Misericórdia por toda a eternidade. Amém.
                                                                                                                                                               
Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 4º dia

Quarto dia
Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu Coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.
Oração
Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai na
mansão do vosso compassivo Coração as almas dos pagãos que ainda
não Vos conhecem. Que os raios da vossa graça os iluminem para que
também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração.


Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles

que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Atraí-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza
da vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém                                                      
                                                                                                                                                                

                                                                                                                   Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *

Indulgência aos devotos da Divina Misericórdia


Papa João Paulo II
Foto: Vaticano
Quem é devoto da Divina Misericórdia pode receber indulgência plenária ou parcial
No dia 29 de junho do ano de 2002, Festa de São Pedro e São Paulo, foi publicado o decreto do Papa João Paulo II, por meio do qual é concedida indulgência plenária ou parcial aos fiéis que forem devotos da Divina Misericórdia.

O Santo Padre afirmava que, da Misericórdia de Deus, pode-se esperar muitos e riquíssimos frutos espirituais, por isso publicou o referido decreto. Veja as condições necessárias para que o devoto alcance a indulgência:

Indulgência plenária: 

É preciso atender às três condições habituais:

Confissão sacramental - É preciso que o fiel tenha se confessado com um ministro apto naquele dia.

Comunhão Eucarística – O fiel deverá receber a Comunhão Eucarística no dia em que oferecer a indulgência.

Rezar pelas intenções do Santo Padre – O devoto deverá rezar pelas intenções do Sumo Pontífice também no mesmo dia.

Atendidas as três condições, o fiel precisa:

* No segundo Domingo de Páscoa, ou seja, no Dia da Misericórdia Divina, em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participar das práticas de piedade em honra à Divina Misericórdia, ou pelo menos recitar, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso. Exemplo: "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti".

Fiéis em condições especiais também podem alcançar a indulgência plenária: 


Homens do mar, que realizam o seu dever na grande extensão do oceano; aos numerosos irmãos, que os desastres da guerra, as vicissitudes políticas, a inclemência dos lugares e outras causas do gênero, afastaram da pátria.

Enfermos e a quantos os assistem e a todos os que, por uma justa causa, não podem abandonar a casa ou desempenham uma atividade que não pode ser adiada em benefício da comunidade.

* O fiel, que se enquadra numa das condições especiais, acima citadas, precisa:

- Reconhecer-se pecador e arrepender-se de seus pecados;

- Recitar piedosamente, diante da imagem de Nosso Senhor Jesus Misericordioso, o Pai-Nosso e o Credo;

- Acrescentar às orações seguintes uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso: "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti";

- Logo que seja possível, deve cumprir as três habituais condições: confissão, comunhão, orações pelo Santo Padre.

Indulgência parcial: 


* O fiel que não se enquadra nas condições acima pode receber indulgência parcial desde que, com o coração contrito, eleve a Jesus Misericordioso uma das invocações piedosas legitimamente aprovadas, como o Terço da Divina Misericórdia. 

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