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terça-feira, 11 de março de 2014

Católicos até o último fio de cabelo

cabelo_azulMuitos jovens gostam de pintar os cabelos com cores mais inusitadas, como azul, rosa, verde ou roxo. Há também os moldes de cabelo que se distanciam do convencional, como o dread. Há algum problema nisso, do ponto de vista da moral católica? Não, não há problemadesde que isso não tome uma proporção desmedida.
O centro dos nossos interesses e da nossa afeição só pode ser um: Jesus Cristo. Na amizade com Ele, aprendemos a avaliar todas as coisas com inteligência, optando somente pelo que é bom.
O que nos motivou a escrever esse post foi a seguinte mensagem, que recebemos de uma de nossas leitoras:
“Adoro pintar meu cabelo e gosto de mechas coloridas. Agora o pintei todo colorido (a cor entre rosa e vermelho). Se vocês puderem fazer um post sobre cabelos… cortes penteados e cores que são cabíveis ou não eu ficaria grata, porque não vejo mal algum nisso, mas sei lá né, vai que eu to errada?”
- Thayane
Vamos relembrar um pouco do que já dissemos no post “Jovens católicas, valorizem suas curvas!”. A Igreja não define que cores ou cortes de cabelo são lícitos, mas nos dá os critérios para que possamos chegar a uma conclusão razoável. A doutrina nos ensina que devemos nos apresentar de forma modesta, ou seja, com recato e sem exageros. A modéstia tem muito a ver com a virtude da temperança, que é a capacidade de agir com moderação, de forma equilibrada.
Nesse sentido, não vejo nada que contrarie a moral cristã na foto acima e nas três fotos abaixo. Tá fófis!
cabelo_colorido
Porém, devemos ter cuidado com as referências visuais que evocam valores anticristãos. É preciso evitar o hábito de nos vestir com roupas e adereços bizarros, especialmente se a intenção é chocar as pessoas. Quer ter um visual diferente? Ok! Mas não precisa se fantasiar de personagem de filme do Tim Burton, certo? Em relação aos cabelos coloridos, os homens, em especial, devem ter atenção para não ficar com aspecto andrógino ou efeminado.
Nos anos 1970, por exemplo, surgiram os punks, que evocavam o niilismo (conceito filosófico que prega o relativismo absoluto e a ausência de sentido para a vida), o sadomasoquismo e a subversão da moral. Essa tribo era facilmente identificável pela roupa e pelo cabelo, que davam aos jovens um ar de pessimista e agressivo. Uma década depois, do gênero pós-punk originaram-se os góticos, glamurizando o niilismo. Então, é muito inadequado que um cristão adote esses estilos, pois as ideias que passa com o seu visual são incoerentes com a fé que professa.
gotico_jovem
Jovem Gótico alemão. Foto: Norbert Pogrzeba.
Nos dias de hoje, os elementos da cultura gótica e punk já foram amplamente absorvidos pela moda. É muito comum ver pessoas “caretas” usando roupas e acessórios decorados com tachas, ou com um detalhe de caveira na roupa. Nem por isso passam a imagem de rebeldes, deprimidas ou revoltadas. Tudo bem. O problema é o “conjunto da obra”, a mensagem que a sua aparência comunica para os demais.
Sinceramente, ao me olhar no espelho, o que vejo? Um filho de Deus que se parece como tal, ou um filho de Deus que parece mais com um filhote de cruz-credo (como o cara da foto ao lado)? É isso… dentro dos limites do bom senso, não há nada de errado em usar um cabelo com cores ou corte alternativos. O critério de julgamento é esse: o que meu visual tem a ver com Cristo?
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