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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Suspeitos jogaram fora relicário com sangue de João Paulo II, diz polícia

Três suspeitos de furto foram presos na região italiana de Abruzzi.
Polícia continua à procura da relíquia, furtada no fim de semana.


Da EFE

Igreja divulga foto de relíquia furtada com sangue de João Paulo II na Itália (Foto: Arquidiocese de L'Aquila/Reuters)Foto de relíquia furtada com sangue do Papa João Paulo II na Itália (Foto: Arquidiocese de L'Aquila/Reuters)

A polícia da Itália deteve nesta quinta-feira (30) uma terceira pessoa pelo furto da relíquia que continha sangue do Papa João Paulo II, que afirmou que sua intenção era vender o relicário e que, ao desconhecer o valor, resolveu se desfazer do mesmo.

Além disso, este último detido, de 18 anos, afirmou não lembrar o local onde se desfez da relíquia, um pequeno pedaço de pano da batina de João Paulo II que ficou manchado de sangue durante o atentado que o Papa sofreu na Praça de São Pedro, no Vaticano, em 13 de maio de 1981.

Durante a manhã desta quinta, os primeiros detidos, de 23 e 24 anos, confessaram o roubo do relicário e de uma cruz da igreja de San Pietro della Ienca, na região italiana de Abruzzi.

Agora a polícia trabalha para tentar achar a relíquia do Papa João Paulo II que o cardeal polonês, Stanislaw Dziwisz, entregou à comunidade como "uma amostra de seu amor pela região montanhosa".

João Paulo II era muito ligado à região onde está o pequeno santuário onde o roubo foi cometido, ao se encontrar muito perto da montanha de Gran Sasso, perto dos Apeninos, onde o Papa Woytila ia com certa frequência passear, meditar e inclusive esquiar.

O promotor de L'Aquila, David Mancini, ordenou nesta manhã um novo interrogatório aos dois detidos para que confessem onde se encontra a relíquia.

Antes da confissão destes três jovens italianos, foi ventilada a possibilidade de que se tratava de um roubo para realizar algum rito satânico ou que tivesse a ver com um roubo vinculado a algum colecionador.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Papa Francisco será o novo vocalista do U2 - Leia para entender...

Bomba! O Papa Francisco realizará o sonho que o Beato João Paulo II sempre teve, mas nunca pôde realizar: ser vocalista do U2! Ele assumirá o lugar do Bono Vox temporariamente, até o fim da nova turnê da banda. Enquanto isso, o roqueiro assumirá seu lugar, como Papa interino.
bono_papa
BONO VOX e JOÃO PAULO II
Precisa dizer que é zoeira gente!? Não, né…
Se um estranho chegar pra você na rua e contasse essa “novidade”, você daria algum crédito a ele? Creio que ninguém com mais de dois neurônios ativos acreditaria nisso, nem por um segundo sequer. Então por que raios uma penca de católicos costuma confiar em notícias toscas sobre o Papa, publicadas em sites desconhecidos?
É assombroso ver meus amigos compartilhando no Facebook o link de um site vagabundo que eu nunca tinha ouvido falar, cuja matéria dizia que o Papa Francisco teria dito que o inferno é uma fábula, que todas as religiões são iguais, e outras baboseiras heréticas. Gente, acorda! Qualquer joselito hoje em dia publica o que lhe dá na telha em um site. Temos que usar os miolos e ter critério para notar o que é digno ou não de uma mínima confiança.
O Vaticano já desmentiu essa boataria faz mais de um mês, por meio se seus órgãos oficiais de comunicação. Os post do desmentido foi publicado no dia 10 de janeiro na página News.Va de língua espanhola (confira aqui). Também faz um mês que desmentimos aqui essa baboseira toda. Pra quem não viu, o post é esse:
Povo Católico, sempre quiserem saber o que o Papa disse ou não disse, confiem somente nas páginas e sites oficiais do Vaticano. Em português, são elas: Site do VaticanoRádio Vaticano e News.va Português. Outros sites que são muito confiáveis, apesar de não serem do Vaticano, são a Agência de Noticias Zenit e a ACI Digital.
Se não formos prudentes com as notícias que espalhamos, ajudaremos a difundir a imagem de um falso Papa Francisco, como um papa que passa por cima da Sagrada Doutrina. É isso que o mundo espera que aconteça, mas Jesus é o Chefe disso aqui! Sua Palavra jamais passará! E nosso papitcho é um autêntico filho da Igreja, como ele mesmo já disse. Em caso de dúvidas, escrevam pra gente. Como sempre, fazemos a pesquisa nas fontes seguras e damos o retorno a vocês.
bono_vox

- Postagem original do "O Catequista": http://ocatequista.com.br/#sthash.pZ6GexhE.dpuf

Vaticano esclarece declarações atribuídas falsamente ao Papa Francisco que circulam na internet




VATICANO, 15 Jan. 14 / 02:31 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Vaticano, através de sua conta do Facebook em língua espanhola News.va (https://www.facebook.com/news.va.es)  trouxe uma nota de esclarecimento de uma série de falsas declarações atribuídas ao Papa Francisco e que estão circulando na Internet nestes dias.

O texto (originalmente em espanhol) diz:

“Queridos amigos, muitos de nossos leitores nos assinalam uma ‘notícia’ que circula na internet e nos perguntam se é verdadeira. Esta ‘notícia’, publicada em vários idiomas, diz que o Papa Francisco afirmou que a Bíblia está antiquada em muitas passagens como a ‘fábula de Adão e Eva’ ou o inferno, que todas as religiões são iguais, que Deus está mudando e evoluindo e a verdade religiosa também, e outras coisas semelhantes. Tudo isto o Papa teria afirmado no ‘Terceiro concílio vaticano II’.

Pela internet circulam milhares de histórias falsas, e às vezes é difícil saber de onde se originou a ‘notícia’ e se esta vem de uma fonte confiável ou não. Por isso, ante uma notícia referente ao Papa Francisco que nos pareça estranha, é bom questionar-nos e ir às fontes vaticanas para ver se também ali estas notas aparecem e com que palavras são escritas.

Por isso no que se refere ao Papa Francisco, se as palavras a ele atribuídas não aparecem nos meios oficiais vaticanos, é muito possível que sejam falsas. Aqui lhes oferecemos uma lista dos meios vaticanos e seus sites na internet, para que possam ir comprovar as notícias sempre que tiverem dúvidas:

-Canal Twitter oficial do Santo Padre (em português):https://twitter.com/Pontifex_pt   

-Escritório de Imprensa da Santa Sé:http://www.vatican.va/news_services/press/index_po.htm

-News.va: Recolhe em um único site as notícias dos outros meios vaticanos (http://www.news.va/pt), e fanpage no facebook(https://www.facebook.com/news.va.pt?fref=ts)

-Site Web oficial da Santa Sé, onde se pode encontrar o íntegra oficial de todos os discursos, homilias, mensagens, etc. do Papa Francisco:http://www.vatican.va

-L'Osservatore Romano: Periódico da Santa Séhttp://www.osservatoreromano.va/pt

-Rádio Vaticano: http://pt.radiovaticana.va/bra/index_n.asp

-Centro Televisivo Vaticano: http://www.ctv.va/content/ctv/it.html

-The Pope App: app para smartphones e tablets administrado por News.va, que pode ser descarregado gratuitamente em: http://www.news.va/thepopeapp/  e permite seguir em tempo real as intervenções do Papa e configurar alertas que avisam quando começam os eventos pontifícios.

Este também permite acessar todo o conteúdo oficial relacionado ao Papa em qualquer formato: notícias e discursos oficiais, galeria com suas últimas imagense vídeos e acesso a sua agenda e links a outros serviços da Santa Sé. Além disso, a aplicação tem acesso às webcams distribuídas pela Praça de São Pedro, que transmitem imagens em todo momento.

-VIS (Vatican Information Service): http://www.vis.va

Uma saudação muita cordial a todos e muito obrigado por sua atenção e suas sugestões”, conclui a nota.
 
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26559

domingo, 26 de janeiro de 2014

3º Domingo do Tempo Comum – Domingo 26/01/2014

Anúncio do Evangelho (Mt 4,12-23)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

12Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia. 13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, 14no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15”Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz, e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”. 17Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.
18Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores.19Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 20Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram.
21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. 22Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram. 23Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

“Ciúmes e invejas dividem os cristãos”, adverte Francisco

23/01/2014

“Ciúmes e invejas dividem os cristãos”, adverte Francisco

1_0_766565“Os cristãos devem fechar as portas a ciúmes, invejas e mexericos que dividem e destroem nossas comunidades”. A exortação foi feita pelo Papa na manhã desta quinta-feira, 23, na missa presidida na Santa Marta.

Sua reflexão começou a partir da primeira leitura do dia, que fala da vitória dos israelitas sobre os filisteus, graças à coragem do jovem Davi. A alegria da vitória se transformou logo em tristeza: o Rei Saul, invejoso porque as mulheres louvaram Davi, que matou Golias, mandou executá-lo.

“É o que o ciúme faz em nosso coração – observou o Papa – é uma inquietude cruel: não toleramos que um irmão ou irmã tenham algo que não temos. Saul, ao invés de louvar Deus, como fizeram as mulheres de Israel, preferiu se fechar e ficar lamentando consigo mesmo”.

“O ciúmes leva a matar.. foi pela porta da inveja que o diabo entrou no mundo. Ciúme e inveja abrem as portas ao mal, são um veneno”, disse, advertindo:

“As pessoas invejosas e ciumentas são amargas: não sabem cantar, não sabem louvar e não conhecem a alegria. Semeiam sua amargura e a difundem em toda a comunidade. Outra consequência deste comportamento são os mexericos, porque quando uma pessoa não tolera que outra tenha algo que ela não tem, tenta ‘rebaixá-la’, falando mal dela. Vejam: por trás de uma fofoca estão sempre ciúmes e inveja”.

“Quantas belas comunidades cristãs – exclamou o Papa – andavam bem até que o verme da inveja contagiou um de seus membros e com ele, a tristeza, o ressentimento e as fofocas”, completou o Papa, no sexto dia da Semana da Unidade dos Cristãos, celebrada no Hemisfério Norte até o dia 25 de janeiro.

“Hoje, nesta missa, rezemos por nossas comunidades cristãs para que a semente do ciúme não seja semeada entre nós; que a inveja não penetre em nossos corações e possamos ir avante, louvando o Senhor, com a graça de não cairmos na tristeza”.

http://www.paulinos.org.br/home/noticias/ciumes-e-invejas-dividem-os-cristaos-adverte-francisco/

Fonte: rádio Vaticano

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Deus nos convida a vivermos a graça e a caridade sempre

Quando sabemos nos apegar à graça, quando sabemos viver a caridade, a Lei de Deus, para nós, isso se torna vida e libertação!

”O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado” (Mc 2, 27-28).

A tradição judaica tem o sábado como um dia sagrado e consagrado a Deus, como é a interpretação antiga da Lei. Mas até independente do dia, é a maneira como é vivido esse dia. Os mais radicais não se permitem fazer nada neste dia, mas nada mesmo! Até se uma pessoa estiver morrendo, que espere para morrer noutro dia, porque este não é o dia de socorrer a ninguém. Qualquer serviço, qualquer coisa a ser feita, não se faz no dia de sábado, porque esse é o dia do repouso sagrado. É o dia em que Deus descansou, então, de acordo com essa tradição, não podemos fazer nada neste dia.

É óbvio que muitos ficam escandalizados, porque Jesus passa no campo de trigo em um sábado, e questionam: ”Meu Deus, o que é que Jesus esta fazendo em dia de sábado, sendo que pela Lei não é permitido fazer isto!”.

Você sabe que Jesus não escolheu nenhum dia para deixar de fazer o bem e fazer o Reino de Deus acontecer. Curou, fez milagres, anunciou o Reino de Deus, não foi para confrontar, não foi para ser rebelde; muito pelo contrário, fez isso para nos mostrar que o sábado não pode escravizar nenhum homem. Em outro sentido, a Lei não pode nos escravizar, a Lei de Deus não pode, em hipótese alguma, nos impedir de fazer o bem. E fazer o bem acontecer e muito bem feito! Não importa o dia, o domingo, o sábado; não importa o que eu tenho para fazer, a caridade é a plenitude da Lei, a caridade é a coisa mais importante da Lei.

Mesmo que você esteja indo à Missa, se alguém estiver passando mal e precisar de você, é óbvio que você deverá socorrê-lo. Você tem seus compromissos religiosos, mas se algo desse tipo exige mais de você, faça aquilo que exige sua presença, sobretudo sua caridade. Nós não podemos ser escravos de nenhum preceito religioso.

O que precisamos é aprender, com Jesus, a viver o espírito da Lei! O espírito da Lei é a graça e a caridade. Quando sabemos nos apegar à graça, quando sabemos viver a caridade, a Lei, para nós, é vida e libertação! Mas quando nos apegamos à letra e interpretamos a coisa ao pé da letra, nós não somos capazes de viver a graça daquilo que Deus nos chama a viver.

Que nós saibamos nos libertar de tudo aquilo que nos escraviza para sermos livres para amar a Deus e ao próximo!

Que Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

domingo, 19 de janeiro de 2014

2º Domingo do Tempo Comum – Domingo 19/01/2014

Anúncio do Evangelho (Jo 1,29-34)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo: 29João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. 31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”.
32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. 34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ninguém pode se isolar.

Qualquer que seja a nossa batalha, precisamos da ajuda. Ninguém pode se isolar. Não significa que devemos sair contando os problemas para todos, mas necessitamos desabafar com os irmãos que – e aí está o mais importante – irmãos que intercedam conosco e nos ajudem. Ninguém é suficientemente forte para se sustentar. Se você tem irmãos que oram e sofrem com você, constantemente terá forças para lutar e, ao final, a vitória será de Deus.
Tenha certeza disso. 


Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Ecumenismo – Expectativas da Semana de oração pela unidade

2014-01-17 L’Osservatore Romano
Este ano, a Semana de oração pela unidade dos cristãos (18-25 de Janeiro) está sob uma estrela ecumênica particularmente boa. O tema da semana é tirado do primeiro capítulo da primeira carta aos Coríntios, na qual Paulo lança um apelo veemente à unidade e faz uma pergunta que interpela a nossa consciência: «Está porventura Cristo dividido?» (1 Cor 1, 13). 
Face a esta pergunta, pensa-se imediatamente na trágica situação da cristandade dividida, porque a ruptura da Igreja ainda existente deve ser entendida como divisão do que por natureza é indivisível, ou seja, a unidade do Corpo de Cristo. Foi precisamente este doloroso problema que animou a redação do decreto do concílio Vaticano II sobre o ecumenismo,Unitatis redintegratio, de cuja promulgação se celebra este ano o cinquentenário.
Momento central de 2014 é sobretudo a comemoração do histórico encontro entre o patriarca ecumênico de Constantinopla, Atenágoras, e o Bispo de Roma, o Papa Paulo VI, que teve lugar em Jerusalém há cinquenta anos, e mais precisamente nos dias 5 e 6 de Janeiro de 1964. A então anunciada respectiva vontade de restabelecer a caridade entre as duas Igrejas, selada com o ósculo fraterno entre os dois chefes de Igreja em nome dos dois irmãos André e Pedro, continua a ser para nós ícone duradouro da disponibilidade ecumênica para a reconciliação.
 Kurt Koch
Cardeal presidente do Pontifício Conselho
para a promoção da unidade dos cristãos

O Papa apoia a Marcha pela vida na França: mantenham viva a atenção

2014-01-18 Rádio Vaticana
O Papa Francisco apoia a Marcha pela Vida programada para este Domingo, em Paris. Numa mensagem aos organizadores, o Núncio na França, Mons. Luigi Ventura, escreve que o Papa foi informado da iniciativa e apoia os participantes da marcha, "convidando-os a manter viva a atenção para um tema assim tão importante". O Papa convida-os também a retomarem a sua homilia de 16 de Junho de 2013, por ocasião do Dia da Evangelium Vitae. No seu discurso ao Corpo diplomático, na segunda-feira passada, o Papa tinha afirmado que "desperta horror apenas o pensar que há crianças que nunca verão a luz, vítimas do aborto".

Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações - mensagem de 5ª feira

2014-01-16 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Foi publicada nesta quinta-feira, a mensagem do Papa Francisco para o 51º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 11 de maio de 2014, IV Domingo de Páscoa. O tema é: “Vocações, testemunho da verdade”. Publicamos a seguir o texto da mensagem na íntegra:
Amados irmãos e irmãs!
1. Narra o Evangelho que «Jesus percorria as cidades e as aldeias (...). Contemplando a multidão, encheu-Se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe”» (Mt 9, 35-38). Estas palavras causam-nos surpresa, porque todos sabemos que, primeiro, é preciso lavrar, semear e cultivar, para depois, no tempo devido, se poder ceifar uma messe grande. Jesus, ao invés, afirma que «a messe é grande». Quem trabalhou para que houvesse tal resultado? A resposta é uma só: Deus. Evidentemente, o campo de que fala Jesus é a humanidade, somos nós. E a acção eficaz, que é causa de «muito fruto», deve-se à graça de Deus, à comunhão com Ele (cf. Jo 15, 5). Assim a oração, que Jesus pede à Igreja, relaciona-se com o pedido de aumentar o número daqueles que estão ao serviço do seu Reino. São Paulo, que foi um destes «colaboradores de Deus», trabalhou incansavelmente pela causa do Evangelho e da Igreja. Com a consciência de quem experimentou, pessoalmente, como a vontade salvífica de Deus é imperscrutável e como a iniciativa da graça está na origem de toda a vocação, o Apóstolo recorda aos cristãos de Corinto: «Vós sois o seu [de Deus] terreno de cultivo» (1 Cor 3, 9). Por isso, do íntimo do nosso coração, brota, primeiro, a admiração por uma messe grande que só Deus pode conceder; depois, a gratidão por um amor que sempre nos precede; e, por fim, a adoração pela obra realizada por Ele, que requer a nossa livre adesão para agir com Ele e por Ele.
2. Muitas vezes rezámos estas palavras do Salmista: «O Senhor é Deus; foi Ele quem nos criou e nós pertencemos-Lhe, somos o seu povo e as ovelhas do seu rebanho» (Sal 100/99, 3); ou então: «O Senhor escolheu para Si Jacob, e Israel, para seu domínio preferido» (Sal135/134, 4). Nós somos «domínio» de Deus, não no sentido duma posse que torna escravos, mas dum vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece para sempre, «porque o seu amor é eterno!» (Sal 136/135, 1). Por exemplo, na narração da vocação do profeta Jeremias, Deus recorda que Ele vigia continuamente sobre a sua Palavra para que se cumpra em nós. A imagem adoptada é a do ramo da amendoeira, que é a primeira de todas as árvores a florescer, anunciando o renascimento da vida na Primavera (cf. Jr 1, 11-12). Tudo provém d’Ele e é dádiva sua: o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, mas – tranquiliza-nos o Apóstolo - «vós sois de Cristo e Cristo é de Deus» (1 Cor 3, 23). Aqui temos explicada a modalidade de pertença a Deus: através da relação única e pessoal com Jesus, que o Baptismo nos conferiu desde o início do nosso renascimento para a vida nova. Por conseguinte, é Cristo que nos interpela continuamente com a sua Palavra, pedindo para termos confiança n’Ele, amando-O «com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças» (Mc 12, 33). Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus. É «um êxodo que nos leva por um caminho de adoração ao Senhor e de serviço a Ele nos irmãos e nas irmãs» (Discurso à União Internacional das Superioras Gerais, 8 de Maio de 2013). Por isso, todos somos chamados a adorar Cristo no íntimo dos nossos corações (cf. 1 Ped 3, 15), para nos deixarmos alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo. Não devemos ter medo: Deus acompanha, com paixão e perícia, a obra saída das suas mãos, em cada estação da vida. Ele nunca nos abandona! Tem a peito a realização do seu projecto sobre nós, mas pretende consegui-lo contando com a nossa adesão e a nossa colaboração.
3. Também hoje Jesus vive e caminha nas nossas realidades da vida ordinária, para Se aproximar de todos, a começar pelos últimos, e nos curar das nossas enfermidades e doenças. Dirijo-me agora àqueles que estão dispostos justamente a pôr-se à escuta da voz de Cristo, que ressoa na Igreja, para compreenderem qual possa ser a sua vocação. Convido-vos a ouvir e seguir Jesus, a deixar-vos transformar interiormente pelas suas palavras que «são espírito e são vida» (Jo 6, 63). Maria, Mãe de Jesus e nossa, repete também a nós: «Fazei o que Ele vos disser!» (Jo 2, 5). Far-vos-á bem participar, confiadamente, num caminho comunitário que saiba despertar em vós e ao vosso redor as melhores energias. A vocação é um fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor uns aos outros que se faz serviço recíproco, no contexto duma vida eclesial autêntica. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno. Porventura não disse Jesus que «por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35)?
4. Amados irmãos e irmãs, viver esta «medida alta da vida cristã ordinária» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31) significa, por vezes, ir contra a corrente e implica encontrar também obstáculos, fora e dentro de nós. O próprio Jesus nos adverte: muitas vezes a boa semente da Palavra de Deus é roubada pelo Maligno, bloqueada pelas tribulações, sufocada por preocupações e seduções mundanas (cf. Mt 13, 19-22). Todas estas dificuldades poder-nos-iam desanimar, fazendo-nos optar por caminhos aparentemente mais cómodos. Mas a verdadeira alegria dos chamados consiste em crer e experimentar que o Senhor é fiel e, com Ele, podemos caminhar, ser discípulos e testemunhas do amor de Deus, abrir o coração a grandes ideais, a coisas grandes. «Nós, cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia na Missa para os crismandos, 28 de Abril de 2013). A vós, Bispos, sacerdotes, religiosos, comunidades e famílias cristãs, peço que orienteis a pastoral vocacional nesta direcção, acompanhando os jovens por percursos de santidade que, sendo pessoais, «exigem uma verdadeira e própria pedagogia da santidade, capaz de se adaptar ao ritmo dos indivíduos; deverá integrar as riquezas da proposta lançada a todos com as formas tradicionais de ajuda pessoal e de grupo e as formas mais recentes oferecidas pelas associações e movimentos reconhecidos pela Igreja» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31).
Disponhamos, pois, o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há-de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos sabido, com docilidade, acolher em nós. Com estes votos e pedindo-vos que rezeis por mim, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, 15 de Janeiro de 2014 [Franciscus]

Papa à Rádio e Televisão italiana RAI: jamais abdicar ao serviço público, informar respeitando as pessoas

2014-01-18 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência, no final da manhã deste sábado, na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de oito mil pessoas, entre dirigentes, membros e funcionários da RAI, Rádio e Televisão Italiana. O encontro realiza-se por ocasião do 90º aniversário do início das transmissões radiofônicas e do 60º de início das transmissões televisivas.
Antes da audiência papal, os presentes participaram, na Sala de Audiências Paulo VI, de uma celebração Eucarística, presidida pelo cardeal Angelo Comastri, Vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano.
Em seu discurso o Santo Padre cumprimentou os numerosos membros da RAI, mas também outros representantes de redes televisivas públicas e de Associações de outros países. E destacando os dois aniversários, o Papa refletiu sobre as relações entre a Santa Sé e a RAI ao longo destes decênios:
A palavra-chave que gostaria logo de colocar em evidência é a colaboração, tanto em relação ao rádio como à televisão. O povo italiano sempre pôde ter acesso à palavra e, sucessivamente, às imagens do Papa e dos eventos eclesiais na Itália, através do serviço da RAI. Esta colaboração se realiza mediante duas entidades vaticanas: a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano”.
Desta forma, a RAI ofereceu e ainda oferece aos ouvintes e telespectadores a possibilidade de seguir os eventos ordinários e extraordinários da Santa Sé, como o Concílio Vaticano II, o Jubileu do ano 2000, as diversas celebrações e as Visitas pastorais na Itália e no mundo. O Papa não deixou de recordar ainda as diversas transmissões e os filmes de cunho religioso e moral.
A RAI, com suas inúmeras iniciativas, também é testemunha dos processos de mudança e de transformação na sociedade italiana, e contribui, de modo especial, para o processo de unificação linguístico e cultural da Itália. E o Bispo de Roma acrescentou:
Agradeçamos ao Senhor por tudo isso e continuemos a levar adiante este processo de mútua colaboração. Mas, a recordação de um passado, rico de conquistas, deve ser um convite ao senso de responsabilidade de todos, presentes e ausentes. O serviço público da RAI, além de ser informativo, é também formativo para o bem comum”.
Portanto, afirmou o Papa, a RAI é uma entidade que produz cultura e educação, formação e espetáculo. Trata-se de uma responsabilidade imprescindível. A qualidade da ética da comunicação é fruto, em última análise, de consciências atentas, não superficiais, no devido respeito às pessoas.
Neste sentido, o Bispo de Roma recordou que, “cada um, na sua própria função e responsabilidade, é chamado a vigiar, para manter alto o nível ético da comunicação.
O Papa Francisco concluiu seu discurso aos numerosos membros da RAI, Rádio e Televisão Italiana, fazendo votos de que possam prosseguir seu precioso serviço ao bem comum, depositando confiança e esperança em seu trabalho de transmissão da palavra e das imagens, a serviço do crescimento humano, cultural e civil da sociedade. (MT)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Todas as religiões são verdadeiras? Não! O Papa Francisco jamais disse isso

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O último boato que anda rolando nas redes sociais é que nosso papitcho teria dito que todas as religiões são verdadeiras, e que a Bíblia está ultrapassada. O texto mentiroso chega ao ridículo de afirmar que o Papa teria dito essas coisas no Terceiro Concílio Vaticano… que nunca existiu! Haja nervo pra aturar os católicos-jujuba (docinhos e sem sustança) comemorando esse caô. Perdoai-os, Pai, eles não sabem o que é catolicismo!
Jogando um balde de água fria na jujubada, a página espanhola da agência oficial do Vaticano, New.va, publicou um post explicando que essas declarações são falsas e jamais foram feitas pelo Papa Francisco (ver aqui).
Eu não sei quanto a vocês, mas eu já não aguento mais meus miguxos lesados dando crédito a notícias falsas ou deturpadas sobre coisas que o Papa Francisco teria dito. Quando algum desses abre a boca na minha frente pra comentar essas tosqueiras, eu respiro fundo pra explicar o erro calmamente, mas o que dá vontade mesmo é gritar, correr e só parar dali a mil quilômetros…
desespero
O nosso Papa não é herege nem tonto, pra sair por aí dizendo asneiras. Se todas as religiões fossem verdadeiras, Deus não precisava ter se dado ao trabalho de ter se feito Menino e, mais tarde, tomar tapa na cara, ser açoitado brutalmente e morrer pregado como um bandido, na cruz. Bastava Ele ter deixado que os homens continuassem seguindo as diversas religiões!
Para muitos, parece muito bonito dizer que todas as crenças são igualmente boas, que tanto faz uma religião como outra. Porém, essa ideia é sustentada por uma ideologia hipócrita e covarde: o indiferentismo religioso. É herético e ilógico dizer que todas as religiões são verdadeiras. Ora, uma religião diz que Jesus era um homem comum, outra diz que Ele é Deus… Nesse caso, como alguém pode dizer que as ambas as religiões pregam a verdade, se uma contradiz a outra?
Contemplar a imagem do crucificado e dizer que todas as religiões são verdadeiras é muito non sense! Tem uma galera aí que precisa sair de cima do muro: ou o cristianismo é só uma lenda, ou Deus se fez homem e revelou Sua verdadeira doutrina a nós. E se isso acontece mesmo – e sabemos bem que é verdade –, nenhuma outra religião, fruto da imaginação pode sequer chegar perto da profundidade e beleza desse fato.
O Evangelho deve ser abraçado por nós de forma inteira, e não mutilado. Tem gente que só ouve as passagens que parecem se encaixar em suas ideias, e tampam os ouvidos para passagens “voadora na pleura”, tais como: “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada” (Mt 10, 34); “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14,6); “Quem não está comigo, está contra Mim. E quem não recolhe comigo, espalha” (Lc 11,23).
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É claro, graças à Lei Natural, toda pessoa carrega dentro de si noções básicas do que é certo ou errado. Isso explica porque, mesmo em meio a muitos erros doutrinários, há nobreza em diversas religiões, que ensinam certas coisas verdadeiras, dentro do limite da capacidade humana de entender o que é a verdade. Entretanto, é impossível comparar uma religião divinamente revelada – no caso, o cristianismo – com doutrinas tecidas pela mente humana.
Tipo… Eu, como toda a minha imeeeeeensa sabiduria e capacidade filozóphyca (craro, craro…), amanhã resolvo divulgar uma nova tese sobre a criação do mundo, a moral e a espiritualidade. Um monte de joselito se empolga com as minhas palavras ungidas e me segue. Ok, temos uma nova religião… E aí? Esta pode ser equiparada àquela revelada pelo Filho de Deus? Minha religião é tão verdadeira quanto o cristianismo? Aham…
À parte de toda babaquice politicamente correta, a Igreja ensina que a graça de Deus passa por diversas religiõesporém, isso acontece de forma GRAVEMENTE DEFICITÁRIA, capenga mesmo! Só na Igreja fundada sobre a autoridade segura de Pedro pode-se receber a plenitude da graça divina e dos meios de salvação.
Sobre isso, durante o papado do Beato João Paulo II, o Cardeal Ratzinger publicou uma declaração, da qual destacamos esse trecho:
“Com a vinda de Jesus Cristo Salvador, Deus quis que a Igreja por Ele fundada fosse o instrumento de salvação para toda a humanidade (…). Esta verdade de fé nada tira ao fato de a Igreja nutrir pelas religiões do mundo um sincero respeito, mas, ao mesmo tempo, exclui de forma radical a mentalidade indiferentista ‘imbuída de um relativismo religioso que leva a pensar que ‘tanto vale uma religião como outra’.
“Se é verdade que os adeptos das outras religiões podem receber a graça divina, também é verdade que objetivamente se encontram numa situação gravemente deficitária, se comparada com a daqueles que na Igreja têm a plenitude dos meios de salvação.”
- Declaração Dominus Iesus
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São Paulo bem que advertiu: “Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo” (Col 2, 8). O indiferentismo religioso é, hoje, uma das vãs filosofias que seduzem muitos católicos.

O que devemos fazer para não sermos ludibriados por essas coisas? Estejamos atentos ao que Papa Francisco nos diz:
“…não é possível encontrar Jesus fora da Igreja. O grande Paulo VI dizia: é uma dicotomia absurda querer viver com Jesus sem a Igreja, seguir Jesus fora da Igreja, amar Jesus sem a Igreja.”
- Papa Francisco. Homilia do dia 23/04/2013

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domingo, 12 de janeiro de 2014

Este é o tempo da misericórdia! Este nosso tempo tem necessidade de partilha fraterna e de amor. Papa comentando o evangelho do dia

2014-01-12 Rádio Vaticana
Com o nascimento de Jesus, os céus abrem-se para nós! Deixemo-nos invadir pelo amor de Deus que nos é dado pela primeira vez no baptismo por meio do Espírito Santo: esta a mensagem do Papa Francisco, neste domingo do Baptismo de Jesus, dirigindo-se ao meio-dia, na Praça de São Pedro, às pessoas ali reunidas para a recitação do Angelus e a quantos o seguiam através dos meios de comunicação.
O Papa comentava a expressão do Evangelho do dia – que refere que, depois de Jesus ter recebido o baptismo de João no rio Jordão, “os céus se abriram para ele”. Realizavam-se assim as profecias. Como invoca Isaías: “Ah, se tu (Senhor) abrisses os céus e descesses!”.
“Se os céus permanecem cerrados, o nosso horizonte nesta vida terrena é obscuro, sem esperança. Mas celebrando o Natal, a fé deu-nos mais uma vez a certeza de que os céus se abriram com a vinda de Jesus”.
“A manifestação do Filho de Deus sobre a terra marca o início do grande tempo de misericórdia, enquanto que antes o pecado tinha fechado os céus, elevando como que uma barreira entre o ser humano e o seu Criador”.
“Com o nascimento de Jesus, abrem-se os céus! Deus dá-nos a certeza de um amor indestrutível. Desde que o Verbo se fez carne, é possível ver os céus abertos”.
Foi possível para os pastores de Belém, para os Magos do Oriente, para João Baptista, para os Apóstolos, para Santo Estêvão – o primeiro mártir, que exclamou ‘Vejo os céus abertos’…
“E é possível também para cada um de nós, se nos deixarmos invadir pelo amor de Deus, que nos foi dado pela primeira vez no Baptismo, por meio do Espírito Santo”.
Quando Jesus recebeu o baptismo de penitência das mãos de João Baptista, solidarizando-se com o povo penitente, Deus fez ouvir a sua voz, do céu: “Este é o meu Filho, o amado!”. O Pai celeste enviou-o precisamente para que partilhasse a nossa condição, a nossa pobreza.
“Partilhar é o verdadeiro modo de amar. Jesus não se dissocia de nós, considera-nos irmãos e partilha connosco. E é assim que nos torna filhos, juntamente com Ele, de Deus Pai. É esta a revelação e a fonte do verdadeiro amor. E este é tempo da misericórdia”.
“Não vos parece que no nosso tempo temos necessidade de um suplemento de partilha fraterna e de amor?
Não vos parece que temos todos necessidade de um suplemento de caridade? Não daquele que se contenta com uma ajuda ocasional que não nos compromete, não nos põe em jogo, mas aquela caridade que compartilha, que faz seu o problema e o sofrimento do irmão.Que saber adquire a vida quando nos deixamos inundar pelo amor de Deus!”

Consistório: as escolhas de Papa Francisco, entre eles Dom Baldisseri e Dom Orani

2014-01-12 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (SP) - O Papa seguiu a regra dos 120 cardeais eleitores com menos de 80 anos. Atualmente havia 13 lugares “vacantes”, outros 3 serão “vacantes” até o próximo mês de maio. Por isso o Papa escolheu 16 eleitores.
Dos 16 eleitores, 4 são membros da Cúria, portanto um quarto do total, e 12 são Arcebispo ou Bispos residenciais de países todos diferentes entre eles.A distribuição dos prelados residenciais eleitores está bem distribuída entre os diversos continentes:
Europa 2; América do Norte e Central 2; América do Sul 3; África2; Ásia 2.A escolha de cardeais do Burkina Faso e do Haiti indica a atenção pelos povos provados pela pobreza.
Foram escolhidos prelados residenciais também de sedes não tradicionamente “cardinalícias”, como Perúgiana Itália, Cotabato na Ilha de Mindanau nas Filipinas.Entre os cardeais não eleitores destaca-se a criação de Dom Capovilla, Secretário do Beato Papa João XXIII, que será canonizado no mês de abril.
O mais idoso é Dom Capovilla, 98 anos, e o mais jovem, Dom Langlois, 55 anos.Destaque para nós no Brasil a escolha por parte do Papa Fancisco de Dom Orani João Tempesta e do Arcebispo Dom Lorenzo Baldisseri, que por quase 10 anos foi Núncio Apostólico no Brasil e hoje é o Secretário do Sínodo dos Bispos.
Eis a lista completa dos novos cardeais:
1 – Dom Pietro Parolin, Secretário de Estado. 2 – Dom Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos.
3 - Dom Gerhard Ludwig Muller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. 4 – Dom Beniamino Stella, Prefeito da Congregação per o Clero.
5 – Dom Vincent Nichols, Arcebispo de Westminster (Grã Bretanha). 6 – Dom Leopoldo José Brenes Solórzano, Arcebispo de Manágua (Nicarágua).
7 – Dom Gérald Cyprien Lacroix, Arcebispo de Québec (Canadá). 8 – Dom Jean-Pierre Kutwa, Arcebispo de Abidjã (Costa do Marfim).
9 – Dom Orani João Tempesta, O.Cist., Arcebispo do Rio de Janeiro (Brasil). 10 – Dom Gualtiero Bassetti, Arcebispo de Perúgia-Città della Pieve (Itália).
11 – Dom Mario Aurelio Poli, Arcebispo de Buenos Aires (Argentina). 12 – Dom Andrew Yeom Soo jung, Arcebispo de Seoul (Coreia).
13 – Dom Ricardo Ezzati Andrello, S.D.B., Arcebispo de Santiago do Chile (Chile). 14 – Dom Philippe Nakellentuba Ouédraogo, Arcebispo de Ouagadougou (Burquina Faso).
15 – Dom Orlando B. Quevedo, O.M.I., Arcebispo de Cotabato (Filipinas). 16 – Dom Chibly Langlois, Bispo de Les Cayes (Haiti).
O Papa também criou cardeal 3 arcebispos eméritos, que se distinguiram por seu serviço à Santa Sé e à Igreja.
São eles:1 – Dom Loris Francesco Capovilla, Arcebispo emérito de Mesembria.
2 – Dom Fernando Sebastián Aguilar, C.M.F., Arcebispo emérito de Pamplona. 3 – Dom Kelvin Edward Felix, Arcebispo emerito de Castries. (SP)

Batismo do Senhor – Domingo 12/01/2014

Conheça a história de São Bernardo

Anúncio do Evangelho (Mt 3,13-17)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13Jesus veio da Galileia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. 14Mas João protestou, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”
15Jesus, porém, respondeu-lhe: “Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!” E João concordou. 16Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele.
17E do céu veio uma voz que dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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