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sábado, 31 de agosto de 2013

São Raimundo Nonato

Hoje, celebramos a vida do santo que se tornou modelo para todo vocacionado à santidade e ao resgate das almas. Por ter encontrado dificuldades para vir à luz, é invocado como patrono e protetor das parturientes e das parteiras (seu nome significa “não nascido” porque foi extraído vivo das entranhas da mãe já morta). São Raimundo Nonato nasceu na Espanha, em Portel, na diocese de Solsona (próximo a Barcelona) no ano de 1200. Ainda menino, teve de guardar o gado e, durante seus anos de pastor, visitava constantemente uma ermida de São Nicolau, onde se venerava uma imagem de Nossa Senhora de quem era devotíssimo. Conta-se que, durante as horas que passava aos pés de Maria, um anjo lhe guardava o rebanho.
Desde jovem, Raimundo Nonato percebeu sua inclinação à vida religiosa. Seu pai buscou, sem êxito, impedi-lo de corresponder ao chamado vocacional. Ao entrar para a Ordem de Nossa Senhora das Mercês, pôde receber do fundador: São Pedro Nolasco, o hábito. Assim, tornou-se exemplo de ardor na missão de resgatar das mãos dos mouros, os cristãos feito escravos.
Certa vez, São Raimundo conseguiu liderar uma missão que libertou 150 cristãos, porém, quando na Argélia acabaram-se os recursos para o salvamento daqueles que corriam o risco de perderem a vida e a fé, o Missionário e Sacerdote Raimundo, entregou-se no lugar de um dos cristãos. Na prisão, Raimundo pregava para os muçulmanos e cristãos, com tanta Unção que começou a convertê-los e desse modo sofreu muito, pois chegaram ao extremo de perfurarem os seus lábios com um ferro quente, fechando-os com um cadeado.
Foi mais tarde libertado da prisão e retornou à Espanha. São Raimundo Nonato, morreu em Cardona no ano de 1240 gravemente doente. Não aguentou atingir Roma onde o Papa Gregório IX queria São Raimundo como Cardeal e conselheiro.
O seu corpo foi descansar na mesma ermida de São Nicolau em que orava nos seus anos de pastor.
São Raimundo Nonato, rogai por nós!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Beato Padre Eustáquio van Lieshout (1890-1943)

Beatificado em Belo Horizonte, Brasil,
pelo Cardeal José Saraiva Martins, a 15 de Junho de 2006


Humberto van Lieshout, que mais tarde seria conhecido como o Venerável Padre Eustáquio, nasceu no dia 3 de novembro de 1890, em Aarle Rixtel, na Holanda. Passou o final de sua vida no bairro Celeste Império, vizinho ao Jardim Montanhês, celebrando Missas na capela Cristo Rei, única igreja existente nas proximidades dos bairros Celeste Império, Villa Minas Gerais e Progresso (atual bairro Padre Eustáquio). Andava por toda a região, atendendo pessoas e resumindo sua missão em duas palavras: "Saúde e paz", numa atitude de fé e amor ao próximo.
Padre Eustáquio faleceu no Sanatório Minas Gerais, atual hospital Alberto Cavalcanti, também naquele bairro, onde estão preservados os móveis da época de seu falecimento. Tornou-se símbolo da fé religiosa, ao longo de sua atuação, promovendo curas e distribuindo bênçãos pelos vários lugares por onde passou. Após sua morte, foi atribuída a ele a graça da cura de um câncer em um de seus devotos, entre outros milagres.
Em 10 de dezembro de 1913, Padre Eustáquio iniciou o noviciado canônico, em Tremelo, na Bélgica. Fez votos temporários de pobreza, castidade e obediência como religioso da Congregação dos Sagrados Corações, no dia 27 de janeiro de 1915, tendo feito os votos perpétuos três anos mais tarde. A 10 de agosto de 1919, após cursar filosofia e teologia em seminários da Congregação, foi ordenado sacerdote por Dom Henrique Hopmans, bispo da diocese holandesa de Breda. Desse ano até agosto de 1924, trabalhou como auxiliar do mestre de noviços, vigário paroquial em Roelofarendsveen, tendo exercido, em 1920, o ministério sacerdotal em Maassluis, nas proximidades de Roterdam, cuidando de grande comunidade de famílias belgas que, em 1914, tiveram que deixar sua pátria, por causa da invasão alemã.
Em agostode 1924, por ordem dos superiores, chegou à comunidade da Congregação em Miranda de Ebro, na Espanha, a fim de aprender a língua espanhola, pois fora nomeado missionário na América do Sul, juntamente com os padres Gil van den Boorgart e Matias van Rooy. Em 22 de abril do ano seguinte, os três deixaram o porto de Amsterdam com destino ao Rio de Janeiro.
No dia 15 de julho de 1925, Padre Eustáquio e seus irmãos de Congregação chegaram em Romaria, no Triângulo Mineiro, onde assumiram a pastoral do santuário episcopal e da paróquia de Nossa Senhora da Abadia de Água Suja e das paróquias de São Miguel de Nova Ponte e Santana de Indianópolis, todas na Arquidiocese de Uberaba. A Padre Eustáquio, coube a função de vigário paroquial com prioridade de serviços de atendimento às comunidades da sede paroquial de Nova Ponte e de todas as suas capelas.
Em 26 de março de 1926, tornou-se reitor do Santuário de Nossa Senhora da Abadia, pároco das três paróquias citadas e da paróquia de Iraí de Minas e assumiu, também, as responsabilidades de conselheiro da Congregação dos Sagrados Corações no Brasil.
Ao ministrar suas orientações pessoais ações curativas de enfermidades físicas Padre Eustáquio falava da disposição de Deus em curar as pessoas integralmente e, sempre que possível, indicava medicamentos naturais de aquisição fácil e uso seguro. Para tanto, seguia, com critério, as orientações medicamentais do "Manual de Medicina no Campo", um compêndio de medicina natural e de primeiros socorros que ele sempre carregava consigo, no bolso da batina ou com seus objetos religiosos, numa pequena valise de couro. Era comum vê-lo consultar o manual, após ter dado alguma bênção ou antes de fazer a indicação de algum medicamento. Com freqüência, costumava-se vê-lo coletando folhas e raízes cujas serventias medicamentosas costumava testar em casa. Muitas pessoas que necessitavam de ajuda, na falta de farmacêutico ou médico, procuravam Padre Eustáquio.
De Romaria, foi transferido para Poá em São Paulo, onde continuou seu trabalho, incentivando lideranças religiosas existentes. Também fazia bênçãos, entre elas a da água no reservatório e nas pias de água benta, à entrada da igreja. Com o passar do tempo, os fiéis começaram a levar para a igreja garrafas de água para ser abençoadas. Com a notícia de fatos referentes a bênçãos do Padre Eustáquio seguidas de curas, o aglomerado de pessoas começou a aumentar em Poá. Por causa do transtorno, foi enviado para Araguari e ficou um tempo em reclusão, mantendo comunicação por carta com outras pessoas, principalmente seu amigo Padre Gil.
A 12 de fevereiro de 1942, Padre Eustáquio regeu a paróquia de Ibiá, até ser transferido para Belo Horizonte em 7 de abril do mesmo ano. Chegou na capital mineira sem alarde, já que era nacionalmente venerado como santo e taumaturgo. Porém, a despeito da discrição, logo nos primeiros dias muitas pessoas o procuraram pedindo bênçãos e curas, na capela Cristo Rei, no bairro Celeste Império.
Como a capela Cristo Rei, matriz provisória, era muito distante do convento dos frades franciscanos, onde os padres dos Sagrados Corações se hospedavam, por praticidade, Padre Eustáquio alugou uma casa a apenas um quilômetro da capela.
Em 9 de setembro de 1942, o então prefeito da capital, Juscelino Kubitscheck, que se considerava beneficiado por milagre conseguido por intercessão do Padre Eustáquio, doou à paróquia um terreno onde foi construída a Igreja dos Sagrados Corações, cuja pedra fundamental foi abençoada por Dom Cabral. Nesse dia, após a cerimônia, Padre Eustáquio disse a alguns membros da Comissão Pró-Construção da Matriz: "Não verei o fim da guerra. Comecei a igreja, mas não a terminarei".
Em 1943, de 18 a 21 de agosto, durante o retiro que pregava às alunas do Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte, Padre Eustáquio demonstrou aparência abatida e cansaço. No dia seguinte, repousou em seu quarto, febril e trêmulo. Na manhã do dia 23, ainda febril e mais abatido, dirigiu-se à igreja, como fazia todos os dias, para rezar a missa. Ao final, dirigiu-se à sacristia, onde se sentou em um banco e desfaleceu. Os médicos Américo Souza Gomes, Olinto Orsini de Castro, Alfredo Balena e Otávio Coelho Magalhães o examinaram, mas não houve dúvida no diagnóstico: tifo exantemático, devido a uma picada de carrapato.
Padre Eustáquio permaneceu ali, rezando, embora dissesse que não sobreviveria. Recebeu o sacramento dos enfermos, mas chamava ansiosamente pelo amigo Padre Gil. Enquanto o aguardava, fez a renovação dos votos religiosos, pressentindo que a morte estava perto.
As freiras, os médicos e os enfermeiros emocionaram-se vendo seu olhar irradiar-se quando ele repetia cada palavra da seguinte fórmula que Padre Hermenegildo lhe ditava, com lentidão e clareza:
"Eu, Eustáquio, conforme as Constituições, Estatutos e Regras, renovo os meus votos de pobreza, castidade e obediência como irmão da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, em cujo serviço quero viver e morrer. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Depois, a sós com seus dois confrades, disse em tom de alívio e de espera:
"Graças a Deus, estou pronto! Mas como demora o Padre Gil!"
No dia 30 de agosto, Padre Gil conseguiu chegar para ver o amigo. Vendo-o à porta, Padre Eustáquio, em esforço heróico, tentou erguer-se do leito. Com voz serena, disse-lhe: "Padre Gil, Graças a Deus!" e desfaleceu-se, derradeiramente. No dia seguinte, Belo Horizonte amanheceu de luto. A imprensa divulgava, incessantemente, notícias sobre seu falecimento.

Após sua morte, foi atribuída a ele a cura de um câncer de um devoto, constatada clinicamente e comprovada cientificamente. Esse relato consta no processo para sua beatificação, iniciado em 1997. Outros casos de curas e milagres também são relatados por várias pessoas.
Padre Eustáquio costumava dizer que sua vocação era "amar e fazer amar a Deus".

Fonte: http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20060615_eustaquio_po.html

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Martírio de São João Batista

Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista…De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar.” (Mt 11,11-14)
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem “precedeu” como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: “Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente…” ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades – sua cunhada – e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: “Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista” (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Santo Agostinho

Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Santa Mônica

Neste dia, celebramos a memória desta grande santa, que nos provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da oração.” Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.
Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.
Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.
Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever:“Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.
Santa Mônica, rogai por nós!

domingo, 25 de agosto de 2013

Evangelho do 21º Domingo do Tempo Comum – Domingo 25/08/13

Evangelho (Lc 13,22-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 22Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. 23Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
Jesus respondeu: 24“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. 25Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’
Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’.
26Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’
27Ele, porém, responderá: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim, todos vós, que praticais a injustiça!’
28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora. 29Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. 30E assim há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 24 de agosto de 2013

São Bartolomeu

Neste dia, festejamos a santidade de vida de São Bartolomeu, apóstolo de Nosso Senhor Jesus Cristo, que na Bíblia é citado com o nome deNatanael (que significa dom de Deus). Os três Evangelhos sinópticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Talmay (filho de Talmay em aramaico). Nasceu em Caná da Galiléia, naquela pequena aldeia onde Jesus transformou a água em vinho.
Bartolomeu é modelo para quem quer se deixar conduzir pelo Senhor, pois, assim encontramos no Evangelho de São João: “Filipe vai ter com Natanael e lhe diz: ‘É Jesus, o filho de José de Nazaré’”. Depois de externar sua sinceridade e aproximar-se do Cristo, Bartolomeu ouviu dos lábios do Mestre a sua principal característica: “Eis um verdadeiro israelita no qual não há fingimento” (Jo 1,47).
Pertencente ao número dos doze, São Bartolomeu conviveu com Jesus no tempo da vida pública e pôde contemplar no dia-a-dia o conteúdo de sua própria profissão de fé: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. Depois da Paixão, glorificação do Verbo e grande derramamento do Espírito Santo em Pentecostes, conta-nos a Tradição que o apóstolo Bartolomeu teria evangelizado na Índia, passado para a Armênia e, neste local conseguido a conversão do rei Polímio, da esposa e de muitas outras pessoas, isto até deparar-se com invejosos sacerdotes pagãos, os quais martirizaram o santo apóstolo, após o arrancarem a pele, mas não o Céu, pois perseverou até o fim.
São Bartolomeu, rogai por nós!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Nossa Senhora Rainha

Instituída pelo Papa Pio XII, celebramos hoje a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: “Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio que se lança ao mar”.
Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi Assunta ao Céu. Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação: “É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo).
Nossa Senhora Rainha, desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: “Maria, a mãe de Jesus” (Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a Terra, podemos com toda a Igreja saudá-la: “Salve Rainha” e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a Carta Encíclica Ad Caeli Reginam (à Rainha do Céu): “A Jesus por Maria. Não há outro caminho”.
Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Episódio VIII -Os jovens podem mudar o mundo - Encontro de corações que creem

A Jornada Mundial da Juventude Rio 2013 terminou. Foram dias incríveis na presença do Papa Francisco onde adoramos e louvamos o nome de Jesus, mas agora é hora de voltarmos para nossos lares e colocar tudo aquilo que vivenciamos nesses dias em prática, é hora de irmos e fazermos discípulos. Nesse último episódio, Bruno nos fala da força que os jovens tem, a força para mudar o mundo. Obrigado a todos, por compartilharem junto com a Keystone Filmes, momentos de muita fé e esperança, levemos conosco a chama do Espírito Santo e com a bênção de Deus, possamos levar a Sua palavra a todos os lugares e tornar o mundo melhor!
Peregrinos, nos encontramos em 2016, na Polônia, até lá!!!




http://www.youtube.com/watch?v=S_xxp5vzd4k

São Pio X

Celebramos hoje um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora na humildade típica das almas abençoadas, José Sarto respondia àqueles que o chamavam de santo: “Não santo, mas Sarto”. Nascido em 1835 ao norte da Itália e de família muito simples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifício conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário.
Com sua permanente autodefinição: “um pobre vigário da roça”, José Sarto percorreu com simplicidade o caminho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vigário de uma pequena aldeia até o Papado. Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela modéstia e pobreza que o possibilitava à vivência da sua idéia-força: “Restaurar todas as coisas em Cristo”.
São Pio X foi Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X realizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a comunhão das crianças, sendo que no campo doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno. Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou dinheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acreditava num erro do Espírito Santo.
São Pio X, rogai por nós!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Episódio VII - Uma Mensagem de Esperança - Encontro de corações que creem

Neste episódio especial de "Encontro de corações que creem", Bruno nos envia uma mensagem que vai fortalecer a nossa fé e a nossa esperança!




http://www.youtube.com/watch?v=SsM9PEc26Cc

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Episódio VI - Deus nas Redes Sociais - Encontro de corações que creem

As Redes Sociais já fazem parte da vida de todos nós, mas será que existe espaço para Deus na internet? Nesse episódio de "Encontro de corações que creem", Bruno fala da importância das redes sociais como propagadoras do Evangelho de Cristo.




http://www.youtube.com/watch?v=6tSMvH3T9vA

domingo, 18 de agosto de 2013

Apoio ao aborto, não à mulher...

Nos governos Lula e Dilma as mulheres tem sido vistas tão somente como instrumentos para a promoção do aborto. As vítimas de estupro são bem acolhidas, mas com uma condição: que estejam dispostas a abortar. Este não foi o caso de Regiane Marques de Souza, violentada em Maricá (RJ) em dezembro de 2010.

Episódio V - Castidade, Pobreza e Obediência - Encontro de corações que creem

Benditos sejam os nossos sacerdotes, que com a bênção de Deus e inspirados pelo Espírito Santo nos ajudam a caminhar pelos caminhos de Cristo. Nesse quinto episódio da série "Encontro de corações que creem" Bruno nos comenta de uma maneira muito bonita e sincera os votos professados pelos padres. Castidade, pobreza e obediência, são votos de uma vida inteira levados com muita alegria por esses servos de Deus.




http://www.youtube.com/watch?v=Os-DHYwF9Mk

Santa Helena

Lembramos neste dia a santa que depois da conversão se dedicou na ajuda ao Cristianismo no tempo da liberdade religiosa acontecida durante o Império Romano. Nascida no ano de 255 em Bitínia, de família plebéia, no tempo da juventude trabalhava numa pensão, até conhecer e casar-se com o oficial do exército romano, chamado Constâncio Cloro.
Fruto do casamento de Helena foi Constantino, o futuro Imperador, o qual tornou-se seu consolo quando Constâncio Cloro deixou-a para casar-se com a princesa Teodora e governar o Império Romano. Diante do falecimento do esposo, o filho que avançava na carreira militar substituiu o pai na função imperial, e devido a vitória alcançada nas portas de Roma, tornou-se Imperador.
Aconteceu que Helena converteu-se ao Cristianismo, ou ainda tenha sido convertida pelo filho que decidiu seguir Jesus e proclamar em 313 o Édito de Milão, o qual deu liberdade à religião cristã, isto depois de vencer uma terrível batalha a partir de uma visão da Cruz. Certeza é que no Império Romano a fervorosa e religiosa Santa Helena foi quem encontrou a Cruz de Jesus e ajudou a Igreja de Cristo, a qual saindo das catacumbas pôde evangelizar e com o auxílio de Santa Helena construir basílicas nos lugares santos.
Faleceu em 327 ou 328 em Nicomédia, pouco depois de sua visita à Terra Santa. Os seus restos foram transportados para Roma, onde se vê ainda agora, no Vaticano, o sarcófago de pórfiro que os inclui.
Santa Helena, rogai por nós!

Evangelho - Assunção de Nossa Senhora – Domingo 18/08/13

Evangelho (Lc 1,39-56)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naqueles dias, 39Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia.
40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
46Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam.
51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.
56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 17 de agosto de 2013

Episódio IV - A escolha de uma vida sacerdotal - Encontro de corações que creem

 Nesse quarto episódio, Bruno compartilha conosco os caminhos e os desafios de quem escolhe uma vida de sacerdócio.




http://www.youtube.com/watch?v=sHt9R9qp49E

São Jacinto

O santo de hoje nasceu no ano de 1183 em Cracóvia (Polônia) e chamava-se Jacó. Com o apoio da família, ingressou para a vida religiosa tendo conhecido São Domingos de Gusmão em Roma no ano de 1221. Desta forma, passou a fazer parte da Família Dominicana. Os Dominicanos, por sua vez, deram-lhe o nome de Frei Jacinto.
Documentos seguros indicam-nos que era pregador em Cracóvia, em 1228, no convento da Santíssima Trindade, e que pregava a cruzada contra os Prussianos em 1238. Morreu a 15 de agosto de 1257.
Era parente do Bispo de Cracóvia e durante a sua vida foram fundados os conventos de Breslau, Sandomir e Dantziga. Em 1228, a partir do capítulo geral dominicano de Paris, Jacinto juntamente com outros dominicanos foram transferidos para Rússia, onde sua evangelização atingiu também os Balcãs, a Prússia e a Lituânia. Substituíram os Cistercienses, menos bem preparados. Mas os Tártaros, em 1241 e 42, destruíram numerosos conventos e fizeram muitos mártires.
Depois da passagem deles, a obra apostólica foi retomada e Jacinto retornou à Cracóvia. Jacinto é considerado o apóstolo da Polônia. Desde 1260, três anos após sua morte, o seu túmulo atraía peregrinos. O culto dele abrangeu toda a Polônia. Foi canonizado pelo Papa Clemente VIII, em 1954.
São Jacinto, rogai por nós!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Veja 34 pregações do Padre Léo em vídeo gratuitamente pela internet, além de outros vídeos relacionados a ele.

Você sabia? No link a seguir é possível ver 34 pregações de Padre Léo na íntegra: http://www.padreleoeterno.com/2009/02/veja-32-pregacoes-do-padre-leo-em-video.html



http://www.padreleoeterno.com/2009/02/veja-32-pregacoes-do-padre-leo-em-video.html

Santo do Dia - São Roque


Roque nasceu no ano de 1295, na França, em uma família rica, da nobreza da região. Ficou órfão na adolescência e vendeu toda a herança, distribuindo o que arrecadou entre os pobres. Depois disto, viveu como peregrino andante. Percorreu a França com destino à Roma. 
 
No caminho, Roque deparou com regiões infestadas pela chamada peste negra. Era comum, ver à beira das estradas, pequenos povoados só de doentes que foram isolados do convívio das cidades, para evitar o contágio do restante da população ainda sã. Enxergando nas pobres criaturas o verdadeiro rosto de Cristo, Roque se atirou de corpo e alma na missão de tratá-los. 
 
Seu zelo pelos doentes era tanto que ele descuidou-se de si próprio. Certo dia percebeu uma ferida na perna e viu que fora contaminado pela peste. Assim, decidiu se refugiar sozinho em um bosque, onde foi amparado por Deus. 
 
Roque foi encontrado por um cão. Este animal passou a levar-lhe algum alimento todos os dias, até que seu dono, curioso, um dia o seguiu. Comovido, constatou que era seu cão que socorria o pobre doente. Este homem auxiliou Roque na sua recuperação. 
 
Já com a saúde em dia, Roque voltou para sua cidade, mas foi preso, considerado como um espião. No cárcere continuou praticando a caridade e pregando a palavra de Cristo, convertendo muitos prisioneiros e aliviando suas aflições, até morrer.
 
Hoje as relíquias de São Roque são veneradas na belíssima basílica dedicada à ele em Veneza, Itália, sendo considerado o Santo protetor contra as pestes. 
 
 
 
Reflexão:
Sempre vemos São Roque representado em trajes de peregrino com um cachorro que está a seu lado no ato de lhe dar um pão. Esta gravura é inspirada no tempo de seu isolamento quando teria morrido de fome se um cachorro não lhe houvesse trazido diariamente um pão e se da terra não tivesse nascido uma fonte de água para lhe matar a sede. Hoje em dia são tantas as pessoas a passar necessidades na vida. Que são Roque as proteja e lhes inspire forças para lutar contra as injustiças.
 
 
 
Oração:
Ó inefável padroeiro nosso, São Roque, pela ardente caridade com que amastes o próximo nesta terra, chegastes a expor vossa própria vida para assisti-lo nas necessidades e doenças, especialmente nas moléstias contagiosas. Oh! Fazei que estejamos sempre livres dessas terríveis enfermidades e livrai-nos da peste ainda perigosa que é o pecado. Amém.
 
 
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

25 mil reais para quem tirar Deus do hino nacional da Suíça

via Padre Paulo Ricardo - Christo Nihil Praeponere 

Bandeira-da-suica
Uma entidade secularista estuda alterar o hino nacional da Suíça. O motivo: a canção atual fala muito de Deus
O hino Schweizerpsalm ("Salmo Suíço") foi composto na metade do século XIX e o povo suíço sempre conviveu muito bem com a letra da música, chegando a adotá-la, em 1981, como canção oficial da nação.
Mesmo tendo sido objeto de deliberação parlamentar na década de 60 – e, portanto, legitimamente escolhido - o atual hino nacional está ameaçado. De fato, o termo "salmo" não é sem motivo: nas quatro versões já feitas da canção, há inúmeras referências ao Criador. Pede-se ao povo suíço que eleve orações a Deus, que O adore, O exalte e O contemple nas coisas criadas: "no surgir da manhã esplendorosa", "no vir da noite fulgurosa", "no pousar da névoa densa", "na neblina" e "no ocorrer da tempestade feroz", por exemplo.
Ainda que muitos não vejam problemas nisto – afinal, como ensina o Concílio Vaticano I, Deus "pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana, por meio das coisas criadas" –, há quem se incomode.
Lukas Niederberger, membro da Sociedade Suíça para Utilidade Pública (SGG, na sigla em alemão), quer que o Estado suíço adote um novo hino01. A entidade vai oferecer à melhor composição uma recompensa estimada em 25 mil reais. Para Niederberger, "o grande problema é acima de tudo a letra". "Oficialmente, o hino é um salmo, uma oração, mas claro que temos uma sociedade aberta, religiosamente neutra. Nós temos ateus, não temos um único Deus, então este hino é uma dificuldade", afirmou.
A fala de Niederberger é reveladora. A princípio, se parece com mais uma simples lição de tolerância, mas, olhando de perto, é uma confissão. "Nós temos ateus", diz ele, "não temos um único Deus". O gato se escondeu e deixou o rabo de fora: na tentativa de não assumir para si nenhuma convicção religiosa, Niederberger revela seu ateísmo. Ele crê que "não temos um único Deus". No entanto, ao contrário da fé no Deus único, "intolerável" para o hino nacional da Suíça, o seu ateísmo cabe muito bem no lugar.
Não se trata de defender que a religiosidade de um povo se mede pelo número de referências religiosas de uma canção popular. O hino nacional brasileiro não fala de Deus um momento sequer e, no entanto, nossa nação está fortemente ligada à fé em um Deus único, que cria o universo e o assiste providentemente.A grande questão é o que esta proposta representa: a abolição da religião, a intolerância com os valores cristãos que moldaram nossa Civilização, a tentativa de tirar Deus dos ambientes e elementos públicos. Para os laicistas intolerantes, Deus não só não cabe em um hino, como deve ser excluído das escolas, das repartições públicas, dos diplomas legais e, se fosse possível, da própria alma dos povos.
O Papa Bento XVI estava certo: "A tolerância que, por assim dizer, admite Deus como opinião particular, mas que lhe rejeita o domínio público, a realidade do mundo e da nossa vida, não é tolerância mas hipocrisia"02. Os homens precisam aprender a reconhecer o primado de Deus no mundo. Caso contrário, "em vão trabalharão seus construtores" (Sl 126, 1).
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Suíça lança competição para substituir hino, BBC Brasil
  2. Homilia de abertura da XI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 2 de Outubro de 2005

Episódio III - O chamado de Deus - Encontro de corações que creem

JOVENS, DEUS NOS CHAMA, VAMOS RESPONDER AO SEU CHAMADO!
Milhares de peregrinos vieram a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro para juntos celebrar a vida em Cristo. Neste terceiro episódio de 'Encontro de corações que creem', Bruno fala sobre o chamado de Deus, como ele recebeu esse convite e a importância de nós também acolhermos esse pedido.




http://www.youtube.com/watch?v=xDkDsEKFukc

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A Quaresma em honra a São Miguel


Clique sobre a imagem para aumentar.

A Quaresma de São Miguel e o auxílio dos anjos

via Padre Paulo Ricardo - Christo Nihil Praeponere

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A tradicional Quaresma de São Miguel Arcanjo, que se inicia nesta quinta-feira, 15/08, é uma oportunidade para os cristãos repetirem as palavras do chefe da milícia celeste: Quem como Deus? Contrapondo-se à arrogância da serpente maligna, cujo escândalo revela-se na face humana de Deus, ou seja, em Jesus Cristo, resta ao ser humano, humilde criatura, dobrar seus joelhos e aprender a amar mais. Miguel, na hierarquia angélica, era o menor dos anjos, mas amou mais e, por isso, assim como a Virgem Maria, foi exaltado pela graça divina. Esse tempo proporciona o exame de consciência e o arrependimento por todas as vezes em que se disse o “não servirei” do diabo, em vez do “Quem como Deus?” de São Miguel.

Episódio II - Papa Francisco, uma escolha do Espírito Santo - Encontro d...



Veja o Episódio 1 aqui.
Bruno nos conta como foi a emoção de estar presente na Praça de São Pedro no momento da escolha do novo Pontífice da Igreja Católica. Falará também da importância do agora Papa Emérito Bento XVI e a escolha santa da Igreja por Francisco, o Papa que agradou a todos desde o primeiro momento.
Este é o segundo episódio da série 'Encontro de corações que creem'.

por:KeysToneFilmes

A Comunhão Espiritual

A Comunhão Espiritual é a reserva de vida e de Amor Eucarístico sempre ao alcance da mão para os enamorados de Jesus Hóstia. Por meio da Comunhão Espiritual, de fato, ficam satisfeitos os desejos de amor da alma que quer unir-se a Jesus seu Amado Esposo. A Comunhão Espiritual é união de amor entre a alma e Jesus Hóstia. União toda Espiritual, mas real, até mais real do que a própria união em nós da alma com o corpo, “porque a alma vive mais onde ama, do que onde vive”, diz São João da Cruz. Ver mais em Católicos Tradicionais


Encontrado em http://www.linkscatolicos.com.br/

Fonte original de : Derradeirasgraças.com

Assunção de Nossa Senhora

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição ApostólicaMunificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

São Maximiliano Maria Kolbe

Celebramos a santidade de vida daquele que enriqueceu o mundo e a Igreja ao tornar-se apóstolo pela imprensa, cavaleiro da Imaculada Virgem Maria e mártir da caridade. Raimundo Kolbe nasceu em 1894, na Polônia, numa família operária que o introduziu no seguimento de Cristo e, mais tarde, ajudou-o entrar para a família franciscana, onde tomou o nome de Maximiliano Maria.
Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, inspirado pelo seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada, fundou o movimento de apostolado mariano chamado ‘Milícia da Imaculada’. Como sacerdote foi professor, mas em busca de ensinar o caminho da salvação, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia.
Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente, caiu em prantos:
“Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!”. Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial com a decisão própria de um mártir da caridade, ou seja, substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: “Sou um Padre Católico”.
A 10 de Outubro de 1982, o Papa João Paulo II canonizou este seu compatriota, já beatificado por Paulo VI em 1971.
São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O mundo diante do Imaculado Coração de Maria

via: http://padrepauloricardo.org/

Em um dos eventos previstos no calendário do Ano da Fé, o Papa Francisco repete João Paulo II e consagra o mundo ao Imaculado Coração de Maria
O Papa Francisco vai consagrar o mundo ao Imaculado Coração de Maria, repetindo o gesto de seu predecessor, o bem-aventurado João Paulo II. A decisão foi anunciada esta semana, através de um boletim informativo do Santuário de Fátima.
O ato de consagração acontecerá no dia 13 de outubro, quando acontece, em Roma, a Jornada Mariana, promovida pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. A oração será feita diante da imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima (a mesma venerada na Capelinha das Aparições), que estará na cidade eterna, a pedido do Santo Padre.
A imagem, esculpida em madeira e oferecida em 1920, só sai de Fátima em ocasiões especiais. As últimas vezes em que a imagem saiu de Portugal a pedido de um Pontífice foram em 1984, quando o beato João Paulo II consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria, e em 2000, quando o mesmo Papa, em união com o episcopado do mundo inteiro, entregou à Virgem o terceiro milênio. "A um papa não se diz que não", disse dom António Marto, bispo de Leiria e Fátima.
Outro bispo de Roma que fez questão de consagrar o mundo ao Imaculado Coração de Maria foi o venerável Pio XII. Por meio da carta apostólica Sacro Vergente Anno, assinada a 7 de julho de 1952, o Pastor Angelicus ofereceu a Nossa Senhora o mundo e, "na angústia do momento presente", a Rússia.
Sua Santidade, o Papa Francisco, já demonstrou o seu amor à Virgem Santíssima, ao pedir, em maio deste ano, ao então patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, que consagrasse o seu pontificado ao Seu Imaculado Coração.
Desta vez, é o mundo inteiro que será colocado pelo Santo Padre diante de Maria, Mãe da Igreja. Que este ato do Sumo Pontífice apresse o triunfo do Seu Imaculado Coração!
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Público

domingo, 11 de agosto de 2013

O dom de ser pai


“A genealogia da pessoa está unida primeiro com a eternidade de Deus e, só depois, com a paternidade e a maternidade humana, que se realizam no tempo”
 (Carta às Famílias 1994 - Beato João Paulo II).

Durante a minha infância e juventude, muitas vezes vi meu pai chegar bêbado e carregado em casa, mas tenho na memória a lembrança do “seu Mário gente boa e engraçado”. No meu noivado, ele estava presente; no casamento, ausente, pois faleceu de câncer meses antes. Passou o tempo e, hoje, eu tenho uma família que meu pai não conheceu.
Arquivo CN


Sinto-me tão pequeno diante da tarefa de educar os filhos que Deus me confiou: Rebeca, Davi e Sofia. Todos os dias, quando olho para eles, uma certeza tenho no coração, Deus é o começo e o fim na vida deles. Não é fácil educar, mas, formar para o céu é a minha missão de pai.

Dois pontos são importantes e me ajudam a caminhar neste lindo processo que é educar. De um lado, o pai limitado que sou; do outro, o compromisso com a minha paternidade. Consciente da limitação que é ser pai e do comprometimento com Deus e com “os meus filhos”, busco equilibrar-me em meio à agenda.

A vida de um pai é corrida, são muitas as ocupações. Mas sempre é bom refletir para ver se os afazeres nos permitem abraçar, beijar, conversar, brincar, passear com os filhos. Há tantos filhos que, bem mais do que os bens materiais, desejam a presença do pai.

Olho para a minha história e vejo que de uma situação é possível aprender lições boas e ruins, como o vício da bebida na vida do seu Mário, o meu pai, algo que abalou, por um período, o nosso lar.

A lição ruim é que a bebida atrapalhou o nosso relacionamento de pai e filho. A lição boa é que não desejo que os meus filhos passem por isso. Só quem viveu ou vive em uma casa com alguém no vício sabe como é difícil.

Tudo que é exagerado precisa ser analisado. A dedicação exagerada no trabalho, na religião, no esporte, na internet etc., não podem comprometer “a relação entre pai e filho”. Tem coisas que são boas, porém, é preciso saber conciliar as atividades para não prejudicar o convívio.

O meu desejo de pai é assinalar, no coração de cada filho, duas marcas: o carimbo da fé e da presença. Quero deixar essa herança a eles. Mesmo quando eu não estiver presente, que os valores semeados se façam presentes.

Sempre gosto de chegar bem pertinho do ouvido deles e falar: "Eu te amo meu filho", "eu te amo minha filha!". Os três escutam isso.

Cada letra da palavra Pai pode ter vários significados. Enquanto escrevia esse texto, pensei em: P (paternidade), A (amor), I (indiferença).

A indiferença, tanto do pai como do filho, precisa ser substituída por “incondicional”. Não é fácil, mas é possível. Consciente de que estou aprendendo a ser pai com meus erros e acertos, o essencial é saber que o Pai do céu ama cada filho com um amor incondicional!

Que Deus abençoe a todos que receberam esse lindo dom de Deus. Um feliz Dia dos Pais!

Cleto Coelho
Membro da Comunidade Canção Nova

Acreditar sempre, desesperar jamais e descobrir os valores que a vida tem. "Tem Jeito!"

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