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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Santo do Dia - Santa Catarina de Sena


Santa Catarina de Sena

29 de Abril


Santa Catarina de SenaNeste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

    Fonte: 
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=29&mes=4&ano=2013

domingo, 28 de abril de 2013

Evangelho de Domingo, 28 de Abril de 2013


Evangelho (João 13,31-33a.34-35)

Domingo, 28 de Abril de 2013
5º Domingo da Páscoa




— O Senhor esteja convosco. 
— Ele está no meio de nós. 
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

31Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo.
33aFilhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. 34Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. 35Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=28&mes=4&ano=2013

sábado, 27 de abril de 2013

Medjugorje, 25.07.2012


"Queridos filhos! 
Hoje os convido a fazer o bem. Sejam portadores de paz e
bondade neste mundo. Rezem
para que Deus lhes dê forças
a fim de que em seus corações e suas vidas reine sempre a esperança e orgulho por serem filhos de Deus e portadores
da Sua esperança neste mundo
que não tem alegria no coração
e não tem futuro, pois não tem
o coração aberto a Deus que é a sua salvação.

Obrigado por terem respondido
ao meu chamado!"

Evangelho de Sábado, 27 de Abril de 2013


Evangelho (João 14,7-14)

Sábado, 27 de Abril de 2013
4ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 7“Se vós me conhe­cêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conhe­ceis e o vistes”. 8Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!”
9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai”? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras.
11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. 14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=27&mes=4&ano=2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A Despedida - Homilia do dia 26-27/05/13


Na Liturgia desses domingos de Páscoa,
podemos perceber a preocupação de Cristo
em formar a sua Igreja, que continuará
a obra de salvação iniciada por ele:
- As aparições no Cenáculo e na pesca milagrosa...
- A imagem do Rebanho, do qual Cristo é o Bom Pastor...

Hoje nos fala do espírito que deve animar a nova Comunidade:
O AMOR MÚTUO.

A 1a Leitura mostra o final da 1a viagem missionária de Paulo e Barnabé,
na qual fundaram e organizaram novas comunidades cristãs. (At 14,21b-27)

Nela podemos notar três elementos:

- O Anúncio da Palavra até os confins da terra:
  anunciar o seu amor e o seu desejo de salvação para toda a humanidade.
- Os Conflitos são superados:
  Os sofrimentos são indispensáveis para entrar no Reino,
  mas confirmam a autenticidade da mensagem e
  possibilitam sentir a presença de Deus na caminhada da comunidade.
- A Organização das Comunidades:
  Paulo cria uma Instituição de Dirigentes ("Presbíteros"),
  que aparecem aqui pela primeira vez fora da Igreja de Jerusalém.
  É um ministério para administrar, vigiar e defender a comunidade.
  A Comunidade não existe para servir quem preside;
  quem preside é que existe em função da comunidade e do serviço comunitário...
  Paulo escolhe diretamente, após uma preparação de oração e jejum...

O Salmo é um canto de louvor a Deus
pois é "bom e compassivo com todas as criaturas". (Sl 145)

A 2ª Leitura mostra o rosto final dessa Comunidade
de chamados a viver no amor. (Ap 21.1-5a)

O autor sonha com um novo céu e uma nova terra.
Deus veio morar conosco.
Cabe à Comunidade cristã transformar a Babilônia em que vivemos
em nova Jerusalém. A Comunidade cristã deve ser um anúncio
dessa comunidade escatológica, dessa "noiva" bela,
que caminha com amor ao encontro do Amado (Deus).

No Evangelho, Jesus, ao se despedir dos discípulos,
deixa em testamento à comunidade o "MANDAMENTO NOVO:
"Amai-vos uns aos outros, COMO eu vos amei". (Jo 13,31-33a.34-35)
Essas palavras soam como um testamento final de uma vida feita amor e partilha.
O Mandamento do amor deve ser o Estatuto da Comunidade cristã.

+ O AMOR MÚTUO:

   - É SINAL da presença de Jesus na comunidade cristã.
     Jesus continua sua presença e sua ação no amor mútuo dos discípulos.

   - É o DISTINTIVO do verdadeiro cristão:
     "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos,
      se tiverdes amor uns para com os outros".

  - É um MANDAMENTO NOVO:
     MANDAMENTO: não é apenas um conselho... convite...
     NOVO: Onde está a novidade? "Amar o próximo como a si mesmo"
     já existia no Antigo Testamento (Lev 19,18).
     - A novidade está na medida desse amor: "Como EU vos tenho amado..."

O amor de que Jesus fala é o amor que acolhe,
que se faz serviço, que respeita a dignidade e a liberdade do outro,
que não discrimina nem marginaliza,
que se faz dom total (até à morte)
para que o outro tenha mais vida.
- É este o amor que vivemos e que partilhamos?

Neste ponto, a comunidade cristã se apresenta hoje
como um alternativa à visão de sociedade,
que continua baseada na competição, no poder do dinheiro,
mesmo à custa das lágrimas dos pobres,
das angústias e do sangue dos humildes.
Ela deve testemunhar com gestos concretos o amor de Deus;
deve demonstrar que a utopia é possível
e que os homens podem ser irmãos.
- É esse o nosso testemunho de comunidade cristã ou religiosa?

+ O Distintivo da Nova Comunidade:
Os discípulos de Jesus não são os depositários de uma doutrina,
ou de uma ideologia, ou os observadores de leis,
ou os fiéis cumpridores de ritos:
Mas são aqueles que, pelo amor mútuo,
vão ser um sinal vivo do Deus que ama.

A proposta cristã resume-se no amor.
O amor é o distintivo, que nos identifica;
quem não vive o amor, não integra a comunidade de Jesus. 
O amor mútuo é a síntese de toda a Lei da Nova Aliança,
é o estatuto que fundamenta a Comunidade cristã.

- A nossa religião é a religião do amor,
  ou é a religião das leis, das exigências, dos ritos externos?

- Em nossos gestos, as pessoas descobrem
  a presença do Amor de Deus no Mundo?

                              Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa -28.04.2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Por que o ateísmo é tão comum nas universidades?

Antes de a pergunta: "por que o ateísmo é tão comum nas universidades" ser respondida é preciso definir qual o significado da palavra "ateísmo". Muitas pessoas detém-se na definição etimológica dela, ou seja, a-teísmo quer dizer não-deus. O ateu, portanto, é aquela pessoa que diz que Deus não existe.
Todavia, segundo o Catecismo da Igreja Católica, o ateísmo é algo bastante complexo, com inúmeras facetas. Vejamos:
"Muitos de nossos contemporâneos não percebem de modo algum esta união íntima e vital com Deus, ou explicitamente a rejeitam, a ponto de o ateísmo figurar entre os mais graves problemas do nosso tempo.
O termo ateísmo abrange fenômenos muitos diversos. Uma forma frequente é o materialismo prático, de quem limita suas necessidades e suas ambições ao espaço e ao tempo. O humanismo ateu considera falsamente que o homem é 'seu próprio fim e o único artífice e demiurgo de sua própria história'. Outra forma de ateísmo contemporâneo espera a libertação do homem pela via econômica e social, sendo que a 'religião, por sua própria natureza, impediria esta libertação, na medida em que, ao estimular a esperança do homem numa quimérica vida futura, o desviaria da construção da cidade terrestre." (2123-2124)
Como se vê, a definição etimológica não é suficiente, pois o sentido da palavra é muito mais amplo. Coligindo os vários tipos de ateísmo é possível perceber que todos eles terminam numa atitude fundamental: o homem declara-se autônomo, ou seja, não depende mais de Deus para nada.
Adotar a atitude de autonomia perante Deus significa tão somente colocar-se no lugar Dele. Portanto, o que existe não é ateísmo, mas idolatria. O homem que se autodiviniza. Seja o homem individual, seja a coletividade do ser humano que passa a determinar o que é certo e o que é errado.
Muitas pessoas creem que Deus é uma realidade irrelevante para vida, que existindo ou não nada muda na vida de cada um. Mas isso não verdadeiro, pois, se existe um Deus, o homem não se pertence. Se existe um Deus, o homem é para ele. Se Ele é criador, o homem é criatura. Ele é o oleiro, o homem o barro, que deve se deixar modelar por Ele. É o homem que deve se adequar ao plano de seu criador. E, sendo assim, a perspectiva do homem muda completamente.
O início da vida acadêmica marca também o início do conhecimento do liberalismo moral. Estatisticamente já foi comprovado que o público acadêmico é muito mais liberal moralmente que as pessoas que não fazem parte desse ambiente.
E é justamenteo liberalismo moral que faz com que os jovens deslizem na direção do ateísmo. Isso se dá porque o jovem começa a pecar, seja frequentando as chamadas "baladas" ou mesmo seja cometendo pecados sexuais, transgressões diversas. Ora, para um jovem com alguma noção religiosa trazida da família, isto traz conflitos internos. Neste momento, o que acontece é que tanto os professores da Universidade quanto os próprios colegas desse jovem oferecem uma solução mágica para o seu drama de consciência: a relativização do certo e do errado e decretação da autonomia do homem (ateísmo).
Assim, a pessoa é introduzida no relativismo moral, quando não existe uma verdade, mas variantes, de acordo com o entendimento de cada um. Sendo assim, todas as opiniões são válidas. Ousar discordar ou afirmar que existe uma só verdade torna o indivíduo um ditador, pois estará querendo impor a sua própria moral. O indivíduo se torna um imperalista moral!
Este fenômeno é o que o Papa Emérito Bento XVI chamava de "ditadura do relativismo":
"Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar "aqui e além por qualquer vento de doutrina", aparece como a única atitude à altura dos tempos hodiernos. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades." (Missa pro eligendo Pontífice, 18/04/2005) [1]
Nesse sentido, o homem toma o lugar de Deus e o campus universitário pode ser comparado com o lugar onde o homem colhe o fruto da árvore proibida, da árvore do bem e do mal e torna-se um homem 'para além do bem e do mal'[2], numa independência total, na qual se pode afirmar: "eu sou Deus, eu determino o que é o bem, eu determino o que é o mal". A ideia de haver um criador é absurda, pois é o próprio homem quem tudo define e determina.
O filósofo ateu Friedrich Nietzsche, morto no ano de 1900, é o porta-voz dessa mentalidade que se instalou nas universidades. Em seu livro "Assim falava Zaratrusta", no capítulo chamado "Ilhas Bem-Aventuradas", ele profere o seguinte aforismo: "Meus irmãos, eu irei abrir-vos claramente a minha consciência: se existissem deuses, como suportaria eu não ser um deus? Logo, os deuses não existem."
Ora, esse raciocínio de Nietzsche não tem nada de científico, é uma falácia total. É algo que não se sustenta, mas, infelizmente, convence interiormente quem vive o drama de sua consciência. Então, se o jovem sente o peso de sua consciência é muito mais difícil ir a um confessionário e fazer o propósito de emendar-se. Mais fácil é, com uma canetada, tirar Deus da lista e atribuir aqueles sentimentos a uma educação retrógrada, conservadora, ultrapassada. Os tempos são outros, modernos, o pecado é coisa de antigamente, agora, cada geração, cada sociedade determina o que é bem, o que é mal. Melhor ainda, cada pessoa pode fazer a sua própria lei, de acordo com as suas próprias convicções e vontades. Tudo é relativo. Sendo assim, o homem se torna deus, se coloca no lugar de Deus.
É por isso que nas universidades o que se tem não é um crescente ateísmo, mas sim, uma crescente idolatria. Elas são especialistas, em seu ambiente, em amordaçar a voz da consciência, inserindo os jovens na chamada "ditadura do relativismo". O preço que se paga por isso é muito alto, pois as pessoas, ao se declararem autônomas, independentes de Deus imaginam que se tornam livres. Mas, não é isso que acontece, pelo contrário, elas se tornam escravas da tristeza, do vazio, do pecado. No ambiente universitário não é diferente.
A virtude, por sua vez, não vicia. Jamais se ouvirá dizer que alguém está viciado na generosidade, já na avareza sim. Uma pessoa não é viciada na castidade, mas na luxúria, no sexo desregrado, sim. Outra não pode ser viciada na sobriedade, mas na droga, no álcool, sim. Portanto, o homem, ao querer se libertar de Deus, escraviza-se, descendo abaixo de sua própria natureza.
Deus não dificulta a autonomia humana, pelo contrário, Ele liberta. "A verdade vos libertará", disse Jesus Cristo. Os ambientes universitários deveriam ser lugares em que se busca a Verdade e ela, ao ser encontrada, deveria transformar a todos em pessoas que se põe a serviço do conhecimento e da ciência. Esta deveria ser a vocação de todo universitário.

Referências

  1. Santa Missa «Pro Eligendo Romano Pontifice» homilia do Cardeal Joseph Ratzinger decano do colégio cardinalício
  2. Alusão ao livro "Para Além do Bem e do Mal", de Friedrich Nietzsche.

Agenda da JMJ será adaptada à sensibilidade do Papa Francisco, explica representante Vaticano


Atividades devem seguir a sensibilidade do Papa Francisco
Rio2013
jmjrio
O responsável pelas viagens internacionais do Papa, Alberto Gasbarri, está no Rio de Janeiro para definir a agenda de Francisco na JMJ (Foto: rio2013.com)
O responsável pelas viagens internacionais do Papa, Alberto Gasbarri, chegou ao Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 23. A vinda ao Brasil cumpre uma agenda que visa definir o programa do Santo Padre durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que será realizada de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro.
Gasbarri participou de reunião a portas fechadas com o arcebispo do Rio e presidente do Comitê Organizador Local da JMJ Rio2013 (COL), Dom Orani João Tempesta, o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello, representantes dos governos federal, estadual e municipal, no Palácio São Joaquim.
Em seguida, às 10h30min, a reunião foi ampliada com a participação de diretores do COL e outros representantes de órgãos federal, estadual e municipal, no auditório da Arquidiocese.
Gasbarri agradeceu os esforços de todas as esferas de governo e dos voluntários. Disse que está acompanhando o trabalho para a realização da JMJ Rio2013. “Já tínhamos um programa, fechado entre outubro e novembro do ano passado, mas houve uma mudança em um pequeno detalhe. Mudou o Papa”, afirmou.
“Tínhamos uma túnica sob medida para o Papa e, agora, precisamos fazer outra. Agora, vamos atualizar o programa do Papa Francisco de acordo com sua sensibilidade”, disse.
Antes de vir ao Rio, Gasbarri, afirmou ele, apresentou o programa da JMJ ao Papa Francisco. Ele garantiu que a primeira viagem internacional do Papa será o Brasil e o “foco do programa” será o Brasil, o Rio de Janeiro e a JMJ Rio2013. “Vamos adaptar a agenda e seguir sua sensibilidade”, afirmou.
Gasbarri confirmou a participação do Papa nos Atos Centrais da JMJ Rio2013 (Cerimônia de Acolhida ao Papa, Via-Sacra, em Copacabana, Vigília e Missa de Envio, no Campus Fidei, em Guaratiba). O primeiro Ato Central da JMJ é a Missa de Abertura, presidida por Dom Orani, que ocorre sem a presença do Papa. Na tarde, ele visitou locais que devem integrar a agenda.
Para Dom Orani, a Jornada representa um “horizonte vasto que se abre diante de todos para servir ao mundo”. “Teremos jovens católicos, judeus, muçulmanos, evangélicos, de várias nacionalidades, idiomas, de países em guerra, todos vivendo como irmãos. Nosso trabalho deve marcar o futuro de muita gente”, afirmou.

Santo do Dia - São Marcos Evangelista


São Marcos Evangelista

25 de Abril


São Marcos EvangelistaCelebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembléia a orar" (Atos 12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde "inaugurou" a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.

São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.

São Marcos, rogai por nós!

    Fonte: 
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=25&mes=4&ano=2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A Intolerância de um tipo de feminismo agressivo


Felipe Aquino
Autor de 78 livros sobre a Doutrina Católica

Reuters
Mulheres do movimento FEMEN invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas e jogaram água no arcebispo da cidade
Não é a primeira vez que o arcebispo de Bruxelas, Dom Andre-Joseph Leonard, é agredido covardemente por integrantes dos novos movimentos feministas (FEMEN) radicais e intolerantes, simplesmente por ser, pacificamente, contra o casamento gay, e outras imoralidades que a Igreja claramente condena há 2000 anos e que o Catecismo da Igreja Católica traz com clareza. E não é somente ele, mas outras instituições e pessoas da Igreja católica.

Elas pedem “tolerância” para expressar seus “valores”, mas, são intolerantes com quem pensa diferente delas. São agressivas com palavras, gestos e ações, não respeitam o mais elementar e natural direito de livre expressão, e não respeitam a liberdade de consciência dos outros. Há dois anos praticaram um ato de zombaria contra o mesmo Bispo de Bruxelas, simplesmente por defender, como bispo católico, a doutrina moral da Igreja que não foi ele quem criou, mas o próprio Deus.

Mais uma vez agora o Bispo Leonard é agredido covardemente pelo FEMEN, conhecido por reunir mulheres que gostam de ficar nuas em lugares públicos. Recentemente, as “feminazis” invadiram a Catedral de Notre Dame, em Paris, comemorando a renúncia do Papa Bento XVI, com gestos e palavras despudoradas.

De acordo com "O Globo", "o protesto foi contra a homofobia", como se o Bispo fosse um agressor dos homossexuais e provocasse ações contra eles, simplesmente pelo fato de ser, como toda a Igreja católica, contra o casamento gay e a prática homossexual que o Catecismo chama de pecado grave (§2357).

Dom Leonard foi agredido em sua sala, tendo suas roupas sujadas por líquidos atirados contra ele, como mostra as fotos das agências AFP e Reuters. Ao deixar a sua sala beijou uma imagem de Nossa Senhora. Certamente deve ter orado: ”Senhor, perdoai-as, não sabem o que fazem”.

Não é mais possível que as autoridades assistam caladas e inertes tão graves afrontas à Civilização e à educação. Não é porque são mulheres e nuas que não devem ser coibidas e punidas por seus atos descabidos. Que não se use a beleza da feminilidade para se praticar atos de vandalismo. Isto é ofender a dignidade da mulher.
Por que será que essas moças não fazem o mesmo contra algum líder muçulmano que também é contra o casamento gay?...
Ai está a alta e declarada covardia: atuam apenas contra a Igreja porque sabem que ela não é vingativa, “não paga o mal com o mal”, reza por seus agressores e inimigos e abençoa a quem os amaldiçoa, como Jesus Cristo nos ensinou no Sermão da Montanha. Mas estejam elas cientes de que a Igreja está pronta a derramar sangue, mas jamais deixar de ser fiel a seu Senhor, e deixar de anunciar a sua doutrina. 

Confissões comunitárias


O que dizer sobre isso?

A Mãe Igreja, à semelhança do Seu Senhor, deseja que todos os homens se salvem, e por isso, guardando as necessárias disposições, procura facilitar ao máximo a recepção dos auxílios da graça aos seus filhos por meio dos sacramentos.
Com base nesse princípio e motivada historicamente sobretudo pelas duas grandes guerras mundiais, a Igreja introduziu a disciplina que possibilita a administração do sacramento da penitência com a absolvição coletiva.

Assista: A importância da confissão na cura interior

É provável que o leitor já tenha ouvido alguém falar – ou mesmo passado por esta experiência – de alguém que foi buscar a confissão em alguma paróquia, e, para sua surpresa, não tenha encontrado a celebração ordinária do sacramento da penitência (com a confissão auricular, e absolvição individual), senão uma celebração comunitária com absolvição coletiva. O que dizer sobre isso?

A atual legislação canônica, mais precisamente o cânon 960 do Código de Direito Canônico, destaca expressamente que a confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário, com o qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja;

A absolvição dada, ao mesmo tempo, a vários penitentes sem a prévia confissão individual, constitui uma forma excepcional da administração do sacramento da Penitência que só pode ser empregada quando (cfr. c. 961):

1) Haja iminente perigo de morte e não haja tempo para que o sacerdote ou sacerdotes ouçam a confissão de cada um dos penitentes;

2) Haja grave necessidade, isto é, quando por causa do número de penitentes, não há número suficiente de confessores para ouvirem as confissões de cada um, dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito tempo (mais de um mês) sem a graça sacramental ou sem a sagrada comunhão.

O juízo para saber se, em determinado caso concreto ocorre o que está prescrito acima (n. 2), não compete ao confessor, mas ao bispo diocesano, que só pode permitir a absolvição geral em situações objetivamente extraordinárias (cfr. Motu Proprio Misericordia Dei, 4), previamente e por escrito. Não se considera, porém, necessidade suficiente quando não é possível ter os confessores necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes, como pode acontecer numa grande festividade ou numa peregrinação (cfr. c. 961 §1, 2º).

A absolvição geral coletiva, nos casos excepcionais previstos, deve ser precedida de uma adequada catequese que explique aos fiéis as condições para a sua validade, deixando claro que aqueles que recebem a absolvição coletiva deverão – para que o sacramento seja válido –, confessar, em tempo devido, individualmente todos os pecados graves que, naquele momento, não puderam confessar e que devem receber a absolvição individual antes de receberem uma nova absolvição geral.

Não é demais lembrar que todo aquele que, em razão do ofício, tem cura de almas (p. ex. o pároco) está obrigado a providenciar que sejam ouvidas as confissões dos fiéis que lhe estão confiados e que, de modo razoável, peçam para se confessar, a fim de que aos mesmos se ofereça a oportunidade de se confessarem individualmente em dias e horas que lhes sejam convenientes (cfr. c. 986 §1).
Padre Demétrio Gomes

Como orava Jesus?


A vida de Jesus era uma oração única. Em momentos decisivos, como a tentação no deserto, a escolha dos apóstolos e a crucifixão, a sua oração era especialmente intensa. Com frequência, sobretudo à noite, Ele retirava-Se na solidão, para orar. Ser um com o Pai, no Espírito Santo, era o fio condutor da sua vida terrena. [ 2600-2605]

Perante a morte, Jesus viveu toda a profundidade da angústia humana. Porém, Ele encontrou a força para também nesse momento confiar no Pai celeste: «Abbá, Pai, tudo Te é possível: afasta de Mim este cálice! Contudo, não se faça o que Eu quero, mas o que Tu queres!« (Mc 14,36) [2605-2606,2620]

 “A necessidade ensina a orar.” Quase todas as pessoas têm a experiências disso. Como orou Jesus perante a ameaça da morte? O que nessa altura O orientou foi a absoluta disponibilidade para crer no amor e no cuidado do Pai. No entanto, Jesus proferiu a mais abissal de todas as orações, retirada das orações judaicas para a chegada da morte: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste? « (Sl 22,1; cf. Mc 15,34) Então implícitos nesta frase do Crucificado todo o desespero, toda a lamúria, todo o grito das pessoas de todos os tempos, assim como o desejo da mão auxiliadora de Deus. Ao dizer «Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito« (Lc 23,46), Jesus entregou o Seu espírito. Aqui ressoa a confiança infinita no Pai, cujo poder conhece o caminho para superar a morte. Assim, a oração de Jesus a morrer antecipa a vitória pascal na Sua ressureição. [YouCat 475,476]

«Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria» (1). «Se conhecesses o dom de Deus!» (Jo 4, 10). A maravilha da oração revela-se precisamente, à beira dos poços aonde vamos buscar a nossa água: aí é que Cristo vem ao encontro de todo o ser humano; Ele antecipa-Se a procurar-nos e é Ele que nos pede de beber. Jesus tem sede, e o seu pedido brota das profundezas de Deus que nos deseja. A oração, saibamo-lo ou não, é o encontro da sede de Deus com a nossa. Deus tem sede de que nós tenhamos sede d’Ele (5).
[Papa Bento XVI - Catequese 29/08/2012]

terça-feira, 23 de abril de 2013

Santo do Dia - São Jorge


São Jorge

23 de Abril



São JorgeConhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

    Fonte: 
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=23&mes=4&ano=2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

domingo, 21 de abril de 2013

Evangelho de Domingo, 21 de Abril de 2013


Evangelho (João 10,27-30)

Domingo, 21 de Abril de 2013
4º Domingo da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

— Naquele tempo, disse Jesus:
27“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


sábado, 20 de abril de 2013

Evangelho de Sábado, 20 de Abril de 2013


Evangelho (João 6,60-69)

Sábado, 20 de Abril de 2013
3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor. 

Naquele tempo, 60muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” 61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? 63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de en­tregá-lo.
65E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?” 68Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

O ANO DA FÉ




            O Papa Bento XVI, inspirado pelo Espírito Santo, decretou “UM ANO DA FÈ” para toda a Igreja. Esse ANO da FÉ teve início no dia 11 de outubro passado e se prolongará até o dia 24 de novembro de 2013, festa do Cristo, Rei do universo.
            O objetivo desse Ano da Fé é de fazer acontecer em toda a Igreja, e em cada católico em particular, uma profunda renovação da fé em Jesus Cristo, e por meio de Jesus Cristo, uma profunda renovação da fé na Trindade Santa. Como conseqüência fazer acontecer uma renovação da fé em todas as verdades da fé católica para chegarmos  a uma vida cristã vivida à luz da fé, a uma obediência alegre e feliz aos ensinamentos de Jesus Cristo, anunciados pela Igreja.
            É importante a renovação ou a redescoberta da fé cristã? – Sim, é de suma importância, porque aquele que crê no Deus verdadeiro e com Ele se relaciona, conhece a verdadeira hierarquia de valores e coloca Deus em primeiro lugar em sua vida, e com isso, sabe colocar todos os outros valores no seu devido lugar. Pela fé e pelo relacionamento com Deus a pessoa; 1. Vive uma vida de amor a Deus, à família, ao próximo. 2. Faz de sua prática religiosa uma fonte de seu amor crescente para com Deus. 3. Faz de sua família um lugar de fé e de vida cristã. 4, Torna-se testemunha na sociedade dos verdadeiros valores da justiça, do bem comum, da solidariedade e de toda obra de caridade.
             Nossa participação no Ano da Fé. 1º Perguntarmo-nos como cremos e vivemos a nossa vida de fé no Deus verdadeiro e nas verdades reveladas. 2º Perguntarmo-nos como nós exprimimos a nossa fé no nosso relacionamento com Deus pela participação na Igreja, na vida sacramental, na Missa dominical, na nossa oração diária, no testemunho de vida cristã no matrimônio, na profissão, na sociedade. 3º Decidirmo-nos a participar da caminhada da Igreja e da sua paróquia, neste Ano da Fé, com aquelas iniciativas destinadas a aprofundar a fé cristã. 4º Decidirmo-nos a estudar e a aprofundar as verdades reveladas por Deus e ensinadas pela Igreja católica, expostas do Catecismo da Igreja Católica. 5º Rezar o “Credo” todos os dias, para iluminar o nosso coração com todas as verdades fundamentais de nossa fé católica. 
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Estado do Rio de Janeiro se prepara para receber os Símbolos da JMJ


Depois de viajar por todo o Brasil, levando fé, emoção e preparando todo o país para a Jornada Mundial da Juventude, os Símbolos da JMJ chegam ao estado do Rio de Janeiro. O Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, em comunhão às dioceses do Regional Leste 1, prefeituras e secretarias de estado e dos municípios se preparam para receberem a Cruz da Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora neste mês de abril

Os Símbolos da JMJ viajarão por todo o Regional Leste 1 por três meses. Chegarão ao estado em 21 de abril e a primeira cidade será Itatiaia, na Diocese de Barra do Piraí, que se privilegiará com a visita das relíquias presenteadas pelo Beato João Paulo II, na ocasião como o Sumo Pontífice e hoje patrono da JMJ, a todos os jovens para evangelização pelo mundo a fora.  

Em todo o estado, a peregrinação da cruz e do ícone ocorrerá até o dia 06 de julho, quando chegarão à cidade sede da JMJ Rio2013. Nesse período, eles visitarão igrejas, universidades, casas de detenções para menores, presídios e lugares onde encontram-se jovens em situação de risco social.
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O diretor do COL da JMJ Rio2013, padre Jefferson Merighetti, evidencia que os Símbolos terão acesso às diversas realidades do estado e que irão além dos muros da Igreja Católica.
“É válido destacar que, em todos esses trajetos, haverá um tom teológico do Cristo que vai aos lugares onde estão os mais necessitados. E, dentro dessa realidade, a Cruz da JMJ e o Ícone de Nossa Senhora terão a missão de envolver as diversas realidades existentes em nossas dioceses, onde encontrarão os jovens que mais necessitam deste contato com o Cristo Ressuscitado”, exorta padre Jefferson.    
Desde setembro de 2011, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora peregrinam pelo Brasil, fazendo da Jornada Mundial da Juventude uma realidade em nosso país.
O jovem Ruy Lima, da arquidiocese de Manaus, relembra quando os Símbolos da JMJ passaram pelo estado do Amazonas. “A maioria da população nem sabia o quê os Símbolos significavam para nós católicos, mas o efeito que surtiu mesmo foi o impacto em locais visitados, onde se encontram pessoas sem perspectiva de vida e com acesso às drogas, lugares que a própria Igreja não havia alcançado”, disse.
Autoridades civis, religiosas e militares finalizam as agendas da programação dos Símbolos em todo o estado
Com o propósito de tramitar os detalhes finais e esclarecer dúvidas, representantes do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), junto às autoridades governamentais e militares do estado reuniram-se com as dioceses e prefeituras de todo o Regional Leste 1. O encontro foi na tarde dessa quinta-feira, 04 de abril, no auditório do Edifício João Paulo II, prédio da sede do COL, no Rio de Janeiro.
O diretor do Comitê Organizador Local do Setor Pré-Jornada, padre Jefferson Merighetti e coordenador da peregrinação dos Símbolos da JMJ pelo Brasil, padre Antônio Ramos do Prado (padre Toninho) deram início ao encontro atualizando aos presentes informações sobre a Cruz da JMJ e o Ícone de Nossa Senhora. Foi feito uma retrospectiva da história e de toda a viagem pelo Brasil, iniciada em 18 de setembro de 2011.
Padre Toninho também certificou  a todos sobre os cuidados necessários com os Símbolos da JMJ por estarem no Brasil como mala consular, destinada a uso oficial a coberto da imunidade diplomática. “Apesar do Papa João Paulo II ter entregado simbolicamente aos jovens como caminho de evangelização pelo mundo a fora, os Símbolos da JMJ são de propriedade do Estado do Vaticano e toda a parte de documentação, teor burocrático e cuidados nos âmbitos de logística, transporte e remanejamento, se faz necessário em todo o processo e nas viagens”, notifica padre Toninho.
Com o objetivo de firmar agendas e esclarecer dúvidas acerca dos eventos oriundos da peregrinação dos Símbolos da JMJ pelas dioceses, houve, também, um fórum entre os representantes das dioceses e prefeituras, juntamente, com as autoridades civis e militares da Secretaria de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros RJ, Polícia Militar RJ, Secretaria de Saúde e de Transporte do estado do Rio de Janeiro, e o presidente da Comissão Especial Governamental da JMJ Rio2013, Luiz Carlos Puggialli.
“Com toda essa movimentação e estreitamento, teremos necessidade de estar com todas as forças do estado para dar os devidos apoios solicitados pelas dioceses para que os eventos relacionados à peregrinação dos Símbolos da JMJ ocorram com equilíbrio”, esclarece Puggialli.


domingo, 14 de abril de 2013

Evangelho de Domingo, 14 de Abril de 2013


Evangelho (João 21,1-19)

Domingo, 14 de Abril de 2013
3º Domingo da Páscoa



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós. 
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim:
2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”.
Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?”
Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”.
Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!”
Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. 8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes.
Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão.
10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.
12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”.
Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe.
14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.15Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?”
Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”.
16E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas”.
17Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas.
18Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”.
19Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


sábado, 13 de abril de 2013

Evangelho de Sábado, 13 de Abril de 2013


Evangelho (João 6,16-21)

Sábado, 13 de Abril de 2013
2ª Semana da Páscoa



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.
18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo. 
20Mas Jesus disse: “Sou eu. Não tenhais medo”. 21Quiseram, então, recolher Jesus na barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=13&mes=4&ano=2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Aprendendo com os cães...!


from Blog Padre Léo Eterno 
Em seu livro: “Experienciar Milagres”, no capítulo:“Roteiro de Milagre”, padre Léo faz uma reflexão, com riqueza de detalhes, do texto de São Mateus 15, 21-28, onde nos mostra a resposta vibrante de fé e de humildade da mulher cananéia, que se contenta com as migalhas, isto é, os restos que se jogam aos cachorrinhos, aos quais ela se equipara.
"Jesus, delicadamente, a compara com um cachorrinho. Jesus pensou num Teckel, o popular “linguicinha”, e não num Dobermann, ou num Fila. Jesus usa o diminutivo carinhoso. É, na verdade, um grande elogio". 



Começa, então, a enumerar as qualidades dos cães, a importância desses animais na vida do ser humano: "O cachorrinho está sempre correndo atrás de seu dono. Ele fareja os seus rastros. Corre atrás e quando o encontra não tem medo de se jogar no chão, aos pés do dono, pedindo carinho... Escuta longe. Basta um assovio e ele já levanta as orelhinhas. Conhece o barulho do motor do carro do dono... a qualquer hora do dia ou da noite ele está sempre pronto para ir atrás do dono, o qual não abandona nunca. O dono pode abandonar o cão, o cão nunca abandona seu dono. Deus também nunca nos abandona". 

Fidelidade:
"O cão está sempre pronto a nos defender. Por nós ele enfrenta bicho muito maior. Alguns cães chegam a ficar vigiando o túmulo de seu dono. São fiéis até depois da morte. Quantas vezes ouvimos falar de quando o bichinho fica doente quando seu dono adoece... Cães que salvam crianças, ou mesmo arrastam o dono ferido". 

Emoções:
"Outra coisa importante a aprender com eles é que sempre demonstram o que sentem. Eles expressam as emoções e claramente manifestam seus desejos: um rabinho balançando, os pulos alegres, as contorções com o corpo, a docilidade no olhar". 

Faro apurado:
"Por causa desse precioso faro os cães são usados para localizar animais, pessoas desaparecidas, drogas escondidas, rastrear criminosos em fuga..."

Guarda:
"Cães são treinados para servir de olhos para cegos, ouvidos para surdos e companheiros para doentes. Ajudam pessoas com deficiências, caminhando ao lado da cadeira de rodas, pegando e trazendo o que a pessoa precisa".

Canal de cura:
"Deus tem usado meus cachorros para curar meu coração, muitas e muitas vezes. Constantemente eles estão nos ensinando. São especialistas em acolhimento... Adoram pular, lamber e nos sujar. Parece que é um meio que encontraram para nos dizer que nos amam". 



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