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domingo, 31 de março de 2013

A NOVENA À DIVINA MISERICÓRDIA - SEGUNDO DIA


A NOVENA À DIVINA MISERICÓRDIA(O DIÁRIO de santa Irmã Faustina)
"NOVENA à Misericórdia Divina que Jesus me mandou escrever e rezar antes da Festa da Misericórdia (veja Festa da Misericórdia). Começa na sexta-feira santa.
Desejo que, durante estes nove dias, conduzas as almas à fonte da Minha misericórdia, a fim de que recebam força, alívio e todas as graças de que necessitam nas dificuldades da vida e, especialmente na hora da morte. Cada dia conduzirás ao Meu Coração um grupo diferente de almas e as mergulharás nesse oceano da Minha misericórdia. Eu conduzirei todas essas almas à Casa de Meu Pai. Procederás assim nesta vida e na futura. Por Minha parte, nada negarei àquelas almas que tu conduzirás à fonte da Minha misericórdia. Cada dia pedirás a Meu Pai, pela Minha amarga Paixão, graças para essas almas.



SEGUNDO DIA
[As palavras de Jesus]
Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia. 
[Oração de Santa Faustina]
 Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós, glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no Céu. 
Eterno Pai, dirigi o olhar da vossa Misericórdia para a porção eleita da vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da vossa bênção e, pelos sentimentos do Coração de vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.


Evangelho de Domingo, 31 de Março de 2013 | Páscoa do Senhor


Evangelho (João 20,1-9)

Domingo, 31 de Março de 2013
Páscoa do Senhor



— O Senhor esteja convosco! 
— Ele está no meio de nós! 
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo. 
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. 
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=31&mes=3&ano=2013

sábado, 30 de março de 2013

A NOVENA À DIVINA MISERICÓRDIA - PRIMEIRO DIA


(O DIÁRIO de santa Irmã Faustina)
"NOVENA à Misericórdia Divina que Jesus me mandou escrever e rezar antes da Festa da Misericórdia (veja Festa da Misericórdia). Começa na sexta-feira santa.
Desejo que, durante estes nove dias, conduzas as almas à fonte da Minha misericórdia, a fim de que recebam força, alívio e todas as graças de que necessitam nas dificuldades da vida e, especialmente na hora da morte. Cada dia conduzirás ao Meu Coração um grupo diferente de almas e as mergulharás nesse oceano da Minha misericórdia. Eu conduzirei todas essas almas à Casa de Meu Pai. Procederás assim nesta vida e na futura. Por Minha parte, nada negarei àquelas almas que tu conduzirás à fonte da Minha misericórdia. Cada dia pedirás a Meu Pai, pela Minha amarga Paixão, graças para essas almas.



PRIMEIRO DIA
[As palavras de Jesus]
Hoje traze-Me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso Me consolarás na amarga tristeza em que Me afunda a perda das almas.
[Oração de Santa Faustina]
Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo.
Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no Coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos a onipotência da Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

Evangelho de Sábado, 30 de Março de 2013 | Vigília Pascal


Evangelho (Lucas 24,1-12)

Sábado, 30 de Março de 2013
Vigília Pascal



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor! 

1No primeiro dia da semana, bem de madrugada, as mulheres foram ao túmulo de Jesus, levando os perfumes que haviam preparado. 2Elas encontraram a pedra do túmulo removida. 3Mas, ao entrar, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com roupas brilhantes pararam perto delas.
5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão, mas os dois homens disseram: “Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? 6Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: 7‘O Filho do Homem deve ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’”. 
8Então as mulheres se lembraram das palavras de Jesus. 9Voltaram do túmulo e anunciaram tudo isso aos Onze e a todos os outros. 10Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas contaram essas coisas aos apóstolos. 11Mas eles acharam que tudo isso era desvario, e não acreditaram. 
12Pedro, no entanto, levantou-se e correu ao túmulo. Olhou para dentro e viu apenas os lençóis. Então voltou para casa, admirado com o que havia acontecido. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=30&mes=3&ano=2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

Homilia Diária - Jesus deu-se inteiramente a cada um de nós


Jesus deu-se inteiramente a cada um de nós


março 29th, 2013


Irmãos e irmãs, a cada ano somos convidados a acompanhar Jesus na Sua entrada em Jerusalém, quando se entrega  inteiramente a nós. Ele deu tudo, até o inimaginável, como podemos deduzir das palavras de Santo Agostinho: «Quem pode duvidar que Ele dará a vida aos Seus fiéis, quando já lhes deu até a Sua morte?» De fato, este é Jesus Cristo: doação em totalidade, ou seja, como Deus-Homem, entregou-se por amor ao Pai e a nós, no Espírito Santo!
Assim, a Igreja nos convida a seguir os passos de Jesus e entrarmos com Ele no Mistério do Amor Pascal. Com Ele também “entraremos” no Palácio de Pilatos, onde Cristo revelará uma verdade que precisa encontrar, a cada ano, uma resposta cada vez mais profunda, seja no âmbito pessoal, familiar, comunitário e social: «Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz» (Jo 18,37).
E diante da resposta de Pilatos: «O que é a verdade ?» (v. 38), lembro-me do filme “ A Paixão de Cristo” (dirigido por Mel Gibson), recomendadíssimo para este tempo também, o qual parece estar separado o seu roteiro ou argumento em duas partes: uma antes e outra a seguir à referida pergunta de Pilatos. Sendo que a segunda parte todo o filme tenta responder o que Jesus revelou como Verdade, a qual somente pode ser vinculada ao Amor. Ao meu ver, isso conseguiu estar em conformidade com a teologia joanina.
Retornando ao Manancial do Amor e da Verdade, percebemos, na Bíblia, que o processo de escuta está intimamente ligado à fé e ao ato de obediência. Aquela fé obediente que faltou a Pedro, o qual negou Jesus por medo do sofrimento; faltou também a Judas Iscariótes, que agiu como um descrente, ambicioso e desobediente, a ponto de trair o Senhor e sua vocação de apóstolo de forma premeditada (cf. Lc 14,10-11), mudando o sentido real de um beijo amigável: «Na frente, vinha um dos doze, chamado Judas, que se aproximou de Jesus para beijá-lo. Jesus lhe disse: “Judas, com beijo tu entregas o Filho do Homem?» (Lc 22, 47-48).
Assim, no mistério da Paixão do Senhor, os gestos a favor ou contra adquirem uma nova densidade, na qual os gestos completam e traduzem as palavras, sejam elas de vida ou de morte! Em nome de uma comunicação que esteve a serviço da prisão, sofrimentos, catástrofes, preconceitos, desequilíbrios, julgamento injusto, castigo cruel e morte do Inocente enviado pelo Pai das Misericórdias, estiveram os nossos pecados. Pois todo o mal de todos os tempos, lugares e povos recaíram sobre Ele, como já havia profetizado Isaías, quando ao Servo Sofredor: «Era o mais desprezado e abandonado de todos, homem do sofrimento, experimentado na dor, indivíduo de quem a gente desvia o olhar, repelente, dele nem tomamos conhecimento. Eram, na verdade, os nossos sofrimentos que ele carregava, eram as nossas dores que levava às costas. E nós achávamos que ele era um castigado, alguém por Deus ferido e massacrado. Mas estava sendo traspassado por causa de nossas rebeldias, estava sendo esmagado por nossos pecados. O castigo que teríamos de pagar caiu sobre Ele, com os Seus ferimentos veio a cura para nós» (cf. Is 53, 3-5).
De fato, o Bom Pastor, para ser o “Cordeiro que tiraria o pecado do nosso mundo” (cf. Jo 1,29), sujeitou-se a fazer-se até pecado, mas que nós livremente, por fé, esperança e amor, nos sujeitássemos à vontade salvífica e libertadora do amor e da verdade que libertam e transformam, como deu a entender o teólogo São Paulo: «Aquele que não cometeu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nos tornemos justiça de Deus»(2Cor 5,21).
Assim, pelos Seus méritos, um dia poderemos conhecer o cumprimento escatológico das promessas que, somente em Céus Novos e uma Terra Nova, serão verdadeiramente captadas por quem aqui viveu a força do amor de Deus: Mas como está escrito, “o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu» (1Cor 2,9).
Por isso, neste tempo propício de graça e dentro do Ano da Fé, podemos nos deixar abraçar pelo Amor de Cristo, o qual, segundo uma antiga canção, no auge de Sua Revelação pouco precisou falar: “Foi no Calvário que Ele, sem falar, mostrou ao mundo inteiro o que é amar…”.
O Papa emérito Bento XVI já havia apontado para esta realidade, capaz de gerar cristãos discípulos e missionários do Amor e da Verdade: «Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria» (BENTO XVI, Porta Fidei, nº 7).
Santa Páscoa a todos! Feito de amor e verdade!
Padre Fernando Santamaria – Comunidade Canção Nova

Evangelho do Dia - Sexta-Feira, 29 de Março de 2013 Paixão do Senhor


Evangelho (João 18,1—19,42)

Sexta-Feira, 29 de Março de 2013
Paixão do Senhor



Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João. 
Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.
2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 
3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 
4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse: 
Pres.: “A quem procurais?”
Nar. 1: 5Responderam: 
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”. 
Nar. 1: Ele disse: 
Pres.: “Sou eu”.
Nar. 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 
6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra.
7De novo lhes perguntou:
Pres.: “A quem procurais?” 
Nar. 1: Eles responderam: 
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Nar. 1: 8Jesus respondeu: 
Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.
Nar. 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: 
Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.
Nar. 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro: 
Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?” 
Nar. 2: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 
13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 
14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: 
L. 1: “É preferível que um só morra pelo povo”. 
Nar. 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 
16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 
17A criada que guardava a porta disse a Pedro: 
Mulher: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?” 
Nar. 2: Ele respondeu: 
L. 1: “Não”. 
Nar. 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 
20Jesus lhe respondeu: 
Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas.
21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.

Nar. 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo: 
L. 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?” 
Nar. 2: 23Respondeu-lhe Jesus: 
Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?” 
Nar. 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 
25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe: 
L. 1:“Não és tu, também, um dos discípulos dele?”
Nar. 1: Pedro negou: 
L. 2: “Não!” 
Nar. 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: 
L. 1: “Será que não te vi no jardim com ele?” 
Nar. 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 
29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: 
Pilatos: “Que acusação apresentais contra este homem?” 
Nar. 2: 30Eles responderam:
Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!” 
Nar. 2: 31Pilatos disse: 
Pilatos: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”. 
Nar. 2: Os judeus lhe responderam: 
Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”. 
Nar. 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 
33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: 
Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?” 
Nar. 1: 34Jesus respondeu: 
Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?” 
Nar. 1: 35Pilatos falou:
Pilatos: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?” 
Nar. 1: 36Jesus respondeu: 
Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. 
Nar. 1: 37Pilatos disse a Jesus: 
Pilatos: “Então, tu és rei?” 
Nar. 1: Jesus respondeu: 
Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”. 
Nar. 1: 38Pilatos disse a Jesus: 
Pilatos: “O que é a verdade?” 
Nar. 1: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes: 
Pilatos: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 
39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?” 
Nar. 1: 40Então, começaram a gritar de novo: 
Ass.: “Este não, mas Barrabás!” 
Nar. 2: Barrabás era um bandido. 
19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 
2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 
3aproximavam-se dele e diziam: 
Ass.: “Viva o rei dos judeus!”
Nar. 2: E davam-lhe bofetadas. 
4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus: 
Pilatos: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”. 
Nar. 2: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: 
Pilatos: “Eis o homem!” 
Nar. 2: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar: 
Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Nar. 2: Pilatos respondeu: 
Pilatos: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”. 
Nar. 2: 7Os judeus responderam: 
Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. 
Nar. 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: 
Pilatos: “De onde és tu?” 
Nar. 2: Jesus ficou calado. 
10Então Pilatos disse: 
Pilatos: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?” 
Nar. 2: 11Jesus respondeu:
Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.
Nar. 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: 
Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.
Nar. 2: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico “Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: 
Pilatos: “Eis o vosso rei!” 
Nar. 2: 15Eles, porém, gritavam: 
Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”
Nar. 2: Pilatos disse: 
Pilatos: “Hei de crucificar o vosso rei?” 
Nar. 2: Os sumos sacerdotes responderam: 
Ass.: “Não temos outro rei senão César”. 
Nar. 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.
Nar. 1: 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 
18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.
Nar. 1: 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: 
Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 
Nar. 1: 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: 
Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.
Nar. 1: 22Pilatos respondeu: 
Pilatos: “O que escrevi, está escrito”.
Nar. 1: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 
24Disseram então entre si: 
Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”. 
Nar. 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados.
Nar. 1: 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 
26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: 
Pres.: “Mulher, este é o teu filho”. 
Nar. 1: 27Depois disse ao discípulo:
Pres.: “Esta é a tua mãe”. 
Nar. 1: Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: 
Pres.: “Tenho sede”.
Nar. 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 
30Ele tomou o vinagre e disse: 
Pres.: “Tudo está consumado”. 
Nar. 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(Aqui todos se ajoelham.)
Nar. 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.
Nar. 1: 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 
33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 
34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 
Nar. 2: 35Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 
36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 
37E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.
Nar. 1: 38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus — pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 
40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.
Nar. 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 
42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus. 


- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/

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