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sexta-feira, 27 de abril de 2012

INDULGÊNCIAS ESPIRITUAIS (1ª Parte) - Pe Alírio Pedrini

Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

INDULGÊNCIAS ESPIRITUAIS (1ª Parte)

Os ensinamentos da Igreja Católica a respeito das indulgências não são muito conhecidos por parte dos fiéis católicos. O tema das indulgências também não é muito utilizado como pregação para o ensinamento dos fiéis na Igreja. Por isso o desconhecimento é generalizado. Por ser um assunto um tanto difícil de ser explicado e compreendido, os católicos acabam não conhecendo essa fonte de graças divinas, e por isso, não se apropriam para si das indulgências e nem as alcançam para os seus fiéis falecidos.
Para compreender a doutrina das indulgências é preciso compreender a malícia do pecado. “Todo pecado é uma ofensa ao Deus justo e Santo”(João Paulo II). Seja o pecado cometido diretamente contra Deus, seja o pecado cometido contra o próximo que é filho de Deus, seja o pecado cometido contra si mesmo ou contra a natureza criada por Deus.
Além de ser uma ofensa ao Deus-Trindade, que é amor, todo pecado deixa consequências, sequelas, raízes, marcas espirituais, e/ou psíquicas, e/ou emocionais, e ás vezes, até físicas em quem o comete. É fácil de se comprovar.
Quanto ao pecado, que sempre ofende a Deus e causa prejuízo ao pecador, pode ser “pecado grave, mortal” ou um pecado “leve, venial). O pecado grave se chama “mortal” porque “mata, interrompe” o estado de amizade com Deus. Rompe o relacionamento com Deus. Rompe, 1º porque a matéria, o assunto do pecado é uma coisa muito grande, muito importante, muito grave. 2º porque a pessoa sabe que aquele ato é pecado mortal, grave. 3º porque o pratica livre e voluntariamente. Neste caso, com essas três condições, o pecador rompe radicalmente seu relacionamento com Deus, perde o estado de graça santificante e incorre nas “penas eternas”, nas penalidades eternas. Se a pessoa morrer em estado de pecado mortal será condenado à pena eterna no inferno (Prisão perpétua... no inferno). Quando o pecador comete pecados mortais, mas se arrepende, se decide a não mais cometê-los, e se confessa arrependido, recebe o perdão do pecado e a “pena eterna” é suspensa, é perdoada. Mas permanecem as sequelas do pecado, e por causa delas, permanecem as “penas temporais” que precisam ser remediadas, purificadas, perdoadas.
O pecado venial ou leve ocorre quando o ato pecaminoso é de pouca monta, o assunto é matéria leve. Quem comete este tipo de pecado, ofende a Deus, mas não interrompe sua amizade com Ele. No entanto incorre em “penas temporais” (prisão temporária...no Purgatório) Ao se arrepender dos pecados leves e ao realizar algum ato penitencial para pedir perdão a Deus, de maneira especial pela Confissão, recebe o perdão, a absolvição da “culpa”, mas podem permanecer sequelas, marcas, raízes, e por isso fica sujeito a penas temporais. 


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

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