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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Muito inteligente para se tornar católico? | Bíblia Católica News:


Muito inteligente para se tornar católico? | Bíblia Católica News:

"Grandes pensadores cristãos do século XX como C.S.Lewis, Francis Schaeffer, E.L.Mascall e Karl Barth não se tornaram católicos. Eram eles muito inteligentes para serem enredados pelo Catolicismo? (Anônimo)
A fé é um dom de Deus e não apenas o produto de uma corrente silogística. É difícil explicar com bases puramente racionais o porquê de certo indivíduo aceitar ou não o Catolicismo (ou o Cristianismo em geral, evidentemente). A suma inteligência não protege o homem dos efeitos do preconceito, dos seus próprios sentimentos, do seu fundo cultural ou de prejuízos de ordem étnica.
Qualquer uma destas coisas poderia fazer com que alguém deixasse de abrir completamente a sua mente e o seu coração. Por outro lado, todas estas coisas juntas poderiam também não ser suficientes para alguém abandonar a sua fé. Deus opera de modos estranhos, você sabe.
É indubitável que os homens que você menciona deram grandes contribuições para a causa de Cristo no século passado, porém isto não significa que não lhes faltasse algo – alguma coisa essencial ou central – em sua compreensão sobre o Cristianismo.
Tome C.S.Lewis como exemplo. Um discípulo e grande amigo de Lewis, Christopher Derrick, observou em relação a C.S.Lewis e a Igreja de Roma, que embora Lewis fosse um criativo defensor do Cristianismo em geral, suas razões para não ser católico eram passageiras.
Isto fez com que Derrick afirmasse que a não conversão de Lewis ao Catolicismo foi devido parcialmente a dificuldades de natureza intelectual. A personalidade de Lewis e seu fundo protestante proveniente do Ulster (Irlanda do Norte) também estariam envolvidos aqui.
No entanto, apesar de não ter abraçado o Catolicismo, Lewis tem sido um dos responsáveis pelo grande número de conversões de protestantes ao Catolicismo, em especial de evangélicos. Sheldon Vanauken compara Lewis com Moisés: conduziu o povo à terra prometida sem que ele próprio entrasse nela.
Com efeito, os leitores de Lewis, seguindo suas percepções e princípios teológicos, são capazes de perceber que ele, em razão de alguns problemas de natureza psicológica, foi incapaz de enxergar por si mesmo.
O mesmo poderia ser dito dos outros grandes homens que você citou, embora aspectos específicos de seus pensamentos, bem como elementos não-racionais que tenham contribuído para que eles não abraçassem o Catolicismo pudessem ser bem diferentes dos de Lewis.
Mas ainda que fosse possível considerar apropriadamente todos os fatores e o peso de cada um deles – o que de fato não é possível fazer – continuaria misterioso o principal elemento: a graça. Realmente não há escalas para medi-la."

Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/protestantismo/muito-inteligente-para-se-tornar-catolico/
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Santo do Dia 30/04


São José Benedito Cottolengo

São José Benedito CottolengoHoje, lembramos São José Benedito Cottolengo que nasceu em Bra, na Itália, onde desde de pequeno demonstrou-se inclinado à caridade. Com o passar do tempo e trabalho com sua vocação, tornou-se um sacerdote dos desprotegidos na diocese de Turim.

Quando teve que atender uma senhora grávida, que devido à falta de assistência social, morreu em seus braços; espantado, retirou-se em oração e nisso Deus fez desabrochar no seu coração a necessidade da criação de uma casa de abrigo que, mesmo em meio às dificuldades, foi seguida por outras. Esse grande homem de Deus acolhia pobres, doentes mentais, físicos, ou seja, todo tipo de pessoas carentes de amor, assistência material, físico e espiritual.

Confiando somente nos cuidados do Pai do Céu, estas casas desde a primeira até a verdadeira cidade da caridade que surgiu, chamou-se "Pequena Casa da Divina Providência". Diante do Santíssimo Sacramento, José Cottolengo e outros cristãos, que se uniram a ele nesta experiência de Deus, buscavam ali forças para bem servir aos necessitados, pois já dizia ele: "Se soubesses quem são os pobres, os servirias de joelhos!".

Entrou no Céu com 56 anos.

São José Benedito Cottolengo, rogai por nós!


domingo, 29 de abril de 2012

II Seminário Mariano - em BH Igreja Sagrados Corações



Liturgia Diária 29/04/2012


Evangelho (João 10,11-18)

Domingo, 29 de Abril de 2012
4º Domingo da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus: 11“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas.
12O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. 13Pois ele é apenas um mercenário que não se importa com as ovellhas.
14Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, 15assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas.
16Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; elas escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17É por isso que meu Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. 18Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; esta é a ordem que recebi de meu Pai”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=29&mes=4&ano=2012

Santo do dia 29/04


Santa Catarina de Sena

Santa Catarina de SenaNeste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!


AS INDULGÊNCIAS (Terceira parte) - Pe. Alírio Pedrini

Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/
Pe. Alírio Pedrini
AS INDULGÊNCIAS (Terceira parte)


Penso que agora fica mais fácil compreender as indulgências. A indulgência é um “indulto”, um “perdão” recebido de Deus, por meio da Igreja, um perdão das “penas temporais” devidas por causa dos pecados veniais ou das sequelas dos pecados mortais perdoados. Para compreender melhor, lembremos o “indulto de Natal” dado aos presos de bom comportamento. Por causa da Festa do Natal, presos que estariam quase no fim de sua pena, por causas do seu bom comportamento recebem o perdão do tempo que ainda faltaria a cumprir, e são libertados. Isto é “indulto – indulgência – espiritual”. 
“Indulgência, portanto, é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto, em certas e determinadas condições, alcan-ça por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. (Catecismo da Igreja Católica, n.1471)
Vejamos essa explicação do Catecismo: 1º Indulgência é a remissão, é o perdão, é o indulto das penas temporais devidas pelos pecados perdoados, 2º que o católico, batizado, não excomungado, pode receber, 3º por meio da ação da Igreja, que é a “comunicadora” da redenção, e como tal, por sua autori-dade concedida por Jesus, distribui e aplica as indulgências, 4º usando o tesouro espiritual acumulado por Jesus com sua morte e ressurreição, e pelas dezenas de milhares de Santa Missas celebradas a cada dia, bem como pelos méritos dos Santos que estão nos céus e os que se encontram ainda na terra.
Utilizando um comparação bem humana, podemos dizer: Pela morte redentora de Jesus e pela santidade dos Santos, bem como também por toda ação espiritual da Igreja, “criou-se” um grande tesou-ro espiritual cheio de “vales espirituais”. A Igreja foi encarregada de administrar esse tesouro divino e de poder tirar esses “vales” para “pagar” o indulto das “penas temporais” devidas pelos fiéis, por causa de seus pecados. Portanto as indulgências são “os vales espirituais”, que um católico retira do tesouro da Igreja para “pagar” o perdão das “penas temporais” devidas por ele. A igreja, como administradora, ensina o que fazer para “se poder retirar os vales espirituais” a fim de “pagar” o indulto, o perdão, a purificação dos pecados veniais não perdoados e das penas temporais por causa das sequelas dos pecados. 
As indulgências (os vales...) podem ser adquiridas em próprio favor. Há indulgências que podem ser também aplicadas às santa Almas do Purgatório.
Condições para receber uma Indulgência plenária (uma vez ao dia): 1º Confessar-se e rejeitar todo pecado. (Ou estar em estado de graça, consciente) 2º Participar da Missa e Comungar com o desejo de receber a Indulgência (uma Missa e Comunhão para cada indulgência). 3º- Rezar pelo Papa ao menos: um Pai Nosso, Ave Maria e Glória. 4º Realizar uma destas atividades: a) Via Sacra na igreja diante dos quadros, b) - Rezar o Terço em família diante de um oratório, c) Realizar uma adoração a Jesus sacramentado por meia hora, d) Fazer uma leitura meditada da Sagrada Escritura por meia hora.
Aprender a lucrar indulgências é uma bênção.


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

sábado, 28 de abril de 2012

Santo do Dia 28/04


São Luís Maria Grignion de Montfort

São Luís Maria Grignion de MontfortNeste dia, nós contemplamos o fiel testemunho de Luís que, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida.

Nascido na França, no ano de 1673, de uma família muito numerosa, ele sentiu bem cedo o desejo de seguir o sacerdócio e assim percorreu o caminho dos estudos.

Como padre, São Luís começou a comunicar o Santo Evangelho e a levar o povo, através de suas missões populares, a viver Jesus pela intercessão e conhecimento de Maria. Foi grande pregador, homem de oração, amante da Santa Cruz, dos doentes e pobres; como bom escravo da Virgem Santíssima não foi egoísta e fez de tudo para ensinar a todos o caminho mais rápido, fácil e fascinante de unir-se perfeitamente a Jesus, que consistia na consagração total e liberal à Santa Maria.

São Luís já era um homem que praticava sacrifícios pela salvação das almas, e sua maior penitência foi aceitar as diversas perseguições que o próprio Maligno derramou sobre ele; tanto assim que foi a Roma para pedir ao Papa permissão para sair da França, mas este não lhe concedeu tal pedido. Na força do Espírito e auxiliado pela Mãe de Deus, que nunca o abandonara, São Luís evangelizou e combateu na França os jansenistas, os quais estavam afastando os fiéis dos sacramentos e da misericórdia do Senhor.

São Luís, que morreu em 1716, foi quem escreveu o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem", que influencia ainda hoje, muitos filhos de Maria. Influenciou inclusive o saudoso Papa João Paulo II, que por viver o que São Luís nos partilhou, adotou como lema o Totus Tuus, Mariae, isto é, "Sou todo teu, ó Maria".

São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós!



AS INDULGÊNCIAS - As sequelas dos pecados (2ª Parte) - Pe. Alírio Pedrini

Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/
Pe. Alírio Pedrini


As sequelas dos pecados (2ª Parte)


Todo pecado, além de ofender ao Deus justo e santo, deixa marcas, sequelas, raízes ou problemas no pecador. Exemplos: Alguém fez um pequeno furto. Cometeu um pecado venial. Mas o sucesso no furto deixa na pessoa uma tendência psicológica a repetir o furto. Ao repetir outros furtos, sua tendência tende a crescer e pode levar a pessoa a se tornar um ladrão. Eis aí a sequela, a tendência viciosa que merece penas temporais. Um homem adulterou por uma primeira vez. Pecado grave. Ocorre, porém, que seu adultério deixou marcas fortes de uma experiência sexual adulterina. Esta experiência o levará a cometer outros adultérios. Pode até viciar-se. Pensemos que após vários adultérios, se tenha arrependi-do, tenha pedido muito perdão a Deus e se confessado. Recebeu o perdão das “penas eternas”, mas permanece nele a tendência a volar ao adultério. Essa sequela, essa força do pecado merece penas tem-porais (alguns dias de cadeia...no Purgatório). Elas precisam ser removidas. Outro exemplo. Um jovem iniciou um namoro de frequentes relações com a namorada. Pecado de fornicação, grave, que lhe causam “penas eternas”. Essas relações vão deixar nele sequelas de inclinação para tal pecado. Se ele terminar o namoro com ela, e iniciar outro namoro, irá sentir uma forte necessidade de manter relações com a nova namorada. Mas se se arrepender e se confessar contritamente, recebe o perdão dos pecados, mas as sequelas, a força psicológica do pecado permanece nele. Ele merece penas temporais por causa das sequelas dos seus pecados. Alguns outros breves exemplos: Alguém começa a mentir, mente muitas vezes, vicia-se na mentira. Esse pecado deixa marcas, sequelas psicológicas que o levam a mentir. Por isso ele merece “penas temporais”. Alguém começa a beber, a exagerar na bebida até se viciar. O pecado da bebida deixa nele o vício. Ele merece “penas temporais”. Se o vício o leva a prejudicar gravemente sua saúde, pode incorrer em pecado grave que lhe acarreta “penas eternas”. 
Resumindo: “As penas eternas” devidas por pecados mortais só são tiradas, perdoadas, por um arrependimento perfeito de amor a Deus seguido por uma Santa Confissão. “As penas temporais” devi-das: 1º por pecados veniais não perdoados, 2º por pecados veniais perdoados mas que deixaram seque-las, 3º por pecados mortais perdoados mas que deixaram sequelas, todas essas “penas temporais” são remidas, canceladas, perdoadas: a) ou por confissões bem feitas motivadas por amor a Deus. b) ou por atos penitenciais muito bem realizados no amor a Deus. c) ou por obras de caridade realizadas com a finalidade de “cancelar” suas penas temporais. d) ou por atos de ascese como: jejuns, esmolas generosas, sacrifícios espirituais, participações na Santa Missa, orações mais prolongadas, tudo feito com a intenção explicita de receber a “purificação” das penas temporais. e) Ou pelas INDULGÊNCIAS alcançadas.


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

INDULGÊNCIAS ESPIRITUAIS (1ª Parte) - Pe Alírio Pedrini

Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

INDULGÊNCIAS ESPIRITUAIS (1ª Parte)

Os ensinamentos da Igreja Católica a respeito das indulgências não são muito conhecidos por parte dos fiéis católicos. O tema das indulgências também não é muito utilizado como pregação para o ensinamento dos fiéis na Igreja. Por isso o desconhecimento é generalizado. Por ser um assunto um tanto difícil de ser explicado e compreendido, os católicos acabam não conhecendo essa fonte de graças divinas, e por isso, não se apropriam para si das indulgências e nem as alcançam para os seus fiéis falecidos.
Para compreender a doutrina das indulgências é preciso compreender a malícia do pecado. “Todo pecado é uma ofensa ao Deus justo e Santo”(João Paulo II). Seja o pecado cometido diretamente contra Deus, seja o pecado cometido contra o próximo que é filho de Deus, seja o pecado cometido contra si mesmo ou contra a natureza criada por Deus.
Além de ser uma ofensa ao Deus-Trindade, que é amor, todo pecado deixa consequências, sequelas, raízes, marcas espirituais, e/ou psíquicas, e/ou emocionais, e ás vezes, até físicas em quem o comete. É fácil de se comprovar.
Quanto ao pecado, que sempre ofende a Deus e causa prejuízo ao pecador, pode ser “pecado grave, mortal” ou um pecado “leve, venial). O pecado grave se chama “mortal” porque “mata, interrompe” o estado de amizade com Deus. Rompe o relacionamento com Deus. Rompe, 1º porque a matéria, o assunto do pecado é uma coisa muito grande, muito importante, muito grave. 2º porque a pessoa sabe que aquele ato é pecado mortal, grave. 3º porque o pratica livre e voluntariamente. Neste caso, com essas três condições, o pecador rompe radicalmente seu relacionamento com Deus, perde o estado de graça santificante e incorre nas “penas eternas”, nas penalidades eternas. Se a pessoa morrer em estado de pecado mortal será condenado à pena eterna no inferno (Prisão perpétua... no inferno). Quando o pecador comete pecados mortais, mas se arrepende, se decide a não mais cometê-los, e se confessa arrependido, recebe o perdão do pecado e a “pena eterna” é suspensa, é perdoada. Mas permanecem as sequelas do pecado, e por causa delas, permanecem as “penas temporais” que precisam ser remediadas, purificadas, perdoadas.
O pecado venial ou leve ocorre quando o ato pecaminoso é de pouca monta, o assunto é matéria leve. Quem comete este tipo de pecado, ofende a Deus, mas não interrompe sua amizade com Ele. No entanto incorre em “penas temporais” (prisão temporária...no Purgatório) Ao se arrepender dos pecados leves e ao realizar algum ato penitencial para pedir perdão a Deus, de maneira especial pela Confissão, recebe o perdão, a absolvição da “culpa”, mas podem permanecer sequelas, marcas, raízes, e por isso fica sujeito a penas temporais. 


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

Deus limpará nossas famílias de tudo o que é ruim


Sexta-Feira, 27 de abril 2012
Deus limpará nossas famílias de tudo o que é ruim
Haverá “agitações” no mundo: não será nada mais do que a serpente que se debate para todos os lados. O príncipe deste mundo derrubará todos os castelos de areia que ele mesmo construiu: na economia, na política, na ciência, nas empresas, no comércio, nas finanças... Destruirá tudo o que foi construído na injustiça, na corrupção, na mentira, na falsidade, no orgulho, na vaidade, na malícia, à custa de muito sangue, muitas doenças e males de toda espécie.

Tudo o que o inimigo de Deus construiu ele fará questão de derrubar. Muitos ficarão assustados, mas o Senhor suscita desde agora no nosso coração esta certeza: “Não temais”, porque isso é só o estertor da serpente, cuja cabeça já foi pisada. Ela está às portas da morte, por isso se debate nos últimos ruídos, causando toda essa convulsão.

Também em nossas vidas, em nossas famílias, tudo o que foi construído fora das bases de Deus, na injustiça, na maldade, na mentira, na corrupção e na vaidade ruirá.

O que é mau e sujo virá abaixo, porque já entramos no mundo novo: o mundo da justiça e da verdade. Já entramos na civilização do amor. Deus limpará nossas famílias de tudo o que é injusto, errado e nocivo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)

Santo do Dia 27/04


Santa Zita

Santa ZitaCom muito carinho e devoção lembramos - neste dia - da santidade de vida de Santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Nascida em Lucca (Itália), no ano de 1218, em uma família pobre e camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da vida em Deus.

Como simples empregada, sem estudos e cultura, Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples. O segredo da espiritualidade desta santa era muito concreto, pois consistia em se questionar se esta ou aquela atitude agradava ou não ao Senhor. Desta forma, abriu-se para a santificação de Deus.

Santa Zita, com vinte anos, foi trabalhar numa família nobre e lá, não deixou de participar em todas as manhãs da Santa Missa na comunidade. Ela ajudava aos pobres e visitava os doentes nos tempos de folga, desta forma conquistou a admiração dos patrões. Conquistou também muitos corações para o Senhor e, merecidamente, o Céu.

Santa Zita, rogai por nós!



quinta-feira, 26 de abril de 2012

Santo do Dia 26/04


São Pascásio
São PascásioPascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da Teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para "esclarecer" o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata, viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que punham em campo os sucessores de Carlos Magno.

Era um enjeitado exposto no pórtico de Nossa Senhora de Soissons no fim do século VIII. A abadessa Teodarda, prima direita de Carlos Magno, recolheu-o e educou-o da melhor maneira que pôde. Sempre ele se referiu à sua mãe adotiva com reconhecimento e veneração; apesar disso, deixou-a algum tempo para se lançar em aventuras.

Converteu-se aos 22 anos, e foi então Adelardo, irmão de Teodarda, abade de Corbie, que o recebeu entre os seus monges. Veio a ser um célebre professor, que deu celebridade às escolas de Corbie.

Em 844, os seus colegas de elegeram-no como abade mas, sete anos mais tarde, fizeram uma espécie de revolução que o obrigou a refugiar-se noutra abadia. Não se afligiu. Nascera para ser escritor, e tinha várias obras em preparação: "Que felicidade, dizia, ser lançado nos braços da filosofia e da sabedoria, e poder de novo beber no meu outono o leite das Sagradas Escrituras, que alimentou a minha juventude!"

Mas afinal os monges de Corbie acabaram por o chamar; voltou a viver com eles como simples religioso, edificando-os com os exemplos e continuando a escrever. Aí morreu a 26 de abril de 865.

São Pascásio, rogai por nós!



O Quarto Mandamento do Decálogo: Honrar pai e mãe

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Devemos amar e respeitar a todos

O Quarto Mandamento do Decálogo: Honrar pai e mãe. Refere-se, em primeiro lugar, aos pais biológicos, mas também às pessoas a quem devemos a nossa vida, a nossa prosperidade, a nossa segurança e a nossa fé. Aquilo que devemos aos nossos pais: amor, gratidão e atenção, também deve reger o nosso relacionamento com as pessoas e com nossos deveres de cidadãos diante do Estado. Ele nos manda honrar e respeitar os nossos pais e aqueles que Deus, para o nosso bem, revestiu com a Sua autoridade.
O Quarto Mandamento refere-se, em primeiro lugar, às relações entre pais e filhos no seio da família. «Ao criar ao homem e à mulher, Deus instituiu a família humana e dotou-a de sua constituição fundamental» (CIC 2203). «Um homem e uma mulher unidos em casamento formam com seus filhos uma família» (CIC 2202). «A família cristã é uma comunhão de pessoas, reflexo e imagem da comunhão do Pai e do Filho no Espírito Santo» (CIC 2205).
Um homem e uma mulher, unidos em matrimônio, formam com os filhos uma família. Deus instituiu a família e dotou-a de sua constituição fundamental. O matrimônio e a família são ordenados ao bem dos esposos e à procriação e educação dos filhos. Entre os membros da família estabelecem-se relações pessoais e responsabilidades primárias. Em Cristo, a família torna-se Igreja doméstica, porque ela é comunidade de fé, de esperança e de amor.

Assista: "Honrar pai e mãe", com professor Felipe Aquino 


Sendo assim, a família é a célula originária da sociedade humana e precede qualquer reconhecimento da autoridade pública. Os princípios e os valores familiares constituem o fundamento da vida social. A vida de família é uma iniciação à vida da sociedade. A sociedade tem o dever de sustentar e consolidar o matrimônio e a família, no respeito também do princípio de subsidiariedade. Os poderes públicos devem respeitar, proteger e favorecer a verdadeira natureza do matrimônio e da família, a moral pública, os direitos dos pais e a prosperidade doméstica.
Os filhos devem aos pais respeito (piedade filial), reconhecimento, docilidade e obediência, contribuindo, assim, também com as boas relações entre irmãos e irmãs, para o crescimento da harmonia e da santidade de toda a vida familiar. Se os pais se encontrarem em situação de indigência, de doença, de solidão ou de velhice, os filhos adultos devem-lhes ajuda moral e material.
Os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos filhos e os primeiros anunciadores da fé. Têm o dever de amar e respeitá-los [filhos] como pessoas e filhos de Deus e, dentro do possível, de prover  suas necessidades materiais e espirituais, escolhendo-lhes uma escola adequada e ajudando-os com prudentes conselhos na escolha da profissão e do estado de vida. Em particular, têm a missão de educá-los na fé cristã.
Desta forma, os laços familiares são importantes, mas não absolutos, porque a primeira vocação do cristão é seguir Jesus e amá-Lo: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; quem ama a filha ou o filho mais do que a Mim não é digno de Mim» (Mt 10,37). Os pais devem, com alegria, ajudar os filhos no seguimento de Jesus, em todos os estados de vida, mesmo na vida consagrada ou no ministério sacerdotal.
No âmbito civil a autoridade deve ser exercida, como um serviço, respeitando os direitos fundamentais da pessoa humana, uma justa hierarquia de valores, as leis, a justiça distributiva, e o princípio de subsidiariedade. No exercício da autoridade, cada um deve procurar o interesse da comunidade em vez do próprio e deve inspirar as suas decisões na verdade acerca de Deus, do homem e do mundo.
Portanto, os que estão submetidos à autoridade devem ver os superiores como representantes de Deus e colaborarem lealmente no bom funcionamento da vida pública e social. Isso comporta o amor e o serviço da Pátria, o direito e o dever de votar, o pagamento dos impostos, a defesa do país e o direito a uma crítica construtiva. Porém, a estes, em consciência, não devem obedecer quando os mandamentos das autoridades civis se opõem às exigências da ordem moral: «É necessário obedecer mais a Deus do que aos homens» (At 5,29).
Redação Portal
Fonte: Catecismo da Igreja Católica, 2197 a 2257
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12754

Não tenha medo! - Monsenhor Jonas Abib


Quinta-Feira, 26 de abril 2012
Não tenha medo!
A Santíssima Virgem Maria assumiu no mundo a sua missão de Nova Mulher e pisou na cabeça da serpente para matá-la. Podemos dizer: aquilo que está profetizado no livro de Gênesis aconteceu.

Aconteceu aquilo que o próprio Deus disse depois do pecado de Adão e Eva: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3,15).

É próprio da cobra ficar escondida. A serpente é a figura do inimigo, porque ele também age dessa forma. Ele prefere ficar às escondidas, mas se alguém corajoso o atinge, ele se mostra e é obrigado a se manifestar. Quando se pisa na cabeça de uma serpente, ela começa a se debater: isso nos assusta, e muito.

Mas não é preciso temer. Nossa Senhora já pisou na cabeça da serpente. A cobra dá botes, mas já está condenada à morte. Muitos ficarão com medo, mas Jesus coloca em nosso coração a palavra repetidamente pronunciada por João Paulo II: “Não temais”. Aconteça o que acontecer, não temais!

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Testemunhas de Cristo


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Viver coerentemente a nossa fé católica


Jesus, novamente, vai ao encontro dos Seus discípulos-apóstolos e lhes deseja a paz! "A paz esteja convosco!"
Jesus demonstra, com a Sua presença física, depois da Ressurreição, que está vivo. Ele, diante de Seus discípulos atônitos e medrosos, pede que eles coloquem as mãos em Suas chagas e em Seu lado e vejam, com fé, que Ele está vivo, que Ele venceu a morte e ressuscitou, verdadeiramente, em Corpo e Alma.
Ao partir o pão, os discípulos, despertados de sua incredubilidade, O reconhecem e são convocados pelo próprio Cristo Ressuscitado a dar testemunho d'Ele a todo o mundo. Jesus, ao pregar a conversão e o perdão dos pecados, nos convida a viver intensamente o mistério da nossa fé trinitária: se o batismo nos purifica de nossos pecados, é na vivência dominical do Sacramento da Eucaristia em que nós reconhecemos, recebemos, comungamos e testemunhamos Jesus Cristo Ressuscitado.

Assista: "Renovados para testemunhar Jesus", com padre José Augusto

Nós não vemos Jesus fisicamente. Mas nós cremos que o Senhor está presente nos sinais do pão e do vinho consagrados, que se tornam o Corpo e o Sangue do Senhor Jesus Ressuscitado. Jesus, tendo sido injustamente condenado à morte, ressuscitou da morte. Como São Pedro nos ensinou a acreditar em Cristo Ressuscitado. Jesus, morto e ressuscitado, se manifestou aos discípulos e estes dão testemunho de que Cristo ressuscitou verdadeiramente.
Nós cristãos, que acreditamos e seguimos o Cristo Ressuscitado, devemos viver coerentemente a nossa fé católica. Viver e testemunhar uma fé no amor e no perdão ao próximo. Viver e praticar diariamente, não só exteriormente, os Mandamentos de Deus, porque não há separação entre fé e vida. A nossa fé é comunitária e devemos dar a dimensão ética social a ser testemunhada a todos os homens e mulheres de boa vontade, em todos os ambientes de nossa vida.Sejamos testemunhas credíveis de Jesus Cristo dando o testemunho de nossa vida cristã!

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG)
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12753

Santo do dia 25/04 - São Marcos

São Marcos Evangelista


São Marcos EvangelistaCelebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembléia a orar" (Atos 12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde "inaugurou" a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.

São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.

São Marcos, rogai por nós!


terça-feira, 24 de abril de 2012

Não vejo! Creio!

Não vejo! Creio! 

Existem dois tipos de olhos: 
Os olhos do corpo, 
Os olhos do espírito. 
Com os olhos do corpo, eu vejo. 
Com os olhos do espírito, eu creio 
Os olhos do corpo 
Viram Jesus! 
Não creram! 
Os olhos do espírito 
Crêem em Jesus! 
Não o vêem! 

Jesus ressuscitado 
Não pode ser visto! 
Precisa ser CRIDO!


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Santo do Dia 20/04

Santa Inês de Montepulciano

20 de Abril

Santa Inês de MontepulcianoA santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.

Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística.

Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.

Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Santo do Dia 19/04

Santa Ema

19 de Abril

Santa EmaPor parte de sua mãe, não existia testemunho e nem incentivo à santidade. O chamado que ela tinha no coração era ao Matrimônio. Então casou-se com o Conde Ludgero e teve um filho, o qual se abriu à vocação que Deus o chamava, e iluminado pelo testemunho da sua mãe Ema, tornou-se sacerdote e depois bispo.


Ao ficar viúva, Ema discerniu e decidiu consagrar sua viuvez ao Senhor, numa vida de oração expressa na caridade. Muitos conventos e abadias foram construídas através de sua generosidade, porém, ela viveu no meio da sociedade, administrando seus bens para o beneficio do próximo.


Santa Ema passou os últimos momentos de sua vida numa abadia, após 40 anos de dedicação a Deus, falecendo em 1045.


Depois de muito tempo abriram seu túmulo, e encontraram o seu corpo todo em pó, exceto a sua mão direita estava intacta. Aquela mão que ela mais dava. Um sinal de que a santidade passa pela caridade.


Santa Ema, rogai por nós!


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Arquivo Secreto Vaticano completa 400 anos

Da Redação, com Rádio Vaticano


Nessa terça e quarta-feira, 17 e 18, o Vaticano hospeda o encontro de estudos “Religiosa Archivorum Custodia”, organizado por ocasião do 4º centenário de fundação do Arquivo Secreto Vaticano.

Segundo o Cardeal Raffaele Farina, arquivista e bibliotecário da Santa Sé, o congresso foi promovido com a finalidade de apresentar os trabalhos realizados nos últimos trinta anos.

As novidades são muitas, seja graças a doações e compras, seja em consequência da nova organização dos documentos antigos (muitos do período napoleônico).

Será apresentada pela primeira vez outra categoria de documentos (ainda parcialmente sigilados): o vasto arquivo da Pontifícia Comissão para a Arte Sacra na Itália, criada em 1924 e em exercício até 1988. Será também exposto o delicado trabalho de reorganização do arquivo do Concílio Vaticano II.

Uma superstição moderna

A mídia nem sempre diz a verdade



Imagem de DestaqueJá é um lugar comum dizer que o homem moderno tem a mais entranhada desconfiança com relação às verdades escritas no Evangelho e aceita, com a mais passiva credulidade, o que vem publicado no jornal. Entretanto, ainda que tenha virado lugar comum tal julgamento, não deixa de ser salutar uma tentativa de aprofundá-lo, pois, muitas vezes, a verdade contida nos lugares comuns nos passa despercebida.
Se hoje tudo o que vem da Igreja é encarado, por pessoas supostamente cultas, com uma injustificada e preconceituosa suspeita, para o comum dos humanos as matérias dos jornais parecem caídas do céu. E com a maior "beatice" há quem tome pelos fatos mesmos aquilo que não passa de uma versão jornalística, construída sabe-se lá de que maneira e para atender a sabe-se lá quais interesses. Ainda que, no geral e na teoria, haja quem reclame da mídia, no particular e na prática é raríssimo encontrar quem veja as matérias jornalísticas com o indispensável olhar crítico. A "fetichização" do jornal é o resultado correspondente da alienação do leitor.
Esquece-se, ou melhor, oculta-se que o jornal é feito por homens, com seus defeitos, vícios e interesses; que o jornal é o produto de uma indústria que precisa dar lucro e está sujeita às mesmas contingências que outra empresa qualquer. Aliás, pouco se comenta sobre as dificuldades econômicas das empresas jornalísticas e como isso torna vulnerável a sua imparcialidade e capacidade de informação, sujeitando-as a pressões políticas e financeiras, dentro e fora do país.

Assista: "Cristão que é cristão luta pela vida", com padre Roger Luís

É interessante notar que as matérias jornalísticas, salvo no que toca aos editoriais e artigos de opinião, são apresentadas num tom de absoluta neutralidade e impessoalidade, como se fossem os fatos a falar por si. Porém, tal linguagem, aparentemente neutra e impessoal, mascara sutil e insidiosamente a manipulação dos fatos na construção da versão. A ostensiva neutralidade da linguagem jornalística oculta que os fatos que viram notícia estão sujeitos a uma seleção prévia dos aspectos que devem ser publicados, a qual pode deformá-los seriamente. Além disso, a apresentação dos aspectos previamente selecionados dos fatos também pode carregar, embutida, uma interpretação feita a partir de pontos de vista que podem não ser os nossos e que servem a determinados interesses.
Caso exemplar é o da cobertura jornalística que a imprensa concede, no Brasil, à questão do aborto e de outras ligadas à defesa da vida humana, como a do emprego de células-tronco embrionárias. Apesar de ser a legalização do aborto repudiada por mais de dois terços da população brasileira, o viés abortista das matérias publicadas pela mídia secular é facilmente constatável por qualquer um que leia os jornais fazendo uso de suas prerrogativas de animal racional.
A posição pró-cultura da vida é relegada a poucos artigos de opinião, menos para causar verdadeiro impacto e mais para legitimar a aparente “imparcialidade” do órgão de imprensa, que supostamente permitiria a expressão do “outro lado” – enquanto o aborto é veiculado subliminarmente e sem contestação nas matérias aparentemente neutras do noticiário. Manifestações pró-cultura da vida, por exemplo, muitas vezes não são nem sequer noticiadas e, quando o são, procura-se minimizar a sua repercussão.
A questão mais específica do aborto em caso de anencefalia foi uma vergonha: aproveitando-se da natural dificuldade de uma questão que envolve complicados conhecimentos científicos, a mídia manipulou a massa a ponto de fazer crer que os bebês anencéfalos estariam em “morte cerebral” – quando, na verdade, apesar de privados de parte do cérebro, eles possuem tronco encefálico funcionando.
Tudo isso avulta a grande importância e responsabilidade dos órgãos de comunicação social católicos, como a Canção Nova. Neste sentido, não podemos deixar de citar um trecho da emblemática e pioneira Pastoral Coletiva dos Bispos do Brasil, de 19 de março de 1890: «Há, porém, uma forma de que quiséramos ver-vos revestir hoje mais particularmente o vosso amor para com a Igreja: quiséramos ver-vos todos empenhados na difusão da imprensa católica como um meio de atalhar quanto possível os estragos da imprensa ímpia».
Rodrigo R. Pedroso

Assembleia Geral dos Bispos é referência no debate nacional

Nicole Melhado
Enviada especial a Aparecida



Mais de 300 bispos estão presentes nesta 50ª Assembleia Geral

Uma assembleia comemorativa, que não só festeja, mas reverencia a memória de todos que se dedicaram e todos os trabalhos realizados nessas últimas seis décadas.

Nesta terça-feira, 18, o presidente da CNBB e Arcebispo de Aparecida, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, conduziu a abertura oficial da 50ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, dando granças a Deus que permitiu uni-los em um só coração.

Desde o primeiro encontro realizado em Belém do Pará, em agosto de 1963, ressaltou Dom Damasceno, a Assembleia buscou sempre dar sua contribuição para a Igreja e sociedade brasileira.

"Os bispos sempre buscaram dar as respostas aos desafios de forma firme e corajosa. Dessa forma, a assembleia tornou-se um ponto de referência no debate nacional", destacou o presidente da CNBB.

Este grande que reúne o maior episcopado do mundo, ao longo dos anos, marcou a história do Brasil. “Os bispos jamais se intimidaram diante das realidades sociais oferecendo ao país suporte para o amadurecimento democrático”, com ética, salientou o cardeal. Ele enfatizou ainda que a Igreja no Brasil sempre foi "testemunha na defesa da vida digna para todos".

Esta 50ª edição da assembleia aberta oficialmente nesta terça-feira, acontece no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida, no interior de São Paulo, e segue até a próxima quinta-feira, 26.

Assembleia 2012

Os 335 bispos, dos quais 29 são eméritos, estão reunidos na assembleia para refletir em primeiro plano "A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja". O tema central foi escolhido em referimento ao último Sínodo dos Bispos realizado em 2010, que resultou na Exortação Apostólica Verbum Domini (Palavra de Deus).

“O dom da Palavra de Deus permanece eternamente em todas as épocas. A Boa Nova de Cristo foi sempre anunciada através dos séculos”, exaltou Dom Damasceno.

Nesta assembleia serão eleitos os delegados que representarão os episcopado brasileiro no próximo Sínodo dos Bispos que abordará as questões perenes à Nova Evangelização.

Outro tema abordado será o Ano da Fé, que começará no dia 11 de outubro de 2012 e seguirá 24 de novembro de 2013, solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo.

Para o presidente da CNBB, este será um "ano que celebraremos as riquezas da nossa fé para fortalecer nossa fé Nele, para anunciá-lo ao homem de hoje”.

Além disso, haverá uma análise do Fundo da Solidariedade, a exposição das Comissões para a Amazônia e da Ação Missionária, a preparação para 5ª Semana Social Brasileira e apresentação de relatórios internos e análise dos bispos nos grupos dos Regionais da CNBB.

Por fim, será apresentado aos bispos o andamento dos preparativos para a JMJ 2013. "Olhemos com carinho para os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que acontecerá na cidade Rio de Janeiro em agosto de 2013", destacou Dom Damasceno.

Páscoa e morte

Sem a Luz de Cristo, não se enxerga




Neste ano estamos celebrando a Páscoa – a oitava pascal - de maneira muito triste e diferente. Um fato significativo: na mesma semana em que a Igreja celebra a vitória da vida sobre a morte, a Oitava da Páscoa, a cultura da morte prevalece em nosso país, com seu órgão máximo de Justiça, o Supremo Tribunal Federal, aprovando tristemente a legalização do aborto para as criancinhas anencéfalas. Sinais dos tempos! Em plena semana da vida, assistimos a vitória da morte de seres inocentes e indefesos.
No Brasil cristão, com a maioria absoluta do povo cristão, as elites caminham de costas para esse povo e legislam sem o mínimo respeito aos seus sentimentos mais nobres. Uma minoria domina a maioria; onze pessoas decidem a vida de duzentos milhões que se veem indefesas. Alguns magistrados usaram a falsa justificativa de que a criança anencéfala “não tem vida’, “não é um ser humano’, “estão em estado de morte cerebral” e sem vida. Seu estado físico seria “incompatível com a vida humana”, que “a mãe é penalizada ao carregar uma gestação desse tipo”,  e afirmou-se que isso “lesa a autonomia da mulher”. Que horror!

Assista: "Os perigos da sociedade para acabar com a família", com professor Felipe Aquino  

A melhor resposta a tanto sofisma é a foto que circulou amplamente na internet e que mostra Vitória, uma menina anencéfala, de dois anos de idade, nos braços do pai, sorrindo para ele e olhando nos seus olhos. Só alguém desalmado é capaz de dizer que Vitória não é um ser humano, que não tem vida, que está com morte cerebral, que lesa o direito e a autonomia da mãe.


Na verdade, subjacente a tudo isso está a falta da Luz de Deus. Como disse o Papa Bento XVI na Santa Missa da Vigília Pascal:
"A escuridão acerca de Deus e a escuridão acerca dos valores são a verdadeira ameaça para a nossa existência e para o mundo em geral. Se Deus e os valores, a diferença entre o bem e o mal permanecem na escuridão, então todas as outras iluminações, que nos dão um poder verdadeiramente incrível, deixam de constituir somente progressos, mas passam a ser simultaneamente ameaças que nos põem em perigo nós e o mundo".
Com essas palavras o Sumo Pontífice explicou a tragédia do STF, antes que ela acontecesse: sem Deus, sem a Luz de Cristo, não se enxerga, não é possível ver o invisível, o transcendente, o que está além do corpo e da pura matéria. “Não se pode medir um ser humano com uma régua”, como disse meu amigo, o Dr. Paul Medeiros. Não é dez ou quinze centímetros de cérebro que define um ser humano; mas sua geração à imagem e semelhança do Criador, transcendente, imortal. Medindo o ser humano apenas com uma régua ou apenas com uma balança vamos derrubar todas as colunas da civilização cristã e do estado de direito.
Uma civilização verdadeira se caracteriza por defender os mais fracos e mais indefesos, como o feto em gestação; então, diante da vitória da “cultura da morte” podemos ver o quanto estamos nos aproximando novamente da barbárie. O Papa João Paulo II disse que a nação que mata os seus filhos é uma nação sem futuro. Deus tenha misericórdia de nós e não faça valer o que disse São Paulo: “De Deus não se zomba” (Gálatas 6,7).
Podcast: "Um desafio urgente aos católicos", com professor Felipe Aquino 
Felipe Aquino felipeaquino@cancaonova.com

Melodia do Salmo 4

Afine seus instrumentos e cante conosco
No próximo domingo, 22 de abril, na liturgia, contemplemos Jesus que tendo ressuscitado aparece a seus discípulos e vendo com medo disse-lhes: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede!” Entoemos juntos o Salmo 4 cantado pela missionária Ana Lúcia da Comunidade Canção Nova.

Confira:

Confira as cifras do Salmo 4


Produção musical, arranjos e execução - Thiago Thedoro
Voz e melodia: Ana Lúcia e Thiago Thedoro 

CC BY-NC-ND 2.5



Como baixar:
Ao ir para a página do Podcast dos Salmos dominicais, você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.


Santo do Dia 18/04

Santo Apolônio

18 de Abril

Santo ApolônioSanto do século II, era uma figura pública, um senador. Pôde assistir e se deixar tocar pelo testemunho de inúmeros mártires no tempo de Nero.

Ele percebia naqueles cristãos, que viviam dentro de um contexto pagão, o único e verdadeiro Deus presente naqueles martírios por amor a Cristo.

Já adulto, com a ajuda do Papa Eleutério, ele quis ser cristão e foi muto bem formado até chegar à graça do Batismo.

Apolônio, como muitos, ao se deparar com a lei de Nero, teve que se dizer, pois também foi denunciado.

Ele não renunciou a Jesus, mesmo ocupando uma alta posição na sociedade. Seu amor a Deus foi concreto.

Santo Apolônio é exemplo, para que sejamos testemunhas do amor de Deus, onde quer que estejamos, na profissão que exerçamos, com a idade que tenhamos.

Santo Apolônio, rogai por nós!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Santo do Dia 17/04

Santo Aniceto

17 de Abril

Santo AnicetoSeu Papado durou 11 anos. Isso no século II.

Deparou-se com a heresia do Gnosticismo, o racionalismo cristão, uma supervalorização do conhecimento, onde bastava isso para a Salvação. Com isso, os méritos de Cristo, os sacramentos e a graça do Senhor ficavam de lado.

Contou muito com a ajuda do filósofo cristão São Justino e do bispo Policarpo. Auxiliado por esses doutores e, com a graça de Deus, combateram esse racionalismo.

A fé e a razão são duas asas que nos levam para a Salvação, Jesus Cristo. Ele que é Caminho, Verdade e Vida. E a vida do santo de hoje demonstrou que aí está a fonte da felicidade.

Santo Aniceto, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

85 anos do Papa Bento XVI



O nosso querido Papa Bento XVI – Joseph Ratzinger – completou 60 anos de vida sacerdotal em 29 de junho de 2011, junto ao seu irmão Georg, na catedral de Frisinga, na Alemanha; e hoje completa 85 anos de vida abençoada por Deus.
Para todos nós católicos é um dia de festa, de alegria e de muitas orações por esse gigante da Igreja, digno sucessor de São Pedro, o “humilde servo da vinha do Senhor”, ou, como dizia o Papa São Gregório Magno, “Servo servorum Dei”, ou seja, o “Servo dos servos de Deus”. Já João Paulo II pedia que rezássemos por ele, para sustentá-lo em seu pontificado.
Jesus quis que sua Igreja tivesse um centro de unidade no Papa, um centro ao redor do qual se constrói a comunhão. Todos que se jogaram insanamente contra o Papa caíram. Cristo quis essa rocha que garantisse a solidez da fé de todos aos ensinamentos de Jesus, e essa pedra é Pedro, e depois dele, está o Bispo de Roma e sucessor de Pedro que, hoje, é Bento XVI. “Tu és Petrus!”. Assim, a Igreja Católica, hoje, depois de dois mil anos, continua em perfeita continuidade com a Igreja apostólica. Temos a certeza de que somos a Igreja das origens, somos a Igreja dos Apóstolos que atravessou os séculos; e esta garantia vem do fato de que nós estamos com Bento XVI, com aquele que Jesus quis como eixo e rocha da unidade da Igreja. Essa Igreja não nasceu do povo nem da vontade dele, mas, como disse o Catecismo, “é um projeto que nasceu no coração do Pai”.
A vida do Papa Bento XVI é integralmente sacerdotal; sua vocação despertou em idade muito jovem, sua formação no seminário foi interrompida somente pelas dramáticas experiências da guerra; foi ordenado aos 24 anos de idade, junto ao seu irmão mais velho e a um forte grupo de jovens bem provados na fidelidade a Deus e à Igreja.
Eles tinham modelos como o jovem sacerdote, o beato Alojs Andritzki, assassinado aos 31 anos em Dachau, em 1943, que disse: “Não esqueceremos, nem sequer por um instante, do nosso sacerdócio”. Bento XVI segue o caminho desse mártir, pedindo que o exemplo da sua humildade e fidelidade, alegre no serviço de Deus, seja um estímulo para o nascimento de novas vocações e para a santidade de todos os sacerdotes.
Hoje, queremos rezar pelo Papa, cercá-lo de carinho e lhe dizer: “Nós o acompanhamos com as nossas orações, o senhor continua sendo a Rocha sobre a qual Jesus constrói, também hoje, a sua Igreja”.
O Papa Bento XVI empolga o mundo com sua vasta cultura. São milhões de católicos e não católicos que leem e estudam seus livros. Os teólogos ressaltam a profundidade de sua interpretação das Escrituras, trazendo para a vida de hoje orientações seguras sobre a verdade revelada. Com ousadia e lucidez ele denuncia os “assassinos da verdade”, os propagadores da “ditadura do relativismo”, que tudo destrói.
É o Papa de uma firmeza teológica que sempre o distinguiu. Ele é “sadiamente moderno”, sem se deixar levar pela mídia ou pelas ondas de cada momento. Denuncia com coragem os erros e os pecados do nosso tempo, como fazia também João Paulo II. Suas encíclicas enfocam, de maneira admirável, todos os problemas atuais. Ele continua, de forma incansável, mesmo aos 85 anos, o grande e belo trabalho de João Paulo II: suas viagens apostólicas, suas encíclicas, sua luta pela dignidade humana, sua defesa da fé pura e católica, sua catequeses, seu amor a todos o homens.
Bento XVI é o Papa que Deus preparou para a missão de estar à frente do Seu rebanho nos primeiros anos deste novo e difícil milênio, que rejeita Deus e que O quer expulsar da sociedade. É um Papa que sabe enfrentar os desafios intelectuais e culturais de hoje, centrado em Cristo, na Palavra de Deus, nos documentos do Concílio Vaticano II e na proposta de uma Nova Evangelização, com novo ardor, novos métodos e nova expressão, pedida por João.
Sua colaboração foi e é decisiva para a Igreja. Junto com João Paulo II – seu auxiliar durante 25 anos – ele impediu que aspectos meramente sociológicos prevalecessem na Igreja e a transformasse numa mera ONG. Eles não permitiram que a Igreja perdesse sua identidade entre as modas das correntes filosóficas contemporâneas. Eles souberam mostrar e defender que a mensagem cristã é a única verdadeira força de libertação, sua postura firme nas discussões conciliares.
Bento XVI, hoje, grita ao mundo o “Kerigma”: a salvação só pode advir do Evangelho, não da filosofia ou da ciência, seja ela qual for. Ele mostra claro que a pobreza, a fome, a sede, o abandono, a solidão, o amor destruído, tudo isso é fruto do “afastamento de Deus”.
No seu livro “Luz do mundo” ele disse: “Que o homem está em perigo e que coloca em perigo a si mesmo e ao mundo, hoje é confirmado também por dados científicos. Pode ser salvo se em seu coração crescerem as forças morais; forças que podem brotar somente do encontro com Deus. Forças que opõem resistência”.
A sólida cultura de Bento XVI apresenta ao mundo uma sabedoria que não se dobra diante do positivismo e do ateísmo, nem de um modernismo enlouquecido. Hoje, ele é como disse São Francisco: “o arauto do grande Rei; a trombeta do Imperador divino”.
Rezemos pelo Papa. Que o Senhor, na Festa da Divina Misericórdia, conceda-lhe as graças necessárias para conduzir o rebanho que Ele conquistou com o Seu Sangue, e que por ele o derramou.
Assista:

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