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sexta-feira, 30 de março de 2012

Santo do Dia - 30/03

Santo Eustásio, Confessor

Foi discípulo e sucessor de São Columbano, como abade do Mosteiro de Luxeil, no qual viviam 600 monges.

(Fonte: "Cada dia tem seu Santo", de A. de França Andrade - Artpress)


quinta-feira, 29 de março de 2012

Ofinina G3 - CD Além do Que o Meus Olhos Podem

Não vim buscar tuas mãos,
Não vim pedir teu favor
Vim pra te oferecer,
Minha vida, meu amor

Tudo o que tenho é teu,
Tudo o que sou
Quero te oferecer,
Minha voz, uma canção
Meu amor, minha gratidão

No meu silêncio, te escuto
Em teus braços, me abrigo
Teu amor me faz sentir
O quanto quero estar aqui
O quanto espero te ouvir

Não há lugar melhor
Daqui eu não vou sair
Até ouvir tua voz
Te ver, te sentir neste lugar

(Ofinina G3 - CD Além do Que o Meus Olhos Podem )

Santo do Dia - 29/03

São Constantino



Rei de uma região da Inglaterra, casou-se, mas não assumiu seriamente esta aliança, tanto que deixou a esposa para se dedicar às guerras militares. Nesta aventura de poder e fama, ele – como São Paulo - 'caiu do cavalo'. Era pagão, converteu-se ao Cristianismo e assumiu seriamente o chamado à santidade.

Entrou para um mosteiro irlandês e descobriu seu chamado ao sacerdócio. Junto com outro santo, percorreu muitas regiões da Inglaterra anunciando o nome de Jesus, que tem o poder de nos dar a vitória sobre o 'homem velho'.

Constantino foi martirizado no ano de 598, atacado por pagãos duros de coração ante o Evangelho.

São Constantino, rogai por nós! 



quarta-feira, 28 de março de 2012

Santo do Dia 28/03

São Guntrano

São Guntrano Guntrano teve muitos descaminhos, muitas opções erradas. Teve muitas mulheres e muitos filhos. Como todo ser humano buscou a felicidade, porém, em lugares errados.

Um homem social, político e de grande influência, mas com o coração inquieto e desejoso de algo maior.

Deu toda sua herança para um sobrinho e se decidiu a viver uma radicalidade cristã, ou seja, viver o chamado à santidade.

Então, Guntrano passou a ouvir a Palavra de Deus e a acolher os conselhos dos bispos. Governou na justiça, a partir dos bons conselhos recebidos. Viveu a renúncia de si mesmo para abraçar a cruz e fazer a vontade de Deus.

Faleceu com 68 anos, depois de consumir-se no amor a Deus e aos irmãos, sendo cristão na sociedade.

São Guntrano, rogai por nós!

terça-feira, 27 de março de 2012

Santo do Dia - 27/03

São Ruperto

São Ruperto O santo de hoje foi um grande apóstolo da Baviera, Alemanha. A pedido do rei, foi convidado a evangelizar a França, e fez este belo trabalho. Após ser eleito bispo, a corte da Baviera o chamou, convidando-o também a evangelizar aquelas terras.


Juntamente com o apoio do rei pôde ter o apoio de muitos religiosos, inclusive de sua irmã, que também era consagrada.


São Ruperto evangelizou a muitos, fazendo a Boa Nova chegar às altas autoridades, ao ponto do sucessor do rei já ser evangelizado.


Antes de sua última Santa Missa, sua irmã ouviu sua oração de entrega: “Pai, em Tuas mãos eu entrego o meu espírito”.


Em toda sua vida, e também na morte, viveu entregue a Deus.


São Ruperto, rogai por nós!

segunda-feira, 26 de março de 2012

As perseguições contra a Igreja no Século XX

Muitos atos cruéis e perseguições aconteceram contra a Igreja no Século XX, e o mais preocupante é que muitos desconhecem estes fatos. Assim, Professor Felipe Aquino nos conta sobre estes fatos bárbaros e muitas vezes esquecidos.

Estado laico e humanismo integral


Imagem de Destaque

Ele é um servidor da sociedade e de seus valores

Sob o pretexto do uso da expressão “Estado laico” vem se desenhando no Brasil uma proposital confusão entre o que seja “sociedade” e “Estado”. Aquela [sociedade] é maior que este [Estado], portanto, o Estado é um servidor da sociedade e de seus valores e não o contrário.

O pluralismo de ideias e a dignidade da pessoa humana, princípios fundantes de nossa República, são garantidos no artigo 1º, incisos III e V de nossa Carta Magna. Prestigiar essa variação cultural de nosso povo é preceito constitucional. Também não se pode tratar como expressões sinônimas, Estado laico = humanismo ateu, outro enfadonho equívoco que se vislumbra nas entrelinhas dos debates atuais.

A proposta de vida cristã pautada no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo não é um ideal para “vida privada”, para o “recôndito do lar”, mas sim uma proposta que faz parte da cultura brasileira, da vida pública do povo brasileiro, daí porque o suposto “Estado laico” não pode querer excluir o aspecto religioso da vida pública. Seria criar um Estado sem sociedade, o que é um retorno às ditaduras no século XX.

Não queremos um retorno ao Estado religioso, mas também não podemos admitir que o Estado laico seja sinônimo de um Estado ateu, no qual “quem de alguma forma professe uma fé religiosa seja ela qual for, seja considerado um cidadão de segunda categoria e por isso tenha de ficar quieto e não se manifeste” – com bem acentua Dom Odilo Scherer (“Fazemos questão do Estado laico”, Época, 25/06/2007, p.110).

Precisamos de clareza na cena política. O Estado é laico, mas a sociedade não o é. Ao contrário, em sua grande maioria a sociedade professa uma fé religiosa, cuja manifestação está garantida como direito fundamental no artigo 5º, VIII da Constituição Federal. Portanto, aos cristãos cabe o chamado de Cristo: “Duc in altum” ["Faz-te ao largo" (Lc 5,4)].

Não obstante o governo é pluralista e laico, logo, não pode impor que a proposta da Igreja Católica por um humanismo integral seja vista como coisa estranha, ao contrário, é uma proposta que faz parte da cultura e da vida brasileira. Defender o uso de crucifixos e Bíblias em prédios e espaços públicos, lutar contra o aborto, defender a família, defender a vida humana na integralidade é dever missionário dos cristãos que formam a maioria do povo brasileiro, muito embora o Estado (microparte da sociedade) seja laico. “Não somos cidadãos de segunda classe”, insisto em Dom Odilo Scherer.

Assista: "Liberdade religiosa e relativismo cristão", com padre Paulo Ricardo 


É oportuno lembrar o que diz o procurador-geral da República aposentado, Cláudio Fonteles, quando pontua com base na Doutrina Social da Igreja (DSI) que o Estado deve ser visto de forma subsidiária quando se discute a temática das questões sociais, com preeminência para pessoa e seus valores. Diz ele: “é de muito relevo à Doutrina Social da Igreja o chamado princípio da subsidiariedade, que significa posicionar as instituições oficialmente engendradas pela razão humana, ou seja, o Estado e todo o aparato de serviços públicos executivos, legislativos e judiciais postos à satisfação das necessidades da pessoa humana, na vida em sociedade, em plano secundário. Vale dizer: toda essa estrutura executiva, legislativa e judicial não pode chamar a si a definição absoluta das questões sociais, subjugando, alienando, excluindo a pessoa humana do exercício de sua subjetividade criadora, manifestada singular ou comunitariamente.”

Por trás da defesa intransigente do chamado “Estado Laico” revela-se sorrateiramente a ideia de um humanismo ateu, humanismo inumano, ou fragmentado, se comparado ao humanismo integral defendido pela Igreja. Indagamos: é possível um humanismo ateu? Diz Henri de Lubac: “Não é certo que o homem, tal como parece querer dizê-lo, por vezes, não possa organizar a terra sem Deus. O que é verdade é que, sem Deus, ele não pode, no fim de contas, organizá-la senão contra o homem. O humanismo exclusivo não passa de uma humanismo inumano” (“O drama do humanismo ateu”, Editora Porto: Lisboa, 1943, p.10).

Quando destruímos embriões, fazemos apologia ao aborto, violamos a família e negamos de forma contumaz a pobreza crescente, não só estamos refutando o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, estamos desrespeitando os próprios direitos humanos plasmados na Constituição Federal e o humanismo integral. 

E como se define um humanismo integral em rechaço ao “humanismo ateu” que se desenha em paralelo ao “Estado Laico”. Quem pode nos responder é o Compêndio da Doutrinal Social da Igreja em seu parágrafo 153, que à luz da tradição bimilenar da Igreja diz; “153 – A raiz dos direitos do homem, com efeito, há de ser buscada na dignidade que pertence a cada ser humano. Tal dignidade, conatural à vida humana e igual em cada pessoa, se apreende antes de tudo com a razão. O fundamento natural dos direitos se mostra ainda mais sólido se, à luz sobrenatural, se considerar que a dignidade humana, doada por Deus e depois profundamente ferida pelo pecado, foi assumida e redimida por Jesus Cristo mediante a Sua encarnação, morte e ressurreição. A fonte última dos direitos humanos não se situa na mera vontade dos seres humanos, na realidade do Estado, nos poderes públicos, mas no próprio homem e em Deus seu criador. Tais direitos são “universais, invioláveis e inalienáveis, enquanto “inerentes à pessoa humana e à sua dignidade” e porque “seria vão proclamar os direitos, se simultaneamente não se envidassem todos os esforços a fim de que seja devidamente assegurado o seu respeito por parte de todos, em toda parte e em relação a quem quer seja. Inalienáveis, enquanto “ninguém pode legitimamente privar destes direitos um seu semelhante, seja ele quem for, porque isso significaria violentar a sua natureza”.

Enfim, o que está no cenário é um “Estado laico” ao lado de um humanismo ateu e cristofóbico em contraste com uma sociedade que deseja ardentemente viver no aqui-e-agora um humanismo integral. Como lembra Frei Raniero Cantalamessa: “A suprema contradição que o homem de sempre experimenta – entre a vida e a morte – foi superada. Mas a contradição mais radical não está em viver e morrer, mas entre viver “para o senhor” e viver “para si mesmo”... Viver para si mesmo é novo nome da morte.” (“O poder da cruz”. 5º ed. Loyola: São Paulo, 2009, p. 13).
Roberto Wagner Lima Nogueira
Advogado, Professor, Mestre em Direito Tributário. 

Santo do Dia - 26/03


São Bráulio


São Bráulio
O santo de hoje, foi bispo de 631 a 651.


Nasceu em uma família muito sensível à vontade do Senhor: uma irmã foi para a vida religiosa e tornou-se abadessa. Outro irmão foi para uma Abadia e outro, chegou a bispo.


Depois de entrar para uma vida de oração e contemplação numa abadia, Bráulio conheceu em Sevilha Santo Isidoro, escritor e santo.


Fecundo escritor e grande pastor, São Bráulio foi escolhido para bispo em Saragoça, participando ativamente em três Concílios de Toledo.


São Bráulio, rogai por nós!



domingo, 25 de março de 2012

Homilia do Padre Fernando Cardoso - 25 de março de 2012

Neste quinto domingo da Quaresma, temos o texto de João que, a seu modo, transmite-nos a agonia de Jesus. Este Evangelista não conhece a cena da agonia no horto, como vem narrada nos Evangelistas sinóticos. Porém, antecipadamente, no final de Sua vida pública, está uma nota de profunda tristeza e perturbação interior de Jesus. Diz Ele o seguinte: “Minha Alma agora está perturbada. E que direi? Pai, salva-Me desta hora? Mas é precisamente para esta hora que eu vim. Pai glorifica o Teu nome.”

O mais importante deste texto é que o Evangelista, habilidosamente, une a Paixão de Jesus e Sua glorificação, com a presença de certos gregos que queriam ver Jesus. O texto narrativo nos diz que foram a André, e depois Felipe e André disseram a Jesus: “Havia uns gregos, não judeus, que gostariam de se encontrar com O Senhor”

Qual é a mensagem que daqui provem? Unida à glorificação de Jesus, em Sua hora presente, está a salvação do mundo não judaico. Os gregos, isto é, o helenista de então e os pagãos de todas as épocas, os seres humanos não judeus de nascimento, poderão aproximar-se de Deus, através de Jesus Cristo, porque Sua glorificação não se reverteu em salvação apenas para o povo da primeira aliança, mas reverteu-se em salvação para toda a humanidade.

Com outras palavras, Deus levou tão a sério a auto-entrega de Jesus, Deus a aceitou de tal maneira, que quis beneficiar, com ela, não só a porção judaica, mas toda a humanidade. E até hoje são milhões que se encontram ou podem se encontrar com O Deus Salvador, ao longo de suas vidas, através de Jesus Cristo, morto e glorificado.

Nós somos alguns desses; nós também fazemos parte desses gregos. Eles nos anteciparam. Por causa da paixão e morte, o Evangelho não conhece mais fronteiras; e vou mais adiante, os convidados da primeira hora recusaram-No - os judeus - e este Evangelho continua a ser anunciado a todo o mundo.

Todos os seres humanos, gregos e não gregos, podem se aproximar de Deus e da Salvação, através de um encontro pessoal, que não lhes é tirado ou excluído, de Jesus Cristo.

Ouça a pregação:

O sacramento da unção dos enfermos

Une intimamente o doente a Cristo
No ritual da unção dos enfermos encontra-se a seguinte petição a Deus:“Por esta santa unção e pela Sua infinita misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na Sua misericórdia, alivie os teus sofrimentos”. Esta oração contém o objeto central desse sacramento, ou seja, confere a ele uma graça especial que une mais intimamente o doente a Cristo.
Jesus veio para revelar o amor de Deus. Frequentemente faz  isso nas áreas e situações em que nos sentimos especialmente ameaçados em função da fragilidade de nossa vida, devido às doenças, morte, etc.. Deus Pai quer que nos tornemos saudáveis no corpo e na alma e reconheçamos nisso a instauração do Reino d'Ele. Por vezes, só com a experiência da enfermidade percebemos que precisamos do Senhor mais do que tudo. Não temos vida, a não ser em Cristo. Por isso os doentes e os pecadores têm um especial instinto para perceber o que é essencial.
No Antigo Testamento, o homem doente experimenta os seus limites e, ao mesmo tempo, percebe que a doença está ligada misteriosamente ao pecado. Os profetas intuíram que a enfermidade poderia ter também um valor redentor em relação aos próprios pecados e aos dos outros. Assim, a doença era vivida diante de Deus, do qual o homem implorava a cura. No Novo Testamento eram os enfermos que procuravam a proximidade de Jesus, procurando “tocá-Lo, pois d'Ele saía uma força que a todos curava” (Lc 6,19). A compaixão de Jesus Cristo pelos doentes e as numerosas curas de enfermos são um claro sinal de que, com Ele, chegou o Reino de Deus e a vitória sobre o pecado, o sofrimento e a morte. Com a Paixão e Morte o Senhor dá um novo sentido ao sofrimento, o qual, se for unido ao d'Ele, pode ser meio de purificação e de salvação para nós e para os outros.

Assista: "O Sacramento da Unção dos Enfermos", com o professor Felipe Aquino 


A Igreja, tendo recebido do Senhor a ordem de curar os enfermos, procura pôr isso em prática com os cuidados para com os doentes, acompanhados da oração de intercessão. Ela possui, sobretudo, um sacramento específico em favor dos enfermos, instituído pelo próprio Cristo e atestado por São Tiago: «Quem está doente, chame a si os presbíteros da Igreja e rezem por ele, depois de o ter ungido com óleo no nome do Senhor» (Tg 5,14-15).
Desta forma, o sacramento da unção dos enfermos pode ser recebido pelo fiel que começa a se sentir em perigo de morte por doença ou velhice. O mesmo fiel pode recebê-lo também outras vezes se a doença se agravar ou então no caso doutra enfermidade grave. A celebração desse sacramento, se possível, deve ser precedida pela confissão individual do doente. A celebração deste sacramento consiste essencialmente na unção com óleo benzido, se possível, pelo bispo, na fronte e nas mãos do enfermo (no rito romano, ou também noutras partes do corpo segundo outros ritos), acompanhada da oração do sacerdote, que implora a graça especial desse sacramento. Ele só pode ser administrado pelos sacerdotes (bispos ou presbíteros).
Este sacramento confere uma graça especial que une mais intimamente o doente à Paixão de Cristo, para o seu bem e de toda a Igreja, dando-lhe conforto, paz, coragem, e também o perdão dos pecados, se ele não puder se confessar. E consente, por vezes, se for a vontade de Deus, também a recuperação da saúde física do fiel. Em todo o caso, essa unção prepara o enfermo para a passagem à Casa do Pai. Por isso, concede-lhe consolação, paz, força e une profundamente a Cristo o doente que se encontra em situação precária e em sofrimento. Tendo em vista que Senhor passou pelas nossas angústias e tomou sobre Si as nossas dores.
Muitos doentes têm medo desse sacramento, e adiam-no para o fim, porque pensam se tratar de uma espécie de “sentença de morte”. No entanto, é o contrário disso: a unção dos enfermos é uma espécie de “seguro de vida”. Quem, como cristão, acompanha um enfermo deve libertá-lo desse falso temor. A maior parte das pessoas que está em risco de vida tem a intuição de que nada mais é importante nesse momento do que a confiança imediata e incondicional Àquele que superou a morte e é a própria Vida: Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador. 
Redação Portal 

Católicos são maioria no México e em Cuba

Nicole Melhado
Da Redação CN, com Vatican Information Service (Tradução: equipe CN Notícias)

A imagem da Padroeira de Cuba começou a peregrinação em agosto de 2010 que durou 55 dias. Uma expressão religiosa inédita desde a vitória da revolução
O Papa Bento XVI chega nesta sexta-feira, 23, ao México e na segunda-feira, 26, vai a Cuba onde ficará até a noite de quarta-feira, 28. A viagem acontece em meio às comemorações pelo bicentenário de independência do México e do quarto centenário da Imagem da Virgem da Caridade do Cobre, em Cuba.

Em ambos os países, os católicos representam a maioria da população, de acordo com dados do Centro de Estatística da Igreja; no México os católicos são mais de 90% da população, quanto em Cuba, eles são pouco mais de 60%.

Acesse
.: Confira programação da viagem do Papa a Cuba e ao México

Dados da Igreja no México

O México tem uma superfície territorial de 1.958.201 km2, uma população de 108.426 de habitantes, dos quais, 99.635.000 são católicos, o que equivale a 91,89% da população.

Segundo dados do Centro de Estatística da Igreja, de 31 de dezembro de 2010, no México existem 93 circunscrições eclesiásticas, 6.744 paróquias e 7.169 centros pastoriais. Os Bispos são 163; os sacerdotes 16.234; os religiosos e religiosas são 30.023; 505 são os membros dos institutos seculares; 25.846 são os missionários leigos e 295.462 os catequistas empenhados nas atividades apostolado. Os seminaristas menores são 4.524 e os maiores 6.495.

A Igreja Católica conta no México com 8.991 centros de instrução de todos os níveis, nos quais estudam 1.856.735 alunos e 1.822 centros de educação especial. Conta também com outros 5.082 centros de caridade em propriedade da Igreja e/ou dirigidos por eclesiásticos ou religiosos: 257 hospitais; 1.602 ambulatórios; 8 centros para leprosos; 372 casas para idosos; inválidos ou menores; 329 orfanatos e asilos; 2.134 consultórios familiares e outros centros para a proteção da vida e 340 instituições de outras instituições de outro tipo.

Dados da Igreja em Cuba

Já a República de Cuba tem uma superfície de 110.861 km2, com uma população de 11.242.000 habitantes, dos quais 6.766.000 são católicos, 60,19% da população.

O país conta com 11 circunstâncias eclesiais; 304 paróquias e 2.210 centros pastorais; 17 bispos; 361 sacerdotes; 656 religiosos e religiosas; 24 membros de institutos seculares; 2.122 missionários leigos e 4.133 catequistas. Os seminaristas menores são 13 e os maiores são 78.

Em Cuba, a Igreja Católica dispõe de 12 centros educativos de todos os níveis nos quais estudam 1.113 alunos e outros 10 centros de instrução especial. Existem ainda 17 centros de caridade em propriedade e/ou dirigidos por eclesiásticos: 2 ambulatórios; 1 centro para leprosos; 8 casas para anciãos, inválidos e menores; 3 orfanatos e asilos e 3 instituições de outros tipos.

Leia mais
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Santo do Dia - 25/03


Anunciação do Senhor


Anunciação do Senhor
Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.


Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade."


Com alegria contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor:


"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’" (cf. Lc 1,26-38).


Sendo assim, hoje é o dia de proclamarmos: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14a). E fazermos memória do início oficial da Redenção de TODOS, devido à plenitude dos tempos. É o momento histórico, em que o SIM do Filho ao Pai precedeu o da Mãe: "Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade" (Hb 10,7). Mas não suprimiu o necessário SIM humano da Virgem Santíssima.


Cumprindo desta maneira a profecia de Isaías: "Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco" (Is 7,14). Por isso rezemos com toda a Igreja:


"Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo".

sábado, 24 de março de 2012

5º Domingo da Quaresma - Ano B

"Se um grão de trigo que cai na terra não morre, continua só um grão de trigo. mas se morre, produz muitos frutos". É assim que Jesus responde, no Evangelho de João 12, 20-33, quando um grupo de gregos pediu para vê-lo. Com isso, Jesus realiza uma metáfora de sua angústia no Morro das Oliveiras.

O católico e a Igreja

Não se pode ser mais ou menos católico


Não se pode ser “mais ou menos católico”, isto é, aceitar uma ou outra verdade religiosa ensinada pela Igreja, deixando algumas de lado. Isso é orgulho espiritual de alguém que pensa saber mais do que a Igreja, assistida e guiada pelo Espírito Santo desde Pentecostes (cf. João 14,15.25; 16,12-13; Lucas 10,16).



O Catecismo da Igreja Católica (CIC) ensina que o que nos salva é a verdade:

“Com efeito, Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (I Tm 2,4). Deus quer a salvação de todos pelo conhecimento da verdade. A salvação está  na verdade” (CIC § 851).
E São Paulo afirma que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (I Tm3,15).

“A missão do Magistério está ligada ao caráter definitivo da Aliança instaurada por Deus em Cristo com seu Povo; deve protegê-lo dos desvios e dos afrouxamentos e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O ofício pastoral do Magistério está, assim, ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta. Para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma de infalibilidade em matéria de fé e de costumes. O exercício deste carisma pode assumir várias modalidades” (CIC § 890).

O grande Papa São Gregório VII (1073-1085), que quebrou a fúria de Henrique IV e a triste “investidura leiga” dos séculos X e XI, declarou no seu documento Dictatus Papae: “A Igreja romana nunca errou, e segundo o testemunho das Escrituras nunca cairá no erro.” (n,22) “Ninguém deve ser considerado católico se não estiver de pleno acordo com a Igreja Católica.” (n.26). (Registrum Gregorii VII,MGH, Ep. Sel. II, n. 55ª - História da Igreja, Roland Frohlich).

O grande padre Leonel França, o maior jesuíta que Brasil conheceu, (1893-1948), fundador e reitor da primeira Universidade Católica do Brasil: PUC- RJ, disse: “[...] Quem não tem um conceito exato, uma percepção viva da infinita, absoluta e inefável majestade de Deus, na inviolabilidade soberana dos seus direitos, não pode entender a intransigência dogmática da Igreja Católica. A Igreja não é autora de um sistema humano, filosófico ou religioso, é depositária autêntica de uma revelação divina".
Cristo ensinou-nos uma doutrina celeste: "A doutrina que eu vos ensinei é d’Aquele que me enviou" (São João, 7,16; 12,49). Aos seus discípulos ordenou que a transmitissem a todo o gênero humano na sua integridade incorruptível. "Ensinai-lhes a observar tudo o que vos mandei' (Mt 26,20). E para que a falibilidade humana não alterasse o depósito divino, prometeu-lhes a eficácia preservadora de sua assistência. "Estarei convosco até o fim dos séculos".

Assista: "A Igreja católica é Divina", com professor Felipe Aquino 


A Igreja Católica tem, pois, promessa divina de imortalidade e infalibilidade. Não foi, não será nunca infiel à sublimidade da sua missão. Quando a sinagoga, alarmada com os prodígios que sancionavam o Cristianismo nascente, prendeu os apóstolos e lhes impôs um silêncio criminoso, Pedro respondeu aos sinedritas um sublime: “non possumus” (não podemos).

No volver dos séculos nunca desmentiu a Igreja as promessas deste seu batismo de sinceridade. Todas as vezes em que o erro, armado como a força, mascarado como o sofisma ou “sub dolo” como a política, bateu às portas do Vaticano, pedindo ou impondo-lhe uma concessão, uma aliança, um compromisso, saiu-lhe ao encontro um ancião inerme e venerável na candura simbólica de suas vestes, e, com voz firme e olhar fito no céu, respondeu-lhe: “Non possumus...”.

E a Igreja continuará assim a sua missão de Mãe e Mestra da fé, até que o Cristo volte. São Paulo disse que sempre haveria hereges e heresias, que surgem de dentro da Igreja. Mas o Apóstolo disse que isso era bom para que saibamos onde está o erro e a verdade.

O bom católico não discute o que a Igreja ensina, ele ama e vive com ação de graças o que ela lhe diz. É grato a Deus por lhe mostrar pela Igreja o caminho reto que leva à felicidade neste mundo e ao céu na eternidade. Quando eu era menino ensinaram-me uma oração que nunca esqueci e que fiz dela minha norma de vida. É o ATO DE FÉ:

“Eu creio firmemente que há um só Deus, em três Pessoas realmente distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Creio que o Filho de Deus se fez homem, padeceu e morreu na cruz para nos salvar e ao terceiro dia ressuscitou. Creio em tudo o mais que crê e ensina a Santa Igreja Católica, porque Deus, Verdade infalível, o revelou. Nesta crença quero viver e morrer”.
Podcast: "A instituição da Igreja", com professor Felipe Aquino

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com 

Bento XVI chega ao México e é recebido calorosamente pelo povo

Mirticeli Medeiros
Da Redação CN



Bento XVI ao lado do presidente do México Felipe Calderón acompanhado de sua mulher Margarita Savala
O avião da ALITALIA que conduziu o Papa Bento XVI de Roma à cidade de León, no México, aterrisou no país por volta das 19h20 horário do Brasil (16h20 no horário do México). Após receber as honras de chefe de estado, o Santo Padre foi acolhido pelo arcebispo de León, Dom José Guadalupe Martín Rábago e o presidente do país, Felipe Calderón, o qual esteve acompanhado de sua mulher, Margarita Savala. 
No início da cerimônia de boas vindas foram entoados os hinos do Vaticano e do México, conforme manda o protocolo oficial. Logo em seguida, o presidente mexicano fez o discurso de acolhida ao Sumo Pontífice, onde expressou o amor do povo mexicano pela figura do Papa.

"Sua visita nos traz alegria nestes momentos de grande tribulação. O senhor encontrará um povo nobre, acolhedor e que tem muita estima pelo Sumo Pontífice", ressaltou Calderón.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Discurso de Bento XVI - Cerimônia de boas vindas no aeroporto internacional de León, México - 23/03/2012
.: Confira programação da viagem do Papa a Cuba e ao México

.: Todas as matérias sobre a visita do Papa ao México 

Ainda no discurso, o chefe de estado mexicano falou sobre a violência proveniente do crime organizado que assola o país, mas acrescentou que diante das dificuldades, o povo mexicano 'manteve-se de pé'.
"Sua visita particularmente nestas circunstâncias é um gesto de solidariedade com nosso povo", afirmou.
Ao tomar a palavra, Bento XVI revelou que a visita ao México faz parte da concretização de um sonho.
"Estou feliz de estar aqui e agradeço a Deus por permitir que eu realizasse um desejo que está no meu coração há muito tempo", salientou o Pontífice.
Falando sobre a dignidade da pessoa humana, o Papa destacou que também o direito à liberdade religiosa enquadra-se como direito fundamental.
"Baseada na inigualável dignidade de toda pessoa humana, criada por Deus e que ninguém tem o direito de duvidar ou depreciar. Esta dignidade se expressa de maneira eminente no direito fundamental à liberdade religiosa, em seu genuíno sentido e em sua plena integridade", enfatizou.
Após o término do discurso, Bento XVI saudou os bispos do país, a delegação que acompanhou o presidente da república mexicana e várias crianças que se concentraram no aeroporto para acolher o Papa. Antes de ir para o Colégio Miraflores, local onde ficará hospedado durante sua estadia no México, o Santo Padre fez o trajeto em papamóvel pelas ruas da cidade.
Amanhã, 24, o Pontífice fará uma visita de cortesia ao presidente federal na Casa do Conde Rul de Guanajuato e saudará as crianças na Plaza de la Paz de Guanajuato.

Milagre

Um milagre, eu precisava de um milagre
Quando os homens não puderam me atender
Um milagre, eu precisava de um milagre
Quando tudo parecia escuridão

E quando mais eu precisei
A Tua mão me alcançou
E o milagre eu vi Você fazendo em mim
Os meus olhos se abriram
Pouca gente acreditou
Mas a Tua poderosa mão
A Tua poderosa mão

Eu vou contar pra todo mundo
O que Deus fez por mim
Eu vou contar as maravilhas de Deus
Deus restaurou a minha vida
Me deu uma voz
Para minha geração
Um milagre

Busque a maturidade espiritual


Padre Donizete Heleno
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Nossos triunfos espirituais, muitas vezes, brotam com o sacrifício e a dor. Esse triunfo é estar na presença de Deus, independentemente da sua tristeza, da sua doença ou da sua depressão.

O pior fracasso espiritual que pode nos atingir é retirar Deus de nossa vida. E isso acontece quando idolatramos e adoramos falsos deuses. Na primeira leitura de hoje foi essa a experiência que o povo de Deus viveu, quando optou pelo imediatismo, buscando as respostas no Senhor só quando lhe era conveniente.

Talvez você, neste tempo de Quaresma, também já tenha experimentado o imediatismo, abandonando Deus e buscando as respostas em outros lugares. Talvez você já tenha abandonado sua penitência e se desviado do propósito que é viver a fidelidade ao Senhor.

Mas esse fracasso só vem quando somos imaturos espiritualmente, porque ainda vivemos na dependência total d'Ele, esquecendo que Deus caminha à nossa frente nos guiando.

A vida espiritual passa por "noites escuras" e por "desertos". Haverá dias em que você não terá vontade de sair de sua cama e ir à Santa Missa, mas, mesmo assim, você vai por uma decisão sua, por amor a Deus, porque compreende que na Celebração Eucarística você viverá um encontro com Ele. Essa pessoa, sim, pode dizer que atingiu a maturidade espiritual que o Senhor espera de Seus filhos.

Não podemos ficar presos ao passado, assim como o povo de Deus, que voltou a adorar um falso deus; pois ao agirmos assim, não seremos capazes de chegar à nossa "terra prometida".

O imediatismo, a dependência espiritual [ao mal] e a prisão ao passado fazem de nós um povo fracassado. E quando nos deparamos com isso, estamos a um passo do sincretismo religioso, buscando aquilo que nos é cômodo só para ir ao encontro do que nos é conforável.
"Não misture a sua fé com nada! Viva a sua fé pura, assim como a recebeu da Igreja!", exorta padre Donizete
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Não misture a sua fé com nada! Viva a sua fé pura, assim como a recebeu da Igreja! Defenda os seus valores, e isso precisa começar dentro do seu lar. Somos chamados a adorar a um só Deus, Aquele que é único e verdadeiro.

Moisés, no Evangelho de hoje, é a prefiguração do Cristo, que desce de Sua condição de intimidade com Deus para acolher o Seu povo corrompido pelo pecado. Assim Jesus fez, deixando Sua divindade, sendo obediente ao Pai e se entregando na cruz para nossa redenção.

Talvez o Altíssimo hoje esteja se queixando, assim como fez com Moisés, em relação a nós. Porque colocamos inúmeras coisas no centro de nossas vidas, mas nunca Aquele que deveria ser nossa prioridade. Nós assumimos a idolatria trocando Deus Pai, que foi capaz de dar o único Filho para nos salvar.

Mas, mesmo assim, Deus não nos abandona, Ele faz com que Sua misericórdia seja maior do que qualquer erro que podemos cometer.

Tudo parte do mistério da cruz. Deus Pai já se esqueceu de todos os erros que você cometeu, não importam mais. Mesmo as infidelidades que cometeu contra Ele, e em Jesus Cristo, redimiu todos seus pecados. Já não há mais "vales escuros"! Só dias claros. Creia nas promessas de Deus e permita que sua vida seja impulsionada pelo amor do Pai.
 
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza

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Padre Donizete Heleno 
Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Santo do Dia 24/03

Santa Catarina da Suécia


Santa Catarina da Suécia
Nasceu na Suécia, de família ligada aos reis. Sua mãe era Santa Brígida, que após o falecimento do esposo, se tornou uma peregrina até instalar-se em Roma.


Catarina foi formada na Abadia de Bisberg, permanecendo ali até casar-se. Não demorou muito tempo e seu esposo veio a falecer. Tinha um coração rendido a uma intimidade profunda com Deus, abriu-se a uma consagração total e foi viver junto de sua mãe em Roma, onde permaneceram por 23 anos.


Tornou-se Abadessa em Valdstena, onde permaneceu até sua morte em 1381.


Santa Catarina da Suécia, rogai por nós!





sexta-feira, 23 de março de 2012

O Senhor está perto daquele que tem o coração atribulado

Nesta semana a missionária Salette Ferreira fará a reflexão do grupo de oração com o Salmo 33: “Estamos num tempo especial e favorável para a ação de Deus em nossos corações. É Quaresma, tempo de oração, jejum, penitência; por isso, de maneira especial, queremos que você viva algo próprio deste tempo: se colocar na intimidade com Deus.”

A passagem bíblica utilizada para nortear esse momento de intercessão está no Salmo 33, 4-7 e 16-19: “Comigo engrandecei ao Senhor Deus, exaltemos todos juntos o seu nome! Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu, e de todos os temores me livrou. Contemplai a sua face e alegrai-vos, e vosso rosto não se cubra de vergonha! Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido, e o Senhor o libertou de toda angústia. O Senhor pousa seus olhos sobre os justos, e seu ouvido está atento ao seu chamado; mas ele volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido.”
Assista ao grupo de oração: 
Neste momento de intimidade com o Senhor a consagrada da Comunidade Canção Nova nos convida a colocar a vida diante da luz de Cristo. “Coloque toda a sua história e deixe o Espírito Santo trazer a luz sobre as situações que o amarram e prendem, sejam situações, emoções, pensamentos. A Palavra de Deus tem o poder de nos libertar.”

Salette nos convida a contemplar o Senhor, exaltar o Seu nome e entregar para Ele os gritos de pedido de socorro que há dentro de nós: “Na certeza de que quando gritamos para Deus, somos ouvidos”, afirma.

“Diante da situação que você está vivendo, repita: 'O Senhor me liberta de todas as angústias'. Coloque a mão sobre o seu coração e proclame que o Senhor pousa os Seus olhos sobre você e Seus ouvidos estão atentos ao seu chamado.”

E recorda que: “Se você está desempregado, vivendo situações difíceis em sua casa ou no trabalho, saiba que o Senhor o escuta, porque Ele está perto daquele que tem o coração atribulado”.

E encerra o programa nos incentivando a clamar ao Espírito Santo que nos conduza, nos fortaleça, nos traga a paz nas tribulações e dificuldades e nos liberte de tudo o que nos causa angústia. “Entregue ao Senhor as suas intenções.” E reza uma Ave-Maria.

Prepare-se para o Ano da Fé: padre esclarece proposta de Bento XVI

Jéssica Marçal
Da Redação CN


'O mistério ‘fidei’ é inteligível, porém ele não se esgota numa simples explicação ou num simples dogma', diz padre José Honório
Em meio às incertezas trazidas pela cultura pós-moderna, os católicos terão a oportunidade de refletir sobre suas crenças e convicções religiosas. O Papa Bento XVI instituiu o Ano da Fé, de outubro de 2012 a outubro de 2013, ocasião que deve incitar o redescobrimento da fé católica. Em uma paróquia de Montes Claros (MG), uma escola de formação foi criada para esclarecer e preparar os fiéis para este Ano.

A proposta do Papa é que todo cristão tenha a sua convicção e a sua identidade na fé católica. Diante desse pedido do Santo Padre, o vigário geral da Catedral Metropolitana de Montes Claros (MG), padre José Honório de Andrade, ressaltou um aspecto da personalidade de Bento XVI que ele considera interessante. 

“O Papa é um homem audacioso. Num mundo pós-moderno, em que existem várias crises, a crise de identidade, ele nos propõe uma reflexão sobre a fé. É uma riqueza que o Santo Padre, o Papa, concede a todos nós no Brasil e no mundo”, exaltou.  

Fé: mistério incompreensível?

Com caráter abstrato, algumas pessoas encaram a fé como algo incompreensível, que permanece apenas no campo da sensibilidade. O padre José Honório, porém, desmistificou esse pensamento. 

“Fé não significa que a gente não possa entender. O mistério ‘fidei’ é inteligível, porém ele não se esgota numa simples explicação ou num simples dogma. Ele sempre se revela novo, aberto aos desafios de hoje em que o ser humano, o cristão é chamado a viver. Estar no mundo e, a partir da sua fé, transformar as realidades de morte em esperança e salvação”, explicou. 

Fé x cultura atual

Padre José Honório destacou que a fé hoje passa por uma crise e, até mesmo, uma descrença. Ele foi enfático ao dizer que a fé deve ocupar um lugar de destaque pelo fato de ser adquirida por meio de alguém que fala, sobretudo, através de testemunhos.

O vigário acredita que a autêntica vivência da fé e o verdadeiro apostolado da missão devem ser despertados nos irmãos. Para que isso aconteça, a comunidade deve fazer com que a voz do Papa seja também a voz do Cristo e a sua própria voz.  

O padre complementou citando as formas como os cristãos manifestam sua fé nos dias de hoje: leituras bíblicas, orações, sacramentos e prática. Esta última, de acordo com o sacerdote, trata-se de uma obra social que não é simplesmente caritativa, mas que proporciona ao cristão ver, num irmão que sofre, o próprio Cristo dando a oportunidade para o crescimento e a maturidade na fé. 

Escola de Formação em Montes Claros


O padre José Honório está à frente dos módulos ministrados na Escola de Formação “A Fé Católica”, realizada uma vez por mês de fevereiro até outubro deste ano na Catedral Metropolitana de Montes Claros. De acordo com ele, a metodologia utilizada está em sintonia com a Porta Fidei,Carta Apostólica

“A nossa paróquia está promovendo encontros mensais para despertar nos nossos paroquiandos o verdadeiro sentido da fé e o porquê e o como celebramos os nossos ritos, os nossos sacramentos e, a partir disso, agirmos fora do salão, fora da paróquia, agir no mundo”, contou. 

A metodologia utilizada nos encontros é a indicada pelo Vaticano. “Num primeiro ponto, nós estudamos o que o Papa pediu, na Porta Fidei, e agora nós estamos estudando o credo, o sínodo da fé. Aí nós vamos até outubro esmiuçar esse sínodo, o símbolo da fé, para que possamos realmente dizer ‘eu creio nisso, eu sigo isto, eu vivo isto na minha fé'”. 

Santo do Dia - 23/03

São Turíbio de Mongrovejo


São Turíbio de Mongrovejo
De origem espanhola, nasceu no ano de 1538. Cresceu muito bem educado dentro de uma formação cristã e humana, estudou Direito e prestou muitos serviços nessa área, sempre buscando dar testemunho cristão no ambiente em que se encontrava.


Turíbio ajudou até o rei Felipe, mas o chamado à vida dedicada ao Senhor, dentro do ministério sacerdotal, falou mais forte. Renunciou à sua profissão e, como sacerdote, foi escolhido bispo e enviado ao Peru. Era um homem apostólico.


Deparou-se com muitas injustiças: indígenas oprimidos, pobres abandonados. Então ele, no anúncio e na denúncia, passou a ser respeitado e ouvido por muitos.


Sem interesses e sem comungar com o poder opressor, ele deixou um marco para toda a América: de que o mundo precisa de santos, e isso só é possível na misericórdia, no amor, na verdade, no anúncio e na coragem de denunciar.


Depois de uma grave enfermidade, faleceu em 1606.


São Turíbio, rogai por nós!



quinta-feira, 22 de março de 2012

Santo do Dia 22/03

22 de Março

São Zacarias, Papa


São Zacarias, Papa
Filho de pai grego, residente na Calábria, foi eleito Papa em 741 e morreu em 752.


Ao contrário do seu predecessor Gregório III, relativamente a Liutprando, rei dos Lombardos, julgou ser melhor partido inaugurar com ele relações amistosas. Concluiu assim um acordo bastante vantajoso, recuperando quatro fortalezas e vários patrimônios; estipulou também com ele uma trégua de trinta anos. Mas não conseguiu impedir os Lombardos de tirarem aos Bizantinos o exarcado de Ravena.


Zacarias soube tornar favorável à Igreja romana o imperador Constantino V e recebeu mesmo territórios como dádiva. Em 747 aprovou a mudança de regime na França, com a proclamação de Pepino, o Breve.


Foi bom administrador das terras da Igreja, as quais progrediram no seu tempo. Restaurou o palácio de Latrão e embelezou, no sopé do Palatino, a igreja de Santa Maria Antiga, onde se conserva ainda o seu retrato, pintado quando ele ainda vivia.


São Zacarias, rogai por nós!



JMJ Rio 2013 será um dos temas de encontro mundial em Roma

Kelen Galvan
Da Redação CN, com Vatican Information Service (Tradução: equipe CN Notícias)


Cidade de Rocca di Papa, na Itália, acolherá evento internacional sobre as Jornadas Mundiais da Juventude na próxima semana
O Pontíficio Conselho para os Leigos irá promover um encontro com os representantes da Pastoral Juvenil para refletir sobre as Jornadas Mundiais da Juventude e preparar a do Rio de Janeiro, marcada para julho de 2013. 

No encontro, que acontecerá na cidade de Rocca di Papa, província de Roma, na Itália, entre os dias 29 de março e 1º de abril, participarão delegações de 98 países, além dos Comitês Organizadores da JMJ de Madri, realizada em 2011, e do Rio de Janeiro. 

Em um comunicado à imprensa, publicado nesta quinta-feira, 22, o Pontifício Conselho explica que se trata de "um importante momento de reflexão" para os representantes que somam mais de 300, e representam 45 comunidades, associações e movimentos juvenis católicos.  

Os trabalhos começarão no dia 29 com a saudação do presidente do Pontifício Conselho, Cardeal Stanislaw Rylko. O dia será dedicado a análises dos aspectos pastorais e da organização da JMJ de Madri, e dos seus frutos pastorais em todo o mundo. Sobre o evento realizado na Espanha, farão colocações o arcebispo de Madri, Cardeal Antonio María Rouco Varela, o diretor executivo da JMJ 2011, Yago de la Cierva e o secretário-geral da jornada, padre Gregorio Roldán.

A sexta, 30, será dedicada à JMJ do Rio de Janeiro. As razões, desafios e expectativas para esta Jornada Mundial serão apresentados pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta; pelo presidente da Comissão Episcopal para a Juventude do Brasil, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, pelo responsável do Setor Juventude da CNBB, padre Carlos Sávio, e pelo Comitê Organizador Rio 2013.  

No sábado, 31, as reflexões serão em torno do tema "Formar os jovens: uma missão prioritária para a Igreja", com as intervenções do secretário do Pontifício Conselho, Dom Josef Clemens, e do conselheiro-geral dos Salesianos para a Pastoral Juvenil, padre Fabio Attard. 

Por fim, no dia 1º de abril, os delegados participarão da Santa Missa do Domingo de Ramos presidida pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro, no Vaticano, com a celebração diocesana da 27ª Jornada Mundial da Juventude. 

Leia mais
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Quais as dificuldades enfrentadas pelo músico?

E o cuidado com o desejo de fama
É o tema abordado pelo missionário Maninho na série "Mais Feliz" desta semana. 

Ouça: 


"O que mais me incomoda e o que mais dificulta o meu trabalho é a pressão por fazer sucesso. Porque desde o início, quando eu comecei a trabalhar com a música católica, o meu objetivo sempre foi a evangelização, me colocar a serviço. Esse tipo de afirmação nunca me passou pela cabeça. O músico, muitas vezes, procura fazer várias atividades para ganhar certo tipo de 'status' dentro da Igreja, mas isso não deve acontecer, e também dificulta na formação de novos músicos. 



Nós precisamos cada vez mais de músicos verdadeiros, que realmente acreditem naquilo que cantam e que queiram evangelizar. Essa dificuldade precisa ser repensada dentro da nossa música e os meios de comunicação devem incentivar na formação de músicos interessados na missão que Deus lhes confiou e em nossos valores", testemunha o músico gaúcho.


O que é a série "Mais Feliz"?
A série "Mais Feliz", exibida todas as terças-feiras, no Canal da Música do Portal Canção Nova, visa contribuir na formação humana e espiritual dos cristãos de modo geral, não somente do músico católico. Os temas abordados nas formações ajudam os internautas a lidar com assuntos simples e de interesse de todos. 

Quem é Maninho? 
Cantor católico, desde dos 8 anos anos de idade envolvido com a música. O primeiro instrumento musical com o qual teve contato foi a flauta, mais tarde, interessou-se pelo violão, piano e instrumentos de sopro diversos. Clique aqui para saber como a música católica entrou em sua vida.  



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