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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Quaresma e a Campanha da Fraternidade 2012

Seguindo a tradição quaresmal de todos os anos escrever sobre o tema da Campanha da Fraternidade, proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil “para melhor vivermos este tempo de penitência” – o que nem sempre de fato acontece -, proponho-me a fazer uma breve reflexão a respeito da “Fraternidade e Saúde Pública”.
http://www.blogdocelio.com/wp-content/uploads/2012/02/Campanha-Fraternidade-Site.jpg
Com efeito, neste ano de 2012, é este o tema ao qual será dado enfoque especial: a saúde pública. Pergunta-se: Como seria possível viver bem este tempo da Quaresma e, ao mesmo tempo, propor-nos a olhar com especial atenção esta Campanha da Fraternidade? Antes de mais nada, aconselhamos que seja lida a mensagem do nosso Santo Padre ao Cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB, justamente por ocasião da CF 2012. Em poucas linhas, o Papa Bento XVI explica que, especialmente para nós, católicos, o lema da campanha – “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38, 8) – “é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal”. Destaco:
“No episódio da cura de um paralítico (cf. Mt 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois ‘que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?’ (Mt 16, 26). Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino salus e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: ‘Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo’ (Mt 4, 23).”
Convém, portanto, primeiramente, que lembremo-nos da “cura perfeita”: “o perdão dos pecados”. O tempo da Quaresma é especial para buscarmos o Sacramento da Penitência. Nele, através de um sincero arrependimento de nossas faltas, achegamo-nos ao tribunal da misericórdia do Altíssimo e imploramo-Lo a cura de nossa alma, a nossa saúde espiritual, cuja importância supera – é o Papa quem o diz – a saúde física.
Aqui, faz-se importante traçar algumas rápidas considerações a respeito do que infelizmente a Campanha da Fraternidade tem se tornado em muitas paróquias pelo Brasil afora. Ao invés de convidar os cristãos a um tempo de penitência e oração, em muitas igrejas este apelo litúrgico é substituído pela lembrança de temas que, da maneira como são abordados, não colaboram – nem de longe – para fazer nascer no coração dos fiéis o espírito de jejum, mortificação e ascese. Por isto a necessidade de ler esta última mensagem do Papa. Ela impede – ou pelo menos tenta evitar – que os teólogos da libertação façam da Campanha da Fraternidade apenas mais um “movimento de conscientização social” ou de “mobilização popular”; ao mesmo tempo, recorda aos pastores da Igreja que uma CF verdadeiramente católica não deve dar atenção especial às coisas deste mundo, perecíveis, mas sim àquilo que de fato importa: a glória de Deus, a salvação das almas, a conversão da Igreja.
Quanto ao tema deste ano – “Fraternidade e Saúde Pública” – consideremos o seguinte: a saúde pública de nosso país presta auxílio aos enfermos, e a Igreja, neste tempo de Quaresma, chama os fiéis a praticarem a esmola. O chamado parte do próprio Cristo no Evangelho da Quarta-Feira de Cinzas. Pois bem, aqui está: por que não unir a preocupação que a Igreja desde o princípio manifestou para com os doentes e moribundos a uma ação efetiva de caridade, virtude fora da qual definitivamente não é possível viver uma boa Quaresma?
“Saúde pública”! Esta expressão infelizmente nos remete aos últimos discursos dos defensores da legalização do aborto em nosso país… Sob o lema “Aborto é questão de saúde pública”, os detratores da vida humana fazem um estardalhaço, minimizam o valor da dignidade do ser humano – chegando a compará-lo a um mosquito -, banalizam a benção que é a criança na vida de uma família – merece nota esta feminista que, além de odiar crianças, declara que seria capaz de matar um bebê para que calasse a boca – e, por fim, chegam a manipular dados e estatísticas para defender suas ideias. Esta verdadeira guerra que os servos da “cultura de morte” fazem contra o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, só mostra como o tema “saúde pública” pode ser distorcido em favor de ideias tirânicas e homicidas.
Esta Quaresma é oportunidade para que travemos este difícil combate, que é, acima de tudo, espiritual. Por meio da esmola, do jejum, da oração – e também do apostolado pró-vida -, é possível, sim, entrar no deserto da preparação para a Páscoa de nosso Senhor e viver, com fruto, a Campanha da Fraternidade deste ano.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida nos dê vivenciarmos uma santa Quaresma; e, ao mesmo tempo, livre nossa nação da maldição do aborto.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

Por Everth Queiroz Oliveira     -    http://beinbetter.wordpress.com

Papa nomeia novo bispo auxiliar do Rio de Janeiro

Da Redação CN, com Arquidiocese do Rio de Janeiro




Monsenhor Luiz Henrique da Silva Brito concluiu em 2005 o mestrado em Teologia Moral, pela Pontifícia Università della Croce, em Roma

Nesta quarta-feira, 29, o Papa Bento XVI nomeou monsenhor Luiz Henrique da Silva Brito, como novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro. O Santo Padre acolheu a solicitação do Arcebispo Dom Orani João Tempesta de poder contar com a colaboração de mais um Bispo Auxiliar.

Sua ordenação episcopal será no dia 12 de maio de 2012, sábado, às 8h30, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Rio de Janeiro.

Até a nomeação, monsenhor Luiz Henrique exercia várias funções na Diocese de Campos (RJ), onde era incardinado e, desde o dia 30 de junho de 2010 era pároco da Paróquia São Benedito, em Campos.

Fluminense de São Gonçalo, nasceu no dia 19 de maio de 1967. Foi ordenado presbítero em 14 de dezembro de 1991.
Em nota, Monsenhor Luiz Henrique manifestou a alegria de integrar a Arquidiocese do Rio de Janeiro, unindo-se ao Arcebispo Metropolitano e aos Bispos Auxiliares.

“Existem grandes desafios evangelizadores em uma metrópole tão grande quanto o Rio de Janeiro, contudo, aqui quero doar-me totalmente em estreita comunhão com o caríssimo Dom Orani, Bispos Auxiliares e Presbíteros, para que o amor de Deus seja conhecido por todos”, afirmou.
Por ocasião da publicação da nomeação, Dom Orani acolheu o novo Bispo Auxiliar, anunciando aos diocesanos a novidade.

“Monsenhor Luiz Henrique, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro! Seja bem-vindo como novo Bispo Auxiliar desta histórica e bela metrópole! Seja bem-vindo entre nós! O povo de Deus, que aqui caminha, o acolhe e o abraça!”, salientou o Arcebispo.

Leia mais
.: CNBB saúda novo bispo auxiliar do Rio de Janeiro 

JESUS NOS ENSINA A VENCER AS TENTAÇÕES! (Com Podcast)

Antigamente, a Quaresma era o período durante o qual, através da penitencia e da provação, os catecúmenos se preparavam para receber o batismo na noite de Páscoa ou àqueles que tinham cometidos pecados graves e públicos se preparavam para retornar ao seio da sua comunidade cristã, chamavam-se de “penitentes”.Acampamento Livrai-nos do Mal de 02 a 04 de Março em Cachoeira Paulista – SP.
A Liturgia sempre coloca Jesus no Evangelho do Primeiro Domingo da Quaresma vencendo as tentações do Demônio (cf. Mc 1, 12-15; mais detalhista é o Evangelho de Mt 4, 1-11). O Nosso Senhor e Mestre não só vence, mas nos dá as dicas para vencer também o nosso inimigo e as tentações pequenas e grandes que enfrentamos todos os dias. O objetivo desta reflexão de hoje será avaliar a nossa defesa e aumentar as nossas resistências frente às tentações e celebrar a vitória com o Senhor Jesus. JESUS NOS ENSINA A VENCER AS TENTAÇÕES!
Clique aqui e escute o Podcast: 
O Senhor derrotou o inimigo através da Docilidade ao Espírito Santo, pois “no deserto, ele era guiado pelo Espírito”, da Palavra“A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem”; da Oração: “Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus”; doJejum: Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome”e pela Adoração:“Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás”. Exercendo Sua autoridade que vinha de uma vida coerente e santa. Isso fica bem claro na leitura deste Evangelho.
De maneira semelhante como o antigo povo de Israel partiu durante quarenta anos pelo deserto para ingressar na terra prometida, a Igreja, o novo povo de Deus, prepara-se durante quarenta dias para celebrar a Páscoa do Senhor. Embora seja um tempo penitencial, não é um tempo triste e depressivo. Trata-se de um tempo especial de purificação e de renovação da vida cristã para poder participar com maior plenitude e gozo do mistério pascal do Senhor.
Jesus Cristo dando inicio a caminhada do Novo povo de Deus se dirige ao deserto como lugar de encontro com Deus, lugar de recolhimento, onde Ele se revela, onde se escuta Sua Palavra. E diferente do antigo povo da Aliança que sucumbe a tentação, se revolta, tem saudade das cebolas do Egito, onde eles tinham o que comer, mas eram escravos. Jesus vence a tentação, vence o demônio pela oração, pelo jejum através da Palavra e da Obediência ao Pai.
A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Este caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em nossos corações, nos afastar de todo aquilo que nos separa do Plano de Deus, e, por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.
No pórtico da Quaresma recém-começada, encontramos Jesus tentado pelo diabo. A Bíblia tem vários nomes para este personagem, mas em todos subjaz a mesma incumbência da sua missão: o que separa o que arranca; diabo, dia-bolus: o que divide. O demônio – no meio do mundo que o ignora e o torna frívolo – está mais presente que nunca: nos medos, nos dramas, nas mentiras e nos vazios do homem pós-moderno, aparentemente descontraído, brincalhão e divertido.
Com Jesus, como com todos, o diabo procurará fazer uma única tentação, ainda que com diversos matizes: romper a comunhão com Deus Pai. Para este fim, todos os meios serão aptos, desde citar a própria Bíblia até fantasiar-se de anjo da luz. As três tentações de Jesus são um exemplo muito atual: da tua fome, converte as pedras em pão; das tuas aspirações, torna-te dono de tudo; da tua condição de filho de Deus, coloca a tua proteção à prova. Em outras palavras: o dia-bolus buscará conduzir Jesus por um caminho no qual Deus ou é banal e supérfluo, ou é inútil e nocivo.
Prescindir de Deus porque eu reduzo minhas necessidades a um pão que eu mesmo posso fabricar, como se fosse minha própria mágica (1ª tentação). Prescindir de Deus modificando seu plano sobre mim, incluindo aspirações de domínio que não têm a ver com a missão que Ele me confiou (2ª tentação). Prescindir de Deus banalizando sua providência, fazendo dela um capricho ou uma diversão (3ª tentação).
Isso se torna atual se formos traduzindo, com nomes e cores, quais são as tentações reais (!) que separam – cada um e todos juntos – de Deus e, portanto, dos outros também. A tentação do deus-ter (em todas as suas manifestações de preocupação pelo dinheiro, pela acumulação, pelas “devoções” a loterias e jogos, pelo consumismo). A tentação do deus-poder (com todo o leque de pretensões de ascensão, que confundem o serviço aos demais com o servir-se dos demais, para os próprios interesses e controles). A tentação do deus-prazer (com tantas, tão infelizes e, sobretudo tão desumanizadoras formas de praticar o hedonismo, tentando censurar inutilmente nossa limitação e finitude).
Quem duvida de que existem mil diabos, que nos encantam e seduzem a partir da chantagem das suas condições e, apresentando tudo como fácil e atrativo, nos separam de Deus, dos demais e de nós mesmos?
Jesus venceu o diabo. A Quaresma é um tempo para voltarmos ao Senhor, unindo novamente tudo que o tentador separou. “Jejuando quarenta dias no deserto, Jesus consagrou a abstinência quaresmal. Desarmando as ciladas do antigo inimigo, ensinou-nos a vencer o fermento da maldade. Celebrando agora o mistério pascal, nós nos preparamos para a Páscoa definitiva”. (Prefácio do 1° Domingo da Quaresma).
Clique em comentários e deixe a sua reflexão e seus pedidos de orações.
Oremos: Ó Deus, que nos alimentastes com este pão que nutre a fé, incentiva a esperança e fortalece a caridade, dai-nos desejar o Cristo, pão vivo e verdadeiro, e viver de toda Palavra que sai de vossa boca para vencer ao pecado, a nós mesmos e ao diabo. Por Cristo, nosso Senhor. Amém
Minha benção fraterna.
Padre Luizinho, Com. Canção Nova.
Diretor Espiritual e Formador do Pré-discípulado.

Por que cantar e tocar na Santa Missa?

Por Emanuel Stênio




"O nosso canto só se fundamenta em Deus. E onde nós vivemos a maior beleza de Deus? É na Santa Missa; animar uma liturgia é viver o mistério da salvação. Nós não temos dimensão de como somos importantes dentro da ação litúrgica. Você já percebeu que nos momentos de festas, nos momentos mais importantes, como na Páscoa, no Natal, o Evangelho e as orações são cantadas? Ou seja, a celebração para aquele momento litúrgico requer algo mais sublime. E o que pode vir de mais sublime é a música". 

Ouça: 

Homilia do Padre Fernando Cardoso - 29 de fevereiro de 2012

Nínive
Jesus era manso, humilde, bondoso, misericordioso, mas sabia ser, quando necessário, duro ou claro em Suas palavras. “Esta geração é uma geração má e incrédula; ela vive à cata de sinais que a dispensem de crer ou de levar a sério as relações com Deus. Mas nenhum sinal lhe será dado a não ser o sinal de Jonas”. E nós nos pomos a refletir: qual foi o sinal de Jonas que converteu os ninivitas?

Quem lê o texto poderia tirar a conclusão de que foi a tempestade acalmada, quando Jonas foi lançado ao mar pelos marinheiros do navio que havia tomado para fugir de um encargo ou missão que lhe tinha sido dado por Deus. Porém, os ninivitas não presenciaram tal sinal; não presenciaram Jonas ser engolido por um peixe e vomitado na praia depois de três dias. Naturalmente o texto não é histórico, tem um sabor dramático e literário: não vale a pena fugir de Deus, não vale a pena fugir das obrigações que Deus nos impõe ou para as quais nos chama. Qual foi o sinal de Jonas que converteu os ninivitas? Nada mais do que sua pregação. Chegado a Nínive, Jonas percorria a grande cidade e exclamava: “Dentro de quarenta dias Nínive será destruída”.

Estamos vivendo um período de quarenta dias de quarenta dias. Mas não gostaríamos de ser destruídos, nem que nossa comunidade recebesse uma reprovação no final desta Quaresma por parte de Deus. Não nos é concedido nenhum outro sinal a não ser o sinal de Jonas. Da mesma maneira como Jonas pregou a conversão aos ninivitas, a conversão quaresmal é pregada nesse tempo por todos os ministros de Deus que desejam o bem espiritual de seus fiéis e levam a sério o ministério da Palavra. Não lhes serão concedidos sinais sobrenaturais ou sinais extraordinários; tão somente terão à disposição a Palavra pregada que deseja entrar nos corações. O sinal de Jonas está aqui, se renova e se torna presente sempre que nesse período um ministro de Deus conclama a comunidade a purificar-se e, assim, a aproximar-se mais de Deus. Estes são sinais suficientes.

Santo do Dia - 29/02

Santo Osvaldo

O santo do dia de hoje era de origem dinamarquesa, vindo de uma educação religiosa muito forte, tendo como tio o Arcebispo de Cantuária. Osvaldo foi educado sob os cuidados dele e, após ter sido Bispo e confessor, se tornou Cônego de Winchester com seu auxílio.

Tinha um forte desejo de ingressar numa abadia beneditina, o que de fato fez, tornando-se monge em Fleury-sur-Loire, na França. Homem de grande santidade, ativo, generoso e bom, Osvaldo apreciava também a ciência.

Apoiado pelo rei Edgar, em 972, foi nomeado Arcebispo de York, tornando os mosteiros verdadeiros centros de estudos. Mas como houve uma recusa por parte do Clero da Catedral de Worcester, da reforma imposta por Santo Osvaldo, este mandou construir aí uma abadia e uma igreja dedicadas a Nossa Senhora. Gozou da plenitude eterna nos Céus no dia 29 de fevereiro de 992.


Santo Osvaldo, rogai por nós!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Para que rezar...?

Certa vez um discípulo perguntou ao seu mestre: para que rezar se a gente, no dia seguinte, nem lembra mais o que rezou? O mestre pediu para que ele buscasse água com um cesto no rio próximo. Depois de várias tentativas sem sucesso, pois o cesto não retem água, percebeu que o cesto estava mais limpo.
Podemos até não gravar as palavras que rezamos e esquecer o que pedimos, mas nosso espírito vai ficar purificado.



Desconheço a fonte.

Santo do Dia - 28/02

São Romão e São Lupicino, Confessores

Naturais da França, eram irmãos. Depois de passarem algum tempo num mosteiro da região de Lyon, partiram para outras fundações, na França e até na Alemanha. De temperamentos diversos -- São Romão era inclinado à indulgência, enquanto São Lupicino tendia mais para a severidade -- os dois irmãos completavam-se admiravelmente.

(Fonte: "Cada dia tem seu Santo", de A. de França Andrade - Artpress)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Saúde Emocional

Padre Alírio José Pedrini scj: SAÚDE EMOCIONAL

As carências afetivas são outro problema muito comum na vida das pessoas. Trazem carências afetivas aquelas pessoas que não receberam muito amor na gestação, ao nascer, na infância, meninice e juventude. Não receberam muito amor da mãe, do pai, dos avós, dos irmãos, dos padrinhos, na escola, na igreja e dos amigos de todos os dias. O coração humano é irredutivelmente desejoso de amor afetivo. É o alimento mais importante na formação e no desabrochamento de sua personalidade. Por não ter recebido o amor necessário e abundante, permanece no coração emocional um vazio, uma sensação de ausência, uma falta de algo que preencha, que satisfaça e deixe feliz.
            As carências afetivas geram muitos outros problemas. As crianças carentes se comportam de uma forma agressiva, impaciente, intolerante, desejosas de querer tudo o que veem, pois inconscientemente tentam preencher o vazio de seus coraçõezinhos. Seu comportamento enerva os pais, as babás, criando ambiente tenso.
            Os adolescentes manifestam-se ainda mais rebeldes do que o normal da “aborecência”. Subconscientemente tentam preencher o vazio de amor com aquilo que não preenche: bagunças, agitações, artes maldosas, bebida, exagero na alimentação, sexo imaturo e irresponsável O vazio que sentem levam-nos a serem doentiamente irrequietos.
            Os jovens carentes, igualmente procuram preencher seu vazio com bebidas, baladas, torcidas agitadas, sexo irresponsável, aventuras perigosas etc. No namoro, tentam preencher o vazio de seu coração com manifestações explosivas de afeto e carícias, que excitam as emoções, excitam a sexualidade e leva a intimidades eróticas e a relações sexuais. Tudo como necessidade subconsciente de preencher o vazio do coração afetivo. Os casados carentes acabam muito cedo a criar um clima de difícil convivência. Ele, em vez de dar muito amor, espera receber só amor, muito amor da esposa. Se a esposa é carente, também ela espera receber só e muito amor do marido. Como nenhum dos dois tem para dar, porque são carentes, as queixas, as reclamações, as manhas, as chantagens tomam conta do lar. Aos poucos vão se ferindo, e por isso, aquela felicidade sonhada vai para o espaço. Quantos casais se separam por causa das carências afetivas e dos problemas gerados por elas.
            São muito mais numerosos do que estes poucos problemas de saúde emocional e psicológica enumerados aqui. Para solucionar esses problemas é preciso a ajuda de pessoas competentes, profissionais do psiquismo. Mas a Igreja, com suas pastorais, com os sacerdotes conselheiros, com grupos de pessoas que fazem atendimento e encaminham para os sacramentos, para grupos de oração, Ela pode auxiliar, sim, a muitas pessoas a resolverem seus problemas, a curar seus corações feridos. Que por esta Campanha da Fraternidade, a saúde física, emocional, psíquica e espiritual possa se fazer muito mais presente em nosso pais e no mundo.

Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com/2012/02/saude-emocional.html

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Santo do Dia - 27/02

São Gabriel da Virgem Dolorosa, Confessor (+ Ancona, Itália, 1862)

Religioso da Congregação passionista, viveu discretamente, sem chamar a atenção sobre si, e faleceu com apenas 24 anos, vitimado pela tuberculose. Sua fama de santidade, confirmada por numerosos milagres, rapidamente se espalhou. Foi canonizado em 1920.

(Fonte: "Cada dia tem seu Santo", de A. de França Andrade - Artpress)


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Saúde Psicológica



 Faço uma distinção entre emocional e psicológico, apenas como sinalização prática.
            Com certeza são milhões e milhões os brasileiros portadores de problemas psicológicos, mais ou menos graves. Esses problemas também afetam o emocional, o físico e o espiritual. São crianças, adolescentes, jovens e adultos que: a) Trazem em suas vidas o trauma da rejeição de vida. São aqueles que a mãe rejeitou em seu ventre, ficou triste e revoltada por estar grávida, desejou ou tentou provocar aborto. Essa rejeição é a mais terrível. Deixa marcas indeléveis, com consequências muito lamentáveis. b) São os que trazem em suas vidas o trauma da rejeição de sexo. Foram desejados de um sexo inverso ao seu. Também esse trauma é muito lamentável. Quantos homossexuais e lésbicas o são, por causa dessa rejeição. c) São os que trazem em suas vidas o trauma da rejeição de amor. Não receberam amor na gestação, nem após o nascimento, e por vários anos. Este trauma deixa uma sensação de vazio, de que ninguém o ama, nem o valoriza.
            Os Traumas de sexualidade também são muito presentes na população. São crianças, adolescentes, jovens e adultos que sofreram algum tipo de violência sexual. Essas violências podem induzir o paciente a dois caminhos diferentes: 1º A ter “horror” a sexo. A considerar a sexualidade como algo detestável. A não aceitar o funcionamento normal e saudável de sua sexualidade. A ter muitas dificuldades no relacionamento sexual matrimonial. Ou 2º. A desenvolver uma vida sexual compulsiva, descontrolada e até desregrada. Essas violências sofridas também podem induzir à homossexualidade e ao lesbianismo.
            Os traumas de separação matrimonial. É cada vez maior o número de casais que se separam, às vezes até bem pouco tempo após o casamento. Pior quando o casal tem filhos. Uma separação sempre deixa “feridos”: no mínimo os dois cônjuges Muitíssimas vezes a separação é traumática, agressiva, dolorosa, impregnando de ódios, raivas e ressentimentos o casal. Às vezes são “feridas” tão profundas que transtornam a vida das pessoas, principalmente da mulher. E quando há filhos, são incalculáveis os sofrimentos e os traumas deixados neles. Quase sempre esses sofrimentos geram, depois, uma corrente: passam de família para família que venha a ser constituída.

Evangelho 26/02/2012


Evangelho (Marcos 1,12-15)

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012
1º Domingo da Quaresma

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 12o Espírito levou Jesus para o deserto. 13E ele ficou no deserto durante quarenta dias, e aí foi tentado por Satanás. Vivia entre animais selvagens, e os anjos o serviam.
14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?&dia=26&mes=2&ano=2012

Homilias e dizeres do Pe. Fernando Cardoso - 26 de fevereiro de 2012

Neste primeiro domingo da Quaresma, o Evangelista Marcos nos fala da tentação de Jesus. E logo após, fala-nos do início de Sua pregação na Galiléia, resumindo-a, magnificamente, nas seguintes palavras curtas, porém densas de significado: “O Reino de Deus está próximo; convertei-vos e crede no Evangelho.”

Conversão: “metanoia” do grego evangélico. Diante deste apelo e diante desta missão, nós, pregadores, gostaríamos, à primeira vista, de fazer como Jonas. Conta-nos o livro bíblico de Jonas, que o profeta foi enviado por Deus a pregar a conversão a uma grande metrópole da antiguidade, chamada Nínive, arquiinimiga histórica do povo de Israel. O livro não é lido em clave histórica e, no entanto, mesmo através do gênero do drama, Deus nos fala e nos ensina, pois é Palavra do Senhor que recebemos na docilidade de coração.

Os ninivitas, diz o texto, acreditaram nas palavras de Jonas e se converteram. Mas, nestas nossas metrópoles modernas, nesta nossa civilização tecnológica, quem ouve a palavra da pregação, quem escuta o Evangelho da verdade, quem está disposto, neste início de Quaresma, a converter-se a Deus de todo o coração?

Nós gostaríamos, à primeira vista, de fazer como Jonas, e fugir de nossa própria missão; deixar o mundo abandonado a si próprio. Porém, Deus nos obriga, neste início de Quaresma, repito, a anunciar ao povo de Deus, à gente a nós confiada, que é necessário converter-se. E conversão significa, antes de mais nada, uma revolução.

Mas atenção: o século XX caracterizou-se por muitas revoluções: revolução nazista, revolução comunista, revoluções ideológicas. Nenhuma destas revoluções serve para nos esclarecer a respeito do que quero dizer por revolução, porque essas revoluções todas tinham um denominador comum: o alvo atingido era outro; o inimigo era outro; tratava-se de outra nação, outro estado ou outro povo.

Para a conversão quaresmal a que nos referimos neste primeiro domingo da Quaresma, a conversão deve ser feita contra nós mesmos, contra o inimigo que habita dentro de nós. O machado já está posto à raiz das árvores, mas não de qualquer árvore; não da árvore que está a nosso lado, mas de nossa própria árvore. E se ela não der bom fruto, será arrancada e cortada. É para esta conversão que nos chama e nos convida O Senhor nesta Quaresma.

Cada um de nós pense, por exemplo, o que significou a conversão para Zaqueu; o que significou a conversão para a pecadora da Galiléia; o que significou a conversão para Saulo de Tarso. Para todos estes foi uma mudança radical no estilo de vida.

Deus nos dá a graça e nós Lhe suplicamos que não deixemos, em vão, correr ou passar a graça de Deus.

Ouça a pregação:

Santo do Dia 26/02


Nascido do ano de 353 em Tessalônica da Macedônia, Porfírio foi muito bem formado pelos seus pais, numa busca de piedade e vontade de Deus. Com 25 anos foi para o Egito, onde viveu a austeridade. Depois, seguiu para a Palestina, vivendo como eremita por 5 anos. Devido a uma enfermidade seguiu para Jerusalém, onde se tratou.

São Porfírio percebia que faltava algo. Ele tinha herdado uma grande fortuna, e já tendo discípulos - que vendo a ele seguir a Cristo, também quiseram seguir nosso Senhor nos passos dele - ele ordenou que esses discípulos fossem para Tessalônica e vendessem todos os bens. Ele então, pôde dar tudo aos pobres.

Ele estava muito doente, mas através de uma visão, o Senhor o curou. Mais tarde, passou a trabalhar para ganhar o 'pão de cada dia', sempre confiando na Divina Providência.

O Patriarca de Jerusalém o ordenou sacerdote, e depois Bispo em Gaza, tendo grande influência politica e na religiosidade de todo o povo. Por meio do Espírito Santo e das autoridades, conseguiu que os templos pagãos fossem fechados, e os ídolos destruídos. Não para acabar com a religiosidade, mas para apontar a verdadeira religião: Nosso Senhor Jesus Cristo, único Senhor e Salvador.

Faleceu no século V, deixando-nos esse testemunho: nossa fé, nossa caridade, precisam ter uma ressonância dentro e fora da Igreja, para a glória de Deus e Salvação de todas as pessoas.

São Porfírio, rogai por nós!


Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=26&mes=2&ano=2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Homilias e dizeres do Pe. Fernando Cardoso - 25 de fevereiro de 2012

Neste início de Quaresma, quem de nós nunca ouviu falar na parábola Lucana do filho pródigo? O texto de Isaias, da primeira leitura de hoje, se bem interpretado, leva-nos à palavra conversão, mudança radical de atitudes que desagradam a Deus, em busca de uma vida que Lhe agrade em tudo; em nossas ações e em nosso coração.

A parábola Lucana a que me referi há pouco, do filho pródigo, fala-nos de uma país longínquo, para onde se dirigiu aquele filho ingrato. Quem de nós nunca fez a experiência de estar vivendo, ou ter vivido por anos, em um país distante, em um país longínquo, longe de nossa pátria? Fora da parábola, fora da metáfora, quem nunca fez a experiência de ter vivido uma vida inautêntica, uma vida de desastres? Sim, país longínquo, vida feita de inspirações puramente humanas, nada inspiradas por Deus, que depois, sistematicamente, transformavam-se em decepções.

País em que teimávamos em construir um monumento a nosso próprio nome, para nossa própria vaidade e depois, vendo-o ruir, também sistematicamente, diante de nossos olhos incrédulos, por ser um monumento que não tinha, ou não levava como intenção intrínseca, a glória de Deus, mas simplesmente nosso prazer ou nosso capricho.

Pois bem, quem já viveu estas experiências, quem já sentiu-se neste desterro, quem já se sentiu no coração das trevas, e vivendo a vida inautêntica, é chamado, neste início de Quaresma, a converter-se de todo coração para Deus, a voltar-se para Deus, a voltar-se para uma vida autêntica, uma vida evangélica, deixando de lado seu auto exílio, deixando de lado seu desterro e agora, com experiências amargas já experimentadas, quem sabe por graça de Deus, convencidos de que nunca deveríamos ter deixado o coração de nosso Pai.

Vivemos por anos, ou por tempo bastante largo, este tipo de existência; agora é hora de voltarmos para aquilo que Deus sonhou para nós, voltarmos para os planos que Deus, de toda a eternidade, teve com relação a nós e que, na teimosia e em nosso capricho, em nossa visão curta das coisas de nossa própria vida, abandonamos, para seguir nossos próprios instintos, levando-nos a construir nossa própria ruína.

Caríssimos irmãos e caríssimas irmãs, ouçamos a Palavra de Deus. É tempo de conversão. Deixemos de lado o que não Lhe agrada e busquemos, de coração, o que Lhe apraz, porque ali está nossa realização. Nossa realização está em irmos de encontro com os planos de Deus, porque nossos planos só encontramos dentro dos planos de Deus.

Ouça a pregação:

Saúde para Todos

Padre Alírio José Pedrini scj: SAÚDE PARA TODOS


Todos os anos, durante a quaresma, a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade. Tem como finalidade anunciar, questionar, sugerir, denunciar, sobre alguma realidade de interesse, não apenas da Igreja, mas de toda a população brasileira. Para a próxima quaresma o tema é: “Fraternidade e saúde pública”. E o lema é: “Que a saúde se difunda sobre a terra”.
            A respeito da saúde pública no Brasil, informados pelos meios de comunicação, todos sabemos que deixa muitíssimo a desejar, desde as maiores cidades, até as pequenas vilas do interior de todos os estados. Faltam hospitais por toda parte. Os que existem estão sempre superlotados. Deixa muitíssimo a desejar o atendimento da rede pública de saúde. Todos conhecemos essa realidade. Um atendimento de qualidade é privilégio de poucos, dos ricos. Bem. Sobre tudo isto vão sair programas de TV, artigos em jornais e revistas, encontros, palestras e celebrações. Por isso, vou procurar um outro caminho que não seja repetitivo e que possa trazer alguma boa informação aos leitores de nossa Revista.
            O ser humano deveria poder ter saúde integral: física, psicológica, emocional e espiritual. Infelizmente, por causa de sua natureza humana sujeita a possibilidades de doenças e enfermidades, pode contrair doenças  e ter problemas físicos,  psicológicos, emocionais e espirituais.
            Os problemas emocionais, maiores ou menores, afetam de alguma maneira grande parte da população. São problemas que se tornam doenças, causadas por toda forma de relacionamentos dolorosos de desamor. As pessoas vivem carregando em seu emocional: mágoas, raivas, ódios, iras, vinganças e ressentimentos, tristezas e rejeições, depressões e isolamentos, por terem sido feridas, maltratadas, injuriadas, caluniadas, enganadas e traídas. Estes sentimentos emocionais dolorosos tornam as pessoas tristes, impacientes, agressivos, depressivos e infelizes. Ao mesmo tempo, tais emoções feridas acabam agredindo o físico, gerando problemas de saúde física, como podem também agredir o espírito, gerando doenças espirituais.
            Neste campo da saúde emocional, são pouquíssimos os brasileiros que tem acesso a profissionais da área, a fim de poderem curar os problemas emocionais para poderem viver com melhor qualidade de vida psicológica e física. Porque a maioria dos nossos leitores são católicos, podemos indicar uma “terapia” maravilhosa ensinada pelo divino psicólogo, Jesus Cristo. Trata-se da “terapia do perdão”, “terapia do perdoar 70X7. Porque as “feridas” emocionais são sempre causadas pelo desamor de pessoas que agridem,  o perdão dado e repetido mais vezes, age como “uma pomada nas feridas”, e em pouco tempo essas feridas vão sendo curadas, e os sentimentos de mágoas, raivas, ódios, iras, vinganças e ressentimentos, tristezas e rejeições, depressões e isolamentos vão desaparecendo.
            A vantagem é que essa terapia de Jesus não precisa de um profissional, não custa dinheiro e pode ser realizada todos os dias, como também sempre que ocorrerem novas feridas. Indico ao leitor o livrinho: Oração de Amorização: a Cura do Coração. Ele já levou a cura das emoções a muitos milhares de corações feridos. Nesta quaresma poderíamos dedicar um tempo para curar todas as feridas que nos foram feitas desde a nossa meninice. Seria uma bênção fazê-lo, para chegarmos à Páscoa, curados e felizes, ressuscitados com Jesus.


Fonte: http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com/2012/02/saude-para-todos.html 
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Medite a Via-sacra durante a Quaresma

Durante a Quaresma, o Portal Canção Nova vai disponibilizar aos internautas a meditação das 14 estações da Via-sacra.

:: Acompanhe em texto a Via-sacra meditada

Primeira estação: Jesus é condenado à morte


Segunda estação: Jesus carrega a cruz


Terceira estação: Jesus cai pela primeira vez


Quarta estação: Jesus encontra sua mãe


Quinta estação: Jesus é ajudado pelo cireneu a levar a cruz


Sexta estação: Verônica limpa o rosto de Jesus


Sétima estação: Jesus cai pela segunda vez


Oitava estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém que choram por Ele


Nova estação: Jesus cai pela terceira vez


Décima estação: Jesus é crucificado


Décima primeira estação: Jesus promete Seu reino ao bom ladrão


Décima segunda estação: Jesus na cruz, a mãe e o discípulo


Décima terceira estação: Jesus morre na cruz


Décima quarta estação: Jesus é depositado no sepulcro

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