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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano, Quinta Feira, dia 30 de Setembro de 2010

Quinta-feira da 26ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. Jerónimo, presbítero, cardeal, Doutor da Igreja, séc. IV

Leituras

Comentário ao Evangelho do dia feito por : Santo Ambrósio
«Como cordeiros para o meio de lobos»


Evangelho segundo S. Lucas 10,1-12.
Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir.
Disse-lhes: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe.
Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos.
Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias; e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho.
Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: 'A paz esteja nesta casa!'
E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós.
Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que lá houver, pois o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa.
Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido,
curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: 'O Reino de Deus já está próximo de vós.'
Mas, em qualquer cidade em que entrardes e não vos receberem, saí à praça pública e dizei:
Até o pó da vossa cidade, que se pegou aos nossos pés, sacudimos, para vo-lo deixar. No entanto, ficai sabendo que o Reino de Deus já chegou.'»
«Digo-vos: Naquele dia haverá menos rigor para Sodoma do que para aquela cidade.
Da Bíblia Sagrada

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Declaração sobre o Momento Político Nacional

Declaração sobre o Momento Político Nacional

SÁB, 15 DE MAIO DE 2010 12:18 CNBB

Nós, Bispos Católicos do Brasil, reunidos em Brasília, de 4 a 13 de maio de 2010, para a 48ª Assembléia Geral da CNBB, temos diante de nós a realidade do Povo Brasileiro, de cujas lutas e esperanças participamos. Os 50 anos da inauguração de Brasília e as eleições gerais do próximo mês de outubro nos proporcionam a oportunidade de refletir sobre a trajetória do País.
A realização da nossa Assembléia Geral em Brasília, no ano do jubileu de ouro da cidade e da Arquidiocese, quer expressar o apreço pelo que significou para a nação a construção da Capital do País em pleno planalto central.
O Jubileu de Ouro de Brasília, no entanto, precisa se transformar em oportunidade para que a Capital recupere o seu simbolismo original e se torne de fato fonte de inspiração para os sonhos de um País justo, integrado, desenvolvido e ecologicamente sustentável, que todos queremos. “O desenvolvimento é impossível sem homens retos, sem operadores econômicos e homens políticos que sintam intensamente em suas consciências o apelo do bem comum. São necessárias tanto a preparação profissional como a coerência moral” (Bento XVI, Caritas in Veritate, 71).
A celebração do Congresso Eucarístico Nacional em Brasília quer, igualmente, ser sinal deste anseio de País justo e fraterno, para cuja realização a Igreja Católica procura dar sua contribuição pelo testemunho dos valores humanos e cristãos que o Evangelho nos ensina. Seu lema “Fica conosco, Senhor” atesta a importância da presença do Deus da vida e da partilha em todos os momentos, também naqueles do exercício da cidadania.
O Brasil está vivendo um momento importante, por seu crescimento interno e pelo lugar de destaque que vem merecendo no cenário internacional. Isso aumenta sua responsabilidade no relacionamento com as outras nações e na superação progressiva de suas desigualdades sociais, produzidas pela iníqua distribuição da renda, que ainda persiste. Preocupam-nos os grandes projetos, sobretudo na Amazônia, sem levar devidamente em conta suas consequências sociais e ambientais. Permanece o desafio de uma autêntica reforma agrária acompanhada de política agrícola que contemple especialmente os pequenos produtores rurais, como fator de equilíbrio social.
A Igreja, comprometida de modo inequívoco com a defesa da dignidade e dos Direitos Humanos, apóia as iniciativas que procuram garanti-los para todos. Todavia, denuncia distorções inaceitáveis presentes em alguns itens do PNDH-3.
Destacamos a importância do projeto de lei denominado “Ficha Limpa”, de iniciativa popular, em votação nestes dias no Congresso Nacional, como exemplo de participação popular para o aprimoramento da democracia, como já ocorrera com a aprovação da Lei 9840, contra a corrupção eleitoral, cuja aplicação requer contínua e atenta vigilância de todos, para que não continue a praga da compra e venda de votos. Esperamos que seja um instrumento a mais para sanar o grave problema da corrupção na vida política brasileira.
Permanecem oportunas as palavras de João Paulo II: “A Igreja encara com simpatia o sistema da Democracia, enquanto assegura a participação dos cidadãos nas opções políticas e garante aos governados a possibilidade de escolher e controlar os próprios governantes (...) ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes que usurpam o poder do Estado a favor dos seus interesses particulares ou de objetivos ideológicos” (Centesimus Annus, 46).
Urge uma profunda reforma política, iluminada por critérios éticos, com a participação das diversas instâncias da sociedade civil organizada, fortalecendo a democracia direta com a indispensável regulamentação do Art. 14 da Constituição Federal, relativo a plebiscito, referendo e iniciativa popular de lei. A Reforma Política “precisa atingir o âmago da estrutura do poder e a forma de exercê-lo, tendo como critério básico inspirador, a participação popular. Trata-se de reaproximar o poder e colocá-lo ao alcance da influência viável e eficaz da cidadania” (Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática, Documentos da CNBB 91, 101).
A campanha eleitoral é oportunidade para empenho de todos na reflexão sobre o que precisa ser levado adiante com responsabilidade e o que deve ser modificado, em vista de um Projeto Nacional com participação popular. Por isso, incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana. Em particular, encorajamos os leigos e as leigas da nossa Igreja a que assumam ativamente seu papel de cidadãos colaborando na construção de um País melhor para todos.
Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro.
Brasília, 11 de maio de 2010
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB

Evangelho Quotidiano, Quarta Feira, dia 29 de Setembro de 2010

S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael, Arcanjos – Festa

S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael

Hoje a Igreja celebra : S. Miguel, arcanjo,  São Gabriel, arcanjo,  São Rafael, arcanjo
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Comentário ao Evangelho do dia feito por : São João da Cruz


Evangelho segundo S. João 1,47-51.
Jesus viu Natanael, que vinha ao seu encontro, e disse dele: «Aí vem um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento.»
Disse-lhe Natanael: «Donde me conheces?» Respondeu-lhe Jesus: «Antes de Filipe te chamar, Eu vi-te quando estavas debaixo da figueira!»
Respondeu Natanael: «Rabi, Tu és o Filho de Deus! Tu és o Rei de Israel!»
Retorquiu-lhe Jesus: «Tu crês por Eu te ter dito: 'Vi-te debaixo da figueira'? Hás-de ver coisas maiores do que estas!»
E acrescentou: «Em verdade, em verdade vos digo: vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo por meio do Filho do Homem.»
Da Bíblia Sagrada

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano, Terça Feira, dia 28 de Setembro de 2010

Terça-feira da 26ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. Venceslau, rei da Boémia, mártir, +935,  S. Lourenço Ruiz e companheiros, mártires, ++1633-37
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Leituras

Comentário ao Evangelho do dia feito por : Santo Agostinho
O caminho para Jerusalém


Evangelho segundo S. Lucas 9,51-56.
Como estavam a chegar os dias de ser levado deste mundo, Jesus dirigiu-se resolutamente para Jerusalém
e enviou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de lhe prepararem hospedagem.
Mas não o receberam, porque ia a caminho de Jerusalém.
Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram: «Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma?»
Mas Ele, voltando-se, repreendeu-os.
E foram para outra povoação.
Da Bíblia Sagrada

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano, Segunda Feira, dia 27 de Setembro de 2010

Segunda-feira da 26ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. Vicente de Paulo, presbítero, fundador, +1660

Leituras

Comentário ao Evangelho do dia feito por : João Cassiano
«Quem for o mais pequeno entre vós, esse é que é grande»


Evangelho segundo S. Lucas 9,46-50.
Veio-lhes então ao pensamento qual deles seria o maior.
Conhecendo Jesus os seus pensamentos, tomou um menino, colocou-o junto de si
e disse-lhes: «Quem acolher este menino em meu nome, é a mim que acolhe, e quem me acolher a mim, acolhe aquele que me enviou; pois quem for o mais pequeno entre vós, esse é que é grande.»
João tomou a palavra e disse: «Mestre, vimos alguém expulsar demónios em teu nome e impedimo-lo, porque ele não te segue juntamente connosco.»
Jesus disse-lhe: «Não o impeçais, pois quem não é contra vós é por vós.»
Da Bíblia Sagrada

domingo, 26 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Domingo, dia 26 de Setembro de 2010

26º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Hoje a Igreja celebra : S. Cosme e S. Damião, médicos, mártires, +303
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 16,19-31.
«Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e fazia todos os dias esplêndidos banquetes.
Um pobre, chamado Lázaro, jazia ao seu portão, coberto de chagas.
Bem desejava ele saciar-se com o que caía da mesa do rico; mas eram os cães que vinham lamber-lhe as chagas.
Ora, o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado.
Na morada dos mortos, achando-se em tormentos, ergueu os olhos e viu, de longe, Abraão e também Lázaro no seu seio.
Então, ergueu a voz e disse: 'Pai Abraão, tem misericórdia de mim e envia Lázaro para molhar em água a ponta de um dedo e refrescar-me a língua, porque estou atormentado nestas chamas.'
Abraão respondeu-lhe: 'Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado.
Além disso, entre nós e vós há um grande abismo, de modo que, se alguém pretendesse passar daqui para junto de vós, não poderia fazê-lo, nem tão pouco vir daí para junto de nós.'
O rico insistiu: 'Peço-te, pai Abraão, que envies Lázaro à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos;
que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.'
Disse lhe Abraão: 'Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam!'
Replicou-lhe ele: 'Não, pai Abraão; se algum dos mortos for ter com eles, hão-de arrepender-se.'
Abraão respondeu-lhe: 'Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos.'»
Da Bíblia Sagrada

sábado, 25 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Sábado, dia 25 de Setembro de 2010

Sábado da 25ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. Firmino, bispo, mártir, séc. III
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 9,43-45.
E todos estavam maravilhados com a grandeza de Deus. Estando todos admirados com tudo o que Ele fazia, Jesus disse aos seus discípulos :
«Prestai bem atenção ao que vou dizer-vos: O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens.»
Eles, porém, não entendiam aquela linguagem, porque lhes estava velada, de modo que não compreendiam e tinham receio de o interrogar a esse respeito.
Da Bíblia Sagrada

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Sexta Feira, dia 24 de Setembro de 2010

Sexta-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : Nossa Senhora das Mercês,  S. Vicente Maria Strambi, bispo, +1824,  Beata Rita Amada de Jesus, religiosa, fundadora
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 9,18-22.
Um dia, quando orava em particular, estando com Ele apenas os discípulos, perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?»
Responderam-lhe: «João Baptista; outros, Elias; outros, um dos antigos profetas ressuscitado.»
Disse-lhes Ele: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Pedro tomou a palavra e respondeu: «O Messias de Deus.»
Ele proibiu-lhes formalmente de o dizerem fosse a quem fosse;
e acrescentou: «O Filho do Homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos doutores da Lei, tem de ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar.»
Da Bíblia Sagrada

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Quinta-feira, dia 23 de Setembro de 2010

Quinta-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : São Pio de Petrelcina (Padre Pio), presbítero, +1968
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 9,7-9.
O tetrarca Herodes ouviu dizer tudo o que se passava; e andava perplexo, pois alguns diziam que João ressuscitara dos mortos; outros,
que Elias aparecera, e outros, que um dos antigos profetas ressuscitara.
Herodes disse: «A João mandei-o eu decapitar, mas quem é este de quem oiço dizer semelhantes coisas?» E procurava vê-lo.
Da Bíblia Sagrada

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Debate CNBB/Rede Vida


O debate acontecerá no próximo dia 23, das 21h30 às 23h30, e será dividido em quatro blocos. Cada candidato terá, em média, 3 minutos para responder às perguntas. Cada um poderá levar até 43 convidados. Cada uma das entidades organizadoras poderá convidar 50 pessoas. O público é estimado em 500 pessoas.

Participaram da reunião os representantes das candidaturas de Marina Silva (PV), José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Plínio Sampaio (PSol), candidatos à Presidência cujos partidos têm representação na Câmara dos Deputados.

Evangelho Quotidiano - Quarta-feira, dia 22 de Setembro de 2010

Quarta-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. Maurício e companheiros (soldados romanos), mártires, séc. III,  Beato José Calasanz e companheiros, mártires, +1648
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Leituras


Evangelho segundo S. Lucas 9,1-6.
Tendo convocado os Doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem doenças.
Depois, enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os doentes,
e disse-lhes: «Nada leveis para o caminho: nem cajado, nem alforge, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas.
Em qualquer casa em que entrardes, ficai lá até ao vosso regresso.
Quanto aos que vos não receberem, saí dessa cidade e sacudi o pó dos vossos pés, para servir de testemunho contra eles.»
Eles puseram-se a caminho e foram de aldeia em aldeia, anunciando a Boa-Nova e realizando curas por toda a parte.
Da Bíblia Sagrada

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Terça-feira, dia 21 de Setembro de 2010

S. Mateus, Apóstolo e Evangelista – Festa

S. Mateus

Hoje a Igreja celebra : S. Mateus, apóstolo e evangelista
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Leituras


Evangelho segundo S. Mateus 9,9-13.
Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-me!» E ele levantou se e seguiu-o.
Encontrando-se Jesus à mesa em sua casa, numerosos cobradores de impostos e outros pecadores vieram e sentaram-se com Ele e seus discípulos.
Os fariseus, vendo isto, diziam aos discípulos: «Porque é que o vosso Mestre come com os cobradores de impostos e os pecadores?»
Jesus ouviu-os e respondeu-lhes: «Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.
Ide aprender o que significa: Prefiro a misericórdia ao sacrifício. Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.»
Da Bíblia Sagrada

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Evangelho Quotidiano - Segunda-feira, dia 20 de Setembro de 2010

Segunda-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : Santos André Kim Taegón, presbítero, Paulo Chóng Hasang e companheiros, mártires, +1846
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 8,16-18.
«Ninguém acende uma candeia para a cobrir com um vaso ou para a esconder debaixo da cama; mas coloca-a no candelabro, para que vejam a luz aqueles que entram.
Porque não há coisa oculta que não venha a manifestar-se, nem escondida que não se saiba e venha à luz.
Vede, pois, como ouvis, porque àquele que tiver, ser-lhe-á dado; mas àquele que não tiver, ser-lhe-á tirado mesmo o que julga possuir.»
Da Bíblia Sagrada

domingo, 19 de setembro de 2010

Palavras santas do Senhor eu guardarei no coração.

“Palavras santas do Senhor eu guardarei no coração.”
(Am 8,4-7; Sl 112/113; 1Tm 2,1-8; Lc 16,1-13)}(19.09.2010)
Palavras e imagens poderosas e sedutoras martelam em nossos ouvidos e solicitam nosso olhar. Críticas mordazes e suspeitas alimentadas por interesses escusos são repetidas como refrão de uma ladainha. É isso que vem dando o tom na campanha política que envolve o povo brasileiro. Como ouvir, guardar e entender a Palavra viva de Deus em meio a tantos rumores? Será que o mês dedicado à Bíblia não pode nos ajudar numa crítica mais profunda das nossas práticas e instituições e num olhar mais esperançoso e transformador destas realidades? De fato, a Palavra de Deus não é simplesmente uma palavra a mais em meio a tantas outras, mas o sentido profundo e transcendente de todos os anseios e palavras verdadeiramente humanas. A Palavra de Deus está encarnada nas palavras humanas, assim como a ação de Deus se conjuga com a ação humana que cria comunhão e promove a liberdade.
“Quando passará a lua nova, para vendermos bem a mercadoria?”
Vivemos numa sociedade de simulação e de consumo. Nada melhor que o tempo de campanha política para trazer a simulação à luz do dia. Todos os postulantes às funções públicas, legislativas ou executivas, fazem questão de se mostrarem devotados agentes públicos, amigos de todos, servidores dos pobres. É como se quisessem fazer da política um sacerdócio e dedicar a vida pelos oprimidos. A realidade é colorida ou reduzida a preto e branco, de acordo com os interesses partidários ou pessoais. As palavras mais encobrem do que revelam aquilo que se esconde no íntimo dos candidatos. Tudo é simulação.
Mas a política está inserida num contexto mais amplo que é a sociedade de consumo. Tudo é regido pela lei do mercado, tudo existe para ser consumido e substituído o mais rapidamente possível. O consumo é a alma deste mundo sem coração e a mina de onde é extraído o ouro da riqueza de poucos à custa da ruína de muitos. E esta tentação seduz até a religião e a política. Todos esperam impacientes o momento oportuno para alterar as regras e dominar os pobres com dinheiro e os humildes com promessas, óculos, camisetas, sandálias ou bênçãos e curas fáceis.
Que lugar têm os pobres e que sentido tem a vida deles nesta sociedade? Nenhum. Até pouco tempo eles serviam como combustível humano nas máquinas e processos industriais, como mercadoria humana no mercado onde se comercializava a mão de obra. Agora a automação tomou o lugar deles, com menos custo e sem o incômodo dos olhares famintos ou das greves desestabilizadoras. Os pobres não servem mais nem como consumidores, pois um só consumidor rico vale por noventa e nove consumidores miseráveis. Servem apenas como votantes, e isso enquanto o voto for obrigatório.
“Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar seus bens.”
Como iluminar esta realidade com a luz da Palavra de Deus? A parábola que Jesus apresenta hoje aos seus discípulos é muito complexa, mas pode nos ajudar. Temos ainda bem presente na memória e no coração as parábolas que Jesus nos propôs no último domingo como defesa da sua prática solidária com os pobres e excluídos. Como esquecer a figura daquele pai que esbanja atenção, dinheiro e compaixão na festa de acolhida do filho que chegara a disputar a ração dada aos porcos?
A parábola de hoje coloca em evidência um protagonista muito diferente: um administrador acusado de esbanjar os bens que não lhe pertenciam e, por isso, estava ameaçado de demissão. Ciente de que não estava preparado para outro trabalho e recusando-se a pedir esmolas ele agiu com esperteza e rapidez: alterou o montante da conta em favor de alguns devedores e prejudicando mais ainda seu patrão. Com isso, esperava que no futuro os devedores por ele beneficiados saberiam retribuir solidariamente seu gesto de bondade.
O que surpreende e desconcerta é que a esperteza do administrador recebe um elogio explícito do patrão (e do próprio Jesus). Há quem explique o elogio a esta ação aparentemente imoral levantando a hipótese de que o desconto de 50 e 20% corresponde aos juros iníquos cobrados pelo credor ou à comissão à qual o administrador tinha direito. Seria isso mesmo? Ou Jesus estaria propondo outra mensagem, semelhante àquela do pai que gasta sem critérios para acolher e restabelecer a dignidade do filho que havia descido ao inferno social?
“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos...”
A questão fundamental que Jesus nos apresenta com esta parábola é como usar adequadamente os bens, as honras e o prestígio. A palavra clara e corajosa de Amós traz à luz do dia as práticas de acúmulo que os ricos tentam esconder nas sombras da noite ou nas franjas de uma hipocrisia deslavada. Mas deixa claro que somos apenas administradores de bens que não nos pertencem e que, frente ao bem maior do Reino de Deus, o dinheiro é coisa de pouco valor e radicalmente injusta.
O administrador aparentemente desonesto é elogiado porque evita ser amigo do dinheiro (como os fariseus) e se mostra amigo das pessoas. Com ele nós aprendemos que o dinheiro que passa pelas nossas mãos, bolsas e contas não nos pertence e precisa ser usado corretamente: para beneficiar a pessoa humana, todas as  pessoas, começando pelas mais necessitadas. A ação do administrador é claramente oposta àquilo que fazem os comerciantes denunciados pelo profeta Amós.
Aquilo que parece esbanjamento e desonestidade é pura sabedoria evangélica. Precisamos desenvolver nossas responsabilidades no mundo da economia – produção, administração, distribuição e consumo – com critérios evangélicos. E o critério fundamental é este: os bens estão a serviço de uma convivência humana sadia e solidária. Desviar para os bens econômicos o amor que devemos às pessoas é uma loucura que compromete nossa felicidade pessoal e destrói os laços sociais.
“Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.”
Precisamos fazer a escolha certa no tempo certo. O momento presente é decisivo em nossa vida. O passado se foi, o futuro ainda está para chegar, mas o presente urge e solicita nossa intervenção sábia. Existem cristãos que construíram sua moradia no passado, e dela não saem para nada. E outros se refugiam no futuro, onde vivem num mundo de fantasia. E quando este futuro é chamado de vida eterna e revestido com esfarrapadas roupas de piedade a mudança é quase impossível.
O uso esperto e sábio dos bens econômicos é que nos habilita a administrar o bem verdadeiro, o Reino de Deus. Esta é a lição que Jesus dá aos cristãos e à Igreja. É intolerável que uma instituição que se legitima unicamente como administradora do Reino de Deus siga impondo fardos aos mais pobres, beneficiando os poderosos, excluindo e criminalizando aqueles que não podem seguir estreitas regras morais, nem sempre evangélicas, enquanto que Paulo nos lembra que Deus quer que todos se salvem!...
O tempo é breve e os bens não nos pertencem! O próprio Jesus veio ao mundo como herdeiro e administrador das coisas do pai e não fez outra coisa que diminuir e cancelar os débitos das pessoas que os sistemas sempre criminalizaram. Mas a maioria das igrejas dá a impressão de que foram enviadas para aumentar estas contas ou cobrar comissão para renegociá-las... Em vez de fazer amigos, criar vínculos e construir espaços de liberdade eles engordam suas contas bancárias e aumentam o poder.
“E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza.”
É impossível amar Deus e viver em nome Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, dobrar os joelhos diante da riqueza, do poder e do prestígio. Ninguém pode adiar impunemente a necessidade de decidir entre Deus e o dinheiro. Precisamos aprender de Jesus o que significa ser esperto e sábio. A Palavra de Deus é penetrante como uma faca de fio duplo: vai até a medula e separa o que é bom e o que é ruim. Tomemos como orientação e guardemos estas palavras santas no coração, mesmo quando são duras, como as do profeta Amós.
Senhor, tua Palavra é santa e nos ensina a sabedoria. Queremos guardá-la e pô-la em prática em todas as circunstâncias da nossa vida. Ensina-nos a contar adequadamente o tempo e avaliar corretamente o valor das coisas. Concede-nos a coragem de desmascarar os males que nos são propostos em belas e sedutoras embalagens. Confirma-nos no serviço a ti, único e supremo bem, mantendo-nos no serviço àqueles/as que são excluídos/as da mesa de todos e recebem apenas as migalhas que sobram. Que nossa comunidade atualize tua ação de levantar o indigente da poeira, retirar os pobres do lixo e fazê-los sentar entre os nobres do teu povo.
Pe. Itacir Brassiani msf

Liturgia Pe. Geraldo 19-09-2010

Comum 1025: Dois Senhores

Vivemos numa sociedade globalizada,
em que o dinheiro parece mandar em tudo e
é procurado a qualquer custo.
Para muita gente, ter dinheiro significa poder e prestígio...
Qual deve ser a atitude cristã diante das riquezas?

Na 1a Leitura, Amós denuncia os ricos comerciantes do seu tempo,
que exploravam nas mercadorias e nos preços os pobres camponeses.
Nem respeitavam os "dias santos" para celebrar e descansar.
O Profeta os adverte que Deus não ficará impassível diante disso:
"Não esquecerei nenhum de vossos atos..." (Am 8, 4-7)

* Essa exploração descrita por Amós não é um fato apenas do passado.
É uma realidade que os pobres conhecem muito bem ainda hoje.
A exploração e o lucro desmedido não fazem parte do projeto de Deus...

Na 2ª Leitura, Paulo convida a uma oração universal,
elevando ao céu "mãos puras", em favor de todos os homens.
A oração só tem sentido se for expressão de uma vida de comunhão,
com Deus e com os irmãos. (1Tm 2,1-8)

No Evangelho, Cristo conta a Parábola do ADMINISTRADOR infiel,
que ao ser despedido, reduz o valor das dívidas dos devedores
para garantir futuros amigos. (Lc 16,1-13)

À primeira vista, poderia dar a impressão de que Jesus
elogia a desonestidade e a corrupção do administrador.
Para compreender o ensinamento do Mestre, devemos nos situar no tempo.
Naquela época, os administradores deviam entregar ao empresário
uma determinada quantia; o que conseguissem a mais ficava com eles.
O que fez o administrador? Renunciou ao que lhe cabia nos negócios.
Ele entendeu que, no futuro, mais do que dinheiro, precisava de amigos.
Por isso, renunciou ao dinheiro, para conquistar amigos.

* A "esperteza" do administrador revela a criatividade,
que falta aos "filhos da luz".
Devemos também ser "espertos", fazendo uso dos meios disponíveis,
para tornar sempre atual a mensagem de Cristo.

A Busca desenfreada pelo dinheiro continua...
O dinheiro é o deus de muita gente, que está disposta a tudo
desde que faça crescer a conta bancária.
- Para ganhar mais dinheiro, há quem trabalha
  doze ou quinze horas por dia, num ritmo de escravo,
  e esquece de Deus, da família, dos amigos e até própria de saúde;
- por dinheiro, há quem vende a sua dignidade, a sua consciência e
  renuncia a princípios em que acredita;
- por dinheiro, há quem não tem escrúpulos
  em sacrificar a vida ou o nome dos seus irmãos;
- por dinheiro, há quem é injusto, explora os operários,
  se recusa a pagar um salário justo...

  Talvez nunca cheguemos a estes casos extremos;
  mas, até onde seríamos capazes de ir, por causa do dinheiro?
  A adoração ao "deus dinheiro" não é o caminho mais seguro
  para construir valores duradouros, geradores de vida e de felicidade.

* Jesus não quer dizer que o dinheiro
   seja uma coisa desprezível e imoral,
   do qual devamos fugir a todo o custo.

O dinheiro é necessário para uma vida com qualidade e dignidade…
Mas ele não pode se tornar uma obsessão, uma escravidão,
pois não nos assegura (e muitas vezes até perturba)
a conquista dos valores duradouros e da vida plena.
O Dinheiro é um "ídolo tirano", que nos escraviza e
nos torna insensíveis a Deus e às necessidades dos outros.

+ Jesus conclui com sentenças sobre o bom uso das riquezas:

- "Ninguém pode servir a DOIS SENHORES... a Deus e ao Dinheiro..."
  * Deus e o dinheiro representam mundos contraditórios...
     Os discípulos são convidados a fazer a sua escolha
     entre o Mundo do DINHEIRO (de egoísmo, interesses, exploração, injustiça)
     e o Mundo do AMOR (da doação, da partilha, da fraternidade).

- As riquezas não devem ser obstáculo à Salvação,
  mas um meio para fazer amigos "nas moradas eternas."
  Um instrumento de Comunhão entre as pessoas, de amizade, de igualdade...
  Não servir ao dinheiro, mas nos servir do dinheiro
  para servir a Deus e aos irmãos...

- Honestidade tanto nos grandes como pequenos negócios,
  porque quem é fiel no pouco, também é fiel no muito,
  quem é infiel no pouco, também é infiel no muito.
  Quem não é fiel nas riquezas terrenas (no pouco),
  também não é fiel nas riquezas eternas (no muito).

Qual é a nossa atitude diante dos bens terrenos?
Só Deus é o dono de tudo o que existe...
Nós somos apenas administradores...

A qualquer momento, Cristo poderá também nos dizer:
"Presta conta da tua administração!"

- Como estamos administrando? Já garantimos a nossa morada eterna?

                                    Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 19.09.2010

Evangelho Quotidiano - Domingo, dia 19 de Setembro de 2010

25º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Hoje a Igreja celebra : S. Januário, bispo, mártir, +305,  Nossa Senhora da Salette
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Leituras



Evangelho segundo S. Lucas 16,1-13.
Disse ainda Jesus aos discípulos: «Havia um homem rico, que tinha um administrador; e este foi acusado perante ele de lhe dissipar os bens.
Mandou-o chamar e disse-lhe: 'Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar.'
O administrador disse, então, para consigo: 'Que farei, pois o meu senhor vai tirar-me a administração? Cavar não posso; de mendigar tenho vergonha.
Já sei o que hei de fazer, para que haja quem me receba em sua casa, quando for despedido da minha administração.'
E, chamando cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: 'Quanto deves ao meu senhor?' Ele respondeu:
Cem talhas de azeite.' Retorquiu-lhe: 'Toma o teu recibo, senta-te depressa e escreve cinquenta.'
Perguntou, depois, ao outro: 'E tu quanto deves?' Este respondeu: 'Cem medidas de trigo.' Retorquiu-lhe também: 'Toma o teu recibo e escreve oitenta.'
O senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. É que os filhos deste mundo são mais sagazes que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes.»
«E Eu digo-vos: Arranjai amigos com o dinheiro desonesto, para que, quando este faltar, eles vos recebam nas moradas eternas.
Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é infiel no pouco também é infiel no muito.
Se, pois, não fostes fiéis no que toca ao dinheiro desonesto, quem vos há-de confiar o verdadeiro bem?
E, se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso?
Nenhum servo pode servir a dois senhores; ou há-de aborrecer a um e amar o outro, ou dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.»
Da Bíblia Sagrada

sábado, 18 de setembro de 2010

Em carta, CNBB pede que fiéis não votem em Dilma

Em carta, CNBB pede que fiéis não votem em Dilma - O Globo Online


Leia a carta na íntegra:
"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
"Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de "Deus" não seja manipulado ou usurpado por "César" e vice-versa.
"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.
"Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.
"Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.
"Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).
"Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam.
"Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini"

Evangelho Quotidiano - Sábado, dia 18 de Setembro de 2010

Sábado da 24ª semana do Tempo Comum

Hoje a Igreja celebra : S. José de Cupertino, religioso, +1663
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Leituras


Evangelho segundo S. Lucas 8,4-15.
Como estivesse reunida uma grande multidão, e de todas as cidades viessem ter com Ele, disse esta parábola:
«Saiu o semeador para semear a sua semente. Enquanto semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, foi pisada e as aves do céu comeram-na.
Outra caiu sobre a rocha e, depois de ter germinado, secou por falta de humidade.
Outra caiu no meio de espinhos, e os espinhos, crescendo com ela, sufocaram-na.
Uma outra caiu em boa terra e, uma vez nascida, deu fruto centuplicado.» Dizendo isto, clamava: «Quem tem ouvidos para ouvir, oiça!»
Os discípulos perguntaram-lhe o significado desta parábola.
Disse-lhes: «A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus; mas aos outros fala-se-lhes em parábolas, a fim de que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam.»
«O significado da parábola é este: a semente é a Palavra de Deus.
Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouvem, mas em seguida vem o diabo e tira-lhes a palavra do coração, para não se salvarem, acreditando.
Os que estão sobre a rocha são os que, ao ouvirem, recebem a palavra com alegria; mas, como não têm raiz, acreditam por algum tempo e afastam-se na hora da provação.
A que caiu entre espinhos são aqueles que ouviram, mas, indo pelo seu caminho, são sufocados pelos cuidados, pela riqueza, pelos prazeres da vida e não chegam a dar fruto.
E a que caiu em terra boa são aqueles que, tendo ouvido a palavra, com um coração bom e virtuoso, conservam-na e dão fruto com a sua perseverança.»
Da Bíblia Sagrada

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