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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 25/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo!

Os próximos dias é tempo de folia, é carnaval. Carnaval é uma festa que existe desde a antiguidade. Assim, quando o cristianismo surgiu já encontrou esse costume. E como o Evangelho não se opõe às demonstrações de alegria, desde que não se tornem pecaminosas, a Igreja, ao invés de se opor formalmente ao carnaval, procurou cristianizá-lo. A Igreja parece ter conseguido restringi-lo aos três dias que precedem a quarta-feira de Cinzas. Por outro lado, ela procurou incentivar os Retiros Espirituais e a adoração ao Santíssimo Sacramento nesse período.

Portanto, como São Paulo nos adverte, "tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine" (1Cor 6,12).

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 24/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Se você costuma participar da missa dominical, já percebeu que é comum ouvir: vou à missa de tal coisa ou do padre tal? Será que a missa é o que estipula o padre ou o que os outros pensam dela? De fato, essa multiplicidade de modalidades pode dar a impressão de que ela é algo muito subjetiva e está a serviço de qualquer situação.

Diante desse quadro, não seria mais inteligente apreender da própria Eucaristia o que ela está celebrando? Para isso, é preciso, à luz da fé, sentir e dar ouvidos às suas palavras, gestos, ritos, objetos e espaço ambiental apropriado.

Gostaria de conversar com você sobre esse precioso e sublime assunto, a partir do esclarecimento de algumas noções pontuais. Você estaria interessado? Caso positivo, refletiríamos sobre o assunto na própria "Sementes de Fé" ou criaríamos mais uma coluna, tipo, "Sementes da Celebração da Fé"? Por favor, logo que possível, responda-me. Se afirmativo, iniciaremos em março pelo significado da palavra LITURGIA.

Oremos: "Concedei-nos, ó Deus, os dons simbolizados pelo pão e o vinho que oferecemos na sagrada liturgia da Eucaristia".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Oração de Proteção a Família


Oração de autoria do Pe. Marcelo Rossi

Sementes de fé - 23/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Hoje em dia, se sobrepõe a tudo o utilitarismo prático. A pergunta inconsciente é sempre a mesma: para que serve, o que vou ganhar com isso? Nessa percepção, a gratuidade e a ação de graças ficam em segundo plano. Em consequência, a Eucaristia se transforma em um meio eficaz para se alcançar uma graça, alguma coisa ou satisfazer um momento emocional. Esta perspectiva empobrece a Celebração Eucarística, transformando-a em simples moldura do que achamos interessante. É preciso celebrar a Eucaristia que a Igreja acredita, pois foi ela quem recebeu, por meio dos apóstolos, o mandato de Cristo: "Fazei isto em memória de mim".

Quanto mais ficamos cientes de que ela é a celebração das maravilhas operadas por Deus em nosso favor, mais nos sentiremos inseridos no acontecimento celebrado e mais descobriremos para o que ela nos serve. Portanto, a riqueza contida na Eucaristia não pode ficar desapercebida por nós. Por este motivo, gostaria de conversar com você sobre esse precioso e sublime assunto, a partir do esclarecimento de algumas noções pontuais. Você estaria interessado? Caso positivo, refletiríamos sobre o assunto na própria "Sementes de Fé" ou criaríamos mais uma coluna, tipo, "Sementes da Celebração da Fé"? Por favor, logo que possível, responda-me. Se afirmativo, iniciaremos em março pelo significado da palavra LITURGIA.

Oremos: "Ó Deus, dai ao povo resgatado pelo sangue de Cristo participar do memorial que nos deixou, obter a força de sua cruz e a glória da ressurreição".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 22/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

Quando você é convidado para uma festa de comemoração de um acontecimento importante na vida de uma pessoa que lhe é muito querida, ou para uma recepção que lhe trará muito benefício, você não se ausenta por qualquer desculpa, vai vestido de qualquer maneira e chega à hora que bem entender? Claro que não.

Semelhante acontecimento é a Missa. Somos convidados por Cristo para celebrar a sua vida em benefício de todos nós. Esta convocação, a Eucaristia dominical, tem início, portanto, quando decidimos responder positivamente ao seu convite. Sentimo-nos na obrigação de corresponder a tal convocação.

E por que somos convidados? Simplesmente, porque pelo batismo, fazemos parte de sua família. É uma reunião de família, irmãos e irmãs de fé. É Ele o anfitrião presente a nos acolher. E isto tudo é feito ao modo sacramental, isto é, o corpo eclesial de Cristo. Ele é a cabeça do corpo, visualizado naquele que preside em seu nome; e, os demais componentes da assembleia litúrgica são os membros desse seu corpo. Assim, quem profere as leituras, salmo, preces e proclama o Evangelho empresta a sua voz a Cristo. Não é à toa que declaramos: "Ele está no meio de nós"!

Oremos: "Senhor Jesus Cristo, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 21/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

A Eucaristia é o grande tesouro da Igreja. Para nós batizados não há nenhuma riqueza que se lhe compare. Essa riqueza não é comerciável e nem pode ser manipulada ou instrumentalizada. Ela é um tesouro vivo que opera uma transformação dos corações e de toda a criação.

Cada celebração eucarística nos insere na hora suprema de Cristo. A hora da doação de sua vida em sacrifício Redentor para a nossa salvação; a hora da Cruz e da Ressurreição. O que aconteceu uma vez por todas, torna-se presente, sacramentalmente, em nosso hoje. Somos nós hoje diante do Crucificado, somos nós hoje diante do túmulo vazio, somos nós hoje diante do Ressuscitado.

O Memorial que Jesus deixou à sua Igreja não é uma simples recordação, não é uma sugestiva evocação, nem uma repetição de gestos e palavras como num drama teatral. É o Mistério, é o Sacramento da presença e da comunhão com o prodigioso Amor divino por nós. A Eucaristia é o acesso pelo qual chega o amor de Cristo por nós, por cada um de nós.

Oremos: "Reunido com os apóstolos na última ceia, para que a memória da Cruz salvadora permanecesse para sempre, Jesus se ofereceu a vós, ó Pai, como Cordeiro sem mancha e foi recebido como sacrifício perfeito".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 20/02/2017

Querida família, a Paz de Cristo.

A nossa vida diária está, normalmente, cheia de afazeres, compromissos e obrigações. Sentimos faltar tempo para tantas outras coisas importantes. Quem sabe, de quando em vez, precisaríamos questionar a escala de valores do uso de nosso tempo?

Você se lembra do ditado: "tempo é questão de prioridade"? É hora de nos perguntarmos, justamente, sobre as prioridades de nosso dia-a-dia.  Por exemplo, na condição de batizados, reservamos um breve tempo para a oração e a revisão de vida à luz da fé? E a Missa dominical, como vai? Será que ela estaria relegada à nossa volúvel disposição, sentimento e bem-querer? Creio que valeria a pena nos perguntar sobre o valor e a importância da Eucaristia dominical em nossa vida de cristãos católicos.

Oremos: "Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar constantemente da Eucaristia, pois todas as vezes que celebramos este sacrifício torna-se presente a nossa redenção".

Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós, com a bênção da Santíssima Trindade: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Beatos Francisco e Jacinta - Irmãos videntes de Fátima

via Canção Nova

Receberam as mensagens de Nossa Senhora de Fátima e souberam viver suas dores, oferecendo tudo a Virgem

No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. Em 1910, Jacinta Marto. Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. Eles pertenciam a uma grande família; e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na “Loca do Cabeço” e, depois, na “Cova da Iria”. A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por 6 vezes a eles.
O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência… Tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário. Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: “Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve”. Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: “Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu”.
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria. Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória. No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do ‘Altar do Mundo’ beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires.
Beatos Francisco e Jacinta, rogai por nós!

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 19/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Liturgia deste domingo nos convoca a amar como Deus nos ama. Este grande mandamento do amor já está presente no Antigo Testamento como norma fundamental do viver civil, além de ser o único critério de autêntica relação com Deus. Jesus aprofunda o seu conteúdo e torna universal a sua extensão, afirmando que só o amor constitui uma resposta eficaz ao mal, enquanto rompe sua espiral de morte. A santidade cristã não é, portanto, uma ética abstrata, desligada da vida, mas uma justa relação de solidariedade com o mundo, com as pessoas, com a história.

"O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso, é compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas" (Sl 102).

Abençoe-vos Deus, rico em amor e misericórdia, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 18/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem pode e deve receber a Unção? Antes de tudo, uma pessoa que tenha sido batizada. Especificamente, uma pessoa que está com uma séria enfermidade, quem vai se submeter a uma cirurgia, como também quem está debilitado pela idade avançada.

Infelizmente, é frequente que parentes não desejem que o enfermo receba a Santa Unção para que "não se espante". Privar o enfermo deste grande e eficaz sustento, ou relegá-lo até a perda dos sentidos, é uma grande falta de caridade. Ao invés, é um sinal de verdadeiro amor cristão fazer todo o possível para que o sacerdote chegue oportunamente e possa ministrar ao enfermo, nas melhores condições possíveis, aquele auxílio que o próprio Senhor Jesus Cristo estabeleceu em seu favor para a provação que está passando.

Oremos: "Ó Deus, escutai as preces por nossos irmãos doentes e dai, pela graça da Santa Unção, aos oprimidos pelas dores, enfermidades e outros males sentirem-se unidos a Cristo que sofre pela salvação de todos".

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Sementes de fé - 17/02/2017

Querida família de Nossa Senhora do Brasil, irmãos e irmãs, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

O sacramento não é um rito mágico, nem uma prática supersticiosa eficaz, sem relação à fé e as disposições da pessoa. No caso da Unção, não é um certificado de morte, como se aquele que o recebe deva morrer em breve.

Um sacramento é uma celebração. E toda celebração sacramental é simbólica. Ela se realiza através de sinais que pertencem à experiência humana, mas não se reduzem ao plano puramente material. No caso da Unção o óleo é um agente medicinal, é um aromatizante e, também um combustível. Tudo isso, se verifica num sentido mais profundo e espiritual nos sacramentos. No caso da Unção dos enfermos o simbolismo essencial de ungir com o óleo algumas partes do corpo do enfermo ou do idoso, é de trazer alívio e salvação.

Assim, reza a oração da unção: "Por esta santa unção e pela sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo para que, liberto dos teus pecados, ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos".

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Fazer bebês de proveta é “um pecado contra o Criador”, diz o Papa Francisco

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E Deus fez o homem e a mulher, e deu a eles o dom da atração mútua...
E eles se desejaram e se uniram. E só assim era possível perpetuar a espécie...
Até o dia em que o “eu te amo” e o olhar 43 puderam ser substituídos por uma série de atividades frias e solitárias, em uma clínica de reprodução assistida.
O homem vai a uma sala privativa cheia de material pornográfico e se tranca lá dentro. Depois, sai de lá com um vidrinho, que é entregue a um profissional uniformizado (no caso de homens que fizeram vasectomia, a coleta é feita por punção). Que coisa triste! Que constrangimento! Essa é mesmo uma forma digna de se tentar formar uma família?
No caso da fertilização in vitro convencional, não há aquela incrível corrida dos espermatozóides até o óvulo. Um técnico seleciona um espermatozoide e fecunda o óvulo com uma agulha. E assim a vida é gerada em uma placa de Petri, fora do calor do ventre materno.
Se o procedimento der certo, nove meses depois nascerá a criança. Como um católico deve ver isso? Esse nascimento é algo bom e deve ser, sim, motivo de alegria. Porém, a técnica utilizada para gerar essa vida continua sendo imoral e má. Sobre a doutrina da Igreja, já falamos aqui.
Em grande parte, por culpa da nossa omissão (já que esse assunto é raramente abordado nas homilias ou catequeses), está ganhando força a cultura da morte e do provisório. As clínicas de reprodução assistida promovem amplamente a destruição de embriões fertilizados não utilizados.
Quando a implantação dos embriões ocorre com sucesso no útero (um ou mais bebês vingam), é comum que ocorra o descarte dos embriões não utilizados. Isso ocorre imediatamente após a implantação bem-sucedida, ou em algum outro momento no futuro, quando ninguém mais se interessa por armazená-los nos freezers da clínica.
Note: são seres humanos em estado embrionário, sendo despejados no ralo, como lixo! Ou então destinados a pesquisas com células-tronco embrionárias, como se fossem uma “coisa”. Quanta miséria, quanto desrespeito ao ser humano, e por quê? Para que casais realizem seu sonho a qualquer custo?
Os bebês de proveta são completamente inocentes e não podem ser culpados pela forma como foram concebidos. Talvez nem mesmo os pais sejam culpados – já que, muito provavelmente, não entendem a gravidade e as implicações da reprodução assistida. Mas os profissionais que realizam essa destruição de embriões humanos são automaticamente excomungados.
O Papa Francisco já se pronunciou sobre isso:
“O pensamento dominante propõe por vezes uma ‘falsa compaixão’, que considera uma ajuda para a mulher favorecer o aborto, um ato de dignidade proporcionar a eutanásia, uma conquista científica ‘produzir’ um filho considerado um direito em vez de o acolher como dom; ou usar vidas humanas como cobaias de laboratório presumivelmente para salvar outras. (...)
Estamos a viver num tempo de experimentos com a vida. Mas um experimento mau. Fazer filhos em vez de os acolher como dom, como eu disse. Brincar com a vida. Estai atentos, porque isto é um pecado contra o Criador: contra Deus Criador, que criou as coisas deste modo.”
Essa é a mensagem da Igreja: os filhos são um DOM, não um direito. Acima de tudo, não podem ser tratados como produtos, comprados a preço de ouro nas “fábricas de bebês”. Os casais com problemas de fertilidade devem ser ajudados, de modo que seu sofrimento não os deixe cegos para a verdade e insensíveis à moral. As crianças nos orfanatos mandam um abraço!

Fonte: http://ocatequista.com.br/catequese-sem-sono/item/17430-fazer-bebes-de-proveta-e-um-pecado-contra-o-criador-diz-o-papa-francisco?highlight=WyJwcm92ZXRhIl0%3D

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