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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sementes de Fé - 26/05/2017

Querida família, "Ave-Maria".

Os ícones ou as imagens cristãs transcrevem a mensagem evangélica que as Escrituras do Novo Testamento, sobretudo os Evangelhos, transmitem. Desse modo, a imagem e a palavra se iluminam mutuamente. As imagens do presépio são cenas evangélicas do nascimento do Senhor. Jesus com a ovelha nos braços é a figura evangélica do Bom Pastor, a primeira imagem, reproduzida pelos primeiros cristãos de que se tem notícia. Cristo, apontando seu Coração, expressa todo seu amor por nós até o sacrifício extremo, síntese do Evangelho da gratuidade do amor de Deus. O crucifixo é a imagem mais forte do preço da nossa Redenção, momento culminante das narrativas evangélicas. A imagem de Jesus Ressuscitado é o sinal da vitória sobre a morte, é a garantia da salvação, é a certeza do prêmio, é a conclusão de toda esperança evangélica. Por isso, as imagens são lembretes de passagens de sua vida, auxílio para passar ao invisível pelo visível.

Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sementes de Fé - 24/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
A imagem do Redentor não é a imagem de um ídolo, isto é, não reproduz um ser imaginário e inexistente, fabricado por mãos humanas para ser reconhecido como se fosse um deus. Jesus é verdadeiramente Deus com o Pai e o Espírito Santo e verdadeiramente homem, existente como nós. Por isso, não é mito. Ele entrou na nossa história humana quando assumiu um corpo. Viveu no tempo, morreu e ressuscitou. Inclusive, ele tem sua própria história. Atualmente, está na glória do Pai com sua divindade e com nossa humanidade.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 23 de maio de 2017

Sementes de Fé - 23/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
Jesus é o Verbo, a Palavra de Deus encarnada. Ele assumiu um corpo no seio de Maria. Portanto, tem uma face semelhante à nossa. Daí a Igreja representá-lo através ícones e imagens, inclusive o símbolo da cruz. Entretanto, a Igreja não adora a imagem do Redentor. Ela adora o próprio Redentor, vivo em sua glória e presente no meio de nós, especialmente na Sagrada Escritura.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Santa Rita de Cássia, conhecida como Santa dos Impossíveis

Fonte: Canção Nova

Santa Rita de Cássia, viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.
Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.
Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.
Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.
Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/

Sementes de Fé - 22/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”.
Em obediência sobre o Mistério de Deus, invisível e incompreensível, a Igreja não representa sua imagem de Criador e de Pai. Também não representa a imagem do Espírito Santo, que também é invisível. Tanto o Pai quanto o Espírito são puros espíritos, isto é, não têm matéria. A pomba que representa o Espírito não é uma imagem do seu ser. É apenas um símbolo para lembrar à narrativa do batismo de Jesus. Não se venera nem se cultua uma pomba.
Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 21 de maio de 2017

Sementes de Fé - 21/05/2017

Querida família, Cristo ressuscitou, aleluia!

Como Jesus Ressuscitado permanece no meio de nós? É a interrogação que nos apresenta a Liturgia deste sexto domingo da Páscoa. A verdade é que Ele permanece presente entre nós, não mais como pessoa histórica, mas como "Espírito santificador". Entretanto, a via normal que segue para estar conosco é ainda de caráter histórico, isto é, por intermédio dos fiéis, dos sacramentos, do ministério apostólico.

A questão agora se dirige a nós: estamos disponíveis a este seu novo modo de estar presente e se comunicar? Estamos dispostos a comunica-lo, apesar das dificuldades que encontramos? Que a Mãe Santíssima nos encoraja a dizer Sim a Deus e que nós atendamos ao seu pedido em Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil protegei a nossa Pátria e todo o povo brasileiro, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sábado, 20 de maio de 2017

Sementes de Fé - 20/05/2017

Querida família, "Ave-Maria"!

Em relação à proibição de imagens há outra exceção ligada a Moisés, o legislador. Deus lhe diz: "Faze uma serpente abrasadora e coloca-a em uma haste. Todo aquele que for mordido e a contemplar viverá" (Nm 21,8). A imagem da serpente se torna sinal da presença do Deus da salvação e da vida, no caminho do povo pelo deserto. De fato, "se alguém era mordido por uma serpente, contemplava a serpente de bronze e vivia" (Nm 21,9).

Conclui-se que, mudando o significado, mudava também a proibição tão severa de fabricar imagens. Elas eram permitidas. Logo, o problema não estava na construção da imagem, mas em sua utilização.

Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".

Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O que fazer quando perdemos a vontade de rezar?

Perdi a vontade de rezar. E agora?


Há horas em que não sinto a menor vontade de dialogar com algumas pessoas, mas, porque preciso, acabo deixando minha vontade de lado e vou ao encontro delas, converso, trabalho, convivo e sigo em frente. Com Deus não é diferente. Às vezes, envolvo-me tanto com as coisas, que não sinto vontade de falar com Ele, ou seja, de rezar, mas porque sei que preciso e, até mais, dependo da Sua graça, vou ao Seu encontro por meio da oração.
É claro que isso exige empenho e perseverança, porque, na verdade, a vida de oração é um conquista diária; e como nenhuma conquista é isenta de lutas, é preciso lutar para ser orante. Aliás, Santa Teresa de Jesus afirma, em sua autobiografia, que oração e vida cômoda não combinam em nada; ela lembra ainda que uma das maiores vitórias do demônio é convencer alguém de que não é preciso rezar. Ou seja, quando o assunto é vida de oração, é preciso ter consciência de que se trata de um luta espiritual, e para vencer o único caminho é rezar com ou sem vontade. Até porque, como diz o ditado popular, “vontade dá e passa”. Se eu escolho deixar-me guiar apenas pelo meu querer, corro o risco de ser vazia, sem sentido.

Deserto espiritual

Eu sei que, com o passar do tempo e o acúmulo de atividades, corremos o sério risco de, aos poucos, irmos deixando a oração de lado ou rezarmos de qualquer jeito, até chegarmos a um “deserto espiritual” e termos uma certa apatia quando o assunto é oração. Mas é justamente, nesta hora, que precisamos ir além dos sentimentos e considerarmos que o “deserto também é fecundo” quando vivido em Deus, e pela sua misericórdia em nossa vida tudo é graça!
Consolações e desolações, alegria e tristeza, perdas e ganhos, tudo é fruto do amor de Deus, o qual permite vivermos as provas enquanto nos chama a crescermos e frutificarmos em toda e qualquer situação. Portanto, no ponto em que você está agora, volte a fixar sua alma em Deus e permita que Ele lhe devolva a si mesmo, pela força da oração.
Ao absorvermos tanta agitação e estímulos em nossos dias, acabamos perdendo o contato com nossa verdadeira essência, e ficamos tão distraídos e preocupados com tudo o que está acontecendo a nossa volta, que acabamos fragmentados, confusos e inseguros, sem nos lembrarmos de onde viemos, onde estamos e menos ainda para onde vamos. Só Deus pode nos reorientar.
Jesus tinha consciência disso quando disse a Seus discípulos: “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação” (Mateus 26,41); eu diria, principalmente, a tentação de esquecer quem é você e qual é o seu papel neste mundo.

Então, vamos rezar?

Deixo aqui algumas pistas que podem servir para abrir caminho no seu relacionamento com Deus. Quando encontrar sua própria trilha, caminhará livremente e cada vez mais experimentará a alegria, que está na presença d’Ele por meio da oração.
1- Escolha o horário e o tempo que quer dedicar à sua oração e procure ser fiel a esse propósito. Assim como nos alimentamos diariamente, a oração deve ser o alimento diário da alma, aconteça o que acontecer.
2- Fundamente sua oração na Palavra de Deus e na Sua verdade. Fale com Ele com confiança e sem reservas, como quem fala com um amigo. Agindo assim, encontrará a paz e a harmonia interior que tanto procura, pois, como ensina São João da Cruz, “o conhecimento de si mesmo é fruto da intimidade com Deus, e é o meio essencial para a liberdade interior”.
3- Reze com humildade, detendo-se sempre na palavra: “Seja feita a vossa vontade”. Lembre-se de que sua oração não pode ser movida simplesmente por gosto ou exigência, mas, acima de tudo, por gratuidade e confiança na misericórdia de Deus.
4- Pratique o que você rezou e não desvincule suas obras da oração, pois uma coisa tem tudo a ver com a outra. Caridade, perdão, alegria, confiança, fraternidade e paciência são características de quem reza.
5- Tenha seu próprio ritmo de oração. A imitação e a comparação não ajudam em nada. A vida dos santos, por exemplo, são setas que apontam para o céu, mas é você quem deve dar seus próprios passos para chegar até lá. Desejo que em cada amanhecer e também nas “noites escuras” você experimente pela oração o amor e a verdadeira felicidade, uma vez que esta consiste em amar e sentir-se amado. E ninguém nos ama tanto quanto Deus. Se alguma vez você perder a vontade de rezar, já sabe o que deve fazer: reze assim mesmo e seja feliz!



Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

Papa: o Evangelho une e a ideologia divide

Em homilia, Papa Francisco lembra que o ser pecador nos leva a buscar a Deus


Da redação, com Rádio Vaticano
A graça da conversão “à unidade da Igreja, ao Espírito Santo e à verdadeira doutrina”. Esta foi a oração do Papa na homilia da missa celebrada na manhã desta sexta-feira, 19, na Casa Santa Marta.
Papa Francisco em missa na capela da Casa Santa Marta, nesta sexta-feira, 19./ Foto: Rádio Vaticano.


Francisco comentou a Primeira Leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, e observou que também na primeira comunidade cristã “havia ciúmes, lutas de poder, algum espertinho que – explicou – queria ganhar e comprar o poder”. Portanto, “sempre houve problemas”: “somos humanos, somos pecadores” e as dificuldades existem, inclusive na Igreja, mas ser pecadores nos leva à humildade e a nos aproximar do Senhor, “como salvador dos nossos pecados”. A propósito dos pagãos que o Espírito Santo convida à conversão, o Pontífice recordou que, no trecho, os apóstolos e os anciãos escolhem alguns deles para ir até Antioquia com Paulo e Barnabé. Os grupos descritos são dois:
“O grupo dos apóstolos que quer discutir o problema e os outros que criam problemas, dividem, dividem a Igreja, dizem que aquilo que os apóstolos pregam não é o que disse Jesus, que não é a verdade”.
Os apóstolos discutem entre si e, no final, entram num acordo:
“Mas não é um acordo politico, é a inspiração do Espírito Santo que os leva a dizer: nada de coisas, nada de exigências. Mas só o que dizem: não comer carne naquele período, a carne sacrificada aos ídolos porque era fazer comunhão com os ídolos, abster-se do sangue, dos animais sufocados e das uniões ilegítimas”.
O Papa destacou a “liberdade do Espírito” que leva ao “acordo”: assim, diz, os pagãos podem entrar na Igreja. Tratou-se, no fundo, de um “primeiro Concílio” da Igreja – “o Espírito Santo e eles, o Papa com os bispos, todos juntos” – reunidos “para esclarecer a doutrina” e seguido, no decorrer dos séculos, por exemplo pelo de Éfeso e do Vaticano II, porque “é um dever da Igreja esclarecer a doutrina” para “se entender bem o que Jesus disse nos Evangelhos, qual é o Espírito dos Evangelhos”.
“Mas sempre existiram essas pessoas que, sem qualquer autoridade, turbam a comunidade cristã com discursos que transtornam as almas: “Eh, não. Isso que foi dito é herético, não se pode dizer, isso não, a doutrina da Igreja é esta…”. E são fanáticos por coisas que não são claras, como esses fanáticos que semeavam intrigas para dividir a comunidade cristã. E este é o problema: quando a doutrina da Igreja, a que vem do Evangelho, que o Espírito Santo inspira, esta doutrina se torna ideologia. E este é o grande erro dessas pessoas”.
Esses indivíduos – explicou – “não eram fiéis, eram ideologizados”, tinham uma ideologia “que fechava o coração para a obra do Espírito Santo”. Ao invés, os apóstolos certamente discutiram de maneira enérgica, mas não eram ideologizados: “tinham o coração aberto ao que o Espírito dizia.
A exortação final do Papa foi para não se deixar intimidar diante das “opiniões dos ideólogos da doutrina”. A Igreja, concluiu Francisco, tem “o seu próprio magistério, o magistério do Papa, dos bispos, dos concílios”, e devemos caminhar nesta estrada “que vem da pregação de Jesus e do ensinamento e da assistência do Espirito Santo”, que está “sempre aberta, sempre livre”, porque a doutrina une, os concílios unem a comunidade cristã”, enquanto “a ideologia divide”.

Sementes de Fé - 19/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”!
A proibição de construir imagens não foi absoluta. Segundo a lei de Moisés, há exceções: “Farás dois querubins de ouro [...]” (cf. Ex. 25,18-21). Observa-se que, sendo anjos, são puros espíritos, isto é, não têm matéria. Mesmo assim, são reproduzidos, de forma livre, com face humana e com asa de animal. Na realidade, são esfinges aladas. Nota-se, porém, que sua construção respeita o sentido da proibição anterior, pois não foram feitos nem para adoração nem para veneração. Eles estão sobre a Arca da Aliança e apontam para a santidade divina. Por isso, sua importância é relativa. Apontam para a relevância dada à arca como sinal da Aliança contida na Lei do Senhor.
Continuaremos a refletir sobre este tema. Porém, não nos esqueçamos de atender ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.
Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sementes de Fé - 18/05/2017

Querida família, “Ave-Maria”!
As imagens da Virgem Maria e dos santos são recomendadas pela Igreja. Como conciliar esta permissão com a proibição do Antigo Testamento? De fato, há esta norma e todos nós a respeitamos. Como assim? Em que sentido?
A proibição diz respeito a Deus, isto é, Ele é invisível e incompreensível. É puro espírito, pois não tem matéria. Portanto, toda reprodução seria fruto da concepção da mente humana limitada. Não esgotaria o sentido absoluto ou total da realidade divina.
Há também o motivo de ordem prática. Em ambiente politeísta, os povos vizinhos de Israel adoravam vários deuses. Eram entidades idealizadas pela mente do homem, exteriorizadas por suas mãos. Há inclusive a adoração dos astros e das forças da natureza.
Esta severa proibição ajudava o Povo de Israel a se educar na adoração fiel ao Deus, único, vivo e verdadeiro, criador de todas as coisas. Assim, por razões práticas ou educativas, mas que também atingem a imagem do Mistério de Deus, há a proibição de representar os seres criados e de adorar e venerar os ídolos dos pagãos.
Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: “Meus filhos, rezem o terço todos os dias”.  
Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Sementes de Fé - 17/05/2017

Querida família, "Ave-Maria".
Aos pés do Crucificado, Maria se torna Mãe da nossa redenção ou Mãe da graça. Recebe o título de nova Eva ou de Mãe de todos os viventes pelos quais Ele deu a vida.
A devoção cristã imagina que, no ser descido da cruz, o Filho é acolhido nos braços de Maria. A cena inspira os grandes artistas que esculpiram ou pintaram Nossa Senhora da Piedade. Outros retratam Nossa Senhora das Dores com uma espada no coração conforme a profecia de Simeão: " A ti (Maria), uma espada traspassará tua alma! (Lc 2,35).    
Portanto, as imagens da Virgem Maria e as imagens dos santos se referem a Cristo Jesus. Significam que Ele é glorificado em sua Mãe Santíssima e nas testemunhas vivas que confessaram a fé e deram a própria vida como mártires.  
Atendamos ao pedido de Nossa Senhora de Fátima: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias".   
Nossa Senhora do Brasil, concedei à nossa Pátria viver na paz e na justiça com a bênção de Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Monsenhor Antônio José de Moraes

Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


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